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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Projeto colaborativo visa preservação da Mantiqueira

Projeto colaborativo visa preservação da Mantiqueira

A Escola de Sustentabilidade da Mantiqueira’, é uma iniciativa inédita para difundir conhecimento sobre práticas sustentáveis e promover ações com foco socioambiental.

Um grupo de especialistas em sustentabilidade, ambientalistas, líderes empresariais e acadêmicos lançou, no dia 21 de setembro, um projeto colaborativo denominado ‘Escola de Sustentabilidade da Mantiqueira’, iniciativa inédita para difundir conhecimento sobre práticas sustentáveis e promover ações com foco socioambiental.

A equipe está desenvolvendo o projeto na Serra da Mantiqueira para aumentar a conscientização sobre sustentabilidade.

A programação do evento começa pela manhã, com a socióloga e jornalista Maristela Bernardo, que tratará de “Políticas Públicas”, com destaque para a importância dos projetos de lei relacionados ao meio ambiente e como acompanhar suas aprovações. Logo após, a arquiteta urbanista Alejandra Devecchi abordará o tema “Ordenamento Territorial”, e tratará o Plano Diretor e temas associados. Na parte da tarde, Everton Oliveira, diretor do Instituto Água Sustentável e conhecido como “Professor Água”, irá debater a “Gestão Sustentável da Água”, ao abordar a preservação dos recursos hídricos, uso racional e direitos de preservação.

Mário Mantovani, geógrafo e especialista em recursos hídricos, tratará do tema “Biodiversidade e Unidades de Conservação”, com foco nas iniciativas de proteção ambiental e no combate ao desmatamento.

Eugênio Singer, conhecido por sua atuação em projetos de sustentabilidade, lidera a iniciativa e já mobilizou mais de 500 pessoas para formar este centro de conhecimento focado na proteção da Serra da Mantiqueira e no desenvolvimento sustentável. “A Escola de Sustentabilidade tem como missão construir uma base de conhecimento voltada para a sustentabilidade, capacitando diferentes setores da sociedade para promover um desenvolvimento justo e equilibrado”, explica Singer. Ele também destaca o compromisso da ESM com a preservação ambiental, a justiça social e o incentivo à cultura e aos artistas locais, criando oportunidades e fortalecendo a cena cultural da região.

Com uma extensão de 1,5 milhão de hectares e abrangendo 425 municípios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a Serra da Mantiqueira necessita de uma abordagem integrada para sua conservação, unindo conhecimento técnico, participação de pessoas comprometidas e apoio financeiro de empresas focadas no desenvolvimento sustentável.

O lançamento da ESM conta com o apoio da Cervejaria 3 Orelhas, Fazenda Retiro, Orgânicos Mantiqueira, Rock Rural e Letra em Ponto. O evento de lançamento pode ser visto no https://www.youtube.com/@Instituto_Pharos.


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3 de março, 2021
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14 de setembro, 2018
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CANTAREIRA
IPÊ reinicia projeto “Semeando Água”

O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas reiniciará o projeto “Semeando Água”, patrocinado pela Petrobras, por meio do Petrobras Socioambiental, com o objetivo de, no próximo biênio, ampliar práticas de manejo ecológico das pastagens e de restauração florestal em oito municípios do Sistema Cantareira. Com metodologias que envolvem extensão rural, educação ambiental e comunicação, o projeto vai colaborar com a recuperação dos corpos hídricos para garantir a capacidade de abastecimento dos reservatórios responsáveis por fornecer água para a região metropolitana de São Paulo e Campinas. Entre os munícipios participantes estão Mairiporã, Nazaré Paulista, Joanopólis, Piracaia, Bragança Paulista e Itapeva, pertencentes ao Estado de São Paulo, e Extrema e Camanducaia, pertencentes ao Estado de Minas Gerais. A equipe do “Semeando Água”, composta por 13 profissionais de diversas áreas, trabalhará de forma integrada para implantar soluções para desafios como o uso ineficiente da água pelos consumidores, além da falta de vegetação nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) e o uso inadequado do solo desta região produtora de água. Segundo levantamento do IPÊ, nestas cidades 60% das APPs são utilizadas para pasto ou plantio de eucalipto, o que acarreta um déficit de 35 milhões de árvores na região. Em 2018 e 2019 está prevista a implantação de mais 20 hectares com pastoreio rotacional Voisin; a restauração florestal de 10 hectares de APPs hídricas, além de cursos de capacitação, assessoria a projetos socioambientais em escolas e novas campanhas de conscientização.

5 de abril, 2018
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RECURSOS HÍDRICOS
Coalização Cidades pela Água em BH

A The Nature Conservancy (TNC) lançou, dia 05 de outubro, a Coalização Cidades pela Água na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A iniciativa tem como objetivo ajudar os municípios da região a recuperar seus mananciais e a ampliar a segurança hídrica para os seus mais de três milhões de habitantes. O projeto já atende a regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Camboriú (SC) e áreas do Espírito Santo. Na Grande Belo Horizonte, a iniciativa terá o apoio da Coca-Cola e da Femsa e beneficiará, inicialmente, as bacias dos rios das Velhas e Paraopeba, fundamentais para o abastecimento da água da capital e das cidades vizinhas.“As metrópoles brasileiras precisam mudar urgentemente a forma como cuidam da sua água. Não dá mais para seguir o modelo da Roma Antiga, de ir captar água cada vez mais longe, sem se preocupar com o consumo e também com a preservação das fontes. Uma das medidas mais eficientes que Belo Horizonte e outras cidades podem tomar é ajudar a proteger as nascentes e florestas que permitem que a água chegue às represas. Investir nessa infraestrutura verde é mais eficiente, mais barato e ambientalmente melhor do que se concentrar somente em grandes obras de engenharia”, afirma Samuel Barrêto, Gerente de Água da TNC. As medidas da Coalizão incluem a restauração de florestas e solos em áreas de mananciais, o apoio a políticas públicas para a recuperação florestal e o engajamento do produtor rural na preservação das fontes de água. Para viabilizar esse trabalho, a Coalizão reúne 12 empresas líderes em seus setores, inclusive concorrentes de mercado, que apoiam as ações previstas e ainda se comprometem a aperfeiçoar suas práticas de uso racional da água na cadeia produtiva. No Brasil, já fazem parte da Coalizão empresas globalmente reconhecidas, como Ambev, Coca-Cola FEMSA, Fundación Femsa e Klabin. Também apoiam a iniciativa Kimberly-Clark, Faber-Castell, Arcos Dourados/McDonald’s, Unilever, Procter&Gamble e Bank of America Merrill Lynch.

13 de outubro, 2016
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
Alto Tietê ganha Atlas online

O Instituto 5 Elementos - Educação para a Sustentabilidade – lançou a versão online do “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê”, que abastece cerca de 20 milhões de pessoas. Coordenada pela educadora e pedagoga ambiental Mônica Pilz Borba, a publicação é dirigida especialmente aos professores e estudantes do Ensino Médio e universidades das 36 cidades que compõem a Bacia e tem o objetivo de tornar acessíveis as informações técnicas sobre a sua formação e os planos de gestão da água e resíduos, bem como da vegetação em seu entorno. Para Mônica, a difusão do conhecimento é fundamental para a resolução da crise e preservação desse recurso essencial à vida. "Caprichamos também nos mapas e ilustrações e o visual está bastante atraente, bem diferente dos relatórios técnicos", diz a pedagoga, que também é fundadora do Instituto 5 Elementos, responsável pela edição do Atlas, que levou três anos para ser organizado. O “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê” pode ser acessado na íntegra no link: http://www.5elementos.org.br/site/index.php/2015-atlas-para-a-sustentabilidade-da-bacia-hidrografica-do-alto-tiete/ ."Com as informações desta publicação, as pessoas podem compreender de onde vem a água que abastece a Bacia, além de conhecer as áreas verdes, parques e Unidades de Conservação. A qualidade das águas é outro ponto de destaque, no qual podemos observar a triste realidade por município em relação a quanto cada um trata seus esgotos", explica. Em uma primeira fase, o Atlas recebeu financiamento parcial do FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Atualmente, o Instituto 5 Elementos procura novos parceiros para a edição impressa e também para promover lançamentos nos cinco subcomitês da Bacia e no Alto Tietê. "O projeto está em fase de aprovação na Lei Rouanet e, assim que for aprovado, iremos buscar parcerias para a impressão de 7 mil exemplares, que serão doados por meio desses seis lançamentos", explica Mônica. Dividido em quatro partes, o Atlas estimula inicialmente que os leitores conheçam a Bacia, propondo "mochila nas costas" e um passeio para conhecer "in loco" a situação da região. "Nos primeiros capítulos, também trata da disponibilidade e uso da água no planeta, o ciclo d’água, quais são as regiões hidrográficas brasileiras e bacias do estado de São Paulo e Alto Tietê, a relação da água e saúde, como funcionam os sistemas de tratamento da água e esgoto, além de se inteirar sobre como acontece o atual modelo de gestão participativa e os principais problemas que estamos enfrentando na atualidade. São conhecimentos básicos para que os leitores compreendam os demais temas", diz Mônica. Já a segunda parte traz mapas e textos de apoio sobre a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e suas cinco sub-bacias limites: Cabeceiras, Billings-Tamanduateí, Juqueri, Cantareira e Cotia, Guarapiranga e Pinheiros-Pirapora. A importância da vegetação e das Unidades de Conservação na Bacia e nas sub-bacias está na terceira parte do Atlas, enquanto a quarta apresenta a situação do tratamento dos resíduos sólidos, contemplando ainda a nova Política Nacional dos Resíduos Sólidos no Brasil e os desafios para ser implantada. O Atlas traz ainda um caderno direcionado para professores do Ensino Médio e universidades, com uma série de sugestões sobre como promover o tema em seus grupos e práticas a serem adotadas para o uso responsável desse precioso recurso natural.

8 de outubro, 2015
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MATA CILIAR
Projeto de recuperação em Botucatu

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de Botucatu firmaram parceria para o desenvolvimento de projeto inédito de recuperação das matas ciliares e nascentes de cursos d´água das microbacias do Rio Pardo, Ribeirão Água da Madalena, Córrego da Água Clara e Córrego Panfílio Dias. Todos estes cursos d’água alimentam o reservatório do Mandacaru, responsável pelo abastecimento de 100% da população do município. A área a ser restaurada receberá o plantio de mudas, cercamento e manutenção para consolidação da vegetação, com o objetivo de preservar as áreas de contribuição dos mananciais de água no município. Somente em áreas de nascentes, a estimativa do projeto é proteger 200 hectares, ou 2 milhões de m2. Entre as ações previstas está o desenvolvimento de projetos de apoio técnico para o uso racional da água nas propriedades rurais, com foco na modernização de sistemas de irrigação mediante a utilização de técnicas e equipamentos de maior eficiência, e na implantação de sistemas de coleta, armazenamento e utilização das águas pluviais. A Secretaria de Agricultura atuará ainda com apoio técnico para o monitoramento da preservação, uso e conservação do solo agrícola nas propriedades rurais do município, além da parceria para a inscrição dos proprietários rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e sua adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Para celebrar a assinatura do termo de cooperação técnica houve o plantio de 300 mudas nativas em 1.800 m² de Área de Preservação Permanente (APP) do rio Pinheirinho.

23 de abril, 2015