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VEÍCULOS

Corolla lança modelo híbrido flex

A Toyota anunciou que o Novo Corolla brasileiro será o primeiro veículo do mundo equipado com propulsão híbrida flex. Os estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex foram anunciados pela montadora em março de 2018, mas a confirmação de produção ocorreu só em dezembro do mesmo ano. O novo modelo marca um ciclo de evolução tecnológica no Brasil e está em linha com os propósitos do Programa Rota 2030 que busca, entre outros temas, estimular a produção de veículos mais eficientes. Veículo mais vendido em todo o mundo, o Corolla é o único a ter motor elétrico e outro de tecnologia flexfuel. O Novo Corolla, com essa motorização, será o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. O modelo será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou Nova Arquitetura Global da Toyota, em tradução para o português), que já equipa veículos da marca como o Prius, o SUV compacto C-HR e o sedã grande Camry. A nova geração do Corolla tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019. Para os mercados latino-americanos onde o veículo é exportado – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia – a Toyota planeja sua comercialização a partir do primeiro semestre de 2020. “Nos últimos 50 anos, o Corolla foi sinônimo de confiabilidade, segurança e qualidade. Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil. O Novo Corolla será produzido na fábrica de Indaiatuba (SP) da Toyota. A planta passa por modernizações e diversas melhorias em sua estrutura desde setembro de 2018. A Toyota investiu R$ 1 bilhão na unidade. A modernização da planta, que completou 20 anos de operação em 2018, está intimamente ligada ao compromisso da Toyota de produzir carros cada vez melhores e ao engajamento de toda a sua cadeia de valor. O anúncio e a confirmação do Corolla como o primeiro automóvel híbrido flex do mundo faz parte de um conjunto de esforços da Toyota no cumprimento de metas ambientais ambiciosas, previstas no seu Desafio Ambiental 2050. Este desafio visa neutralizar a emissão de CO2 até a metade do século em novos veículos, no ciclo de vida dos produtos e nas unidades industriais da Toyota de todo o mundo. Outras missões são a diminuição no consumo de água, incentivar a reciclagem e estabelecer uma sociedade que esteja em harmonia e preserve a natureza.

A Toyota anunciou que o Novo Corolla brasileiro será o primeiro veículo do mundo equipado com propulsão híbrida flex. Os estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex foram anunciados pela montadora em março de 2018, mas a confirmação de produção ocorreu só em dezembro do mesmo ano. O novo modelo marca um ciclo de evolução tecnológica no Brasil e está em linha com os propósitos do Programa Rota 2030 que busca, entre outros temas, estimular a produção de veículos mais eficientes.
 
Veículo mais vendido em todo o mundo, o Corolla é o único a ter motor elétrico e outro de tecnologia flexfuel. O Novo Corolla, com essa motorização, será o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo. O modelo será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou Nova Arquitetura Global da Toyota, em tradução para o português), que já equipa veículos da marca como o Prius, o SUV compacto C-HR e o sedã grande Camry.
 
A nova geração do Corolla tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019. Para os mercados latino-americanos onde o veículo é exportado – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia – a Toyota planeja sua comercialização a partir do primeiro semestre de 2020. “Nos últimos 50 anos, o Corolla foi sinônimo de confiabilidade, segurança e qualidade. Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.
 
O Novo Corolla será produzido na fábrica de Indaiatuba (SP) da Toyota. A planta passa por modernizações e diversas melhorias em sua estrutura desde setembro de 2018. A Toyota investiu R$ 1 bilhão na unidade. A modernização da planta, que completou 20 anos de operação em 2018, está intimamente ligada ao compromisso da Toyota de produzir carros cada vez melhores e ao engajamento de toda a sua cadeia de valor. O anúncio e a confirmação do Corolla como o primeiro automóvel híbrido flex do mundo faz parte de um conjunto de esforços da Toyota no cumprimento de metas ambientais ambiciosas, previstas no seu Desafio Ambiental 2050. Este desafio visa neutralizar a emissão de CO2 até a metade do século em novos veículos, no ciclo de vida dos produtos e nas unidades industriais da Toyota de todo o mundo. Outras missões são a diminuição no consumo de água, incentivar a reciclagem e estabelecer uma sociedade que esteja em harmonia e preserve a natureza.

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MOBILIDADE URBANA
Furnas e COPPE desenvolvem ônibus híbrido

Furnas desenvolveu um ônibus movido a eletricidade e etanol em parceria om a COPPE UFRJ. Esse é o novo projeto que já inclui um veículo movido a eletricidade e hidrogênio e outro 100% a energia elétrica. A apresentação do protótipo de veículo híbrido aconteceu no último dia 9 de maio, em Brasília, durante o seminário internacional de Eletromobilidade Aplicada ao Transporte Público por Ônibus: Desafios, Benefícios e Oportunidades. Na ocasião, o Diretor de Novos Negócios e de Participações de Furnas, Claudio Semprine, comentou sobre as pretensões da companhia. “O maior desafio de Furnas é o desenvolvimento tecnológico. Nascemos para fomentar a tecnologia no país”, afirmou. O projeto teve custo inicial de R$ 1,5 milhão e tem como objetivo ampliar e fortalecer conhecimentos, além de aprimorar a capacidade técnica para compartilhar soluções em eletromobilidade nas cidades. O ônibus híbrido traz como diferencial a condição do sistema de passar da etapa inicial (cabeça de série) para tornar-se um lote pioneiro (pronto para circulação), com produção em escala. “Hoje acreditamos que o veículo híbrido a etanol teria capacidade de quebrar o paradigma e entrar no mercado. Um fator facilitador é que a cadeia produtiva do etanol já existe e está consolidada”, explicou Nelson de Araújo dos Santos, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Furnas. O ônibus possui 13 metros, piso totalmente baixo, ar-condicionado e três portas para corredor expresso, além de suspensão a ar e autonomia de 400 km para um ciclo urbano. A capacidade de abastecimento de 300 litros de etanol, com conexão bidirecional à rede elétrica, também reforça o conceito do protótipo, que permitirá boas performances com autonomia.

25 de maio, 2018
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ENERGIA LIMPA
WWF-Brasil lança estudo sobre carros elétricos

A WWF-Brasil acaba de lançar o estudo ‘O papel dos veículos elétricos na economia limpa’. Segundo o levantamento, automóveis elétricos – sejam eles 100% elétricos ou híbridos - são mais eficientes, econômicos e menos poluentes do que o modelo tradicional, com motor a combustão interna. “Por terem menos partes móveis e não sofrerem o desgaste causado pelo sistema de combustão, os carros elétricos geram cerca de 28% menos custos de manutenção”, comenta o analista de conservação do WWF-Brasil, Ricardo Fujii. “Além disso, ele é mais silencioso e possui mais torque que um veículo convencional, especialmente nas arrancadas”, acrescenta Fujii. O estudo também destaca que a adoção de veículos elétricos junto com o uso de etanol em veículos flex pode contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Na Europa, em especial França e Inglaterra, a venda de veículos à combustão não será mais permitida a partir de 2040, por causa da queima de combustíveis fósseis que geram os chamados gases de efeito estufa. Uma das análises citadas na publicação mostra que o aumento em 10% da frota de veículos elétricos no estado de São Paulo reduziria o total estadual de emissões em 1,3%, sem provocar impactos significativos na demanda por eletricidade (apenas 2% a mais). Em nível nacional, caso a circulação de veículos elétricos no Brasil alcance ¼ do total da frota de veículos de passeio até 2030, a redução de emissões seria de 30 milhões de toneladas de CO2. “Isso equivale a 2,5% da meta de emissões com a qual o Brasil se comprometeu no Acordo de Paris”, comenta o coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur. Atualmente, o Brasil enfrenta dois entraves para a adoção de veículos elétricos em sua frota - o alto custo de aquisição e a ausência de infraestrutura de recarga. “Com as condições atuais, os carros elétricos ou híbridos são inacessíveis para a maioria da população. A diminuição de encargos para produção e venda e a incorporação de outros benefícios pode alavancar o mercado de elétricos, promover novos negócios, incentivar a produção nacional e ainda beneficiar o clima do planeta”, conclui Nahur, lembrando que, hoje, veículos elétricos e híbridos estão isentos do rodízio em São Paulo. As vendas de veículos elétricos no mundo atingiram 750 mil unidades em 2016, sendo 336 mil novos carros na China (maior mercado), seguido pela Europa e Estados Unidos, com 215 mil e 160 mil veículos, respectivamente.

9 de novembro, 2017
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VEÍCULOS
Papa Francisco usa carro 100% elétrico

A consultoria alemã Wermuth Asset Management GmbH doou ao Papa Francisco um veículo 100% elétrico que o pontífice usará durante um ano. Além do veículo, o Papa recebeu quatro estudos sobre como transformar o Vaticano em um dos primeiros Estados do mundo a usar 100% de energias renováveis, em um ambiente com 100% da mobilidade livre de emissões, em um dos primeiros lugares a utilizar baterias de veículos elétricos para armazenamento de energia e em uma economia com investimentos alinhados aos objetivos da encíclica Laudato Si, a primeira na história da Igreja Católica a abordar questões ambientais. "O fato de o Papa começar a usar um carro 100% elétrico é uma ótima notícia, pois ele estabelece um exemplo a ser seguido por outros chefes de Estado e qualquer pessoa no mundo. O Papa está partindo do compartilhamento de uma visão de mundo, através da Laudato Si, para a implementação da encíclica", destacou Jochen Wermuth, Diretor de Investimentos da Wermuth Asset Management (WAM). O projeto-piloto e os estudos são endossados pela Right Now!, cujo objetivo é alinhar a missão social da igreja católica - como estabelecido em Laudato Si - com o conhecimento, a experiência e o vigor financeiro de empresários e investidores no domínio do investimento de impacto. "Com o projeto-piloto que inclui o veículo 100% elétrico usado pelo Papa, esperamos demonstrar que a mobilidade elétrica agora não é apenas boa para o meio ambiente, mas também é mais econômica em comparação com carros que usam motor a combustão", continua Wermuth. “Através do estudo apoiado pela The Mobility House sobre o uso de baterias de veículos elétricos para armazenamento de energia, vamos demonstrar como o Vaticano pode economizar com as baterias de carros elétricos fornecendo serviços de armazenamento de energia. Por último, mas não menos importante, com o estudo sobre como alinhar a capital do Vaticano com os objetivos da encíclica Laudato Si, vamos demonstrar que a descarbonização de um portfólio de investimentos não só reduz os riscos, mas também aumenta os retornos dentro da atual revolução verde que está acontecendo no setor industrial global. Isso permite levar adiante os objetivos do Laudato Si - redução da pobreza, redução do desemprego juvenil e redução das mudanças climáticas", completa.

3 de março, 2017
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PRÊMIO
Mirai, da Toyota, é eleito o carro mais “verde”

"Assim como o Prius mudou o mundo há quase 20 anos, o Mirai movido a hidrogênio está pronto para fazer história", disse Bill Fay, Vice-presidente da Toyota Division Group. "Com quase 500 km de autonomia por tanque, tempo de abastecimento menor que cinco minutos e emissões apenas de vapor de água, o Mirai está conduzindo o mundo para um futuro mais sustentável”, afirma. O Mirai disputou com outros oito modelos de automóveis. Para sua vitória foram levados em consideração fatores como emissões de poluentes, consumo de combustível e uso de tecnologias avançadas capazes de aumentar a responsabilidade ambiental do veículo. Todos os veículos – concorrentes em todas as categorias do prêmio – foram selecionados e votados por um júri internacional composto por 73 jornalistas automotivos de 23 países ao redor do mundo. O Mirai possui motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula de combustível a hidrogênio, localizada no centro do assoalho do veículo. É aí onde ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento. O veículo capta o oxigênio da atmosfera através da entrada de ar frontal, e o leva até à estação, onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Enquanto isso o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A partir de então, a energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.

29 de março, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Vestas investe R$ 100 milhões em fábrica no Ceará

Empresa do setor de energia eólica, a Vestas acaba de inaugurar uma fábrica na cidade de Aquiraz, Ceará, que produzirá hubs e nacelles V110-2.0MW e V110-2.2MW. A nova fábrica vai gerar mais de 500 postos de trabalho diretos e indiretos. O investimento no projeto foi de R$ 100 milhões. A produção da fábrica cearense deve atender ao mercado brasileiro, além de fornecer equipamento para países da América Latina. A unidade tem área total de 20 mil metros quadrados, conta com um centro de estoque e distribuição e também com uma unidade para capacitação de pessoas, onde profissionais do Brasil e de países vizinhos passarão por cursos e treinamentos. Atualmente, a empresa opera e mantém 13 parques eólicos no Brasil, como o da cidade de Xangri-lá (RS), que produz energia para a fábrica de automóveis da Honda, localizada em Sumaré (SP). “Com um dos melhores ventos do mundo, o Brasil é uma das grandes apostas da Vestas para os próximos anos. Aqui, o mercado de energia eólica tem um grande potencial de expansão. O plano de investimentos que acabamos de executar reforça nosso compromisso com o desenvolvimento do mercado de energia limpa no País”, destaca Rogério Zampronha, presidente da Vestas no Brasil. De origem dinamarquesa, a Vestas está no Brasil desde 2000, onde já possui 364 turbinas instaladas, o que representa uma capacidade total para gerar 713 MW de energia. Além disso, a companhia já tem 376 MW em contratos firmes, a serem entregues com unidades produzidas nesta fábrica.

27 de janeiro, 2016