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EFEITO ESTUFA

Unidade de abatimento de gases faz dez anos

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, completou dez anos de operação ininterrupta da unidade industrial de abatimento de gás de efeito estufa instalada no complexo industrial São Francisco, em Paulínia (SP). A empresa eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2 equivalente no período, o que corresponde a retirar de circulação uma frota da ordem de 10 milhões de veículos movidos a combustível fóssil. A unidade foi construída dentro do escopo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, do Protocolo de Kyoto. A fábrica elimina da atmosfera o óxido de nitrogênio (N2O), considerado um gás de efeito estufa. É o maior projeto da era Kyoto em funcionamento na América Latina, e está entre os dez maiores do mundo. O projeto contribui ainda para as metas de redução de emissões de carbono do Grupo Solvay e da indústria química brasileira. O Grupo Solvay fixou o objetivo global de até 2025 (tendo como base o ano de 2015), reduzir em 40% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa e ter 50% de seu faturamento associado a soluções sustentáveis. Em três anos, reduziu em 30% a intensidade das emissões, e as soluções sustentáveis já respondem por 43% do faturamento.

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, completou dez anos de operação ininterrupta da unidade industrial de abatimento de gás de efeito estufa instalada no complexo industrial São Francisco, em Paulínia (SP). A empresa eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2 equivalente no período, o que corresponde a retirar de circulação uma frota da ordem de 10 milhões de veículos movidos a combustível fóssil.
 
A unidade foi construída dentro do escopo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, do Protocolo de Kyoto. A fábrica elimina da atmosfera o óxido de nitrogênio (N2O), considerado um gás de efeito estufa. É o maior projeto da era Kyoto em funcionamento na América Latina, e está entre os dez maiores do mundo. O projeto contribui ainda para as metas de redução de emissões de carbono do Grupo Solvay e da indústria química brasileira.
 
O Grupo Solvay fixou o objetivo global de até 2025 (tendo como base o ano de 2015), reduzir em 40% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa e ter 50% de seu faturamento associado a soluções sustentáveis. Em três anos, reduziu em 30% a intensidade das emissões, e as soluções sustentáveis já respondem por 43% do faturamento.

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DIA DO MEIO AMBIENTE
A contribuição dos catalisadores para um futuro mais sustentável

Por Letícia Mendonça * O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de conscientizar toda a sociedade sobre o respeito e a importância em preservar todos os recursos naturais. Nessa jornada, a BASF sempre desempenhou papel de destaque no lançamento de soluções para o mercado. Um dos maiores exemplos dessas inovações são os catalisadores automotivos, os dispositivos mais importantes na redução de poluição já inventados. Graças a esses equipamentos, conseguimos contribuir para uma melhor qualidade do ar na maioria das cidades ao redor do mundo. Durante os anos 1970, a BASF foi pioneira no desenvolvimento do primeiro catalisador de “três vias” (TWC), dispositivo capaz de reduzir mais de 95% dos poluentes monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e óxidos de nitrogênio (NOx), produzidos para motores movidos a álcool, gasolina e diesel. O impacto dessa inovação foi tão grande que a companhia recebeu da ONU a Medalha de Honra pela Invenção Tecnológica da Década de 1980. Desde então, esses produtos já eliminaram mais de 1 bilhão de toneladas de poluentes no mundo, o que equivale à emissão de 19.334 voltas de caminhão em torno da terra. O tempo passou e, com ele, a BASF também não parou. Realizamos estudos periódicos sobre as emissões de poluentes e a atuação de nossas soluções comercializadas em todo o planeta. Dentre as nossas inovações mais recentes está o catalisador automotivo compacto de Conversão de Quatro vias, o EMPRO™ (FWC™) para veículos a gasolina. Além de converter os gases, esse dispositivo remove partículas nocivas dos gases de escape do motor. Também produzimos o catalisador de oxidação diesel (DOC), que remove monóxido de carbono, hidrocarbonetos e material particulado, o catalisador que reduz as emissões de material particulado (CSF), o catalisador de Redução Seletiva (SCR), que com o uso de uma solução em ureia (ARLA32), converte NOx (Óxido de Nitrogênio) em água e nitrogênio, além do catalisador AMOX, que remove o excesso de amônia e pode ser adaptado ao sistema SCR. Em 2020, a nossa unidade de Indaiatuba (SP) comemorou 20 anos como fabricante de catalisadores para motores a combustão de veículos para as principais montadoras da América do Sul. Desde a sua inauguração, a fábrica produziu mais de 20 milhões de dispositivos, que contribuíram para eliminar cerca de 38 milhões de toneladas de poluentes das emissões de automóveis, caminhões e motocicletas do Brasil e países vizinhos. A unidade também implementou o projeto Smart Reuse. Ao invés de utilizar água deionizada, isto é, aquela que tem todos os sais minerais removidos para ser utilizada em processos químicos, produzida para limpeza dos equipamentos, a BASF desenvolveu um sistema de recirculação que tornou possível reutilizar água de lavagem e economizá-la no processo. A partir disso foi possível assegurar menor geração de efluentes e a manutenção da qualidade do produto. A implementação deste projeto gerou redução de 17% no consumo absoluto de água de 2019 para 2020, ou seja, uma melhoria no desempenho ambiental e a otimização do uso de recursos naturais nos processos industriais. Com foco em sustentabilidade, um dos pilares da estratégia da BASF, a unidade de Indaiatuba também implementou no último ano o programa zero aterro, ou seja, todos os resíduos sólidos gerados no local são descartados com foco na busca por alternativas sustentáveis para evitar que sejam encaminhados a aterros. Ainda fomos pioneiros ao receber o certificado internacional com o selo “Zero Waste to Landfill” da Instituição global UL Environment, que atesta, por meio de auditoria, que a unidade não destina mais resíduos para aterros. Para a BASF, desenvolvimento sustentável significa a combinação de sucesso econômico orientado a longo prazo com proteção ambiental e responsabilidade social. Assim, acreditamos que a discussão sobre emissão de poluentes e contaminação do ar é imprescindível para um desenvolvimento sustentável das cidades e da sociedade. * Letícia Mendonça é Diretora da Unidade de Catalisadores da BASF para a América do Sul

5 de junho, 2021
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RHODIA
Planta que produz solvente sustentável

Empresa do Grupo Solvay, a Rhodia colocou em operação a segunda unidade voltada à produção exclusiva do solvente sustentável Augeo®, elevando a capacidade produtiva desse solvente para 20 mil toneladas por ano. A linha de produtos da marca é derivada de fonte renovável (glicerina) e tem foco na sustentabilidade e alto desempenho, além de ser composta por moléculas versáteis, com alto poder de solubilização e pouco odor. A linha de solventes Augeo® é toda patenteada internacionalmente, e utilizada principalmente nos mercados de bens de consumo, com destaque na linha de produtos destinados aos cuidados com a casa, como limpadores multiuso e nos aromatizadores de ambientes, e em itens de cuidados pessoais e fragrâncias. Outro segmento importante é o de limpeza industrial e institucional. O solvente tem obtido sucesso quando aplicado nos segmentos Agro e Petróleo e Gás e está presente, ainda, nos mercados de tintas e vernizes. A segunda planta da Rhodia está no complexo do Grupo Solvay, em Paulínia (SP), e já opera a plena carga e atende clientes de vários continentes. Atualmente, cerca de 80% da produção é exportado, com os Estados Unidos sendo o principal destino. O mercado norte-americano responde por mais de 30% das exportações, seguido por Europa, Ásia e América Latina. "As nossas equipes estão de parabéns por desenvolver esse projeto dentro do cronograma previsto, com total segurança e qualidade, em meio a um cenário desafiador de pandemia de COVID-19", disse Daniela Manique, presidente da Unidade Global de Negócios Coatis do Grupo Solvay e principal dirigente da companhia na América Latina. "A instalação dessa nova unidade produtiva consolida a vocação da empresa como polo de inovação sustentável para o Grupo Solvay, aproveitando o potencial de sustentabilidade oferecido pelo país".

6 de outubro, 2020
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Dilma anuncia meta de redução de 43% até 2030

A Presidente Dilma Rousseff anunciou metas para a redução de poluentes de 37% em 2025 e de 43% até 2030, tendo como ano-base 2005 – ano que, segundo especialistas, registrou um grande volume de emissão de poluentes. Com o anúncio, o Brasil é a primeira economia em desenvolvimento a determinar uma meta absoluta. As propostas apresentadas no evento sobre sustentabilidade realizado em Nova York, Estados Unidos, servem como ponto de partida para as negociações em dezembro durante a Conferência Global do Clima (COP 21). Entre 2005 e 2012, as emissões de gases de efeito estufa caíram cerca de 40% com a redução de 80% do desmatamento. Dilma afirmou que o Brasil manterá o “horizonte” de redução das emissões, mas que ”seria um esforço inédito” manter o ritmo. “O crescimento do PIB alimenta o crescimento de emissões”, justificou. O Governo brasileiro defende que países desenvolvidos adotem metas mais rígidas que os emergentes, por terem iniciado o processo de industrialização muito antes e, portanto, emitido mais poluentes. A ONU fixou prazo final para as nações apresentarem suas metas em 1º de outubro. Os Estados Unidos estipularam meta de 32% de redução até 2030; União Europeia e Rússia determinaram 40% e 30%, respectivamente, no prazo ; o Japão quer reduzir as emissões em 25,4% até 2030, enquanto a China quer atingir o pico de emissão até 2030. A expectativa brasileira é de que até 2030 a matriz energética brasileira tenha participação de 23% de fontes renováveis – excluída a hidrelétrica.

30 de setembro, 2015
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Países têm 100 dias para atender exigências de Kyoto

Parte dos países desenvolvidos, no âmbito do Protocolo de Kyoto, entram a partir de 10 de agosto de 2015, no período dos 100 últimos dias para corrigir suas falhas e atender às exigências para redução da emissão de gases do efeito estufa. Segundo análise preliminar, diversos desses países excederam suas metas – em relação às originais – o que demonstra que acordos de mudanças climáticas podem estimular a ambição de cada um ao longo do tempo. No dia 30 de setembro, a secretaria da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) publicará informações preliminares sobre a atual situação de emissão de gases de cada país. Entre 10 de agosto e 18 de novembro, as nações com limitação de emissões quantificadas e metas de redução do Protocolo poderão negociar ou adquirir com qualquer uma das partes, o que significa àqueles que possuem redução de emissões, certificados de redução de emissões, acordos entre as partes e remoção válidas para o primeiro período de compromisso do protocolo de Kyoto. Um bom resultado neste período pode acenar para um novo acordo entre governos a respeito de mudanças climáticas no encontro de dezembro em paris, França. O início do que é conhecido como o período de "true-up" foi possível quando, um mês antes do prazo oficial, o último relatório de avaliação anual do inventário de gases de efeito estufa das Partes individuais (GEE) foi publicado no site da UNFCCC. Para chegar a esse marco, durante uma década centenas de especialistas internacionais revisaram mais de 200 vezes as avaliações técnicas, coordenados pela secretaria do UNFCCC. "Esta verificação demonstra que as partes podem cumprir seus compromissos e conviver com processos de análise”, disse Donald Cooper, Coordenador do Programa de Análise e Mitigação de Dados da UNFCCC. Após o período de 100 dias, o secretariado da UNFCCC irá coordenar uma avaliação abrangente de conformidade que está prevista para ser concluída no início de 2016. Um relatório final será então publicado para cada parte que teve uma meta no primeiro período de compromisso.

12 de agosto, 2015
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SOLVAY
Inaugurado laboratório de biotecnologia

O Grupo Solvay inaugurou, dia 02 de junho, o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, em inglês) dentro do Centro de Pesquisas e Inovação de Paulínia. Com área de 600 m2, o IBL tem como objetivo ampliar o desenvolvimento de produtos ligados à química sustentável. O Diretor de Pesquisa e Inovação da Solvay para a América Latina, Thomas Canova, comentou que foram investidos US$ 4 milhões – entre equipamentos, pessoas e manutenção - no IBL e que a produção do laboratório irá depender da demanda dos clientes. “O IBL está sendo lançado com base no alinhamento de nossa estratégia de inovação com as oportunidades oferecidas pelo Brasil nessa área, em um cenário altamente cooperativo”, disse Canova. O IBL tem como foco pesquisas de novos processos e moléculas derivados da biomassa e a sua transformação em soluções inovadoras para atender a mercados de atuação da Solvay. O IBL é capaz de cobrir toda a cadeia de valor de biomassa, desde a sua caracterização até a etapa de obtenção de novas moléculas e soluções. “O Brasil é uma região privilegiada no mundo para o desenvolvimento de uma economia a partir de recursos renováveis. O país reúne todas as condições exigidas, como cadeias agrícolas competitivas e sólido conhecimento científico na área de biotecnologia, o que apoia nossas ambições em ampliar o portfólio de inovações com base em recursos renováveis”, disse Louis Neltner, Vice-Presidente de Pesquisa e Inovação do Grupo Solvay. O IBL trabalhará em parceria com unidades globais de negócios do Grupo Solvay, mais os 15 Centros de Pesquisa e Inovação, além de parcerias externas de P&I. O IBL já surge com projetos nas áreas de aromas e fragrâncias, materiais inorgânicos, surfactantes, solventes e derivados de celulose para atender as diversas demandas de atuação da empresa.

3 de junho, 2015