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EMBALAGENS

Saco de lixo com zero carbono

A Embalixo passa a oferecer o primeiro saco para lixo com zero emissão de carbono. Composto por matéria-prima feita de plantas – produzida pela Braskem - e material gerado a partir de economia circular, o produto já está nas principais redes de atacado, varejo e venda online. A composição exclusiva da fórmula neutraliza as emissões de carbono, já que funciona como uma balança ecológica: o material de fonte renovável feito a partir de cana-de-açúcar - que já captura carbono em sua fabricação - se junta ao plástico reciclado, cuja emissão já é baixa. Com isto, é gerado o saco de lixo com emissão zero de carbono, que pode ser reciclado e, desta forma, apoiar a economia circular, retirando o plástico que seria descartado no meio ambiente e, assim, não gerando resíduos. O desenvolvimento do produto faz parte do plano estratégico de sustentabilidade da Embalixo, que tem o objetivo de criar embalagens inovadoras e sustentáveis. Desde 2017, todos os novos produtos da empresa são produzidos a partir de fonte renovável ou de economia circular feito de material reciclado. "Assumimos a responsabilidade de contribuir com a redução de resíduos e com a economia circular. Para isso, investimos em tecnologia e inovação para responder, inclusive, à tendência do próprio mercado consumidor em buscar, cada vez mais, soluções sustentáveis. Hoje, a categoria de produtos sustentáveis já representa 40% das nossas vendas gerais, sendo que todos os nossos produtos são 100% recicláveis", explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa.

A Embalixo passa a oferecer o primeiro saco para lixo com zero emissão de carbono. Composto por matéria-prima feita de plantas – produzida pela Braskem - e material gerado a partir de economia circular, o produto já está nas principais redes de atacado, varejo e venda online. 

A composição exclusiva da fórmula neutraliza as emissões de carbono, já que funciona como uma balança ecológica: o material de fonte renovável feito a partir de cana-de-açúcar - que já captura carbono em sua fabricação - se junta ao plástico reciclado, cuja emissão já é baixa. Com isto, é gerado o saco de lixo com emissão zero de carbono, que pode ser reciclado e, desta forma, apoiar a economia circular, retirando o plástico que seria descartado no meio ambiente e, assim, não gerando resíduos. 

O desenvolvimento do produto faz parte do plano estratégico de sustentabilidade da Embalixo, que tem o objetivo de criar embalagens inovadoras e sustentáveis. Desde 2017, todos os novos produtos da empresa são produzidos a partir de fonte renovável ou de economia circular feito de material reciclado. "Assumimos a responsabilidade de contribuir com a redução de resíduos e com a economia circular. Para isso, investimos em tecnologia e inovação para responder, inclusive, à tendência do próprio mercado consumidor em buscar, cada vez mais, soluções sustentáveis. Hoje, a categoria de produtos sustentáveis já representa 40% das nossas vendas gerais, sendo que todos os nossos produtos são 100% recicláveis", explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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PLÁSTICOS
Acordo para evitar despejo em aterro

A Braskem assinou acordo com a empresa de engenharia ambiental Tecipar para evitar que duas toneladas de plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O volume equivale a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria reforça o compromisso da Braskem com a economia circular e está alinhada com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado. Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico triado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas de polietileno e polipropileno serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. "Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o País a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos", afirma. Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem. O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a parceria utilizará um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. "Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes", ressalta Faveri.

6 de outubro, 2020
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PLÁSTICO
Um saco que inativa 99,9% de vírus

A equipe de P&D da Embalixo desenvolveu tecnologia incorporada ao Embalixo Antivírus, primeiro plástico capaz de inativar até 99,999% do Coronavírus MHV-03 (mesmo gênero das espécies SARS-CoV-1, SARS-CoV-2, MERS e outros). A solução teve a eficácia comprovada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) por meio de um teste virucida, seguindo as recomendações da Anvisa e metodologias prescritas nas normas. A Tecnologia 'EmbaCycle Antivírus' – antiviral e antibacteriano – age diretamente na membrana que envolve e protege o material genético do vírus. A partir de componentes, o produto inativa as proteínas e gorduras e quebra a estrutura genética, impedindo a transição para células humanas e, consequentemente, a contaminação. "O diferencial deste novo produto é o efeito permanente, ou seja, a proteção antiviral e antibacteriana é conservada durante todo o tempo de vida do produto. Ele trabalha como uma armadilha para o COVID-19, com sistema que atrai o vírus ao Embalixo Antivírus e o elimina em 99,999%. Dessa forma, a contaminação cruzada entre a embalagem e o usuário é eliminada, evitando que o saco para lixo atue como um agente transmissor do vírus, além de eliminar, também, as bactérias, deixando o ambiente, seguro, mais higiênico, e livre do mau cheiro causado pelos resíduos", explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa. Os sacos serão fabricados na cor prata para facilitar a identificação pelos profissionais de coleta de lixo ou a quem for manusear o saco com o lixo acondicionado, pois o mesmo estará protegido. A Embalixo afirma que a tecnologia inovadora é uma barreira adicional no combate à contaminação cruzada de vírus e bactérias. Entretanto, a empresa diz que o uso do Embalixo antivírus não elimina a necessidade de cuidados de higienização frequente, segundo as instruções de segurança da OMS (Organização Mundial da Saúde) perante o cenário de pandemia do novo coronavírus.

24 de agosto, 2020
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PLÁSTICO VERDE
Polietileno da Braskem reconhecido pela ONU

O polietileno verde da Braskem I'm green™ bio-based, de origem renovável e feito a partir da cana-de-açúcar, foi reconhecido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global. O produto é considerado um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil, na categoria Indústria & Energia. O reconhecimento foi oficializado durante a participação da Braskem no webinar sobre "Big Push para a Sustentabilidade", aberto ao público e organizado pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL), em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global, ambas entidades ligadas à ONU. A produção do bioplástico da Braskem completa uma década em 2020 e é resultado de um trabalho da companhia de P&D de produtos sustentáveis. O plástico verde é produzido em escala industrial na cidade de Triunfo (RS desde 2010) e a iniciativa conferiu à Braskem a liderança mundial no mercado de biopolímeros, com capacidade para fabricar 200 mil toneladas anuais do material. Graças às parcerias que a Braskem tem firmado ao longo dos últimos 10 anos com clientes da cadeia do plástico e brand owners para estimular o uso de um plástico ainda mais sustentável e que minimiza impactos ambientais, hoje o polietileno I'm green™ bio-based já está presente em mais de 150 marcas no mundo, incluindo embalagens e produtos para os mais diversos segmentos, como alimentos e bebidas, de higiene pessoal e de bens duráveis. "É fundamental que todos, setores público e privado e a sociedade em geral, revejam suas formas de atuar, produzir e consumir. O mundo tem questões urgentes que colocam em risco a existência humana, como o aquecimento global e o uso desenfreado de recursos naturais. A partir do nosso propósito de melhorar a vida das pessoas, nós buscamos constantemente inovar e conscientizar toda a nossa cadeia de valor para estas questões. Acreditamos no potencial da economia circular para o avanço da sustentabilidade e o plástico de origem renovável é uma das nossas entregas nesse sentido. A iniciativa da ONU é um importante reconhecimento da jornada que estamos construindo, que reforça que estamos no caminho certo e amplia a mensagem de que o plástico pode contribuir muito para o desenvolvimento sustentável do planeta", afirma Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis, que apresentou o estudo de caso "Polímeros Verdes: tecnologia para promoção do desenvolvimento sustentável" durante o evento da CEPAL. Recentemente a empresa ampliou o portfólio I'm green™, que passou a reunir toda a sua linha de produtos de economia circular, como as resinas renováveis e as soluções produzidas a partir de plástico reciclado e as aplicações que utilizam ambas soluções (reciclado e renovável). No campo da reciclagem química, a Braskem também segue realizando estudos com apoio de universidades e centros de pesquisa para desenvolver tecnologias que ampliem as alternativas atuais da reciclagem mecânica, transformando resíduos plásticos, como sacola de mercado e filmes de embalagens, em matéria-prima novamente. Para conhecer as iniciativas apresentadas no webinar "Big Push para a Sustentabilidade", acesse http://biblioguias.cepal.org/bigpushparaasustentabilidade .

2 de junho, 2020
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PLÁSTICOS
USP desenvolve produto biodegradável

Um tipo de plástico totalmente degradável e economicamente competitivo com o plástico comum. Foi o que desenvolve uma equipe multidisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP), que buscavam um produto sustentável que substituísse o polímero sintético. Para desenvolver o novo produto os pesquisadores realizaram vários testes em resíduos industriais e chegaram a um produto com qualidades técnicas e econômicas consideradas promissoras, além de ser amigável ao meio ambiente. O desenvolvimento foi feito nos laboratórios do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto. A equipe responsável pela pesquisa foi liderada pela química Bianca Chieregato Maniglia e desenvolveu filmes plásticos biodegradáveis a partir de matrizes de amido encontrados em resíduos agroindustriais de cúrcuma, babaçu e urucum que são descartados pela agroindústria. Para a equipe, a reciclagem destes resíduos e sua transformação em produtos biodegradáveis é um grande avanço nas soluções que visam combater o descarte desenfreado do lixo plástico. Bianca lembra que a matéria-prima para a obtenção do produto desenvolvido é barata e não compete com o mercado alimentício. Além disso, “contém em sua fórmula compostos antioxidantes, interessantes no desenvolvimento das chamadas embalagens ativas (que interagem com o produto que envolvem, sendo capaz de melhorar a qualidade e segurança para acondicionamento de frutas e legumes frescos)”. Os pesquisadores lembram, no entanto, que o produto ainda demande mais estudos e testes antes de sua liberação para comercialização em grande escala. Mesmo assim, já á uma alternativa direta ao plástico comum, que pode levar até 500 anos para ser decomposto, enquanto o bioplástico leva apenas 120 dias.

6 de agosto, 2019
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ECONOMIA CIRCULAR
Tecnologias na reciclagem química

A Braskem anunciou parcerias para desenvolver tecnologias na área de reciclagem química, com foco na transformação de plásticos pós-consumo - sacolinhas de mercado e filmes de embalagens de salgadinhos e de biscoitos – em produtos químicos que podem ser utilizados em variadas cadeias de valor com benefício para a sociedade. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol – Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos (SENAI CETIQT) e Cetrel (empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari). "À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível", explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem. "Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos", comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. "O diferencial da reciclagem química é que a partir dela o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria-prima novamente, que dará origem a novos plásticos", conclui. A Braskem mantém desde 2015 a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, trazendo confiabilidade e qualidade ao desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, fomentar negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem. A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado "Posicionamento da Braskem em Economia Circular", o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. O projeto contempla também investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais. Para conhecer o "Posicionamento da Braskem em Economia Circular", basta acessar o link www.braskem.com/economiacircular .

19 de fevereiro, 2019
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RESÍDUOS
Plástico mais sustentável que papel

Estudo científico do Earth Engineering Center do City College of New York (EEC|CCNY) identificou que os plásticos são responsáveis pela queda na taxa de resíduos sólidos urbanos, mesmo com o aumento da renda per capita e do consumo. O estudo americano mostra que a geração de lixo começou a desacelerar no final dos anos 90, com a consolidação de produtos fabricados com plásticos em substituição a outras matérias-primas, iniciando, assim, um processo chamado por especialistas de “desacoplamento” do desenvolvimento econômico versus o aumento da geração de lixo. O mesmo levantamento relata que a quantidade de resíduos produzidos nos Estados Unidos desde 2010 começou a cair, mesmo com o aumento nos gastos dos consumidores. De acordo com o Diretor e Ph.D da EEC/CCNY, Marco J. Castaldi, sua equipe sabia que a quantidade total de plásticos no fluxo dos resíduos sólidos urbanos, de fato, aumentou substancialmente até meados dos anos 90, o que era esperado, pois os plásticos substituíram outras matérias-primas como vidro, papel, papelão e metais, em diversos produtos de consumo. O uso dos plásticos em substituição a estes materiais a partir do final dos anos 1990 ocasionou a redução da taxa de geração de resíduos sólidos, não só em peso, mas também em volume, evidenciando o “desacoplamento”. Em média, produtos feitos com matérias-primas alternativas utilizam 3,2 vezes mais materiais do que quando fabricados com plásticos. Em outra análise, foram analisadas as embalagens. As que não são feitas com plástico consomem 4,5 vezes mais materiais. De acordo com Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, o estudo reforça a importância dos plásticos para a sociedade, não só por suas qualidades e eficiência, mas, acima de tudo, por ser a alternativa mais sustentável em todo o seu ciclo de vida. “A indústria vem trabalhando intensamente de forma responsável e transparente, além de seus limites produtivos, para mostrar à sociedade todos os benefícios e valores do plástico. Embora estes resultados quebrem paradigmas e atestem mais esta vantagem dos plásticos, continuamos focados na atuação pela educação ambiental, através do seu consumo consciente, descarte correto e reciclagem”, afirma Bahiense. Um outro estudo – realizado pela American Chemistry Council (ACC) – comparou duas mil sacolas plásticas, que pesam, em média, 13,6 kg com a mesma quantidade de sacos de papel, que pesam 127 kg. A conclusão é que para sete caminhões que transportam sacos de papel, basta um caminhão para transportar a mesma quantidade de sacolas plásticas. Já no campo da reciclagem, o estudo mostrou que para se reciclar a mesma quantidade de papel e plástico, neste caso se consome 91% a menos de energia, além de gerar 80% menos resíduos do que na reciclagem de sacos de papel. “O setor plástico sempre acreditou na eficiência e sustentabilidade dos seus produtos e os resultados destes estudos mostram, mais uma vez, que os plásticos contribuem para a preservação do meio ambiente e qualidade de vida das pessoas”, finaliza Bahiense.

10 de outubro, 2018
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016