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PETROBRAS

Nova edição do Caderno de Mudança do Clima

Nova edição do Caderno de Mudança do Clima

Emissões caíram de 57 milhões de toneladas de CO2 equivalentes em 2015 para 46 milhões em 2021.

A Petrobras lançou a nova edição do Caderno de Mudança do Clima, documento que engloba as informações referentes ao desempenho em emissões da Petrobras em 2021, além do avanço em indicadores relacionados aos compromissos de sustentabilidade.

O documento mostra ainda como as mudanças climáticas estão refletidas nas estratégias da empresa e as iniciativas de descarbonização para atuar em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. A Petrobras está seguindo sua trajetória de redução progressiva de emissões absolutas de gases de efeito estufa (GEE) na exploração e produção (E&P) de óleo e gás e no refino, que tiveram queda de 18% desde 2015, como resultado da redução nas intensidades de carbono nessas atividades. As emissões caíram de 57 milhões de toneladas de CO2 equivalentes em 2015 para 46 milhões em 2021.

A nova edição do Caderno de Mudança do Clima está alinhada com as diretrizes do Task Force on Climate-Related Financial Disclosures (TCFD) e traz detalhes sobre a estratégia da empresa para atingir a ambição de neutralidade das emissões operacionais e cumprir os seis compromissos de sustentabilidade relacionados a emissões. A nova edição do Caderno de Mudança do Clima pode ser vista na íntegra no

https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/25fdf098-34f5-4608-b7fa-17d60b2de47d/d7092e4e-9830-c6b1-ff36-62247b97a17a?origin=2

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A Petrobras criou a Gerência Executiva de Mudança Climática da companhia, que será responsável por liderar as ações relativas à gestão de carbono, redução das emissões atmosféricas, eficiência energética e mudança do clima. A nova estrutura será ligada à Diretoria Executiva de Relacionamento Institucional, do diretor Roberto Furian Ardenghy, que passa a se chamar Diretoria Executiva de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade. “A criação da Gerência Executiva de Mudança Climática tem como objetivos a melhoria da governança e o aumento do foco na redução de emissões de gases de efeito estufa e na captura de carbono”, disse Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras. A nova área será responsável pela proposição das metas e compromissos corporativos em carbono e clima e pela coordenação de sua implementação, liderando a implementação dos planos de mitigação de carbono e a promoção e incorporação de tecnologias de baixa emissão na carteira de investimento da companhia. “Adotamos uma política de transparência em nossos compromissos relacionados a emissões e optamos pelo uso de inovações tecnológicas aplicadas ao nosso core business, conciliando a maximização de valor para o acionista com o retorno, para a sociedade, de ações destinadas a minimizar o aquecimento da Terra”, explica Castelo Branco. A Gerência Executiva de Mudança Climática será conduzida por Viviana Coelho, atual gerente de Emissões, Eficiência Energética e Transição para Baixo Carbono da Petrobras. Viviana é engenheira química pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), bióloga pela PUC-PR, com mestrado em tecnologia ambiental pelo Imperial College em Londres, MBA em administração avançada pela COPPEAD, pós graduação em inovação pela Unicamp e extensa formação executiva em instituições como INSEAD, IMD, Universidade de Cambridge, London Business School e Columbia University. Na Petrobras há 18 anos, Viviana representa atualmente a companhia no Comitê Executivo da Oil and Gas Climate Initiative e no grupo de Climate Change da IPIECA.

9 de novembro, 2020
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016