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ENERGIA RENOVÁVEL

Empresa quer usar 100% até 2025

O grupo de panificação Bimbo pretende utilizar 100% de energia elétrica renovável em todo o mundo até 2025. A empresa é a primeira latino-americana a participar do RE100, uma iniciativa colaborativa global do The Climate Group, juntamente com o CDP. O RE100 reúne as empresas mais influentes do mundo que se comprometem com o uso de energia elétrica a partir de fontes 100% renováveis. O anúncio foi feito durante a The Climate Week, realizada em Nova York, onde o Grupo Bimbo se comprometeu a fornecer energia limpa nos 32 países onde opera por meio de soluções energéticas, como o Power Purchase Agreements (PPA), a compra de certificados de energia, investimento em geração distribuída (no local), e comprando energia limpa diretamente, entre outros. “Nosso compromisso de converter nossa operação em 100% de energia renovável é um grande passo em direção ao nosso propósito de construir uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana. Com operações em 32 países, este é um desafio que assumimos com a convicção e responsabilidade de contribuir para um planeta melhor para as gerações presentes e futuras” disse Daniel Servitje, presidente e CEO do Grupo Bimbo. A iniciativa faz parte da estratégia de energias renováveis do grupo iniciada em 2012 com a inauguração do parque eólico Piedra Larga. O Parque Eólico fornece energia limpa para as fábricas da Bimbo e para alguns centros de trabalho em todo o México. Em 2018, a Bimbo lançou a ‘Bimbo Solar’ no país, onde os sistemas utilizam painéis solares nos telhados. Em abril deste ano, a empresa anunciou que, até 2019, terá 75% de fontes renováveis de energia em todo o mundo, após assinar um acordo para um parque eólico de 100 MW, que tornará a operação nos Estados Unidos 100% renovável, alcançando uma redução global total de 440 mil toneladas de CO2 por ano. Essas iniciativas se somam a outras já em vigor em países como Colômbia e Espanha. A estratégia de sustentabilidade do Grupo Bimbo concentra seus esforços em quatro linhas de ação relacionadas à proteção ambiental: reduzir a pegada de carbono; reduzir a pegada hídrica; gestão de resíduos; e capital natural. Maiores informações sobre as ações de sustentabilidade da Bimbo podem ser conferidas no site https://www.grupobimbo.com/pt/sustentabilidade .

O grupo de panificação Bimbo pretende utilizar 100% de energia elétrica renovável em todo o mundo até 2025. A empresa é a primeira latino-americana a participar do RE100, uma iniciativa colaborativa global do The Climate Group, juntamente com o CDP. O RE100 reúne as empresas mais influentes do mundo que se comprometem com o uso de energia elétrica a partir de fontes 100% renováveis.
 
O anúncio foi feito durante a The Climate Week, realizada em Nova York, onde o Grupo Bimbo se comprometeu a fornecer energia limpa nos 32 países onde opera por meio de soluções energéticas, como o Power Purchase Agreements (PPA), a compra de certificados de energia, investimento em geração distribuída (no local), e comprando energia limpa diretamente, entre outros. “Nosso compromisso de converter nossa operação em 100% de energia renovável é um grande passo em direção ao nosso propósito de construir uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana. Com operações em 32 países, este é um desafio que assumimos com a convicção e responsabilidade de contribuir para um planeta melhor para as gerações presentes e futuras” disse Daniel Servitje, presidente e CEO do Grupo Bimbo. 
 
A iniciativa faz parte da estratégia de energias renováveis do grupo iniciada em 2012 com a inauguração do parque eólico Piedra Larga. O Parque Eólico fornece energia limpa para as fábricas da Bimbo e para alguns centros de trabalho em todo o México. Em 2018, a Bimbo lançou a ‘Bimbo Solar’ no país, onde os sistemas utilizam painéis solares nos telhados. Em abril deste ano, a empresa anunciou que, até 2019, terá 75% de fontes renováveis de energia em todo o mundo, após assinar um acordo para um parque eólico de 100 MW, que tornará a operação nos Estados Unidos 100% renovável, alcançando uma redução global total de 440 mil toneladas de CO2 por ano. Essas iniciativas se somam a outras já em vigor em países como Colômbia e Espanha.
 
A estratégia de sustentabilidade do Grupo Bimbo concentra seus esforços em quatro linhas de ação relacionadas à proteção ambiental: reduzir a pegada de carbono; reduzir a pegada hídrica; gestão de resíduos; e capital natural. Maiores informações sobre as ações de sustentabilidade da Bimbo podem ser conferidas no site https://www.grupobimbo.com/pt/sustentabilidade.

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Empresas de energia têm obrigação de ser sustentáveis
ARTIGO
Empresas de energia têm obrigação de ser sustentáveis

Por Leandro Bertoni * Sabemos que as empresas do setor de energia elétrica já vêm implementando diversas estratégias com foco na redução da emissão de gás carbônico (CO2). Porém, é fundamental que essas empresas também dediquem seus esforços para serem sustentáveis do ponto de vista ambiental, gerando uma eletricidade “limpa” que ajude a evitar o avanço do aquecimento global acima de 1,5º C. Prevê-se que a procura mundial de eletricidade aumente em 60% até 2040. Por outro lado, a boa notícia é que durante o mesmo período se espera que a porcentagem de eletricidade solar e eólica no mundo triplique. Essa possível mudança nas fontes de abastecimento representa um novo nível de desafios e oportunidades para a oferta e procura da energia. Por isso, um futuro sustentável e baseado em energias renováveis exigirá o apoio e a inovação de todos os agentes do setor. Do lado da procura, a complexidade vem da interação com os mercados energéticos, uma vez que os “novos clientes” não são apenas consumidores de energia (como acontecia antigamente). Tornaram-se gestores, tanto em termos de consumo como da própria produção da energia. Do lado da oferta, a complexidade é maior, pois envolve operação, planejamento, investimento e estratégia para o consumo de energia. E, tanto para procura quanto para oferta, existem soluções de medição graças à tecnologia digital, as quais são suficientemente flexíveis para suportar os desafios atuais e permitir a preparação para o futuro. Mesmo assim, é importante destacar que a digitalização deve ser acompanhada de outras iniciativas para que as empresas de energia atinjam os objetivos de sustentabilidade e permaneçam competitivas. Alguns exemplos dessas iniciativas: Integrar mais energias renováveis em todos os níveis da rede para substituir os combustíveis fósseis. Utilizar equipamentos modernos, como um quadro de média tensão sem gás de efeito estufa hexafluoreto de enxofre (SF6) que utiliza apenas ar e vácuo. Focar no aumento da eficiência não só da rede mas também da força de trabalho, reduzindo a sua movimentação por meio de maior utilização de dados e troca das frotas atuais por veículos elétricos. Aumentar a utilização de energias renováveis descentralizadas é, portanto, essencial para as empresas de eletricidade terem a sustentabilidade em todos os aspectos do seu negócio e, consequentemente, ajudarem no alcance dos objetivos climáticos. Como benefício desse novo “comportamento sustentável”, haverá mais confiabilidade e disponibilidade no sistema energético utilizado em todo o planeta. * Leandro Bertoni é Vice-presidente da unidade de Power Systems da Schneider Electric para a América do Sul.

17 de julho, 2021
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Bradesco compra certificados da AES Brasil

O Bradesco adquiriu mais de 1,4 milhão de certificados de energia renovável (I-RECs) em um contrato com a AES Tietê, que com a mudança de marca assume a identidade definitiva de AES Brasil, uma das geradoras de energia renovável do País. O banco investiu R$ 1,7 milhão, com desembolsos anuais, de acordo com a utilização, por um período de cinco anos. O volume total adquirido equivale, por exemplo, ao consumo de energia da cidade de Campinas durante cinco meses e a 10% do total de certificados de energia renovável gerados em todo território nacional em um ano. “Com a aquisição, o Bradesco cumpre seu compromisso de, já em 2020, ter 100% de suas operações abastecidas com energia elétrica de fontes renováveis”, afirma Adelmo Romero Perez Junior, diretor do Bradesco. Além dos I-RECs, o Bradesco adota diferentes mecanismos de aquisição de energia limpa, como a compra no mercado livre e junto a projetos de geração distribuída e PPA (do inglês, Power Purchase Agreement). “O resultado torna o Banco uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar sua transição para o uso exclusivo de energia renovável”. “Para a AES Brasil, é uma satisfação desenvolver soluções de energia que permitam a nossos clientes atingirem seus objetivos, principalmente quando o tema é sustentabilidade. O Bradesco é uma instituição bancária já reconhecida por seu compromisso socioambiental e um grande parceiro da AES Brasil. Com essa nova operação demos mais um passo para acelerar o futuro da energia, juntos”, afirma Rogério Pereira Jorge, diretor de Relacionamento com o Cliente da AES Tietê. O Bradesco tem o objetivo de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas por suas operações, o que inclui sua estrutura logística terceirizada e o deslocamento de funcionários em todo o Brasil. Além das operações próprias, o Bradesco foi um dos primeiros bancos a apoiar o Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), conjunto de recomendações de reporte dos impactos financeiros decorrentes das mudanças climáticas, e é a única instituição brasileira presente na Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), colaboração internacional entre bancos, investidores e gestores de fundos para mensurar e divulgar as emissões de carbono geradas pelas atividades financiadas pelas instituições financeiras.

7 de dezembro, 2020
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FONTES RENOVÁVEIS
Google tem 100% de consumo

O Google conseguiu comprar energia renovável suficiente que correspondesse a 100% do consumo de eletricidade anual da empresa em 2017 e 2018. As fontes solar e eólica, em 2018, voltaram a corresponder a todo o consumo anual de eletricidade do Google. Segundo a companhia, mais importante que alcançar a meta de 100% de fonte renovável é como este trabalho foi feito. O Google tem como prioridade usar mínimo de energia possível, para operar escritórios e instalações de forma sustentável, com um forte foco nos data centers. A companhia informa que avanços na Inteligência Artificial e nos designs de chips contribuíram para que os data centers estivessem sete vezes mais eficientes em energia hoje do que há cinco anos. O último Relatório Ambiental do Google mostrava que os serviços de nuvem centralizados são até 85% mais eficientes do que o uso de servidores locais. O Google quer adicionar novas energias renováveis às redes ao redor do mundo. Para isto celebrou contratos de longo prazo, chamados Acordos de Compra de Energia (PPA, em inglês), para comprar eletricidade de parques eólicos ou solares construídos perto de suas instalações. Estes acordos têm mais impacto do que outros métodos de compra, como a compra de Créditos de Energia Renovável, pois estimulam a construção de novos projetos de energia limpa. Em 2018, a compra de energia do Google acompanhou a demanda da companhia graças a vários projetos conduzidos pelo PPA - incluindo três parques eólicos na Escandinávia, dezenas de turbinas eólicas em Oklahoma (EUA) e mais de 120 mil painéis solares na Holanda. Em quatro estados norte-americanos o Google ajudou a projetar programas que permitem que as empresas comprem energia renovável por meio de seu fornecedor de energia. Na Holanda, a companhia uniu-se a outros grupos para comprar energia em consórcio, além de começar a usar o aprendizado de máquina para tornar a produção eólica nos EUA central mais previsível e valiosa , aprimorando o caso de negócios para a implantação de mais deles.

10 de junho, 2019
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ENERGIA RENOVÁVEL
Matriz 100% até 2030? Cientistas acreditam

Segundo pesquisa realizada pela Rede de Políticas de Energias Renováveis para o Século 21 (REN 21), 71% dos especialistas acreditam que é possível ter uma matriz 100% renovável até 2030. Os dados são parte do Relatório da Situação Global das Energias Renováveis e foram o tema do debate “Nexo Água-Energia: como a geração hidrelétrica pode liderar o desenvolvimento sustentável em um ambiente em mudança”, promovido pela Itaipu Binacional em parceria com a Secretaria das Nações Unidas para Mudanças Climáticas na 23ª Conferência Mundial do Clima (COP-23), em Bonn, na Alemanha. A empresa reuniu diferentes atores do setor de geração energética para discutir ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 e 7. As metas tratam de água e energia e são parte da lista de 17 objetivos ratificados em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na lista estão ações de eficiência energética, cooperação internacional e universalização do acesso a ambos os recursos. O diretor de Coordenação da Itaipu, Hélio Amaral, destacou ações do Cultivando Água Boa, um amplo programa de cuidados com as microbacias da região. “Fazemos tudo com a participação da comunidade local e promovendo o desenvolvimento regional. Consideramos a segurança da água como parte dos nossos negócios”, disse. As ações envolvem recuperação de nascentes, capacitação de agricultores, reflorestamento e também a diversificação da matriz energética. A Itaipu investe também na geração de biogás a partir de dejetos dos animais e instalou placas de geração de energia solar no estacionamento de um de seus escritórios, porém ainda em sistema piloto e sem objetivos de comercialização.

16 de novembro, 2017
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AMBEV
Meta é ter 100% de eletricidade renovável

A Ambev anunciou que 100% de toda a eletricidade comprada pela companhia será de fontes renováveis até 2025. Desta forma, a empresa pretende atender à meta global, estipulada pela Anheuser-Busch InBev, grupo do qual a Ambev faz parte. A cervejaria adicionará cerca de 1GW de capacidade de energia renovável nos mercados onde atua – energia suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de Porto Alegre (RS). Em países em desenvolvimento como o Brasil, Argentina, Colômbia e África do Sul, a medida é fundamental para transformar a indústria de energia e contribui para o alcance das metas climáticas nos termos dos acordos da Conferência de Clima de Paris de 2015 (COP-21). Em 2013, a AB InBev compartilhou com todos os países onde atua oito metas ambientais que devem ser cumpridas até o fim de 2017, quatro delas relacionadas à redução de gases de efeito estufa e consumo de energia. Dois anos antes do prazo, a operação brasileira reduziu em 10% a emissão de gases de efeito estufa e 70% dos refrigeradores adquiridos anualmente já são modelos mais ecológicos. “Trabalhamos para ter uma operação cada vez mais sustentável, reduzindo ao máximo o impacto no meio ambiente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de suprimentos da Ambev. “A utilização de eletricidade renovável é parte do nosso sonho de construir um mundo melhor para comunidades onde vivemos, para nossas famílias e para o nosso negócio”, completa o executivo. A AB InBev espera garantir até 85% de eletricidade por meio de contratos diretos de compra de energia, com o resto tendo como origem tecnologias locais, como painéis solares. Este compromisso reduzirá a pegada de carbono operacional da empresa em cerca de 30%. A medida terá o mesmo efeito positivo que remover as emissões de quase 500 mil carros da atmosfera.

4 de abril, 2017
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015