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CROMATOGRAFIA

Thermo Fisher doa equipamento para CTC/PUC-Rio

O Laboratório de Caracterização de Águas – Labáguas, do Departamento de Química do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), já conta para suas análises com os avançados recursos da Cromatografia de Íons de Alta Pressão (HPIC) do Integrion, equipamento lançado em 2016 pela empresa americana Thermo Fisher Scientific. A técnica de HPIC é bastante empregada na obtenção de informações quanto aos teores de íons como cloreto, fluoreto, nitratos, nitritos, dentre outros, presentes em determinadas amostras, oriundas de matrizes ambientais, como ar, água e solo, ou em matrizes de interesse da indústria de higiene, farmacêutica, alimentícia e do petróleo. De acordo com a professora Gisele Birman Tonietto, do Labáguas, que trabalha com Cromatografia de Íons desde 1996, “os benefícios em utilizar o Integrion são inúmeros, como robustez e economia no processo de fragmentação e avaliação dos íons. Pretendemos trazer agilidade e melhor sensibilidade nos métodos já implantados e utilizados em nossas pesquisas para a indústria do petróleo e para as análises atmosféricas e de águas em geral. É um verdadeiro salto tecnológico”. O Labáguas foi o laboratório representante da América Sul para realizar beta testes do Integrion. Com o fornecimento, a Thermo Fisher ganha um parceiro de excelência, onde serão desenvolvidas novas pesquisas, metodologias analíticas, aplicações específicas. Uma excelentre “carta de recomendação” de seu equipamento a novos clientes. Para o CTC/PUC-Rio, o ganho é concreto ao poder usufruir de um equipamento de última geração a custo zero, podendo desenvolver aplicações e gerar trabalhos científicos, beneficiando alunos, professores e a indústria em suas pesquisas.

O Laboratório de Caracterização de Águas – Labáguas, do Departamento de Química do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), já conta para suas análises com os avançados recursos da Cromatografia de Íons de Alta Pressão (HPIC) do Integrion, equipamento lançado em 2016 pela empresa americana Thermo Fisher Scientific. A técnica de HPIC é bastante empregada na obtenção de informações quanto aos teores de íons como cloreto, fluoreto, nitratos, nitritos, dentre outros, presentes em determinadas amostras, oriundas de matrizes ambientais, como ar, água e solo, ou em matrizes de interesse da indústria de higiene, farmacêutica, alimentícia e do petróleo.
 
De acordo com a professora Gisele Birman Tonietto, do Labáguas, que trabalha com Cromatografia de Íons desde 1996, “os benefícios em utilizar o Integrion são inúmeros, como robustez e economia no processo de fragmentação e avaliação dos íons. Pretendemos trazer agilidade e melhor sensibilidade nos métodos já implantados e utilizados em nossas pesquisas para a indústria do petróleo e para as análises atmosféricas e de águas em geral. É um verdadeiro salto tecnológico”. O Labáguas foi o laboratório representante da América Sul para realizar beta testes do Integrion.
 
Com o fornecimento, a Thermo Fisher ganha um parceiro de excelência, onde serão desenvolvidas novas pesquisas, metodologias analíticas, aplicações específicas. Uma excelentre “carta de recomendação” de seu equipamento a novos clientes. Para o CTC/PUC-Rio, o ganho é concreto ao poder usufruir de um equipamento de última geração a custo zero, podendo desenvolver aplicações e gerar trabalhos científicos, beneficiando alunos, professores e a indústria em suas pesquisas.
 

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URÂNIO
Taxas elevadas em poços no RJ

O Departamento de Química do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) desenvolveu o projeto “Poços da Serra”, com apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O estudo encontrou taxas de urânio 30 vezes mais altas do que o normal em amostras de água de poços artesianos profundos de municípios da Região Serrana do estado do Rio, como em São José do Vale do Rio Preto, Petrópolis, Teresópolis e Magé, entre outros. Segundo os resultados obtidos, apenas os poços profundos (maiores do que 80m) apresentam esse problema. Os poços mais rasos e minas d’água não registraram taxas elevadas de urânio nas amostras de água. Com o objetivo de conscientizar a população dessas localidades sobre a importância da contaminação, foram desenvolvidos o aplicativo “Poços da Serra” e o site www.pocosdaserra.com . Através destes canais de comunicação, a população pode se cadastrar e solicitar ao LabAguas análises grátis da água. A solicitação é válida somente para quem tiver poço(s) acima de 80m. O laboratório irá enviar, sem nenhum custo, o material necessário e todas as instruções para coleta da água e envio das amostras à PUC-Rio. Desde 2018, o LabAguas, coordenado pelo Prof. José Marcus Godoy, avalia a radioatividade em águas subterrâneas da região. A quantidade de urânio encontrada chegou a até 930 microgramas por litro d'água, quando o limite existente na legislação brasileira, que segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde, é de apenas 30 microgramas por litro d'água. "A causa é geológica: o urânio, presente nas rochas, se dissolve na água e, por ser um metal pesado, pode causar problemas no fígado", revela Godoy.

7 de dezembro, 2020
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ÁGUA PURA
P&G expande programa na Bahia

A P&G, em parceria com a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, anunciou a expansão do programa ‘Água Pura para Crianças’ para oito comunidades do extremo Sul da Bahia. Cerca de 1.700 pessoas de locais como São Benedito e Vale me Deus, dentre outras áreas já acessadas pelos diversos projetos sociais da Fibria, serão beneficiadas com acesso à água potável. “Temos em nosso DNA a inovação e a utilizamos em tudo o que fazemos, inclusive para melhorar a vida de comunidades inteiras pelo mundo que não possuem acesso a esse direito básico de todo cidadão, a água potável. Nosso objetivo é ajudar, principalmente, no desenvolvimento de crianças, oferecendo sachês de 4 gramas capazes de purificar, em apenas meia hora, 10 litros de água imprópria”, diz Valentina Menoni, Supervisora de Comunicação Corporativa da P&G. Iniciado em 2014 no Brasil, o programa já atende a mais de 36 mil pessoas nas comunidades ribeirinhas do Amazonas e no Vale do Jequitinhonha, possui previsão de atendimento a 860 pessoas apenas na primeira etapa da expansão. A Fibria contará agora com o ‘Água Pura Para Crianças’ entre os diversos projetos sociais que oferece, muitos dos quais voltados para educação, desenvolvimento e agricultura. A expectativa é purificar mais de 620 mil litros de água em um ano. Para que isso aconteça, a previsão é que a P&G incremente em, aproximadamente, 10% seus investimentos feitos no programa no Brasil.

29 de maio, 2018
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ÁGUA
Equipamentos monitoram qualidade no Rio

Quatro estações de monitoramento da qualidade da água acabam de ser instaladas nos municípios de Nova Friburgo (Rio Grande), São Fidélis (Rio Dois Rios) e Campos dos Goytacazes (Rio Muriaé e Rio Paraíba do Sul). Os equipamentos fazem parte de projeto-piloto do Intecral (Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável), parceria do Programa Rio Rural, da Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, com o governo da Alemanha. Os equipamentos, de alta precisão, são os primeiros no estado a funcionar totalmente de forma automatizada, além de fornecer dados mais complexos e em tempo real sobre a qualidade da água e pontos críticos de poluição. Há três anos, pesquisadores estrangeiros resolveram identificar gargalos produtivos no interior do Rio e propor soluções que respeitem o meio ambiente. No caso da água, a opção foi pela instalação das estações. Os equipamentos, que representam investimento de quase R$ 500 mil, foram desenvolvidos por empresas alemãs e doados ao governo do estado. As sondas instaladas nas regiões Serrana e Norte fluminense trabalham de forma avançada. Além dos dados básicos da água, elas obtêm outros doze tipos de indicadores, como nível de turbidez (água barrenta), carga de amônia (indicador de bactérias) e clorofila (sinalizador de poluição). “Quanto melhor a qualidade da água, menos se gasta para tratá-la. Esses dados poderão ser utilizados pelos órgãos gestores dos recursos hídricos, como os comitês de bacias hidrográficas, as concessionárias de água e poder público”, explica Juan Ramírez, pesquisador de Gestão de Recursos Hídricos da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia, na Alemanha. As estações funcionam através de sensores que realizam a medição dos indicadores e são encaixados em uma sonda, mergulhada na água. A sonda se liga a uma caixa receptora, em terra. Os fios da sonda são protegidos por uma tubulação de aço para evitar que sejam danificados. Os dados são atualizados de hora em hora e enviados, via Internet, até um software na Alemanha, que interpreta as informações e as transforma em relatórios que poderão ser acessados por qualquer interessado no assunto. “Isso é importante para o meio ambiente, porque teremos informações sempre em tempo real. Se houver poluição, temos que corrigí-la”, explica Peter Eichinger, engenheiro da empresa alemã responsável pela instalação dos equipamentos. Para o secretário estadual de Agricultura do Rio de Janeiro, Christino Áureo, as estações de monitoramento representam um marco na gestão racional do uso da água. “Elas permitem que estejamos na vanguarda do monitoramento hídrico, fortalecendo as ações de sustentabilidade”, afirma. O monitoramento inicialmente será realizado na Europa e, futuramente, no Brasil. A fabricante alemã Seba Hydrometrie também mantém estações de monitoramento da qualidade da água em países como China, Zâmbia e Arábia Saudita.

27 de julho, 2016
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RIO DE JANEIRO
Equipamentos vão monitorar qualidade da água

Os municípios fluminenses de Nova Friburgo, Cantagalo, São Fidélis, Campos dos Goytacazes e Italva ganharam equipamentos para monitorar a qualidade da água e dos sedimentos nas bacias do Baixo Paraíba do Sul e do Rio Dois Rios. As prefeituras têm parceria com a Agência da Bacia do Paraíba do Sul (Agevap) e comitês das bacias hidrográficas. Os aparelhos vão compor cinco estações automatizadas e somam investimentos de R$ 470 mil. Os equipamentos foram doados por instituições da Alemanha, participantes do Intecral – Projeto Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável do Rio de Janeiro, uma parceria do Rio Rural com três universidades (Colônia, Leipzig e Jena). O projeto tem ainda a participação da Emater-Rio e Pesagro-Rio (vinculadas à secretaria estadual de Agricultura e Pecuária do Rio de Janeiro) e oito pequenas empresas privadas alemãs, além de instituições de ensino e pesquisa estaduais e federais. As cinco unidades de monitoramento serão operadas pelos comitês de bacias hidrográficas e vão disponibilizar dados para a sociedade, permitindo a melhor gestão dos recursos hídricos.Os equipamentos, de última geração, vão disponibilizar dados de qualidade e quantidade hídrica que poderão ser utilizados para diversos estudos e direcionamento de ações. Estes dados serão públicos e abertos aos governos e a toda sociedade. Os equipamentos ficarão sob responsabilidade da concessionária Águas de Nova Friburgo e deverão ser instalados até o final deste segundo trimestre. O sistema de monitoramento estará interligado e integrado com o projeto do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, o “Siga Ceivap”.

16 de maio, 2016
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CIÊNCIA
Thermo Fisher inaugura CEC em São Paulo

A Thermo Fisher Scientific, empresa de produtos e soluções científicas, inaugurou, no dia 13 de agosto, o novo Customer Experience Center (CEC), localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo. No projeto, que tem área de 500 m2, a empresa investiu US$ 4 milhões em estrutura e tecnologia, com o objetivo de fortalecer a expansão da base de clientes da Companhia para a América Latina. O CEC conta com a atuação de 20 profissionais e a Thermo Fisher havia inaugurado, em abril deste ano, o seu último Centro, em Dubai. “A abertura desse novo CEC é um marco do nosso compromisso com a região”, afirmou Syed Jafry, Vice-Presidente e Presidente para Ásia-Pacífico e mercados emergentes da empresa. A expansão da Thermo Fisher visa atender ao crescimento da demanda na América Latina por avanços nas áreas de saúde, farmácia, biotecnologia, qualidade de água e ar, e segurança alimentar. “Agora podemos ofertar tecnologia e assessoria científica aos mercados aplicados, dando apoio aos clientes durante qualquer fase de seu processo de crescimento”, comentou Jafry. De acordo com Roberto Mendes, Presidente da Thermo Fisher Scientific para a América Latina, a inauguração do CEC reflete o grande ritmo de aquisições globais que a empresa manteve nos últimos cinco a dez anos. Com cinquenta mil funcionários e atuando em 50 países, a Companhia registrou receita global de US$ 17 bilhões em 2014. Deste total, a receita está dividida em 26% em soluções para ciências biológicas; 18% em instrumentos analíticos; 19 para diagnósticos especializados e 37% para serviços e produtos laboratoriais. Geograficamente, a receita está mais concentrada na América do Norte (51%), seguida pela Europa (27%), Ásia-Pacífico (18%) e América Latina, Oriente Médio e África (4%). E é nesta última região que Mendes diz que a empresa tem grande interesse de expansão. O novo CEC oferece oportunidades de treinamento e tecnologia, suporte de aplicações para uma gama de clientes laboratoriais, que incluem as áreas de saúde, farmacêutica, biofármacos, pesquisa e governamentais. O Centro contribuirá ainda com outros segmentos como segurança alimentar, óleo e gás e monitoramento ambiental. “Para cumprirmos nossa missão de fazer com que nossos clientes possam tornar o mundo mais saudável, mais limpo e mais seguro, disponibilizamos soluções inovadoras para os desafios mais difíceis que enfrentam atualmente” disse Mendes. O executivo afirma ter o orgulho de oferecer aos clientes o que há de mais moderno em life sciences, instrumentos analíticos, especialidades diagnósticas e produtos e soluções laboratoriais. No Brasil, a Thermo Fisher teve faturamento de US$ 160 milhões no ano passado - considerado bem significativo perto de outros países emergentes - , tem 330 funcionários e uma fábrica. A empresa atende aos mercados farmacêutico, saúde/diagnósticos, governo, segurança alimentar e saúde animal, mineração e energia. A Thermo Fischer possui 55 representantes de vendas e 81 distribuidores no Brasil que, segundo a empresa, passarão a ter uma presença mais ativa com o CEC. As principais marcas da Companhia são a Thermo Scientific, Applied Biosystems, Invitroogen, Fisher Scientific e Unit Lab Services.

18 de agosto, 2015