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HIDROGÊNIO VERDE

Solução inovadora em projeto offshore

A Siemens Gamesa e a Siemens Energy estão desenvolvendo uma solução inovadora com o objetivo de integrar totalmente um eletrolisador em uma turbina eólica offshore como um sistema sincronizado único para produzir diretamente hidrogênio verde. As companhias pretendem fornecer uma demonstração offshore em grande escala da solução entre 2025 e 2026 e o Ministério Federal Alemão de Educação e Pesquisa anunciou que o desenvolvimento pode ser implementado como parte do concurso de ideias “República Alemã do Hidrogênio”. “Com mais de 30 anos de experiência e liderança no setor de energia eólica offshore adicionada à expertise da Siemens Energy em eletrolisadores, agrupamos mentes brilhantes e tecnologias inovadoras para enfrentar a crise climática”, disse Andreas Nauen, CEO da Siemens Gamesa. Segundo o executivo, as turbinas eólicas desempenham um papel enorme na descarbonização do sistema de energia global, e o potencial do vento para produzir hidrogênio significa que a empresa pode fazer isso também em setores difíceis de reduzir a pegada de carbono. Já Christian Bruch, CEO da Siemens Energy, comenta que as duas empresas estão em posição excepcional para desenvolver a solução que irá vencer esse problema. “Somos a empresa que pode alavancar uma tecnologia de eletrolisador altamente flexível para criar e redefinir o futuro da produção sustentável de energia offshore. Com estes desenvolvimentos, o potencial de regiões com energia eólica offshore abundante se tornará acessível para a economia do hidrogênio”. No período de cinco anos, a Siemens Gamesa planeja investir 80 milhões de euros e a Siemens Energy tem a meta de investir 40 milhões de euros no projeto. A Siemens Gamesa adaptará o desenvolvimento de sua turbina eólica offshore SG14-222 DD para integrar perfeitamente um sistema de eletrólise nas operações do equipamento. A Siemens Energy desenvolverá um novo produto de eletrólise não apenas para atender às necessidades do complexo ambiente marítimo offshore e estar em perfeito sincronismo com a turbina eólica, mas também para criar uma nova referência de comparação para o hidrogênio verde. A solução de energia eólica de última geração, que visa gerar hidrogênio offshore totalmente integrado, produzirá hidrogênio verde usando um conjunto de eletrolisadores localizado na base da torre da turbina eólica offshore, abrindo caminho para a produção de hidrogênio offshore. O desenvolvimento do projeto pelas empresas servirá como um teste para tornar a produção de hidrogênio em larga escala e de forma econômica uma realidade e provar a viabilidade da implementação confiável e eficaz de turbinas eólicas em sistemas de produção de hidrogênio a partir de energia renovável. Os projetos fazem parte da iniciativa H2Mare, que possivelmente será apoiada pelo concurso de ideias do Ministério Federal de Educação e Pesquisa “República do Hidrogênio da Alemanha”. A iniciativa H2mare, sob a liderança do consórcio da Siemens Energy, é um projeto modular que consiste em vários subprojetos para os quais mais de 30 parceiros da indústria, institutos e academia estão contribuindo. A Siemens Energy e Siemens Gamesa irão contribuir para a iniciativa H2Mare com seus próprios desenvolvimentos em blocos modulares separados.

A Siemens Gamesa e a Siemens Energy estão desenvolvendo uma solução inovadora com o objetivo de integrar totalmente um eletrolisador em uma turbina eólica offshore como um sistema sincronizado único para produzir diretamente hidrogênio verde. As companhias pretendem fornecer uma demonstração offshore em grande escala da solução entre 2025 e 2026 e o Ministério Federal Alemão de Educação e Pesquisa anunciou que o desenvolvimento pode ser implementado como parte do concurso de ideias “República Alemã do Hidrogênio”.

“Com mais de 30 anos de experiência e liderança no setor de energia eólica offshore adicionada à expertise da Siemens Energy em eletrolisadores, agrupamos mentes brilhantes e tecnologias inovadoras para enfrentar a crise climática”, disse Andreas Nauen, CEO da Siemens Gamesa. Segundo o executivo, as turbinas eólicas desempenham um papel enorme na descarbonização do sistema de energia global, e o potencial do vento para produzir hidrogênio significa que a empresa pode fazer isso também em setores difíceis de reduzir a pegada de carbono. Já Christian Bruch, CEO da Siemens Energy, comenta que as duas empresas estão em posição excepcional para desenvolver a solução que irá vencer esse problema. “Somos a empresa que pode alavancar uma tecnologia de eletrolisador altamente flexível para criar e redefinir o futuro da produção sustentável de energia offshore. Com estes desenvolvimentos, o potencial de regiões com energia eólica offshore abundante se tornará acessível para a economia do hidrogênio”.

No período de cinco anos, a Siemens Gamesa planeja investir 80 milhões de euros e a Siemens Energy tem a meta de investir 40 milhões de euros no projeto. A Siemens Gamesa adaptará o desenvolvimento de sua turbina eólica offshore SG14-222 DD para integrar perfeitamente um sistema de eletrólise nas operações do equipamento. A Siemens Energy desenvolverá um novo produto de eletrólise não apenas para atender às necessidades do complexo ambiente marítimo offshore e estar em perfeito sincronismo com a turbina eólica, mas também para criar uma nova referência de comparação para o hidrogênio verde.

A solução de energia eólica de última geração, que visa gerar hidrogênio offshore totalmente integrado, produzirá hidrogênio verde usando um conjunto de eletrolisadores localizado na base da torre da turbina eólica offshore, abrindo caminho para a produção de hidrogênio offshore. O desenvolvimento do projeto pelas empresas servirá como um teste para tornar a produção de hidrogênio em larga escala e de forma econômica uma realidade e provar a viabilidade da implementação confiável e eficaz de turbinas eólicas em sistemas de produção de hidrogênio a partir de energia renovável. 

Os projetos fazem parte da iniciativa H2Mare, que possivelmente será apoiada pelo concurso de ideias do Ministério Federal de Educação e Pesquisa “República do Hidrogênio da Alemanha”. A iniciativa H2mare, sob a liderança do consórcio da Siemens Energy, é um projeto modular que consiste em vários subprojetos para os quais mais de 30 parceiros da indústria, institutos e academia estão contribuindo. A Siemens Energy e Siemens Gamesa irão contribuir para a iniciativa H2Mare com seus próprios desenvolvimentos em blocos modulares separados.

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GESTÃO DE CARBONO
BASF e Siemens Energy firmam parceria

Acelerar a implementação comercial de novas tecnologias projetadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa é o foco da nova parceria estratégica firmada entre a BASF e a Siemens Energy, que entrarão, respectivamente, com a expertise tecnológica e o portfólio de produtos e prestação de serviços inovadores. Vários projetos-piloto estão em discussão na unidade da BASF, em Ludwigshafen, Alemanha, e incluem a construção de um eletrolisador PEM (membrana de troca de prótons) para produção de hidrogênio com uma potência de 50 megawatts e possibilidade de expansões de capacidade modular e a instalação de uma bomba de calor térmica de alta temperatura de 50 megawatts para geração de vapor de processo a partir de calor residual em uma instalação de produção. Além disso, a modernização da rede elétrica na unidade de Ludwigshafen está sendo avaliada, usando produtos digitais e otimizados para CO2 da Siemens Energy. Outro estudo em andamento para avaliar o potencial para o desenvolvimento de um sistema comum e um conversor catalítico para aumentar a eficiência das usinas de eletrólise (eletrólise PEM) e para a colaboração na geração de eletricidade a partir da energia eólica. A BASF tem buscado reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa no âmbito da sua Gestão de Carbono desde 2018. Até o ano de 2030, o objetivo da companhia é fazer com que o nível absoluto de emissões não ultrapasse o de 2018. Com um aumento substancial planejado dos volumes de produção, isso significa uma redução adicional da intensidade de emissão em cerca de 30% nesse período. Junto com a disponibilidade de tecnologias recém-desenvolvidas e o aumento do uso de energias renováveis, a BASF também visa reduzir ainda mais suas emissões em termos absolutos após o ano 2030. Isso levará a um aumento significativo na demanda da BASF por eletricidade de fontes renováveis.

24 de fevereiro, 2021
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HIDROGÊNIO VERDE
Arábia Saudita terá mega usina

A Air Products inaugurou na Arábia Saudita um projeto de hidrogênio verde com o objetivo de implementar uma usina onde serão utilizados 4 GW de energia eólica e solar e serão investidos US$ 5 bilhões. A usina será de propriedade conjunta da Air Products, ACWA Power da Arábia Saudita e a Neom e construída em uma nova megacidade perto das fronteiras da Arábia Saudita com o Egito e a Jordânia. A usina produzirá 650 toneladas diárias de hidrogênio verde, quantidade suficiente para operar cerca de 20 mil ônibus movidos a célula a combustível. O hidrogênio verde produzido nessa planta será exportado na forma de amônia para os mercados globais, a fim de ser reconvertido em hidrogênio. A produção de amônia está prevista para começar em 2025. O projeto será importante para a região de Neom, a qual pretende se tornar um centro global de energia renovável e hidrogênio verde. O país do Oriente Médio está estabelecendo essa região como uma zona econômica especial, com a finalidade de receber 1 milhão de pessoas. “Este é um momento crucial para o desenvolvimento de Neom e um elemento-chave na Visão Saudita 2030, contribuindo para a estratégia de economia de energia limpa e economia circular de carbono no país”, disse em comunicado o CEO da Neom, Nadhmi Al Nasr. O CEO da Air Products, Seifi Ghasemi, disse que a empresa está confiante em um projeto sem subsídios. Para ele, qualquer apoio do governo seria “cereja do bolo”. “Existem 260 milhões de veículos comerciais no mundo. Se 1% utilizar hidrogênio verde, será preciso construir 50 usinas como essa “, disse. “Estamos trabalhando nisso há quatro anos. Nossa estratégia é sermos os primeiros a construir uma mega planta para produção em escala”. Além dos US$ 5 bilhões, o projeto exigirá US$ 2 bilhões em uma nova infraestrutura de distribuição. Para esse projeto, o fornecimento dos eletrolisadores ficará a cargo da alemã thyssenKrupp. Em junho, a empresa revelou que sua capacidade de fabricação de eletrolisadores havia atingido 1 GW, com a opção de aumentar ainda mais. A norueguesa Nel e a ITM Power, do Reino Unido também estão desenvolvendo instalações para produção de eletrolisadores na escala “gigawatt”. “O hidrogênio não é mais um nicho”, disse Christoph Noeres, chefe de armazenamento de energia e hidrogênio da thyssenKrupp. “Isso permitirá que o setor atinja as metas climáticas do Acordo de Paris. O hidrogênio foi identificado como o elemento-chave para combustíveis e produtos químicos sustentáveis e pode reduzir ou evitar a emissão de CO2 em setores onde a eletrificação não é possível”.

27 de julho, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Países Baixos querem adotar hidrogênio verde

A AkzoNobel e a Gasunie vão utilizar a unidade de eletrólise de Delfzijl, na Holanda, para converter a eletricidade produzida por 20 MW de água em três mil toneladas de hidrogênio verde anuais. O volume é suficiente para abastecer 300 ônibus de hidrogênio. A decisão final sobre o projeto deve sair em 2019. A instalação planejada de 20 MW é um passo importante para expandir a tecnologia de eletrólise. Até agora, a maior unidade de eletrólise planejada na Holanda tem uma capacidade de 1 MW. O objetivo final é ser capaz de construir instalações que convertam e armazenem energia sustentável sob a forma de hidrogênio em uma escala ainda maior (de 100 MW). O projeto entre AkzoNobel e Gasunie inclui transporte e armazenamento de gás, eletrólise e manipulação de hidrogênio. As duas empresas querem desempenhar um papel ativo na transição para uma economia neutra em CO2, e o projeto está em linha com suas respectivas iniciativas em energia renovável - incluindo hidrogênio. "Alcançar os objetivos de redução de CO2 nos Países Baixos e a transição correspondente no sistema de energia será um grande desafio", disse Ulco Vermeulen, membro do Conselho Executivo da Gasunie. "Isso requer não apenas visão, mas também ação imediata e colaboração concreta”. O hidrogênio desempenha um papel crucial para a redução de emissões estabelecido pelo governo holandês para 2030, ou seja, uma redução das emissões de CO2 em 49% em relação a 1990. Para garantir hidrogênio suficiente em 2030, é necessário que a Holanda tome medidas imediatas para validar a tecnologia em diferentes escalas. A indústria holandesa utiliza mais de 800 mil toneladas de hidrogênio por ano produzidas com gás natural. A substituição por um hidrogênio sustentável reduzirá as emissões de CO2 em sete milhões de toneladas. Ambas as empresas concordam que a parte norte dos Países Baixos está perfeitamente posicionada para desenvolver uma economia de hidrogênio verde, devido à produção em larga escala e à importação de eletricidade verde, a indústria química existente, a atual infraestrutura de transmissão de gás, a infraestrutura de conhecimento e o suporte dentro do Conselho de Inovação do Norte.

15 de janeiro, 2018