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MEIO AMBIENTE

Projeto catarinense premiado na Alemanha

A organização World Future Council (WFC) premiou na Alemanha o projeto Revolução dos Baldinhos, que promove a compostagem e o desenvolvimento da agricultura urbana em Florianópolis (SC). O trabalho foi reconhecido como prática agroecológica de excelência durante a Semana Internacional Verde, em Berlim, por atender critérios de sustentabilidade da FAO. O projeto se uniu a outros 14 vencedores, entre 77 programas de 44 países. A Revolução dos Baldinhos existe na comunidade Chico Mendes desde 2008 e tem como meta principal combater a contaminação pelo manejo incorreto do lixo, que provocou infestação de ratos e a morte de pessoas por doenças na capital catarinense. Além de despertar as pessoas para conscientização da reciclagem, a iniciativa criou sistema para recolher resíduos orgânicos nas casas, escolas, creches e entregar adubo resultante da compostagem, que os moradores utilizam em hortas e pequenas plantações orgânicas. O lixo residencial vai para a coleta pública. O material separado para descarte fica seco, sem mau odor e não suja as ruas, além de ser facilmente manuseado. Com a separação do lixo, já ocorre a triagem e o que pode ser encaminhado para reciclagem. O projeto teve o apoio do Centro de Estudos e promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO) e já havia sido reconhecido pelo ONU Habitat em 2018. Em 2011 a Revolução dos Baldinhos ganhou o prêmio nacional Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Em 2013, venceu a mesma premiação, mas na categoria Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades. Coordenadora doa iniciativa em Santa Catarina, Cintia Aldaci Cruz diz que o projeto está no caminho certo. “Somos uma tecnologia social certificada pela Fundação BB e esperamos que este prêmio internacional abra mais portas para o nosso trabalho”.

A organização World Future Council (WFC) premiou na Alemanha o projeto Revolução dos Baldinhos, que promove a compostagem e o desenvolvimento da agricultura urbana em Florianópolis (SC). O trabalho foi reconhecido como prática agroecológica de excelência durante a Semana Internacional Verde, em Berlim, por atender critérios de sustentabilidade da FAO. 
 
O projeto se uniu a outros 14 vencedores, entre 77 programas de 44 países. A Revolução dos Baldinhos existe na comunidade Chico Mendes desde 2008 e tem como meta principal combater a contaminação pelo manejo incorreto do lixo, que provocou infestação de ratos e a morte de pessoas por doenças na capital catarinense. 
 
Além de despertar as pessoas para conscientização da reciclagem, a iniciativa criou sistema para recolher resíduos orgânicos nas casas, escolas, creches e entregar adubo resultante da compostagem, que os moradores utilizam em hortas e pequenas plantações orgânicas. O lixo residencial vai para a coleta pública. O material separado para descarte fica seco, sem mau odor e não suja as ruas, além de ser facilmente manuseado. Com a separação do lixo, já ocorre a triagem e o que pode ser encaminhado para reciclagem. 
 
O projeto teve o apoio do Centro de Estudos e promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO) e já havia sido reconhecido pelo ONU Habitat em 2018. Em 2011 a Revolução dos Baldinhos ganhou o prêmio nacional Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Em 2013, venceu a mesma premiação, mas na categoria Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades. Coordenadora doa iniciativa em Santa Catarina, Cintia Aldaci Cruz diz que o projeto está no caminho certo. “Somos uma tecnologia social certificada pela Fundação BB e esperamos que este prêmio internacional abra mais portas para o nosso trabalho”.

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ISOPOR
Florianópolis ampliará reciclagem

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis (SC) formalizou termo de cooperação técnica para ampliar a reciclagem de poliestireno expandido (EPS), conhecido pela marca registrada Isopor®. O projeto, batizado de Recicla+EPS, foi desenvolvido pela Plastivida, no seu Comitê de EPS, em sintonia com os conceitos de Economia Circular e tem como meta tornar a cidade um modelo para o Brasil em reciclagem e educação ambiental para os plásticos, em especial o EPS. Por meio da parceria entre o Comitê de EPS da Plastivida, a Companhia de Melhoramentos da Capital (COMCAP) e a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR) realizarão ações para engajar a população na coleta seletiva das embalagens de EPS. Até o momento, já foram instalados 11 pontos de entrega voluntária (PEVs), exclusivos para a coleta do Isopor®, espalhados pela cidade. As embalagens de EPS devem ser entregues limpas e secas nas cabines coletoras em diversos pontos da cidade. A separação adequada facilita o tratamento e melhora o preço de venda do material, gerando trabalho e renda aos integrantes de cooperativas de triagem. "O Isopor® é 100% reciclável. É importante divulgar que existe um grande mercado para esse material plástico reciclado", aponta o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Braga. O EPS separado em Florianópolis vai virar novos produtos na indústria de Braço do Norte, explica. O EPS reciclado é reutilizado para fabricação de réguas, rodapés, molduras, perfis decorativos e até placas para a construção civil. De acordo com Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê de EPS da Plastivida, Florianópolis tem potencial para coletar e reciclar em torno de 10 toneladas de Isopor® por mês na Grande Florianópolis. Uma carga de Isopor® de 40m³ em um caminhão grande, antes de compactada, pesa cerca de 300 kg. Após a compactação, processo onde a máquina degasadora, instalada na Associação de Coletores de Materiais Recicláveis, retira até 95% do ar do Isopor®, o mesmo espaço terá capacidade para até oito toneladas do material. O superintendente de Gestão de Resíduos da SMMA, Ulisses Laureano Bianchini, afirma a importância das pessoas entregarem o Isopor® limpo e seco até os PEVs. “Depois disso, as embalagens seguirão para a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), no Itacorubi, para ser preparado e encaminhado à unidade recicladora da Santa Luzia em Braço do Norte (SC)”. O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense diz que o resultado desse trabalho é uma população mais consciente, além do crescimento na geração de emprego e renda para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, parceiras da COMCA, além do aumento na vida útil dos aterros sanitários. "Trata-se de uma ação que vai além da preservação do meio ambiente, promovendo a transformação da relação entre a cidade e seus moradores e o Isopor®, tornando Florianópolis uma capital modelo no Brasil, no que tange às boas práticas de uso e destinação desse material", informa Bahiense.

29 de março, 2021
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LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
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IMERYS
Compostagem gera benefícios na mina

A Imerys iniciou projeto de compostagem na mina PPSA, em Ipixuna do Pará, em parceria com uma recicladora de resíduos orgânicos. A compostagem é cada vez mais aproveitada como alternativa para o gerenciamento de resíduos orgânicos, já que impacta menos o meio ambiente, pois a quantidade de lixo diminui com o reaproveitamento e transformação dos materiais, e reduz custos com a destinação final, já que em vez de seguir para aterros sanitários, por exemplo, o material composto passa a ser usado como adubo orgânico. O processo de compostagem reaproveita a matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal, que por meio de um processo biológico de decomposição formam um composto. “Todo esse processo dura 24 horas. Após esse período, retiramos 30% do material e deixamos 70% para função dos microorganismos, necessários para acelerar a decomposição da matéria orgânica”, explica Rafael Ferreira, biólogo da Imerys. A empresa já verifica média mensal de aproximadamente duas toneladas de resíduos orgânicos geradas no restaurante da mina PPSA, que agora são 100% reaproveitados na compostagem. “Há quatro meses, colocamos a máquina de compostagem em operação. Os custos com toda a destinação final para empresas que recolhiam os resíduos orgânicos para incineração, praticamente, foram zerados. Além do ganho econômico, temos o ganho ambiental, utilizando o material processado na compostagem como adubo nas áreas de recuperação”, afirma Ferreira.

2 de setembro, 2019
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RECICLAGEM
Projeto no DF quer dar destino correto ao vidro

A Owens-Illinois (O-I), em parceria com o Instituto Ecozinha, desenvolve desde o primeiro semestre de 2018 um projeto inédito em Brasília (DF) que tem como objetivo o descarte e reciclagem adequados de vidro na região. Cerca de 90 toneladas de vidro são descartadas em aterros sanitários no Distrito Federal, mas menos de 2% é encaminhado à reciclagem. “A iniciativa busca desenvolver práticas de gerenciamento de resíduos visando soluções ambientalmente corretas para bares e restaurantes. Desta forma, as embalagens de vidro utilizadas deixam de ir para aterros sanitários e são recicladas de forma eficiente”, conta Lúcia Moreira, coordenadora de sustentabilidade da O-I. O projeto também permite que esses bares e restaurantes se adequem à Lei dos Grandes Geradores de Lixo, que prevê que estabelecimentos que produzam mais de 120 litros de lixo por dia sejam responsáveis pelo próprio descarte. O Instituto Ecozinha disponibiliza bunkers com capacidade de até 800 kg em locais próximos aos estabelecimentos parceiros. Esses depósitos estão preparados para receber as embalagens pós-consumo. “Quando os bunkers enchem, outra empresa parceira, a Green Ambiental, recolhe e cuida do beneficiamento do vidro para enviá-lo então à O-I, que recicla. Queríamos fazer um trabalho transformador e que incentivasse políticas públicas. A O-I acreditou nessa proposta e tivemos o apoio necessário”, diz Paulo Mello Filho, diretor-presidente do Instituto Ecozinha e seu idealizador. Para participar do projeto os estabelecimentos devem se credenciar ao Instituto Ecozinha e contribuir com a taxa de manutenção mensal, além de participar obrigatoriamente de um programa de compostagem de resíduos orgânicos, em que são produzidos adubos e fertilizantes para uso na agricultura familiar e urbana. O Instituto Ecozinha é uma iniciativa privada criada para implementar ações que resultem no desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade e suas instituições. Atualmente, possui 46 associados, entre bares, restaurantes e hotéis.

14 de janeiro, 2019
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CONCURSOS
Brasileira vence Green Talents 2017

Realizado pelo Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), o concurso Green Talents Award 2017 teve a brasileira Kamila Pope, Mestre e Doutoranda em Direito Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina como destaque. Kamila apresentou o projeto inspirado pelo 8º princípio da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento , que declara que os estados devem reduzir e eliminar padrões insustentáveis de produção e consumo. Com isso, Kamila propõe soluções jurídicas, econômicas e políticas para superar a prática da obsolescência planejada, atingindo padrões de produção e consumo mais sustentáveis. Um júri formado por especialistas alemães selecionou para esta edição 25 cientistas promissores entre 602 candidatos de mais de 95 países. Os ganhadores – Austrália, Brasil, China, Egito, Fiji, Gana, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Coréia do Sul, Nepal, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Rússia, Eslováquia, África do Sul, Suécia, Uganda e Estados Unidos -, encaminharam as suas iniciativas para o concurso em maio deste ano. As iniciativas são reconhecidas pela capacidade inovadora de tornar a sociedade mais sustentável, abrangendo diversas áreas da economia com ideias criativas capazes de responder as questões atuais mais urgentes sobre proteção ambiental e sustentabilidade. Os 25 ganhadores serão homenageados em cerimônia de premiação no dia 27 de outubro no BMBF - Ministério Federal da Educação e Pesquisa (Kapelle-Ufer 1, 10117), em Berlim. O evento será aberto pela ministra Johanna Wanka e contará com a presença de representantes das instituições participantes, membros do júri e da embaixada e outros convidados ilustres. Mais informações em www.greentalents.de , LinkedIn ou no Twitter .

21 de outubro, 2017
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TETRA PAK
Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental

O projeto ‘Cuidando do Futuro’ rendeu à Tetra Pak o Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental na categoria Responsabilidade Socioambiental. A cerimônia de premiação ocorreu dia 6 de junho, no auditório da Fiesp, em São Paulo. O projeto da Tetra Pak desenvolve líderes para administrar, deforma sustentável, cooperativas de catadores de materiais recicláveis em todo o Brasil. Com o auxílio de consultores especializados na formação de liderança corporativa, os participantes aprendem em reuniões desde o papel do gestor, até o processo de tomada de decisão em grupo e identificação de sucessores. O projeto já capacitou 105 lideranças de 23 cooperativas de 13 municípios de São Paulo desde 2014. "Inicialmente a ação foi criada para desenvolver lideranças nas cooperativas de catadores. Mas o projeto também eleva a autoestima dos cooperados e os motiva a assumirem posições de maior responsabilidade no dia-a-dia de trabalho. Além disso, por meio do 'Cuidando do Futuro' oferecemos uma contribuição para a vida destas pessoas”, afirmou Valéria Michel, Diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak. O Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental reconhece as empresas com melhores práticas em sustentabilidade empresarial, compromisso social e apoio às comunidades locais no estado de São Paulo. Desde 1995, mais de 450 projetos foram inscritos e 24 empresas premiadas nas categorias empresas industriais de micro ou pequeno porte, de médio ou grande porte e destaque em Responsabilidade Socioambiental.

14 de junho, 2017