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PRÊMIO

Projeto de energia solar premiado na Paraíba

O trabalho “Avaliação da implantação de um sistema de energia solar na CBTU de João Pessoa/PB – análise da viabilidade econômica a partir de métodos quantitativos e projeções de cenários” ganhou placa e diploma do 3º Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários oferecido pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos – ANPTrilhos e Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU com apoio da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô - AEAMESP. De autoria de Lucian Hendyo M Pereira, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos-CBTU de João Pessoa (PB), a cerimônia de premiação ocorreu durante a 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária realizada pela AEAMESP, no mês de setembro de 2016. O Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários, lançado em 2014 tem como objetivo incentivar a produção técnica do setor metroferroviário e o intercâmbio tecnológico entre os profissionais do setor, divulgando e dando reconhecimento à produção técnica e acadêmica desses profissionais, contribuindo para o aprimoramento do transporte de passageiros sobre trilhos no Brasil.

O trabalho “Avaliação da implantação de um sistema de energia solar na CBTU de João Pessoa/PB – análise da viabilidade econômica a partir de métodos quantitativos e projeções de cenários” ganhou placa e diploma do 3º Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários oferecido pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos – ANPTrilhos e Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU com apoio da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô - AEAMESP.

De autoria de Lucian Hendyo M Pereira, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos-CBTU de João Pessoa (PB), a cerimônia de premiação ocorreu durante a 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária realizada pela AEAMESP, no mês de setembro de 2016.

O Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários, lançado em 2014 tem como objetivo incentivar a produção técnica do setor metroferroviário e o intercâmbio tecnológico entre os profissionais do setor, divulgando e dando reconhecimento à produção técnica e acadêmica desses profissionais, contribuindo para o aprimoramento do transporte de passageiros sobre trilhos no Brasil. 

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ENERGIA FOTOVOLTAICA
Itaipu implanta projeto-piloto no PR

A Itaipu e a Prefeitura de Maripá (PR) implantaram o primeiro projeto piloto do município para produção de energia com painéis fotovoltaicos no segundo semestre de 2020. O projeto, que recebeu aportes de R$ 188,8 mil, é resultado da premiação do 2º Concurso de Boas Práticas – Iniciativas para construção da Agenda 2030, promovido em 2018 pela Itaipu, em parceria com o Conselho dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, dentro do programa Cidades Sustentáveis. O sistema fotovoltaico foi instalado em um estacionamento da prefeitura, com 16 vagas, 45 metros de comprimento e seis de largura. Ao todo são 135 placas fotovoltaicas policristalinas, de 400 W, suficientes para atender a 80% do consumo do Paço Municipal. Anteriormente, o prédio gastava em média R$ 5 mil por mês com energia elétrica. A administração prevê o retorno do investimento em aproximadamente quatro anos. O assistente da Diretoria de Coordenação da Itaipu binacional, Márcio Ferreira Bortolini, disse que o investimento está alinhado à missão empresarial de Itaipu e tem duplo resultado. O primeiro é direto: economia para o município, com geração própria e menor dependência das distribuidoras de energia. “Esse recurso economizado [com a conta de luz] poderá ser investido em outras áreas importantes para o município, de forma sustentável e com benefício à população”, explicou. Outro benefício é o ambiental, conforme preconiza a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas – particularmente, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 7, que trata de Energia Limpa e Acessível. “Trata-se de um exemplo para os demais municípios que estão inseridos na área de atuação de Itaipu, mostrando que é possível trabalharmos na implantação da Agenda 2030 de forma que cada vez mais a sociedade e os municípios tenham uma gestão sustentável”, conclui. Localizado no Oeste do Paraná, Maripá fica a quase 200 km de Foz do Iguaçu e tem cerca de 5 mil habitantes. O município concorreu no Concurso de Boas Práticas com o projeto “Maripá Vigilante, Prevenindo as Violências e Apoiando a Paz”, desenvolvido pela Secretaria de Saúde, e ficou em primeiro lugar. O concurso envolveu 40 municípios da região com 137 boas práticas inscritas. Maripá foi contemplada com até R$ 200 mil em incentivos via convênio com Itaipu e aplicou o recurso no projeto de energia fotovoltaica.

11 de janeiro, 2021
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 6 GW em potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou que o Brasil ultrapassou a marca de 6GW de potência instalada operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. No total, a fonte já trouxe mais de R$ 31 bilhões em novos investimentos privados no País, tendo gerado cerca de 180 mil empregos acumulados. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 2,9 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos até 2025 referentes aos projetos já contratados em leilões de energia ultrapassam R$ 25,8 bilhões. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 100 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de mais de R$ 15 bilhões. No caso da geração distribuída, são 3,1 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 15 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

20 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
6ª edição da EnerSolar + Brasil em SP

A 6ª edição da EnerSolar + Brasil acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo, e reunirá empresas e profissionais do setor de energia renovável para debater os novos rumos do setor. O evento é uma plataforma para toda a cadeia da indústria produtiva dos segmentos de energia solar, eólica, biomassa e GTDC. Mais de 80 expositores irão mostrar as novas tecnologias e produtos nos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aerogeradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores. Entre os destaques do evento estão os produtos voltados para residências e pequenos consumidores, com monitoramento online e painéis solares flexíveis, para food tracks, trailers. A energia solar ainda ocupa faixa irrisória da geração elétrica brasileira, com 0,1%, mas tende a crescer a partir da microgeração distribuída. O custo de uma instalação de 15 m², suficiente para fornecer energia para uma residência onde vivem quatro pessoas, é de cerca de R$ 12 mil. Essa despesa se paga em cerca de seis anos, apenas com os ganhos obtidos na redução da conta de luz. Em paralelo à feira, o Ecoenergy traz 40 palestrantes, abrangendo mais de 20 temas sobre financiamento de projetos, questões regulatórias, avanço tecnológico, complementaridade com outras fontes de energia renováveis, superação de gargalos e capacitação. Maiores informações no site www.enersolarbrasil.com.br.&nbsp ;

22 de maio, 2017
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FONTES ALTERNATIVAS
Barco movido à energia solar é apresentado

O engenheiro naval Lorenzo Souza, de Santa Catarina, desenvolveu o primeiro barco autônomo movido a energia solar no Brasil, apresentado no último dia 10 de dezembro em Búzios, no Rio de Janeiro, durante o Desafio Solar 2016. A embarcação é composta por dois cascos, com placas fotovoltaicas, GPS, bússola e um sistema que recebe informações via satélite e indica a direção em que ele deve navegar. Não há necessidade de um piloto para guiar o barco. “Depois de alguns anos desenvolvendo projetos com equipes do Desafio, pensei na possibilidade de criar um barco que navegasse sem piloto e que usasse energia solar para alimentar o sistema de navegação”, conta Souza. O projeto foi desenvolvido em parceria com engenheiros da Universidade Federal de Santa Catarina. Com apoio financeiro da Faperj, a ideia saiu do papel e a embarcação foi construída para ser apresentada no campeonato deste ano. “Não tenho registro de nenhuma embarcação como essa no país, talvez no mundo”, comemora o engenheiro. O Desafio Solar Brasil é uma competição de barcos movidos à energia solar. O campeonato é promovido anualmente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), através do NIDES (Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social), em parceria com a Enel, Prefeitura de Búzios e a Secretaria Estadual de Esporte. A edição 2016 contou com a participação de aproximadamente 250 estudantes, de quatro estados brasileiros. As provas aconteceram entre os dias 7 e 11 entre as 19 equipes participantes. As provas são divididas em sete etapas, com circuitos de até 12 km. O vencedor é a equipe que completar os percursos no menor tempo.

16 de dezembro, 2016