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Pouquíssimas pessoas acreditam que o crescimento econômico deva ser priorizado mesmo que o meio ambiente sofra, um declínio acentuado desde 2017.

A iniciativa quer ampliar o diálogo com a sociedade e aperfeiçoar as regras que orientam a responsabilidade pelo retorno e a destinação correta de produtos e resíduos no Estado.

Evidências científicas crescentes mostram que, longe de ser uma solução amiga do clima, como muitos governos afirmam, essa fonte de energia é responsável, em média, por 16% mais emissões do que os combustíveis fósseis que substitui.

Programa estadual que oferece apoio técnico e financeiro com olhar regionalizado para ampliar a resiliência hídrica e acelerar o cumprimento das metas do Novo Marco Legal de Saneamento.

Temas como sustentabilidade financeira e ambiental com especial foco nas consequências das mudanças climáticas foram transversais em grande parte das apresentações.

O papel dos animais frugívoros é tão central na manutenção da biodiversidade das plantas que, segundo os pesquisadores, os esforços de restauração e proteção de ecossistemas correm o risco de não atingir as metas se o declínio dos dispersores de sementes não for mitigado.

Nos próximos três anos, o Brasil deve investir cerca de R$ 25 bilhões por ano em saneamento, por meio de PPPs, concessões, privatizações e planos de expansão.

O objetivo é coibir a emissão de poluentes acima do permitido e orientar motoristas sobre a manutenção dos veículos e o uso correto de tecnologias antipoluição.
