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MONITORAMENTO AMBIENTAL

São Paulo adotará imagens de satélite

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) contratou o Portal Digital Globe, uma plataforma de imagens para contribuir na fiscalização ambiental. Imagens de altíssima resolução, com informações bastante detalhadas, permitirão identificar com precisão e rapidez o tipo de degradação da área, tornando possível barrar um crime ambiental ainda no início. O Digital Globe capta imagens por quatro satélites com resoluções espaciais de 30 a 60cm, o que permite ‘enxergar’ por exemplo, um carro. Outro destaque é a frequência diária de verificação contra dez dias dos satélites de média resolução usados anteriormente. “A frequência, a qualidade e a confiabilidade da imagem são importantes para o monitoramento, pois isso reduz o tempo de resposta e aumenta a possibilidade de barrar a degradação na fase inicial. Também permite direcionarmos melhor nossos esforços e da Polícia Ambiental”, ressalta Roney Perez, diretor do Centro de Monitoramento, da SMA. Originalmente contratado pela Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), com recursos do Banco Mundial, para atender à necessidade do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar-SP), o novo portal de imagens também é utilizado por toda a SMA, como Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA), institutos de pesquisa e CETESB. Nos últimos anos, a SMA avançou na questão do monitoramento ambiental remoto. Cobrindo sistematicamente todo o estado de São Paulo, o Monitoramento Ambiental por Imagens de Satélites (MAIS), iniciado em 2013, consiste na comparação de imagens de satélites de diferentes datas. Ao constatar as alterações, a informação segue diretamente para a Polícia Militar Ambiental para a fiscalização em campo. Confirmada a irregularidade, a PMA procede a autuação dos responsáveis.

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) contratou o Portal Digital Globe, uma plataforma de imagens para contribuir na fiscalização ambiental. Imagens de altíssima resolução, com informações bastante detalhadas, permitirão identificar com precisão e rapidez o tipo de degradação da área, tornando possível barrar um crime ambiental ainda no início. 
 
O Digital Globe capta imagens por quatro satélites com resoluções espaciais de 30 a 60cm, o que permite ‘enxergar’ por exemplo, um carro. Outro destaque é a frequência diária de verificação contra dez dias dos satélites de média resolução usados anteriormente. “A frequência, a qualidade e a confiabilidade da imagem são importantes para o monitoramento, pois isso reduz o tempo de resposta e aumenta a possibilidade de barrar a degradação na fase inicial. Também permite direcionarmos melhor nossos esforços e da Polícia Ambiental”, ressalta Roney Perez, diretor do Centro de Monitoramento, da SMA. 
 
Originalmente contratado pela Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), com recursos do Banco Mundial, para atender à necessidade do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar-SP), o novo portal de imagens também é utilizado por toda a SMA, como Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA), institutos de pesquisa e CETESB. Nos últimos anos, a SMA avançou na questão do monitoramento ambiental remoto. Cobrindo sistematicamente todo o estado de São Paulo, o Monitoramento Ambiental por Imagens de Satélites (MAIS), iniciado em 2013, consiste na comparação de imagens de satélites de diferentes datas. Ao constatar as alterações, a informação segue diretamente para a Polícia Militar Ambiental para a fiscalização em campo. Confirmada a irregularidade, a PMA procede a autuação dos responsáveis. 

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MANANCIAIS
Apresentada proposta de monitoramento em SP

O secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Maurício Brusadin, recebeu representantes da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo para iniciar as ações de fiscalização e monitoramento das áreas dos mananciais das represas do município – Billings, Guarapiranga e Cantareira. A proposta de monitoramento dos mananciais está em fase de licitação e contratação, por meio de imagens de satélite, vinculada a outro sistema, de alerta de alterações ocorridas na região e onde, por comparação automática, são identificadas as mudanças e emitido um alerta, que será devidamente verificado “in loco” pelas equipes de fiscalização de campo. Com base nessa ferramenta e as já utilizadas pela SMA, as ações de monitoramento e de fiscalização nas áreas de mananciais da Billings e Guarapiranga devem ser incrementadas e aprimoradas, no âmbito da Operação Integrada Defesa das Águas. Nesta semana deve acontecer reunião conjunta para instituir o novo Comitê de Coordenação Geral da Operação Integrada. Também será apresentado um primeiro Plano de Ação, para início efetivo de imediato, com a participação das Coordenadorias de Planejamento Ambiental e de Fiscalização, da SMA, além da Cetesb, Fundação Florestal e Polícia Militar Ambiental, do lado do Governo do Estado, e do outro lado, os órgãos municipais, capitaneados pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

21 de outubro, 2017
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ENERGIA SOLAR
São Paulo regula licenciamento de projetos

Com as contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, pela Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo publicou a Resolução 74, que dispõe sobre o licenciamento ambiental para projetos de energia solar fotovoltaica. Segundo a nova Resolução, os projetos com potência superior a 90 MW terão que ter o Relatório Ambiental Preliminar (RAP), enquanto empreendimentos com potência entre 5 e 90 MW serão submetidos ao Estudo Ambiental Simplificado (EAS). Já os projetos com potência, o que inclui usinas de micro e minigeração de energia elétrica, terão que apresentar apenas autorização para supressão de vegetação nativa ou para instalação em áreas de proteção de manancial, se necessária. Quando houver supressão de vegetação nativa primária ou secundária em estágio médio ou avançado de regeneração, poderá ser aplicado procedimento de licenciamento ambiental mais restritivo. “Com estas medidas simplificadoras, os processos de licenciamento ambiental se tornarão mais claros, ágeis e previsíveis, garantindo a segurança tão desejada pelos investidores privados e aos consumidores que pretendem produzir energia elétrica, com sustentabilidade”, disse o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior. As medidas fazem parte do esforço do Governo do Estado de São Paulo no incentivo ao uso de energias renováveis, que considera a necessidade de aumentar a participação das fontes renováveis e mitigar a emissão de carbono fóssil na matriz energética, a necessidade de implementar a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, também de cumprir o Acordo de Paris, e que os empreendimentos de geração de energia elétrica solar fotovoltaica representam uma fonte limpa e sustentável de eletricidade, sem emissão de gases de efeito estufa e com baixo impacto ambiental, como preconiza a PEMC - Política Estadual de Mudanças Climáticas.

16 de agosto, 2017
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BIOMAS
MMA vai adotar drones para monitoramento

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) cogita a adoção de drones para monitorar atividades como desmatamento e queimadas nas principais áreas ambientais brasileiras. A ideia é fiscalizar biomas, como Cerrado e Amazônia, locais onde as entidades têm dificuldade em realizar as operações de fiscalização. Uma das áreas prioritárias pelo projeto é o eixo da BR-163, que liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Nessa região, existe grande desmatamento e muita dificuldade de identificar os agressores. A utilização de drones faz parte do projeto Ecodrones, iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao MMA e à organização WWF-Brasil. Os ecodrones são utilizados em ações de prevenção e combate a incêndios florestais, monitoramento de fauna, mapeamento de cadeias produtivas da sociobiodiversidade, além do uso recreacional. Localizado na Bahia, o Parque Nacional do Pau Brasil já utiliza um drone – o Nauru. É uma ferramenta importante para a conservação, pois tem a capacidade de alcançar locais de difícil acesso das pessoas. O Nauru é um ecodrone com autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para realizar os voos e possui capacidade de viajar quatro horas sem interrupção. O equipamento é controlado por um técnico especializado, mas muitos estudos são feitos para que ele seja programado para automatização. Os drones transmitem imagens em tempo real, são mais velozes nos voos sobre as áreas, o que propicia maior agilidade do que o trabalho feito por pessoas. “Os drones chegam mais rápido e vão em lugares difíceis de serem explorados pelos homens, sendo uma ferramenta que contribuirá muito para a fiscalização das matas”, afirma a especialista em gestão ambiental, Geovana Madruga, coordenadora de responsabilidade social do Instituto Positivo. O uso desses equipamentos é bastante comum em outros países, inclusive na África, onde o equipamento ajudou a diminuir os casos de caça predatória de rinocerontes e elefantes. Já no Brasil também existem iniciativas para estudos com boto cor-de-rosa e antas, também na Amazônia.

1 de março, 2016