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ALLONDA

Soluções para atender demanda sustentável

Soluções para atender demanda sustentável

A companhia está atenta às demandas ambientais das petroleiras brasileiras e do exterior.

A Allonda está com serviços em curso ou prestados em sete refinarias, distribuídas em cinco estados, e em algumas termelétricas movidas a gás natural. A companhia conta com cerca de 1.500 profissionais e 20 anos de experiência nos setores industrial e de infraestrutura, e está de olho em novos negócios no segmento petrolífero, atenta aos desafios do pré-sal e às demandas ambientais das petroleiras brasileiras e do exterior.

Segundo o diretor comercial de indústrias e infraestrutura da Allonda, Alexandre Anaia, a companhia disponibiliza soluções para gestão completa de água, gestão completa de resíduos com foco em economia circular, remediações e compensações ambientais e limpeza industrial. O diretor afirma que a camada do pré-sal exige a utilização de mais sondas de perfuração, plataformas de produção, navios e submarinos. "Tudo isso representa um enorme desafio tecnológico, ambiental e logístico, que certamente trará novas e grandes oportunidades para toda a cadeia de fornecimento de produtos e serviços para a indústria de energia".

A Allonda deve ofertar ainda serviços competitivos e eficientes que contribuam com as metas e compromissos de sustentabilidade da indústria do petróleo. "A Allonda seguirá focada no desenvolvimento de soluções de engenharia que promovem a economia circular com especial atenção para inovar perante esses novos desafios do setor de Óleo & Gás", disse Anaia.

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7 de março, 2022
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19 de abril, 2021
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11 de abril, 2021
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Desenvolvimento sustentável e bem-estar dos colaboradores

Por Leo Cesar Melo * A sustentabilidade busca o equilíbrio entre a realização de atividades econômicas, a preservação do meio ambiente e o bem-estar social. Ou seja, sem deixar de atender as necessidades da sociedade, devemos pensar o crescimento da nossa economia de maneira que os recursos naturais sejam utilizados com racionalidade. Esse trabalho só é possível se adotarmos novos comportamentos, que valem para a vida na esfera íntima e familiar e também para o convívio em sociedade, na rua e no trabalho. No ambiente corporativo, o desenvolvimento sustentável deve estar diretamente ligado às questões que envolvem o bem-estar dos colaboradores. Já que os pilares da sustentabilidade envolvem aspectos financeiros, sociais e ambientais. A adoção de uma gestão sustentável requer o investimento e a valorização do capital humano. Para isso, gestores devem reconhecer a necessidade de promover ações que incentivem o crescimento profissional, a busca por conhecimento e a coletividade no ambiente de trabalho. Quando as pessoas percebem que sua experiência e sugestões são consideradas, elas se sentem parte e isso pode contribuir para a melhoria nos processos e para que novas visões estratégicas sejam apresentadas, ampliando as chances de sucesso. Isso faz parte de criar um ambiente colaborativo e sustentável, tendo o funcionário como aliado nas estratégias de consolidação da sua empresa. Assim como o comportamento do consumidor mudou com a Era da Experiência, o modo como os novos profissionais enxergam a postura das empresas onde querem trabalhar também foi modificado. Eles exigem viver melhores experiências profissionais, analisam a coerência entre discurso e prática nas organizações e buscam oportunidades de crescimento ligadas às questões sociais mais urgentes. Sustentabilidade é uma delas. Essa é uma tendência de crescimento que não pode ser ignorada e que tem definido o futuro das organizações e os resultados positivos das organizações. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis

23 de novembro, 2020
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Engenharia e Sustentabilidade

Por Leo Cesar Melo * Criar soluções de engenharia por si só já é um grande desafio. Porém, o desafio se torna ainda maior quando se busca ter a sustentabilidade sempre como protagonista no desenvolvimento de soluções. Nesse sentido, as ações elaboradas pelas empresas de engenharia devem visar não apenas o seu fortalecimento, mas também da comunidade ao redor, além da preservação dos recursos naturais e a adoção da ética como guia para todas as ações e decisões. Ou seja, é preciso colocar a sustentabilidade na base da criação de seus projetos, visando o crescimento econômico aliado à preservação do meio ambiente e bem-estar da comunidade envolvida. Para isso, cada vez mais as novas tecnologias e processos aplicados pela engenharia devem caminhar nesse sentido, trazendo mais segurança para as pessoas, prevenindo riscos para os ecossistemas e otimizando custos, produtividade e necessidade de matéria-prima. É fato que não se pode mais ignorar a necessidade de, por exemplo, haver uma gestão eficiente dos resíduos e da água em toda a cadeia produtiva para minimizar os impactos ambientais. Essa compreensão tem levado a um processo de transição para um modelo de gestão permeado pela economia circular, que no Brasil vem evoluindo muito, ganhando mais adeptos. Como se percebe, o número de pessoas preocupadas em proteger a natureza não para de crescer, assim como a demanda por serviços e produtos com menor impacto ambiental. É nesse momento que as empresas guiadas por esse propósito se destacam e é justamente por isso que temos executado uma série de projetos para indústrias e setores de infraestrutura em que, mais do que ser economicamente viável, colocam a saúde do meio ambiente e das pessoas no cerne da engenharia. Que a sustentabilidade é pauta do mercado financeiro, sendo em muitos casos premissa para investidores, nós já sabemos. Mas, junto e melhor que isso, cresce de forma significativa o entendimento de que, para alcançar a sustentabilidade ambiental e a equidade social, não é necessário sacrificar a viabilidade econômica de um projeto. Sim, é possível adotar práticas responsáveis e levar em consideração a ética ambiental da comunidade onde a obra será desenvolvida. Isso não implica em abrir mão da lucratividade, reduzir danos aos bens naturais e os impactos ambientais que a atividade pode oferecer pode até mesmo ampliar margens e faturamento. O desenvolvimento econômico associado à preservação pode evitar prejuízos incalculáveis para o presente e para nossas próximas gerações. Somente com uma engenharia feita dessa forma é que poderemos construir um mundo melhor. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda

9 de novembro, 2020
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Aterro zero não é prioridade para quase 60%

Segundo pesquisa realizada recentemente pela Allonda sobre a gestão de resíduos sólidos, a prática do “Aterro Zero” não é uma meta para quase 60% das empresas. A ausência desse planejamento é maior entre as indústrias (28%), seguido de companhias de infraestrutura (16%) e de serviços (15%). O conceito “Aterro Zero” visa à destinação ambientalmente adequada e sustentável de todos os resíduos e rejeitos, evitando ao máximo o envio para aterros sanitários e foi desenvolvido pela Aliança Internacional Zero Waste (ZWIA). Para que empresas sejam consideradas bem-sucedidas na implementação do programa, é preciso desviar de aterros e incineradores mais de 90% dos seus resíduos. Para Renata Vaterkemper, head de Marketing e sustentabilidade da Allonda, um dos destaques desse levantamento sobre as questões relacionadas ao tema é o contraponto de que, para 48% das empresas que ainda não têm qualquer plano de implementação de um programa de "Aterro Zero", o gerenciamento de resíduos é classificado como uma demanda estratégica. "Através dos dados está claro que há, sim, um volume enorme de oportunidades para essas empresas ressignificarem seus resíduos. Digo isso especialmente pelo fato de que, ainda que haja muitos desafios a serem superados, 53% dos respondentes afirmam que o gerenciamento de resíduos já faz parte da estratégia de negócios dessas companhias", diz Renata. Realizada nos meses de maio e junho, a pesquisa ouviu 68 executivos em corporações de diferentes setores, como alimentos, bebidas, automotivo, farmacêutico, mineração, químico, petroquímico, agronegócio, entre outros. A pesquisa completa pode ser acessada no link http://bit.ly/ebook-residuos-industriais .

3 de agosto, 2020
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RESÍDUOS INDUSTRIAIS
79% das empresas não têm rastreamento

A empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis Allonda realizou a pesquisa de mercado "Gerenciamento de Resíduos Industriais: Desafios e Oportunidades", nos meses de maio e junho deste ano, junto a 68 executivos de corporações de setores como alimentos, bebidas, automotivo, farmacêutico, mineração, químico, petroquímico, agronegócio, entre outros. O levantamento apresenta, através de gráficos e análises, como as companhias (de pequeno, médio e grande portes) lidam atualmente com questões como metas de sustentabilidade, aterro zero e logística reversa, assim como os tipos de resíduos, destinações, tecnologias de rastreamento e fornecedores. A pesquisa indica que apenas quatro em cada dez empresas têm metas de aterro zero, 79% dos respondentes ainda não possui tecnologia de rastreamento de resíduos; em metade da amostra, logística reversa ainda não é uma realidade; e 56% das empresas afirmam que desperdício de matéria-prima, água e energia é a principal perda econômica no processo produtivo. "O resultado dessa sondagem apresenta detalhes sobre lacunas, especialmente do setor industrial. Através dos dados está claro que há, sim, um volume enorme de oportunidades para essas empresas ressignificarem seus resíduos. Digo isso especialmente pelo fato de que, ainda que haja muitos desafios a serem superados, 53% dos respondentes afirmam que o gerenciamento de resíduos já faz parte da estratégia de negócios dessas companhias", diz Renata Vaterkemper, head de marketing e sustentabilidade da Allonda. A pesquisa completa pode ser acessada neste link ( http://bit.ly/ebook-residuos-industriais ).

20 de julho, 2020