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FONTES LIMPAS

Santander quer ser 100% renovável

O Santander Brasil irá utilizar energias renováveis em 100% de suas operações (2.286 unidades de atendimento) até 2021. Os prédios administrativos e o centro de processamento de dados – o Data Center de Campinas (SP) devem atingir os 100% em 2025. “Seremos 100% renováveis, e isso é parte de uma agenda de responsabilidade socioambiental ainda maior, que passa pela adoção de boas práticas em todas as nossas operações e relações com funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade”, afirma o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial. “Mais do que números, estamos comprometidos com princípios, que são inegociáveis, de atuar de forma sustentável.” Ainda em 2019, cerca de 30% das agências serão abastecidas com energia limpa, com o percentual sendo elevado a 70% no próximo ano. O índice já chega a 100% na rede de atendimento de Minas Gerais, enquanto no Rio de Janeiro é de cerca de 70%. Atualmente, apenas 17% deste consumo é suprido por fontes alternativas, como solar, eólica, pequenas hidrelétricas e biogás de aterros sanitários. Desde 2015, o Santander reduziu em 25% o consumo de energia, e em 79% o consumo de água, o que já colaborou para uma redução de 33% no volume de emissões de gases de efeito estufa da atividade. Estes indicadores impactam positivamente os custos e o resultado financeiro das agências.

O Santander Brasil irá utilizar energias renováveis em 100% de suas operações (2.286 unidades de atendimento) até 2021. Os prédios administrativos e o centro de processamento de dados – o Data Center de Campinas (SP) devem atingir os 100% em 2025. “Seremos 100% renováveis, e isso é parte de uma agenda de responsabilidade socioambiental ainda maior, que passa pela adoção de boas práticas em todas as nossas operações e relações com funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade”, afirma o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial. “Mais do que números, estamos comprometidos com princípios, que são inegociáveis, de atuar de forma sustentável.”
 
Ainda em 2019, cerca de 30% das agências serão abastecidas com energia limpa, com o percentual sendo elevado a 70% no próximo ano. O índice já chega a 100% na rede de atendimento de Minas Gerais, enquanto no Rio de Janeiro é de cerca de 70%. Atualmente, apenas 17% deste consumo é suprido por fontes alternativas, como solar, eólica, pequenas hidrelétricas e biogás de aterros sanitários. Desde 2015, o Santander reduziu em 25% o consumo de energia, e em 79% o consumo de água, o que já colaborou para uma redução de 33% no volume de emissões de gases de efeito estufa da atividade. Estes indicadores impactam positivamente os custos e o resultado financeiro das agências.
 

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Bradesco compra certificados da AES Brasil

O Bradesco adquiriu mais de 1,4 milhão de certificados de energia renovável (I-RECs) em um contrato com a AES Tietê, que com a mudança de marca assume a identidade definitiva de AES Brasil, uma das geradoras de energia renovável do País. O banco investiu R$ 1,7 milhão, com desembolsos anuais, de acordo com a utilização, por um período de cinco anos. O volume total adquirido equivale, por exemplo, ao consumo de energia da cidade de Campinas durante cinco meses e a 10% do total de certificados de energia renovável gerados em todo território nacional em um ano. “Com a aquisição, o Bradesco cumpre seu compromisso de, já em 2020, ter 100% de suas operações abastecidas com energia elétrica de fontes renováveis”, afirma Adelmo Romero Perez Junior, diretor do Bradesco. Além dos I-RECs, o Bradesco adota diferentes mecanismos de aquisição de energia limpa, como a compra no mercado livre e junto a projetos de geração distribuída e PPA (do inglês, Power Purchase Agreement). “O resultado torna o Banco uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar sua transição para o uso exclusivo de energia renovável”. “Para a AES Brasil, é uma satisfação desenvolver soluções de energia que permitam a nossos clientes atingirem seus objetivos, principalmente quando o tema é sustentabilidade. O Bradesco é uma instituição bancária já reconhecida por seu compromisso socioambiental e um grande parceiro da AES Brasil. Com essa nova operação demos mais um passo para acelerar o futuro da energia, juntos”, afirma Rogério Pereira Jorge, diretor de Relacionamento com o Cliente da AES Tietê. O Bradesco tem o objetivo de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas por suas operações, o que inclui sua estrutura logística terceirizada e o deslocamento de funcionários em todo o Brasil. Além das operações próprias, o Bradesco foi um dos primeiros bancos a apoiar o Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), conjunto de recomendações de reporte dos impactos financeiros decorrentes das mudanças climáticas, e é a única instituição brasileira presente na Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), colaboração internacional entre bancos, investidores e gestores de fundos para mensurar e divulgar as emissões de carbono geradas pelas atividades financiadas pelas instituições financeiras.

7 de dezembro, 2020
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ENERGIA RENOVÁVEL
Empresa quer usar 100% até 2025

O grupo de panificação Bimbo pretende utilizar 100% de energia elétrica renovável em todo o mundo até 2025. A empresa é a primeira latino-americana a participar do RE100, uma iniciativa colaborativa global do The Climate Group, juntamente com o CDP. O RE100 reúne as empresas mais influentes do mundo que se comprometem com o uso de energia elétrica a partir de fontes 100% renováveis. O anúncio foi feito durante a The Climate Week, realizada em Nova York, onde o Grupo Bimbo se comprometeu a fornecer energia limpa nos 32 países onde opera por meio de soluções energéticas, como o Power Purchase Agreements (PPA), a compra de certificados de energia, investimento em geração distribuída (no local), e comprando energia limpa diretamente, entre outros. “Nosso compromisso de converter nossa operação em 100% de energia renovável é um grande passo em direção ao nosso propósito de construir uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana. Com operações em 32 países, este é um desafio que assumimos com a convicção e responsabilidade de contribuir para um planeta melhor para as gerações presentes e futuras” disse Daniel Servitje, presidente e CEO do Grupo Bimbo. A iniciativa faz parte da estratégia de energias renováveis do grupo iniciada em 2012 com a inauguração do parque eólico Piedra Larga. O Parque Eólico fornece energia limpa para as fábricas da Bimbo e para alguns centros de trabalho em todo o México. Em 2018, a Bimbo lançou a ‘Bimbo Solar’ no país, onde os sistemas utilizam painéis solares nos telhados. Em abril deste ano, a empresa anunciou que, até 2019, terá 75% de fontes renováveis de energia em todo o mundo, após assinar um acordo para um parque eólico de 100 MW, que tornará a operação nos Estados Unidos 100% renovável, alcançando uma redução global total de 440 mil toneladas de CO2 por ano. Essas iniciativas se somam a outras já em vigor em países como Colômbia e Espanha. A estratégia de sustentabilidade do Grupo Bimbo concentra seus esforços em quatro linhas de ação relacionadas à proteção ambiental: reduzir a pegada de carbono; reduzir a pegada hídrica; gestão de resíduos; e capital natural. Maiores informações sobre as ações de sustentabilidade da Bimbo podem ser conferidas no site https://www.grupobimbo.com/pt/sustentabilidade .

3 de outubro, 2018
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ENERGIA RENOVÁVEL
Matriz 100% até 2030? Cientistas acreditam

Segundo pesquisa realizada pela Rede de Políticas de Energias Renováveis para o Século 21 (REN 21), 71% dos especialistas acreditam que é possível ter uma matriz 100% renovável até 2030. Os dados são parte do Relatório da Situação Global das Energias Renováveis e foram o tema do debate “Nexo Água-Energia: como a geração hidrelétrica pode liderar o desenvolvimento sustentável em um ambiente em mudança”, promovido pela Itaipu Binacional em parceria com a Secretaria das Nações Unidas para Mudanças Climáticas na 23ª Conferência Mundial do Clima (COP-23), em Bonn, na Alemanha. A empresa reuniu diferentes atores do setor de geração energética para discutir ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 e 7. As metas tratam de água e energia e são parte da lista de 17 objetivos ratificados em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na lista estão ações de eficiência energética, cooperação internacional e universalização do acesso a ambos os recursos. O diretor de Coordenação da Itaipu, Hélio Amaral, destacou ações do Cultivando Água Boa, um amplo programa de cuidados com as microbacias da região. “Fazemos tudo com a participação da comunidade local e promovendo o desenvolvimento regional. Consideramos a segurança da água como parte dos nossos negócios”, disse. As ações envolvem recuperação de nascentes, capacitação de agricultores, reflorestamento e também a diversificação da matriz energética. A Itaipu investe também na geração de biogás a partir de dejetos dos animais e instalou placas de geração de energia solar no estacionamento de um de seus escritórios, porém ainda em sistema piloto e sem objetivos de comercialização.

16 de novembro, 2017
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AMBEV
Meta é ter 100% de eletricidade renovável

A Ambev anunciou que 100% de toda a eletricidade comprada pela companhia será de fontes renováveis até 2025. Desta forma, a empresa pretende atender à meta global, estipulada pela Anheuser-Busch InBev, grupo do qual a Ambev faz parte. A cervejaria adicionará cerca de 1GW de capacidade de energia renovável nos mercados onde atua – energia suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de Porto Alegre (RS). Em países em desenvolvimento como o Brasil, Argentina, Colômbia e África do Sul, a medida é fundamental para transformar a indústria de energia e contribui para o alcance das metas climáticas nos termos dos acordos da Conferência de Clima de Paris de 2015 (COP-21). Em 2013, a AB InBev compartilhou com todos os países onde atua oito metas ambientais que devem ser cumpridas até o fim de 2017, quatro delas relacionadas à redução de gases de efeito estufa e consumo de energia. Dois anos antes do prazo, a operação brasileira reduziu em 10% a emissão de gases de efeito estufa e 70% dos refrigeradores adquiridos anualmente já são modelos mais ecológicos. “Trabalhamos para ter uma operação cada vez mais sustentável, reduzindo ao máximo o impacto no meio ambiente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de suprimentos da Ambev. “A utilização de eletricidade renovável é parte do nosso sonho de construir um mundo melhor para comunidades onde vivemos, para nossas famílias e para o nosso negócio”, completa o executivo. A AB InBev espera garantir até 85% de eletricidade por meio de contratos diretos de compra de energia, com o resto tendo como origem tecnologias locais, como painéis solares. Este compromisso reduzirá a pegada de carbono operacional da empresa em cerca de 30%. A medida terá o mesmo efeito positivo que remover as emissões de quase 500 mil carros da atmosfera.

4 de abril, 2017