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ABASTECIMENTO

Semasa adota rodízio apesar de economia de água

O Semasa - Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André – informa que desde 1º de julho a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) envia 1,75 m³/s de água para atender o município. A Semasa diz que esta quantidade é insuficiente para abastecer de forma adequada toda população da cidade e que, apesar de todos os esforços, deverá implantar rodízio, já que pela frente estão os meses de maior calor onde o consumo de água é maior. Até junho, Santo André recebia da Sabesp 1,85 m³/s, volume com o qual o município já era abastecido no limite da sua necessidade. Em Santo André, ações de combate a perdas realizadas pelo Semasa e a economia feita pela população em casa e no trabalho conseguiram reduzir o consumo de água em 22% em um ano (de março de 2014 a junho de 2015). O volume reduzido no período corresponde ao consumido por uma cidade do porte de São Caetano. Mesmo assim, a partir de julho, a Sabesp decidiu impor um corte ainda maior a Santo André, da ordem de 26%, o que tem causado diversas dificuldades de abastecimento, penalizando principalmente bairros altos e distantes dos centros de reservação. Por isso, o Semasa pede aos moradores que mantenham o consumo racional e a economia de água mesmo durante os dias mais frios, evitando o desperdício, checando possíveis vazamentos internos e realizando o reaproveitamento de água quando possível (água de banho e da máquina de lavar roupas, etc). Com o número-conta, o morador também pode checar no site do Semasa como está o abastecimento na sua região e, assim, planejar melhor o seu consumo de água.

O Semasa - Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André – informa que desde 1º de julho a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) envia 1,75 m³/s de água para atender o município. A Semasa diz que esta quantidade é insuficiente para abastecer de forma adequada toda população da cidade e que, apesar de todos os esforços, deverá implantar rodízio, já que pela frente estão os meses de maior calor onde o consumo de água é maior. Até junho, Santo André recebia da Sabesp 1,85 m³/s, volume com o qual o município já era abastecido no limite da sua necessidade.
 
Em Santo André, ações de combate a perdas realizadas pelo Semasa e a economia feita pela população em casa e no trabalho conseguiram reduzir o consumo de água em 22% em um ano (de março de 2014 a junho de 2015). O volume reduzido no período corresponde ao consumido por uma cidade do porte de São Caetano. Mesmo assim, a partir de julho, a Sabesp decidiu impor um corte ainda maior a Santo André, da ordem de 26%, o que tem causado diversas dificuldades de abastecimento, penalizando principalmente bairros altos e distantes dos centros de reservação. 
Por isso, o Semasa pede aos moradores que mantenham o consumo racional e a economia de água mesmo durante os dias mais frios, evitando o desperdício, checando possíveis vazamentos internos e realizando o reaproveitamento de água quando possível (água de banho e da máquina de lavar roupas, etc). Com o número-conta, o morador também pode checar no site do Semasa como está o abastecimento na sua região e, assim, planejar melhor o seu consumo de água.
 

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ABASTECIMENTO
Sabesp leva água a Santo André

A Sabesp iniciou mais uma obra para melhorar a distribuição do abastecimento de água na cidade de São André, no ABC paulista. A implantação de novas redes de água no Parque América, próximo à divisa com Rio Grande da Serra, deve beneficiar aproximadamente quatro mil pessoas do bairro. A obra está prevista para ser concluída em novembro deste ano e receberá R$ 5,1 milhões em investimentos. As novas redes de água irão se estender por 16 km e a Sabesp instalará também ramais para ligar os imóveis à rede, o que representará um novo momento na vida dos moradores. No início de setembro a Sabesp começou trabalhos de interligação da adutora de 1.500 mm no bairro Camilópolis, melhorando o abastecimento de cerca de 240 mil pessoas do município. Em agosto, a companhia já havia iniciado a duplicação da adutora de 600 mm que abastece o setor de Erasmo Assunção, beneficiando cerca de 160 mil moradores. A duplicação deve ser finalizada na 2ª quinzena de novembro. A Sabesp informa que estas iniciativas englobam o 1º pacote de obras em Santo André, com recursos de R$ 21 milhões. Novas obras serão anunciadas neste mês, com o objetivo de acabar com a falta de água no município até o final de 2019. O contrato da Sabesp com a prefeitura é válido por 40 anos e prevê investimento em de cerca de R$ 917 milhões durante o período. O município também vai receber da Companhia recursos transferidos ao Fundo Municipal de Saneamento (FMSA) num total de R$ 622 milhões, o que eleva o investimento para R$ 1,539 bilhão. Além do abastecimento de água, a Sabesp realizará obras para elevar o tratamento de esgoto dos atuais 42% para 75% em três anos. A ação irá melhorar as condições dos córregos Guarará e Carapetuba. A Sabesp prevê a redução de perdas de 45% para 35% até 2022, economizando 2 bilhões de litros de água, volume que equivale ao abastecimento de 10 mil imóveis. O investimento no combate a perdas será de R$ 44 milhões.

10 de setembro, 2019
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GUARULHOS
Sabesp retira 700 mil do rodízio

Um mês após assumir o serviço de abastecimento de água em Guarulhos, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou cerca de 700 mil pessoas do rodízio. Moradores dos bairros Bom Clima, Bosque Maia, Cocaia, Cidade Martins, Ponte Grande e Vila Galvão foram beneficiados por obras e melhorias operacionais. A Sabesp prevê acabar com o rodízio até o final de 2019. Além disso, a Sabesp já realizou mais de 3.500 serviços no município, como consertos de vazamentos e manutenções nos sistemas de água, que reduziram perdas, aumentaram a eficiência operacional e diminuíram a duração do rodízio em outras áreas. A companhia oferece ainda conjunto de produtos e serviços aos clientes comerciais e industriais da cidade, como contrato de fidelização, programa de recebimento de esgoto não doméstico e água de reúso. O contrato de fidelização faz parte do programa “Sabesp Soluções Ambientais”, que ajuda no combate ao desperdício, reduz custos e contribui com a preservação do meio ambiente. O contrato proporciona economia aos grandes consumidores, além de incentivar o uso racional da água ao gerar melhor gestão de seus custos fixos. O serviço de recebimento do esgoto não doméstico permite que as empresas destinem corretamente os resíduos que não podem receber o tratamento padrão por terem uma constituição diferente. Estes resíduos muitas vezes têm produtos químicos danosos, resultados de processos industriais, e que necessitam de tratamento mais complexo, sob pena de causar grande prejuízo ambiental se chegarem aos corpos d’água. A água de reúso oferecida pela Sabesp é voltada para os chamados usos menos nobres, industriais, urbanos, de jardinagem e de limpeza de equipamentos e áreas específicos. A água de reúso também poupa a utilização da água potável, ajudando a preservar os mananciais.

6 de fevereiro, 2019
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
PCJ recebe 3,5m³/s a partir de junho

A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE) anunciaram novas regras, dia 25 de maio, para retirada de água do Sistema Cantareira no período de estiagem. A ANA e o DAEE informaram que a Sabesp terá que reduzir o volume de retirada dos atuais dos atuais 13,5 m³/s para no máximo 10 m³/s, a partir de setembro. Para as Bacias PCJ, a partir de primeiro de junho, o limite será de 3,5 m³/s, ante os atuais 2 m³/s que estão sendo liberados. O Superintendente do DAEE, Ricardo Borsari, disse que as obras de interligação dos Sistemas Rio Grande e Alto Tietê diminuirá a dependência do Cantareira pela Grande São Paulo. “O que está previsto pelo cronograma das obras é que elas entrem em operação a partir do dia primeiro de setembro. Nós queremos preservar o manancial”, disse. O volume de água a ser retirado que será utilizada do Sistema Cantareira, seguiu o relatório do Centro Nacional de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais, divulgado na semana passada. O documento leva em conta o cenário 50% mais seco que a média histórica. Para o Diretor Presidente da ANA, Vicente Andreu, mesmo com pior quadro climático a situação do manancial deverá manter-se estável, em função da redução da retirada. Mesmo com a ampliação do volume para a bacia PCJ, o Sistema deverá enfrentar dificuldades durante a estiagem. Para o secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, a região está no limite de restrição hídrica. “As Bacias PCJ sempre necessitaram de 12 m³/s, durante a estiagem. A região tem economizado, em média, 20%, o que faz com que essa demanda tenha sido reduzida para 9,6 m³/s. Descontando os 3,5 m³/s autorizados pela ANA, ainda teremos um déficit de 6,1 m³/s. Atualmente, estamos sobrevivendo com as nascentes e afluentes dos rios da Bacia, mas, a nossa lição de casa vai ser ainda mais severa para a estiagem de 2015”, comenta Lahóz.

26 de maio, 2015
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ÁGUA
Economia e adesão ao programa contra desperdício cresce em SP

O programa de bônus da Sabesp, iniciativa para reduzir o consumo de água, registrou economia média de 6,2 mil l/s em abril, volume suficiente para abastecer cerca de 1,9 milhão de pessoas. Essa economia, em quantidade, foi ligeiramente maior que a registrada em março, que foi de 6,1 mil l na Grande São Paulo. A adesão nos meses de março e abril foi a mesma: 82%, o mais alto desde o início do benefício. Do total de beneficiados nesse mês, 72% efetivamente ganharam o bônus, enquanto os demais 10% diminuíram o gasto de água, mas não o suficiente para receber o desconto na fatura da Sabesp. Considerando todos os clientes que receberam bônus em abril, 62% reduziram o consumo em mais de 20% (faixa de bonificação de 30%), 5% diminuíram o uso entre 15% e 20% (faixa de bônus de 20%) e outros 5% tiveram um gasto de água entre 10% e 15% menor e ganharam bônus de 10%. O programa de bônus foi implantado em 1º de fevereiro de 2014 para os moradores atendidos pelo sistema Cantareira. Nos meses seguintes, foi ampliado para os municípios atendidos pela Sabesp na Grande São Paulo. Contribuiu para a redução do consumo também a cobrança de tarifa de contingência, que passou a vigorar nas contas emitidas em fevereiro passado para quem gastou mais água e incidiu sobre 11% das faturas emitidas pela Sabesp em abril. Outros 7% também aumentaram o consumo, mas não foram enquadrados na sobretaxa, por gastarem menos de 10 mil l/mês ou estarem cadastrados em Tarifa Social. A tarifa de contingência é cobrada dos clientes cujo consumo mensal ultrapassar a média apurada no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. A sobretaxa é de 40% sobre o valor da tarifa de água para quem exceder até 20% a média do consumo ou 100% sobre o valor da tarifa de água para quem ultrapassar 20% da média. O objetivo da tarifa contingenciada não é arrecadar, e sim reduzir o gasto.

13 de maio, 2015
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CRISE HÍDRICA
Sabesp pode cortar água de cidades inadimplentes

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) prepara plano para cobrar municípios em dívida com a empresa – Guarulhos, Mauá e Santo André – e o corte de água seria a última medida. Segundo a Sabesp, as três cidades devem, juntas, R$ 6,6 bilhões e o pagamento destes débitos aliviaria o atual aperto financeiro da Companhia. A Sabesp alega ainda que o pagamento da dívida permitiria à empresa ampliar investimentos neste período de estiagem. O plano se divide em cinco passos: 1) Agilizar o recebimento de precatórios (A Sabesp calcula receber R$ 2 bilhões parcelados em 15 anos); 2) Buscar na Justiça para que este pagamento seja vinculado ao Orçamento do município devedor, e não ao órgão municipal que cuida da água; 3) Cobrar judicialmente as garantias já previstas nos contratos entre a Sabesp e os municípios ; 4) Pedir a inscrição das cidades devedoras no Cadin, o que inviabiliza o repasse de verbas estaduais e acesso a algumas linhas de crédito 5) Pedir na Justiça liminares para poder cortar a água aos municípios inadimplentes. Esta última medida encontra resistência dentro da própria Sabesp. As dívidas vão de indenizações por quebra de contratos até o não pagamento pela água. As Prefeituras discordam dos métodos de cobrança e de e definição de tarifa aplicada pela Sabesp. Guarulhos questiona o valor da tarifa, Mauá negocia parte do passivo e trabalha para que a dívida não inviabilize os aportes em saneamento, enquanto Santo André cobra transparência da Sabesp nos métodos utilizados de cobrança e não reconhece a dívida.

29 de abril, 2015