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CERTIFICAÇÃO

Owens Illinois recebe Pegada de Carbono da ABNT

A Owens Illinois (O-I), produtora de vidro mundial, recebeu certificado no Programa Pegada de Carbono da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Pegada de carbono é a quantidade total de emissões de dióxido de carbono (CO 2 ) e outros gases de efeito estufa (GEE) que são emitidos de maneira direta ou indireta por um determinado produto ao longo do seu ciclo de vida. O Sistema de Medição e Certificação foi desenvolvido pela ABNT em parceria com a Carbon Trust, organização sem fins lucrativos, sediada em Londres (Reino Unido), que tem como missão promover a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono. Segundo Aline Borges dos Reis, analista de Meio Ambiente da O-I, a empresa optou por fazer a medição da pegada de carbono da tonelada de vasilhames de alimentos e bebidas, pois, dessa forma, seria possível avaliar o processo de produção de todos os produtos da fábrica. As medições foram feitas com base em dados de abril de 2014 a março de 2015. “Todo o processo foi muito instigante. Visitamos a sede da Carbon Trust, em Londres, onde recebemos treinamento e conhecemos casos de sucesso de grandes empresas ao redor do mundo. Depois, começamos a preencher os dados requisitados na calculadora de CO 2 ”, explica Aline Borges dos Reis. O projeto tem apoio também da Embaixada Britânica no Brasil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC). A O-I aderiu ao programa em 2014. “Implementar o projeto na fábrica foi simples pois todos os dados solicitados já estavam disponíveis no sistema da empresa, era necessário apenas recolhê-los com as respectivas áreas e inseri-los na calculadora de CO 2 ”, comenta a analista de Meio Ambiente da O-I.

A Owens Illinois (O-I), produtora de vidro mundial, recebeu certificado no Programa Pegada de Carbono da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Pegada de carbono é a quantidade total de emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa (GEE) que são emitidos de maneira direta ou indireta por um determinado produto ao longo do seu ciclo de vida.

O Sistema de Medição e Certificação foi desenvolvido pela ABNT em parceria com a Carbon Trust, organização sem fins lucrativos, sediada em Londres (Reino Unido), que tem como missão promover a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono. Segundo Aline Borges dos Reis, analista de Meio Ambiente da O-I, a empresa optou por fazer a medição da pegada de carbono da tonelada de vasilhames de alimentos e bebidas, pois, dessa forma, seria possível avaliar o processo de produção de todos os produtos da fábrica. As medições foram feitas com base em dados de abril de 2014 a março de 2015. “Todo o processo foi muito instigante. Visitamos a sede da Carbon Trust, em Londres, onde recebemos treinamento e conhecemos casos de sucesso de grandes empresas ao redor do mundo. Depois, começamos a preencher os dados requisitados na calculadora de CO2”, explica Aline Borges dos Reis.

O projeto tem apoio também da Embaixada Britânica no Brasil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC). A O-I aderiu ao programa em 2014. “Implementar o projeto na fábrica foi simples pois todos os dados solicitados já estavam disponíveis no sistema da empresa, era necessário apenas recolhê-los com as respectivas áreas e inseri-los na calculadora de CO2”, comenta a analista de Meio Ambiente da O-I.

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EMISSÕES
CBA recebe Selo Ouro por inventário

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) recebeu, pela terceira vez consecutiva, o certificado do Programa Brasileiro GHG Protocol, que quantifica as emissões de gases geradores do efeito estufa. A companhia obteve Selo Ouro pela divulgação e verificação do inventário de emissões realizado em todas as suas Unidades. A análise considera as emissões diretas e indiretas relacionadas ao consumo de energia elétrica e a emissão específica para transporte de bauxita. Com o resultado do inventário, a CBA conseguiu calcular no processo de eletrólise - etapa de redução do óxido de alumínio em alumínio primário - que são gerados 2,56 t CO2e (toneladas de dióxido de carbono equivalente) para cada tonelada de alumínio líquido produzida. Segundo dados do International Aluminium Institute (IAI), as emissões deste processo, em âmbito mundial, somam 12 t CO2e. A emissão da CBA também é inferior ao índice de 8 t CO2e/ t alumínio líquido, valor de referência estabelecido pela ASI (Aluminium Stewardship Initiative), organização mundial que define padrões e melhores práticas globais para o desempenho de sustentabilidade na indústria do alumínio. "Manter uma matriz energética renovável e ter uma emissão muito abaixo da média de mercado faz parte do nosso propósito de produzir alumínio que transforma vidas. Significa que estamos entregando, para o mercado, um alumínio mais sustentável, beneficiando também os targets de sustentabilidade de outros fabricantes de diversos setores da economia, além de gerar impactos socioambientais positivos para toda a cadeia”, diz Luís Jorge, diretor do Negócio de Produtos Primários da CBA. A partir de 2020, a companhia deve reduzir ainda mais as suas emissões ao adotar a utilização de 100% de vapor originado de biomassa em sua refinaria. A CBA participa do Programa brasileiro GHG Protocol desde 2018, divulgando de forma voluntária os seus resultados de inventário de emissões no ‘Registro Público de Emissões’, plataforma online onde estão disponíveis os dados das empresas participantes do programa.

23 de outubro, 2020
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RECICLAGEM
Projeto no DF quer dar destino correto ao vidro

A Owens-Illinois (O-I), em parceria com o Instituto Ecozinha, desenvolve desde o primeiro semestre de 2018 um projeto inédito em Brasília (DF) que tem como objetivo o descarte e reciclagem adequados de vidro na região. Cerca de 90 toneladas de vidro são descartadas em aterros sanitários no Distrito Federal, mas menos de 2% é encaminhado à reciclagem. “A iniciativa busca desenvolver práticas de gerenciamento de resíduos visando soluções ambientalmente corretas para bares e restaurantes. Desta forma, as embalagens de vidro utilizadas deixam de ir para aterros sanitários e são recicladas de forma eficiente”, conta Lúcia Moreira, coordenadora de sustentabilidade da O-I. O projeto também permite que esses bares e restaurantes se adequem à Lei dos Grandes Geradores de Lixo, que prevê que estabelecimentos que produzam mais de 120 litros de lixo por dia sejam responsáveis pelo próprio descarte. O Instituto Ecozinha disponibiliza bunkers com capacidade de até 800 kg em locais próximos aos estabelecimentos parceiros. Esses depósitos estão preparados para receber as embalagens pós-consumo. “Quando os bunkers enchem, outra empresa parceira, a Green Ambiental, recolhe e cuida do beneficiamento do vidro para enviá-lo então à O-I, que recicla. Queríamos fazer um trabalho transformador e que incentivasse políticas públicas. A O-I acreditou nessa proposta e tivemos o apoio necessário”, diz Paulo Mello Filho, diretor-presidente do Instituto Ecozinha e seu idealizador. Para participar do projeto os estabelecimentos devem se credenciar ao Instituto Ecozinha e contribuir com a taxa de manutenção mensal, além de participar obrigatoriamente de um programa de compostagem de resíduos orgânicos, em que são produzidos adubos e fertilizantes para uso na agricultura familiar e urbana. O Instituto Ecozinha é uma iniciativa privada criada para implementar ações que resultem no desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade e suas instituições. Atualmente, possui 46 associados, entre bares, restaurantes e hotéis.

14 de janeiro, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
Máquinas de reciclagem para três capitais

Em parceria com a Triciclo, empresa de soluções para o desenvolvimento sustentável, a Owens-Illinois implantou o novo modelo da Retorna Machine nas unidades de São Paulo (duas), Rio de Janeiro e Recife, cada fábrica com uma máquina. O equipamento recebe garrafas de vidro usadas e em troca dá descontos em contas de luz, passagens de ônibus ou livrarias. O sistema de recompensa funciona como um programa de fidelidade. Na medida em que o consumidor adquire pontos pelas garrafas depositadas, pode trocá-los por dedução em contas de luz da AES Eletropaulo, crédito no Bilhete Único ou transferência de pontos para o programa de fidelidade da livraria Saraiva. Na capital paulista uma máquina está na matriz, na zona oeste, onde é aberta ao público enquanto as demais, por enquanto, estão restritas aos colaboradores e visitantes da empresa. A Triciclo já trabalhava com o sistema de recompensa ao consumidor, porém, as máquinas eram programadas para receber garrafas PET, latas de alumínio e embalagens cartonadas. “Sempre tivemos vontade de favorecer a logística reversa também para o vidro, mas o processo de depósito e recolhimento desse material é diferente dos demais. Precisávamos de um parceiro com entendimento do setor para nos ajudar e a O-I viabilizou isso”, diz Felipe Cury, sócio fundador da empresa. “A Retorna Machine é uma solução acessível que mostra ao consumidor a importância da separação do vidro e o estimula a reciclar”, diz Reinaldo Kühl, gerente da categoria Foods & NAB da O-I na América Latina da O-I no Brasil. O objetivo das duas empresas é ampliar o número de máquinas disponíveis no País. O consumidor deve se cadastrar gratuitamente no site www.triciclo.eco.br para começar a pontuar e receber os créditos.

15 de janeiro, 2018
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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MEIO AMBIENTE
ABNT lança Portal da Sustentabilidade

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou recentemente o Portal da Sustentabilidade, que engloba três programas ambientais: Rótulo Ecológico, Gases de Efeito Estufa (GEE) e Pegada de Carbono. O Rótulo Ecológico da ABNT é um certificado voluntário que garante que determinado produto causa menos impactos ao meio ambiente quando comparado a um similar não rotulado. A ABNT é membro do Global Ecolabelling Network (GEN), entidade internacional que promove a rotulagem ambiental em todo o mundo. Além disso, é um dos primeiros Organismos de Verificação e Validação (OVV) de Gases de Efeito Estufa (GEE) na América Latina que oferece serviços de verificação de inventários de GEE e validação de projetos de redução de emissões a custos adequados à realidade da indústria Brasileira. Já a Pegada de Carbono de um produto mostra a quantidade de gases de efeito estufa emitida ao longo do ciclo de vida do produto, incluindo um resumo de quais componentes (materiais de entrada, resíduos, emissões por processo) contribuem mais para o total da pegada. Com todos estes dados, empresas e governos poderão tomar decisões de forma mais eficazes de otimizar processos e, consequentemente, reduzir as emissões. “Para nós, o certificado da ABNT não é só um atestado, ele é uma vantagem competitiva, mas principalmente é valor agregado para os clientes que optam por utilizar o lingote de alumínio com menor pegada de carbono em seus produtos”, diz Mario Fernandez, CEO do Grupo. O portal também disponibiliza documentos e critérios para as empresas que têm interesse de se certificar nesses programas ambientais, além de notícias e eventos relacionados ao assunto. O endereço do portal é www.abntonline.com.br/sustentabilidade .

20 de abril, 2016
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015
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PROGRAMA ÁGUA BRASIL
Lançada calculadora que mede pegada ecológica

O Programa Água Brasil, parceria entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) acaba de lançar uma calculadora que mede a Pegada Ecológica de cada pessoa, ou seja, o impacto dos brasileiros sobre o planeta, de acordo com seus hábitos de consumo. “Antes, fazíamos o cálculo da pegada ecológica em uma ferramenta global, com dados gerais sobre consumo no mundo. A novidade agora é que conseguiremos levantar informações totalmente voltadas à realidade da população brasileira e, assim, identificar onde está o maior impacto do País para realizar ações de mitigação mais efetivas”, explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil. A calculadora é dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Quando o usuário responde o questionário, a calculadora apresenta gráficos comparativos com a média da pegada global e brasileira e divididos por cada um dos segmentos, para que a pessoa possa entender em qual deles seu impacto é maior. Ao final, a calculadora ainda faz uma avaliação dos hábitos de consumo e dá dicas sobre como mitigar este impacto. “O Banco do Brasil já adota práticas sustentáveis no dia a dia como parte do seu compromisso com o meio ambiente. Nosso objetivo agora é oferecer uma ferramenta que também responsabilize cada cidadão pelos seus hábitos de consumo. Se cada um fizer sua parte, será possível sair do vermelho com o planeta”, diz Wagner Siqueira, Gerente Executivo da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. A calculadora da Pegada Ecológica brasileira já está disponível para acesso pelo site www.pegadaecologica.org.br .

30 de setembro, 2015
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RECICLAGEM
Owens Illinois atinge recorde de coleta de vidro

A fabricante de embalagens de vidro Owens Illinois desenvolve o Projeto mangueira há 15 anos com moradores do Complexo da Mangueira, no Rio de Janeiro (RJ). Em 2014, a O-I atingiu recorde de coleta de vidro, com volume de 3.276.330 Kg de cacos, o que equivale a 1.365.000 Long Necks por mês (200 gramas por garrafa). Com o slogan “Vidro é Cidadania Garantida e Meio Ambiente Preservado”, o projeto tem como objetivo a conscientização ambiental da população sobre a importância da reciclagem, além de auxiliar famílias de baixa renda com a entrega de cestas básicas. “Essa ação acontece em parceria com o Programa Social da Mangueira, chancelado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura), que há 25 anos atua no combate à pobreza, desigualdade e exclusão social”, explica Flavio Castellan, Diretor de Supply Chain da O-I Brasil. Em média, cada 100 kg de vidro misto (transparente, verde e marrom) equivale a uma cesta básica doada. No último ano, a comunidade da Mangueira recebeu 32.763 cestas básicas, o suficiente para alimentar 13.651 pessoas por mês. A coleta de recipientes de vidros é realizada nas comunidades do entorno das fábricas da O-I. O projeto social de troca de cacos por cesta básica é destinado a moradores da comunidade, catadores, pequenos sucateiros e comerciantes. Cada participante pode entregar até 500 kg de vidro por mês. Já para grandes volumes, acima de 50 toneladas, a Owens Illinois tem programa de compra de cacos, que podem ser vendidos por cooperativas, empresas ou pequenas instituições organizadas em rede. Desde quando foi implantado, em 2000, o Projeto Mangueira já recebeu 26.076 mil toneladas de caco da comunidade e entregou aproximadamente 260 mil cestas básicas. Além de beneficiar os moradores locais e evitar o acúmulo de vidro em aterros sanitários, a reciclagem das embalagens pós-consumo também proporciona economia de energia utilizada no processo, pois o caco facilita a fusão da Matéria-prima.

25 de agosto, 2015