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MANGUEZAIS

Rede de farmácias promove reflorestamento

A rede de farmácias Pague Menos realizará reflorestamento de áreas de manguezal do Rio Pacoti, na região de Fortaleza (CE) entre os dias 23 e 25 de outubro. O plantio de mudas terá a parceria da ONG Ecomuseu Natural do Mangue. Aprovada pela SEMA (Secretaria do Meio Ambiente), a ação faz parte da Campanha Cidade Verde 2020. A iniciativa é resultado das vendas dos produtos identificados com o selo “Produto Cidade Verde”, disponíveis em todas as lojas da rede entre agosto e setembro. Parte do lucro obtido na venda dos itens participantes da campanha é destinado ao Ecomuseu, para obtenção e plantio das mudas. A ONG promove o reflorestamento das áreas de manguezais em diversas regiões do estado do Ceará e ações educativas sobre a preservação desse ecossistema. Para incentivar ações em prol do meio ambiente, a Pague Menos distribui aos clientes sementes para plantar sua própria muda em casa para àqueles que compram por meio do delivery em lojas selecionadas. A lista completa de unidades da rede disponibilizando as sementes pode ser encontrada no site https://cidadeverde.paguemenos.com.br/ . Essa é 9ª edição da campanha que já plantou sementes em mais de 35 cidades em todas as regiões do Brasil, e ainda conta com a participação de diversas marcas ao longo desses anos. Na edição de 2012, a Pague Menos colocou o Brasil no Guinness World Records, com a plantação de mais de 65 mil mudas em Fortaleza em apenas 1 hora. “Nós temos como lema ‘Viver Plenamente’ e esse conceito também deve abranger o cuidado com o meio ambiente, que é parte integrante do nosso bem-estar”, explica Patrícia Matias, coordenadora de Marketing da Pague Menos. “A sustentabilidade já faz parte do nosso negócio diariamente, seja por meio do uso de energia solar, de sacolas biodegradáveis e até mesmo com o descarte correto de medicamentos. O cuidado com o meio ambiente é fundamental em nossa companhia. E a campanha Cidade Verde é uma maneira de fazer com que os nossos clientes também façam parte dessa missão de tornar o nosso país ainda mais sustentável”.

A rede de farmácias Pague Menos realizará reflorestamento de áreas de manguezal do Rio Pacoti, na região de Fortaleza (CE) entre os dias 23 e 25 de outubro. O plantio de mudas terá a parceria da ONG Ecomuseu Natural do Mangue. Aprovada pela SEMA (Secretaria do Meio Ambiente), a ação faz parte da Campanha Cidade Verde 2020.

A iniciativa é resultado das vendas dos produtos identificados com o selo “Produto Cidade Verde”, disponíveis em todas as lojas da rede entre agosto e setembro. Parte do lucro obtido na venda dos itens participantes da campanha é destinado ao Ecomuseu, para obtenção e plantio das mudas. A ONG promove o reflorestamento das áreas de manguezais em diversas regiões do estado do Ceará e ações educativas sobre a preservação desse ecossistema.

Para incentivar ações em prol do meio ambiente, a Pague Menos distribui aos clientes sementes para plantar sua própria muda em casa para àqueles que compram por meio do delivery em lojas selecionadas. A lista completa de unidades da rede disponibilizando as sementes pode ser encontrada no site https://cidadeverde.paguemenos.com.br/.

Essa é 9ª edição da campanha que já plantou sementes em mais de 35 cidades em todas as regiões do Brasil, e ainda conta com a participação de diversas marcas ao longo desses anos. Na edição de 2012, a Pague Menos colocou o Brasil no Guinness World Records, com a plantação de mais de 65 mil mudas em Fortaleza em apenas 1 hora. “Nós temos como lema ‘Viver Plenamente’ e esse conceito também deve abranger o cuidado com o meio ambiente, que é parte integrante do nosso bem-estar”, explica Patrícia Matias, coordenadora de Marketing da Pague Menos. “A sustentabilidade já faz parte do nosso negócio diariamente, seja por meio do uso de energia solar, de sacolas biodegradáveis e até mesmo com o descarte correto de medicamentos. O cuidado com o meio ambiente é fundamental em nossa companhia. E a campanha Cidade Verde é uma maneira de fazer com que os nossos clientes também façam parte dessa missão de tornar o nosso país ainda mais sustentável”.

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REFLORESTAMENTO
Empresa plantará 10 mil árvores na Amazônia

Especializado em soluções odontológicas, o Grupo Straumann pretende plantar aproximadamente dez mil árvores na Amazônia em contrapartida ao lançamento de uma pesquisa internacional. A iniciativa é uma parceria do grupo com o Projeto Saúde & Alegria e, ao longo dos próximos dois meses, a cada questionário respondido, uma árvore será plantada na Amazônia. A pesquisa será aplicada em 13 países: Brasil, Chile, Argentina, Peru, Colômbia, México, França, Alemanha, Suíça, China, Coréia, Japão e Itália. “A pandemia trouxe mudanças para o setor odontológico no mundo todo, por isso, queremos entender o cenário de pacientes em diversos locais e culturas. Além disso, todos conhecem a floresta Amazônica e sua importância para o planeta, então será essencial que mais nacionalidades participem desse projeto”, explica o CEO da Neodent e EVP do Grupo Straumann na América Latina, Matthias Schupp. Depois de 12 anos, a Amazônia voltou a bater um recorde de desmatamento e, em 2020, perdeu 11.088 km² de árvores. Para Matthias, a iniciativa é a união de dois pilares da empresa: a participação dos consumidores e a sustentabilidade. “O cuidado com o meio ambiente já faz parte da rotina do grupo e, nesta pesquisa, vimos uma oportunidade de incentivar a população a nos ajudar com o aperfeiçoamento de serviços e ainda colaborar na recuperação da principal floresta brasileira”, ressalta. O questionário pode ser respondido online nos próximos dois meses. Para acessar, basta clicar no link: http://www.straumann-group.com/amazonforest .

8 de fevereiro, 2021
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LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
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EMISSÕES
Plantio visa neutralizar CO2 de carros alugados

A Fundação SOS Mata Atlântica fechou parceria com a Movida, empresa em aluguel de automóveis, para plantar árvores em cidades do Brasil com objetivo de neutralizar as emissões de CO2 feitas pelos carros da locadora. A parceria faz parte do Carbon Free, programa criado pela empresa em 2009 que se tornou a primeira ação sustentável na área de locação de veículos. Ao contratar um veículo, o motorista paga um valor simbólico. Na devolução, uma empresa especializada analisará o deslocamento realizado para calcular as emissões de carbono, que resulta no número de árvores a serem plantadas. O crescimento das árvores pode ser acompanhado pela internet, no site da Movida. “Todos estão fazendo sua parte para evitar danos ao meio ambiente e para termos uma qualidade de vida melhor”, afirma Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. De acordo com o CEO da Movida, Renato Franklin, combater o desmatamento e as mudanças climáticas é uma tarefa de todos, empresas e consumidores. “Nós, desde sempre, adotamos uma postura sustentável e buscamos incentivar o consumo consciente por meio de alternativas para mitigar as emissões provenientes da nossa atividade”, ressaltou. Ao longo de 15 anos, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou um total de 36 milhões de mudas de árvores nativas, numa área total equivalente à do Recife, através de seus programas de restauração florestal. Lançado em 2009, o projeto ganha cada vez mais espaço e adeptos. Até julho deste ano, já foram mais de 26 mil diárias contratadas, num total superior a quatro milhões de quilômetros rodados e mais de sete mil árvores plantadas. Em 2015, o número de diárias em que os clientes optaram pelo Carbon Free dobrou em relação a 2014, passando de 18 mil para 36 mil, aproximadamente.

27 de setembro, 2016
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MEIO AMBIENTE
Brasil ratifica Acordo de Paris

O Governo brasileiro ratificou a sua contribuição para o Acordo de Paris. Entre as medidas que o Brasil irá adotar estão a meta de reduzir em 43% suas emissões de gases de efeito estufa até 2030 e a restauração e reflorestamento de 12 milhões de hectares, o que equivale a metade da área total do estado de São Paulo. “A meta de 12 milhões de hectares é pouco ousada, se levarmos em conta a degradação ambiental já ocorrida no País, mas é realista e pode trazer uma contribuição efetiva se somada à mudança na matriz energética e ao combate ao desmatamento”, afirma Mario Mantovani, Diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, que coloca entre os principais desafios a questão dos custos. “É uma discussão que a sociedade vai ter que fazer”. O secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, que discursou representando a sociedade civil, destacou que o Brasil torna-se uma das primeiras grandes economias a ratificar o Acordo do Clima de Paris, porém, o País ainda precisa rever diversas posturas nocivas ao equilíbrio climático. “Ainda planejamos novas termelétricas a carvão, enquanto outros países fecham as suas; ainda apostamos alto no petróleo, enquanto o mundo já se deu conta que a maior parte das reservas de combustíveis fósseis ficará no subsolo do planeta; falamos em flexibilizar o licenciamento ambiental, enquanto outros países ampliam a regulação de atividades poluentes; queremos reduzir a proteção dos nossos parques e reservas, enquanto que as unidades de conservação são conhecidamente nosso porto seguro contra um clima cada vez mais hostil. Há muito o que avançar”, declarou. Atualmente, a mata Atlântica tem apenas 12,5% de sua vegetação original, mas deve ser o bioma mais beneficiado pelo projeto de restauração. Desde 2000, os projetos da SOS Mata Atlântica de restauração florestal já foram responsáveis pelo plantio de mais de 36 milhões mudas, o que ocuparia uma área de 21.228 hectares, tamanho equivalente à cidade de Recife.

19 de setembro, 2016
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SÃO PAULO
Mil novas mudas de árvores na Marginal

A Tata Consultancy Services (TCS) iniciou o plantio de 1.000 mudas de setenta espécies diferentes de árvores da Mata Atlântica no canteiro da Ponte Cidade Jardim, na Marginal Pinheiros, um dos locais mais poluídos da capital paulista, com o objetivo de restaurar a fauna e a flora do local. Foi realizada a arqueologia botânica da região através de pesquisas históricas e de campo para descobrir e trazer de volta a vegetação que cobria determinado local antes de o mesmo virar cidade, oferecendo uma série de benefícios para toda a sociedade. Entre os benefícios do plantio estão a biodiversidade da vegetação; espalhar sementes para outros locais, por meio de pássaros e vento, incluindo espécies ameaçadas de extinção na cidade; melhoria da qualidade de vida do entorno; minimizar a poluição sonora; reduzir a temperatura da região, funcionando como um grande ar condicionado natural; ajuda a segurar até 70% da água da chuva, alimentando as nascentes e evitando enchentes, além de atrair inúmeros pássaros diferentes, como o Tucano de Bico Verde - uma espécie simbólica da Mata Atlântica e que desapareceu de São Paulo. A área de plantio engloba 1.000 m² de terreno, com bastante movimentação de pedestres, mas o fluxo maior é de veículos no entorno do canteiro. “Essa região é altamente poluída e a maioria das árvores que hoje faz parte da paisagem é importada. O projeto prevê o plantio de mudas nativas e que já existiram na Marginal Pinheiros, com o objetivo de restaurar a fauna e a flora do local”, explica Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil. “ As mudas têm aproximadamente 1,5 metro de altura, mas já farão diferença na paisagem”, acrescenta Tushar. Hoje, o local só tem grama. A ideia é que no máximo em dois anos as árvores já alcancem seis metros de altura. A medida conhecida como “floresta de bolso” é uma solução ambiental muito eficiente para a realidade brasileira, já que envolve um sistema de plantio que reproduz a dinâmica natural da Mata Atlântica com uma grande diversidade de espécies e densidade, fazendo com que a floresta cresça muito rápido, esclarece Ricardo Cardim, botânico responsável pelo projeto e conhecido como ‘Dr. Árvore’.

26 de abril, 2016
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SOS MATA ATLÂNTICA
Fundação celebra 15 anos de atuação

A Fundação SOS Mata Atlântica comemorou 15 anos de atuação, dia 25 de setembro, com a Restauração Florestal, no Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin, localizado no município de Itu (SP). Rafael Fernandes, Gerente de reflorestamento da SOS Mata Atlântica, apresentou números do projeto Clickarvore ao longo de 15 anos. Ao todo, 508 municípios em nove estados foram beneficiados com mais de 28 milhões de mudas, somando mais de 16 mil hectares restaurados. Já o programa Florestas do Futuro contemplou 46 municípios em cinco estados, recuperando uma área de 2.600 hectares, com o plantio de cerca de 5 milhões de mudas. O Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin já produziu cerca de 3,3 milhões de mudas, das quais 720 mil já foram plantadas, em uma área de 386 hectares. O projeto funciona desde novembro de 2007. O Centro já recebeu 32 mil visitantes desde que foi aberto ao público e apoiou 26 projetos de pesquisa, em parceria com universidades. “Aqui no Centro de Experimentos Florestais nós temos a comprovação de que, sem floresta, não há água. Após cinco anos de restauração florestal houve o retorno de 2 nascentes, aumento de 20% no volume de água de subsolo e 5% no volume de água superficial”, ressalta Rafael Fernandes. O gerente ainda mencionou o Pacto de Restauração da Mata Atlântica, que tem a meta de restaurar 15 milhões de hectares até 2050, área equivalente a 98,6 cidades de São Paulo. No total, os projetos de restauração florestal somaram 33,5 milhões de mudas patrocinadas e uma área de 19 mil hectares restaurada. O Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Pedro Passos, e o Vice-Presidente de Mar da entidade, Roberto Klabin, entregaram diversos troféus aos seguintes homenageados: Categoria Idealizador -- Rodrigo Agostinho, prefeito da cidade de Bauru (SP) e criador do conceito do projeto Clickarvore; Categoria Pesquisador -- Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues, do Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF), da Esalq/USP; Categoria Viveiros -- Brito Ambiental e Flora Londrina; Categoria Empresa Executora -- Arcplan e MR de Toledo; Categoria Proprietário de Terra -- Manoel Rainho Junior, da Fazenda Miralua, Regina Monserra, da NKG e Carlos Roberto Sottilo e na Categoria Time da SOS Mata Atlântica -- José Zacarias dos Santos. Também foram homenageados os patrocinadores Repsol Sinopec, Química Amparo (Ypê), Sem Parar, AES Tietê e Bradesco. “Nosso compromisso é estender estes projetos de reflorestamento para os 17 Estados da Mata Atlântica. Queremos que o Brasil exercite sua potencialidade e não tenha medo de se comprometer com uma economia sustentável. Nosso país tem todas as condições para isso e eu torço para que todos os líderes mundiais tenham o compromisso de proteger nosso planeta”, afirmou Pedro Passos. Cristina Maria do Amaral Azevedo, secretária-estadual do Meio Ambiente em exercício, esteve presente no evento representando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ela defendeu que não ocorra a prorrogação para 2018 do prazo para agricultores inscreverem suas propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “Nos sentimos privilegiados por contar com parceiros como a Fundação para enfrentar esse enorme desafio da restauração, não só em São Paulo, mas em todo o país”. A restauração florestal tem extrema importância na Mata Atlântica, uma vez que restam somente 12,5% da sua área original. Para a SOS Mata Atlântica, não basta apenas não desmatar mais, é preciso contribuir para o aumento da floresta.

30 de setembro, 2015
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REFLORESTAMENTO
AES Tietê e Fundação Mata Atlântica plantam 600 mil mudas

A AES Tietê e a Fundação SOS Mata Atlântica firmaram parceria para promover o plantio de 607 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, por meio do Programa Florestas do Futuro. Com os trabalhos iniciados em 2014, a primeira fase do projeto de plantio está prevista para ser concluída até o final deste ano, totalizando 215 hectares. Até o momento, 135 deles já foram contemplados, nos municípios de Mendonça, Adolfo, José Bonifácio e Ubarana, todos localizados nas bordas do reservatório da usina hidrelétrica de Promissão. São utilizadas aproximadamente 80 espécies nativas, como Ipê, Jaracandá, Ingá, Angico e Paineira. A AES Tietê ficará responsável por ceder as mudas e cercar as áreas de preservação permanente sob sua responsabilidade, situadas no entorno das usinas hidrelétricas da Companhia. A SOS Mata Atlântica realizará os plantios, além de manter o reflorestamento e monitorar o seu desenvolvimento por um período de cinco anos. A iniciativa prevê a restauração florestal de áreas protegidas privadas, com foco na recuperação de matas ciliares, fundamentais para garantir o abastecimento de água em qualidade e quantidade e para a conservação da biodiversidade. “Estamos estruturando novas possibilidades de parceria para acelerar a recuperação do Bioma Mata Atlântica, envolvendo tanto empresas privadas como do terceiro setor”, explica Paola Bocardo, Engenheira de Meio Ambiente da AES Tietê. O viveiro da AES Tietê produz um milhão de mudas por ano, com diversidade de aproximadamente 120 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica e do Cerrado, utilizadas no reflorestamento das bordas dos reservatórios e no programa de fomento florestal da Companhia. O trabalho de reprodução começa com a coleta das sementes, quando geralmente são escolhidas 12 diferentes matrizes por espécies. “Esse processo é necessário para garantir a variabilidade genética das espécies produzidas pela empresa”, afirma Alexandre Astorino, Engenheiro de Meio Ambiente da AES Tietê. A coleta das sementes é feita de forma planejada e controlada, a fim de preservar o equilíbrio natural e garantir a alimentação da fauna e os mecanismos de regeneração natural das próprias espécies.

22 de setembro, 2015