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VEÍCULOS ELÉTRICOS

Toyota investirá US$ 13,5 bilhões em baterias

Toyota investirá US$ 13,5 bilhões em baterias

Montadora pretende desenvolver baterias de estado sólido, com maior capacidade e que carregam mais rápido.

A Toyota Motor Corporation irá investir de US$ 13,5 bilhões no desenvolvimento e fornecimento de baterias e sistemas auxiliares de carregadores até 2030. A montadora pretende cortar o preço de suas baterias em 30% e, para atingir tal meta, vai replanejar a estrutura das células da bateria e os materiais usados na linha de produção. A Toyota foi a primeira a oferecer um carro híbrido — movido à gasolina e eletricidade — no mercado automobilístico, com o lançamento do Prius, em 1997.

O diretor-executivo de Tecnologia da Toyota, Masahiko Maeda, disse que o Toyota bZ4X — modelo SUV elétrico que deve ser lançado até 2025 — será o primeiro carro da montadora a apresentar redução de 30% no consumo de energia por quilômetro rodado. Para liderar o mercado, a Toyota pretende manufaturar em massa. Caso seja bem-sucedida, a estratégia pode significar uma drástica mudança para as montadoras: as baterias de estado sólido têm maior capacidade de armazenamento de energia e menor chance de pegar fogo, além de carregarem mais rápido.

Entretanto produzir este tipo de bateria é mais caro, pois o dispositivo precisa ser manufaturado e costuma rachar enquanto contrai e expande durante testes de uso. “Ainda estamos tentando encontrar os melhores materiais para produção”, disse o executivo. A Toyota afirmou que planejava usar baterias de estado sólido em veículos híbridos, como o Prius.

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VEÍCULOS ELÉTRICOS
Bateria promete carregar em cinco minutos

A israelense StoreDot disponibilizou a primeira geração de amostras de engenharia de bateria de carga de 5 minutos, o que representa um marco significativo para a empresa em sua missão de eliminar a ausência de alcance e carga de veículos elétricos (EVs), demonstrando a viabilidade comercial das baterias XFC (extremely fast loading – carregamento extremamente rápido) pela primeira vez por meio de uma célula de bateria de fator de forma pequeno. O primeiro lote de produção de células de amostra tem como objetivo mostrar a tecnologia para potenciais parceiros da indústria de EVs. Esta bateria de primeira geração foi usada para demonstrar a carga completa de um EV de duas rodas em apenas 5 minutos pela primeira vez, e pode oferecer carregamento ultrarrápido para uma série de outras indústrias, como drones comerciais e consumidores eletrônicos. As amostras de engenharia de primeira geração demonstram para fabricantes de equipamentos originais para veículos elétricos (EV OEMs) e fabricantes de baterias a substituição bem-sucedida de grafite no ânodo da célula usando nanopartículas de metalóide - um avanço importante na superação de grandes problemas de segurança, vida útil do ciclo da bateria e dilatação. As células de amostra foram produzidas pelo parceiro estratégico da StoreDot na China - EVE Energy Co., Ltd. Ao contrário das tecnologias concorrentes que exigem um gasto de capital significativo em equipamentos de fabricação personalizados, as baterias StoreDot XFC são projetadas para serem produzidas em linhas de produção de íons de lítio existentes em EVE Energy. As amostras estão em conformidade com a ONU 38.3, o que garante a segurança das baterias de íons de lítio durante o transporte. “A StoreDot continua a crescer cada vez mais à medida que nos aproximamos de tornar nossa visão de carregamento de 5 minutos de EVs uma realidade comercial. Nossa equipe de cientistas de ponta superou desafios inerentes ao XFC, como segurança, ciclo de vida e expansão, aproveitando materiais inovadores e design de células. É um marco importante, movendo o XFC pela primeira vez além da inovação no laboratório para um produto comercialmente viável para produção em larga escala. Isso abre caminho para o lançamento de nossa bateria de protótipo de ânodo dominante de silício de segunda geração para veículos elétricos ainda este ano”, diz Doron Myersdorf, CEO da StoreDot.

26 de janeiro, 2021
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VEÍCULOS
Corolla lança modelo híbrido flex

A Toyota anunciou que o Novo Corolla brasileiro será o primeiro veículo do mundo equipado com propulsão híbrida flex. Os estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex foram anunciados pela montadora em março de 2018, mas a confirmação de produção ocorreu só em dezembro do mesmo ano. O novo modelo marca um ciclo de evolução tecnológica no Brasil e está em linha com os propósitos do Programa Rota 2030 que busca, entre outros temas, estimular a produção de veículos mais eficientes. Veículo mais vendido em todo o mundo, o Corolla é o único a ter motor elétrico e outro de tecnologia flexfuel. O Novo Corolla, com essa motorização, será o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. O modelo será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou Nova Arquitetura Global da Toyota, em tradução para o português), que já equipa veículos da marca como o Prius, o SUV compacto C-HR e o sedã grande Camry. A nova geração do Corolla tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019. Para os mercados latino-americanos onde o veículo é exportado – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia – a Toyota planeja sua comercialização a partir do primeiro semestre de 2020. “Nos últimos 50 anos, o Corolla foi sinônimo de confiabilidade, segurança e qualidade. Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil. O Novo Corolla será produzido na fábrica de Indaiatuba (SP) da Toyota. A planta passa por modernizações e diversas melhorias em sua estrutura desde setembro de 2018. A Toyota investiu R$ 1 bilhão na unidade. A modernização da planta, que completou 20 anos de operação em 2018, está intimamente ligada ao compromisso da Toyota de produzir carros cada vez melhores e ao engajamento de toda a sua cadeia de valor. O anúncio e a confirmação do Corolla como o primeiro automóvel híbrido flex do mundo faz parte de um conjunto de esforços da Toyota no cumprimento de metas ambientais ambiciosas, previstas no seu Desafio Ambiental 2050. Este desafio visa neutralizar a emissão de CO2 até a metade do século em novos veículos, no ciclo de vida dos produtos e nas unidades industriais da Toyota de todo o mundo. Outras missões são a diminuição no consumo de água, incentivar a reciclagem e estabelecer uma sociedade que esteja em harmonia e preserve a natureza.

22 de abril, 2019
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MOBILIDADE URBANA
Furnas e COPPE desenvolvem ônibus híbrido

Furnas desenvolveu um ônibus movido a eletricidade e etanol em parceria om a COPPE UFRJ. Esse é o novo projeto que já inclui um veículo movido a eletricidade e hidrogênio e outro 100% a energia elétrica. A apresentação do protótipo de veículo híbrido aconteceu no último dia 9 de maio, em Brasília, durante o seminário internacional de Eletromobilidade Aplicada ao Transporte Público por Ônibus: Desafios, Benefícios e Oportunidades. Na ocasião, o Diretor de Novos Negócios e de Participações de Furnas, Claudio Semprine, comentou sobre as pretensões da companhia. “O maior desafio de Furnas é o desenvolvimento tecnológico. Nascemos para fomentar a tecnologia no país”, afirmou. O projeto teve custo inicial de R$ 1,5 milhão e tem como objetivo ampliar e fortalecer conhecimentos, além de aprimorar a capacidade técnica para compartilhar soluções em eletromobilidade nas cidades. O ônibus híbrido traz como diferencial a condição do sistema de passar da etapa inicial (cabeça de série) para tornar-se um lote pioneiro (pronto para circulação), com produção em escala. “Hoje acreditamos que o veículo híbrido a etanol teria capacidade de quebrar o paradigma e entrar no mercado. Um fator facilitador é que a cadeia produtiva do etanol já existe e está consolidada”, explicou Nelson de Araújo dos Santos, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Furnas. O ônibus possui 13 metros, piso totalmente baixo, ar-condicionado e três portas para corredor expresso, além de suspensão a ar e autonomia de 400 km para um ciclo urbano. A capacidade de abastecimento de 300 litros de etanol, com conexão bidirecional à rede elétrica, também reforça o conceito do protótipo, que permitirá boas performances com autonomia.

25 de maio, 2018
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PRÊMIO
Mirai, da Toyota, é eleito o carro mais “verde”

"Assim como o Prius mudou o mundo há quase 20 anos, o Mirai movido a hidrogênio está pronto para fazer história", disse Bill Fay, Vice-presidente da Toyota Division Group. "Com quase 500 km de autonomia por tanque, tempo de abastecimento menor que cinco minutos e emissões apenas de vapor de água, o Mirai está conduzindo o mundo para um futuro mais sustentável”, afirma. O Mirai disputou com outros oito modelos de automóveis. Para sua vitória foram levados em consideração fatores como emissões de poluentes, consumo de combustível e uso de tecnologias avançadas capazes de aumentar a responsabilidade ambiental do veículo. Todos os veículos – concorrentes em todas as categorias do prêmio – foram selecionados e votados por um júri internacional composto por 73 jornalistas automotivos de 23 países ao redor do mundo. O Mirai possui motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula de combustível a hidrogênio, localizada no centro do assoalho do veículo. É aí onde ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento. O veículo capta o oxigênio da atmosfera através da entrada de ar frontal, e o leva até à estação, onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Enquanto isso o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A partir de então, a energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.

29 de março, 2016
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LÍTIO
Itaipu faz parceria para produzir bateria nacional

A Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e a empresa inglesa Mira Limited assinaram acordo de cooperação global para desenvolver no Brasil, em apenas dois anos, a primeira bateria de íons de lítio com tecnologia nacional. A parceria tem como objetivo final a instalação de um centro de excelência para pesquisa de bateria de lítio, inédito no Brasil, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Inicialmente, já a partir da assinatura, nos primeiros três meses, serão feitos estudos de prospecção junto à indústria nacional, para definição do modelo de bateria que será adotado. A partir deste modelo, as empresas desenvolverão o primeiro protótipo, que poderá ser levado para produção em escala pela indústria nacional. “Hoje a bateria de lítio é usada principalmente em veículos e nas telecomunicações. Queremos desenvolver aqui no PTI uma bateria escalável, que poderá ser utilizada tanto em veículos elétricos como em sistemas de armazenamento de energia”, antecipou Margaret Groff, Diretora Financeira Executiva da Itaipu. Outra proposta é criar no Brasil uma rede de serviços de alta complexidade na área de bateria. “Porque hoje, se você compra uma bateria [de lítio] no exterior, muitas vezes tem que mandar esse produto para fazer manutenção fora do Brasil. Queremos prestar esses serviços aqui, e não no exterior”, reforçou. Margaret lembrou que a empresa já desenvolve estudos com outros modelos de baterias, como as de sódio e de chumbo-ácido, também para a aplicação em carros elétricos e em sistemas de armazenamento. “Agora, com a bateria de lítio, estamos escalando alguns degraus nesse desenvolvimento tecnológico.” Para o Diretor-Geral da Mira no Brasil, Armando Canales, a aproximação com a Itaipu foi natural. “Achamos que trabalhar em conjunto com Itaipu e o PTI, que são pioneiros no Brasil no desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos, e também na área de armazenamento de energia, representa o perfeito casamento de competências para a criação desse centro de excelências”. A Itaipu já desenvolve há mais de um ano o Programa de Mobilidade Inteligente (Mob-i). O programa conta com 28 carros elétricas nas cidades de Curitiba, Brasília e Foz do Iguaçu, eletropostos para abastecimento, além de utilizar a plataforma Mobi.me, aplicativo que fornece em tempo real indicadores como o dinheiro poupado em abastecimento, o CO2 que deixou de ser emitido na atmosfera e o número de quilômetros rodados.

1 de junho, 2015