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RIO PINHEIROS

Software monitora equipamentos em obras

Software monitora equipamentos em obras

A corporação tem acesso ao desempenho de cada um dos automóveis para melhorar sua performance.

A empresa de engenharia Allonda desenvolveu software que monitora os caminhões e máquinas que operam em obras do projeto da Sabesp de despoluição do Rio Pinheiros. O dispositivo está instalado em cada um dos equipamentos das obras de esgotamento sanitário nas sub-bacias Cordeiro e Jaguaré e ajuda a reduzir custos operacionais, além de oferecer vantagens ao meio ambiente.

Leo Cesar Melo, CEO da Allonda, explica que, por meio de um software de sistema de identificação de motoristas via RFID, a corporação acessa diversas informações sobre o desempenho de cada um dos automóveis e, assim, tem condições de tomar as medidas necessárias para melhorar sua performance. "Conseguimos acompanhar em tempo real, no aplicativo ou plataforma web, de que forma o motorista está trabalhando, como está conduzindo o caminhão dentro da cidade, se respeita o limite de velocidade, dentre outros aspectos. informações que nos permitem estimular boas práticas de segurança do nosso pessoal, dos transeuntes e dos equipamentos", explica o CEO da Allonda. Os dados coletados podem indicar problemas mecânicos ou a necessidade de manutenção dos veículos, além alertar para o gasto desnecessário de combustível, por circular mais do que deveria ou por ficar parado com o motor ligado. A Allonda considera uma vantagem do ponto de vista ambiental, já que quanto menos tempo ligados, menor a emissão de gás carbono e, consequentemente, a poluição do ar.

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Artigo por Leo Cesar Melo Por Leo Cesar Melo * Tudo o que se produz causa algum impacto. Alimentos, roupas, eletrodomésticos, tudo, do essencial ao supérfluo, demanda exploração de recursos naturais como água, energia e solo. Caso não adotem soluções ambientais sustentáveis, algumas indústrias podem se tornar enormes poluidoras. A começar pela indústria petrolífera, que tem um alto potencial para acidentes ambientais de larga escala, se não houver o cuidado adequado. Além dos acidentes, há o impacto das operações, que acabam reverberando sobre ecossistemas marinhos e terrestres. Nesse setor, contar com projetos estruturados de tratamento de resíduos é fundamental para garantir a adequação à legislação e evitar emergências ambientais. Outro segmento que demanda cuidados e para o qual poucos atentam, é a indústria têxtil, ou a indústria da moda. Segundo a BBC, tecidos como malha e poliéster, que são os mais utilizados nesta indústria, além de demorar mais de 200 anos para se decompor, demandam 70 milhões de barris de petróleo todos os anos. E não pára por aí. Para o cultivo do algodão são necessárias substâncias que podem causar impacto no solo e na água. Dessa forma, a gestão hídrica e o uso racional de matéria-prima são fatores-chave para trazer sustentabilidade para esse mercado. Até mesmo a produção de alimentos pode ocasionar grandes impactos ambientais. As empresas de carnes e laticínios possuem alta emissão de gases do efeito estufa e, além disso, a criação de gado normalmente exige locais vastos e abertos, que acabam resultando em retirada da vegetação nativa. O consumo de água nessa indústria também é alto, o que traz para este mercado a necessidade de um enorme cuidado nas questões ambientais e de gerenciamento de água, efluentes e resíduos. Sem soluções ambientais responsáveis, essas indústrias podem causar impactos de muita relevância. A única maneira de mudar é inovando e investindo em sustentabilidade. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis

7 de março, 2022
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Por Leo Cesar Melo * A pior seca em 91 anos enfrentada por cinco estados brasileiros, entre eles São Paulo, de acordo com um comitê de órgãos do governo federal, fez com que fosse anunciado o alerta de emergência hídrica no país. Mas, além da falta de água nas torneiras de casa, do apontamento da estiagem como responsável pelo aumento da conta de luz e de colocar o país sob risco de apagão, acima de tudo é importante refletir sobre o mau uso que se faz da água. Há uma demanda crescente por esse bem natural e, com isso, uma degradação cada vez maior dos nossos recursos hídricos. Portanto, é indispensável que ações e novas técnicas de preservação ambiental, que possam reduzir ao máximo esses impactos, sejam tomadas urgentemente. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), até 2030 o planeta deve enfrentar um déficit de água de 40%. Uma das alternativas para reverter esse quadro é a captação e tratamento da água da chuva. Além de uma economia que pode chegar até 50% do consumo de água, tanto de uma residência como de uma indústria, a medida gera impactos positivos ao meio ambiente. Hoje, a engenharia oferece soluções para isso. Em um terminal portuário no Espírito Santo, por exemplo, projetamos e construímos uma Estação de Tratamento de Águas Pluviais (ETAP) em uma área de 110 hectares que já está operando com capacidade de 4 mil m³/h de tratamento. Isso equivale a quase duas piscinas olímpicas por hora. Projeto que pode ser adequado, de acordo com a necessidade de cada indústria, além de outros fatores. Cuidar da água está intimamente ligado à sustentabilidade, já que não há futuro sustentável se tivermos desabastecimento. Portanto, a afirmação "água é vida" resume bem o tom de conscientização que todos nós devemos ter. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis.

2 de julho, 2021
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Por Leo Cesar Melo * A água é um recurso natural muito valioso, não só para economia mundial como também para toda a sociedade civil. Cuidar da água está intimamente ligado à sustentabilidade, já que não há futuro sustentável se tivermos desabastecimento. A presença ou falta dela têm impactos sociais, ambientais e econômicos imensuráveis, por isso a necessidade urgente de medidas de preservação. Vivemos em um país em que 35 milhões de pessoas não possuem acesso à água potável e outros 100 milhões (quase metade da população) não têm o seu esgoto tratado. Isso tem um impacto gigantesco na qualidade de nossos rios e reservatórios e na oferta de água limpa, o que causa mais custos no tratamento e disponibilização para a população. Segundo cálculos do Ministério da Economia, até 2033 cerca de R$ 700 bilhões devem ser investidos para mudar esse panorama, graças ao novo marco legal do saneamento. A meta é nos próximos 12 anos universalizar o abastecimento de água e atender 90% dos brasileiros com esgotamento sanitário. Mas ampliar o acesso não pode ser a única frente de trabalho nessa jornada. Educar pessoas e empresas a transformar a sua relação com a água é outra demanda urgente. Por meio da redução do desperdício, o fim do descarte incorreto e uso racional, podemos criar uma nova era pautada pela sustentabilidade, que vai nos ajudar a garantir o futuro equilibrado de todas as nossas atividades. Afinal, não podemos nem sequer imaginar o quanto custaria a todos nós não ter mais acesso à água. Portanto, a afirmação "água é vida" resume bem o tom de conscientização que todos nós devemos ter. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com atuação em soluções sustentáveis

19 de abril, 2021
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A empresa de engenharia Allonda anunciou a emissão de debênture verde a partir de práticas relacionadas ao ESG (Environmental, Social and Governance). "Nosso propósito é transformar a engenharia através da sustentabilidade. A emissão a partir da metodologia dos Sustainability-Linked Bonds (SLB) vem como um reforço desse posicionamento, mas também como um compromisso para que tenhamos ações ainda mais alinhadas às práticas ESG em nossa atuação", explica Leo Cesar Melo, CEO da Allonda. Diferentemente dos green bonds - títulos para financiar projetos específicos com vantagens ambientais, a captação via sustainability-linked bonds está atrelada a objetivos gerais na área ambiental, social e de governança, o que exige muito mais das empresas. Para realizar a emissão a Allonda passou por avaliação de uma consultoria externa, onde os indicadores propostos foram analisados conforme critérios técnicos sobre o quanto são relevantes, mensuráveis, verificáveis e comparáveis com o mercado. A metodologia busca justamente medir o quão ambiciosas são as metas pactuadas e atreladas a debêntures. "Com o forte crescimento da companhia e endereçamento do seu posicionamento estratégico, além da primeira emissão estruturada, atrelamos tal emissão aos KPIs que já fazem parte dos pilares Ambiental, Social e de Governança, o que reforça o compromisso da Allonda com tais práticas e a prepara para o seu novo ciclo de investimentos, especialmente no segmento de saneamento”, disse Diego Motta, CFO da Allonda. Em 2020, a Allonda iniciou trabalho de reestruturação e organização para esse momento - a empresa preparou mais de 12 propostas de licitações, seja no formato de PPP ou Concessão Plena, mas grande parte das licitações foram suspensas. Os SLB são novidade no mundo e a Allonda se coloca entre as primeiras empresas no Brasil e América Latina a se tornarem aptas a emitir esse tipo de debênture. Atualmente, a Allonda realiza operações em seis estados brasileiros e na América Latina, com obras na Argentina e representação no Peru. "A emissão de debênture verde vem para alavancar a companhia para o reperfilamento da dívida e também para financiar o seu crescimento para este novo ciclo, ou seja, permitir que a Allonda faça maiores investimentos e cresça em setores onde estamos ampliando a nossa participação. E para suportar esse crescimento, conseguimos nos reunir aos principais parceiros financeiros e de relacionamento da companhia", finaliza Diego Motta.

11 de abril, 2021
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Desenvolvimento sustentável e bem-estar dos colaboradores

Por Leo Cesar Melo * A sustentabilidade busca o equilíbrio entre a realização de atividades econômicas, a preservação do meio ambiente e o bem-estar social. Ou seja, sem deixar de atender as necessidades da sociedade, devemos pensar o crescimento da nossa economia de maneira que os recursos naturais sejam utilizados com racionalidade. Esse trabalho só é possível se adotarmos novos comportamentos, que valem para a vida na esfera íntima e familiar e também para o convívio em sociedade, na rua e no trabalho. No ambiente corporativo, o desenvolvimento sustentável deve estar diretamente ligado às questões que envolvem o bem-estar dos colaboradores. Já que os pilares da sustentabilidade envolvem aspectos financeiros, sociais e ambientais. A adoção de uma gestão sustentável requer o investimento e a valorização do capital humano. Para isso, gestores devem reconhecer a necessidade de promover ações que incentivem o crescimento profissional, a busca por conhecimento e a coletividade no ambiente de trabalho. Quando as pessoas percebem que sua experiência e sugestões são consideradas, elas se sentem parte e isso pode contribuir para a melhoria nos processos e para que novas visões estratégicas sejam apresentadas, ampliando as chances de sucesso. Isso faz parte de criar um ambiente colaborativo e sustentável, tendo o funcionário como aliado nas estratégias de consolidação da sua empresa. Assim como o comportamento do consumidor mudou com a Era da Experiência, o modo como os novos profissionais enxergam a postura das empresas onde querem trabalhar também foi modificado. Eles exigem viver melhores experiências profissionais, analisam a coerência entre discurso e prática nas organizações e buscam oportunidades de crescimento ligadas às questões sociais mais urgentes. Sustentabilidade é uma delas. Essa é uma tendência de crescimento que não pode ser ignorada e que tem definido o futuro das organizações e os resultados positivos das organizações. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis

23 de novembro, 2020
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Engenharia e Sustentabilidade

Por Leo Cesar Melo * Criar soluções de engenharia por si só já é um grande desafio. Porém, o desafio se torna ainda maior quando se busca ter a sustentabilidade sempre como protagonista no desenvolvimento de soluções. Nesse sentido, as ações elaboradas pelas empresas de engenharia devem visar não apenas o seu fortalecimento, mas também da comunidade ao redor, além da preservação dos recursos naturais e a adoção da ética como guia para todas as ações e decisões. Ou seja, é preciso colocar a sustentabilidade na base da criação de seus projetos, visando o crescimento econômico aliado à preservação do meio ambiente e bem-estar da comunidade envolvida. Para isso, cada vez mais as novas tecnologias e processos aplicados pela engenharia devem caminhar nesse sentido, trazendo mais segurança para as pessoas, prevenindo riscos para os ecossistemas e otimizando custos, produtividade e necessidade de matéria-prima. É fato que não se pode mais ignorar a necessidade de, por exemplo, haver uma gestão eficiente dos resíduos e da água em toda a cadeia produtiva para minimizar os impactos ambientais. Essa compreensão tem levado a um processo de transição para um modelo de gestão permeado pela economia circular, que no Brasil vem evoluindo muito, ganhando mais adeptos. Como se percebe, o número de pessoas preocupadas em proteger a natureza não para de crescer, assim como a demanda por serviços e produtos com menor impacto ambiental. É nesse momento que as empresas guiadas por esse propósito se destacam e é justamente por isso que temos executado uma série de projetos para indústrias e setores de infraestrutura em que, mais do que ser economicamente viável, colocam a saúde do meio ambiente e das pessoas no cerne da engenharia. Que a sustentabilidade é pauta do mercado financeiro, sendo em muitos casos premissa para investidores, nós já sabemos. Mas, junto e melhor que isso, cresce de forma significativa o entendimento de que, para alcançar a sustentabilidade ambiental e a equidade social, não é necessário sacrificar a viabilidade econômica de um projeto. Sim, é possível adotar práticas responsáveis e levar em consideração a ética ambiental da comunidade onde a obra será desenvolvida. Isso não implica em abrir mão da lucratividade, reduzir danos aos bens naturais e os impactos ambientais que a atividade pode oferecer pode até mesmo ampliar margens e faturamento. O desenvolvimento econômico associado à preservação pode evitar prejuízos incalculáveis para o presente e para nossas próximas gerações. Somente com uma engenharia feita dessa forma é que poderemos construir um mundo melhor. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda

9 de novembro, 2020
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RESÍDUOS INDUSTRIAIS
79% das empresas não têm rastreamento

A empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis Allonda realizou a pesquisa de mercado "Gerenciamento de Resíduos Industriais: Desafios e Oportunidades", nos meses de maio e junho deste ano, junto a 68 executivos de corporações de setores como alimentos, bebidas, automotivo, farmacêutico, mineração, químico, petroquímico, agronegócio, entre outros. O levantamento apresenta, através de gráficos e análises, como as companhias (de pequeno, médio e grande portes) lidam atualmente com questões como metas de sustentabilidade, aterro zero e logística reversa, assim como os tipos de resíduos, destinações, tecnologias de rastreamento e fornecedores. A pesquisa indica que apenas quatro em cada dez empresas têm metas de aterro zero, 79% dos respondentes ainda não possui tecnologia de rastreamento de resíduos; em metade da amostra, logística reversa ainda não é uma realidade; e 56% das empresas afirmam que desperdício de matéria-prima, água e energia é a principal perda econômica no processo produtivo. "O resultado dessa sondagem apresenta detalhes sobre lacunas, especialmente do setor industrial. Através dos dados está claro que há, sim, um volume enorme de oportunidades para essas empresas ressignificarem seus resíduos. Digo isso especialmente pelo fato de que, ainda que haja muitos desafios a serem superados, 53% dos respondentes afirmam que o gerenciamento de resíduos já faz parte da estratégia de negócios dessas companhias", diz Renata Vaterkemper, head de marketing e sustentabilidade da Allonda. A pesquisa completa pode ser acessada neste link ( http://bit.ly/ebook-residuos-industriais ).

20 de julho, 2020