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PRÊMIO

Vale-Capes premia Ecologia e Conservação

A Vale e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, realizaram, em Brasília (DF), a entrega da quinta edição do Prêmio Vale-Capes de Tecnologia e Inovação (anteriormente chamado Vale-Capes Ciência e Sustentabilidade). Lançado em 2012, durante a Rio+20, a edição 2017 tem como tema ‘Ecologia e Conservação da Natureza, incluindo tecnologias socioambientais’. “A ideia principal que nos orientou para a mudança foi simplificar os processos de escolha dos premiados, pois antes tínhamos oito ganhadores nos quatro temas. Eram quatro dissertações de Mestrado e quatro teses de Doutorado, além das menções honrosas. Além disso, a Capes já tem o Prêmio de Teses que é muito parecido com a antiga versão do Vale-Capes", explica Sandoval Carneiro, especialista em Parcerias na Vale e diretor-executivo do Instituto Tecnológico Vale. O Vale-Capes 2017 tem duas categorias de premiação: Pesquisador Emérito e Jovem Pesquisador. Na categoria Pesquisador Emérito o agraciado foi o professor Jorge Rubio Rojas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), enquanto na categoria Jovem Pesquisador o vencedor foi Lucas William Mendes, da Universidade de São Paulo (USP). Para a escolha dos ganhadores, não foram avaliadas teses e dissertações, mas o conjunto da obra publicada, como artigos científicos, livros ou capítulos em livros, orientações em cursos de pós-graduação, participação em academias nacionais e internacionais, prêmios e registros de patentes. No caso da categoria Pesquisador Emérito, foi premiado aquele que contribuiu, por mais de 10 anos, com pesquisas na área de Ecologia e Conservação da Natureza. Para o Jovem Pesquisador, o prêmio foi concedido ao profissional, de até 35 anos de idade, que contribuiu para um produto ou processo inovador, também na mesma área de pesquisa. O ganhador na categoria Pesquisador Emérito receberá um auxílio de R$ 100 mil, concedido pela Vale, e poderá escolher entre uma bolsa na modalidade de Doutor Sênior, ou uma bolsa mensal equivalente ao Estágio Sênior, no exterior, no valor de 2.100 (dólares ou euros). Já o Jovem Pesquisador ganhará da Vale um auxílio de R$ 40 mil e uma bolsa de Doutor Pleno. As bolsas nos dois casos serão concedidas pela Capes.

A Vale e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, realizaram, em Brasília (DF), a entrega da quinta edição do Prêmio Vale-Capes de Tecnologia e Inovação (anteriormente chamado Vale-Capes Ciência e Sustentabilidade). 
 
Lançado em 2012, durante a Rio+20, a edição 2017 tem como tema ‘Ecologia e Conservação da Natureza, incluindo tecnologias socioambientais’. “A ideia principal que nos orientou para a mudança foi simplificar os processos de escolha dos premiados, pois antes tínhamos oito ganhadores nos quatro temas. Eram quatro dissertações de Mestrado e quatro teses de Doutorado, além das menções honrosas. Além disso, a Capes já tem o Prêmio de Teses que é muito parecido com a antiga versão do Vale-Capes", explica Sandoval Carneiro, especialista em Parcerias na Vale e diretor-executivo do Instituto Tecnológico Vale. 
 
O Vale-Capes 2017 tem duas categorias de premiação: Pesquisador Emérito e Jovem Pesquisador. Na categoria Pesquisador Emérito o agraciado foi o professor Jorge Rubio Rojas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), enquanto na categoria Jovem Pesquisador o vencedor foi Lucas William Mendes, da Universidade de São Paulo (USP). Para a escolha dos ganhadores, não foram avaliadas teses e dissertações, mas o conjunto da obra publicada, como artigos científicos, livros ou capítulos em livros, orientações em cursos de pós-graduação, participação em academias nacionais e internacionais, prêmios e registros de patentes.
 
No caso da categoria Pesquisador Emérito, foi premiado aquele que contribuiu, por mais de 10 anos, com pesquisas na área de Ecologia e Conservação da Natureza. Para o Jovem Pesquisador, o prêmio foi concedido ao profissional, de até 35 anos de idade, que contribuiu para um produto ou processo inovador, também na mesma área de pesquisa. O ganhador na categoria Pesquisador Emérito receberá um auxílio de R$ 100 mil, concedido pela Vale, e poderá escolher entre uma bolsa na modalidade de Doutor Sênior, ou uma bolsa mensal equivalente ao Estágio Sênior, no exterior, no valor de 2.100 (dólares ou euros). Já o Jovem Pesquisador ganhará da Vale um auxílio de R$ 40 mil e uma bolsa de Doutor Pleno. As bolsas nos dois casos serão concedidas pela Capes.

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PRÊMIO
Professor da Esalq é Destaque Ambiental

O professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do departamento de Ciências Florestais, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), recebeu o prêmio Destaque Ambiental - categoria Cidadão – entregue pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente. O prêmio reconheceu a contribuição do professor à cobertura urbana de Piracicaba. A outorga do prêmio Destaque Ambiental ao docente da Esalq representa o reconhecimento de sua inestimável contribuição ao município, à silvicultura urbana e à comunidade acadêmica decorrente de sua ampla experiência em ferramentas de diagnóstico de árvores e destacado trabalho científico desenvolvido como professor livre docente na USP e coordenador de diversos cursos na área de silvicultura urbana na Esalq. Demóstenes atua no curso de Engenharia Florestal da Esalq e no programa de Pós-graduação em Recursos Florestais, desenvolvendo produção científica, tecnológica e artístico-cultural relacionados à silvicultura urbana, desenho florestal urbano, florestas urbanas, arborização urbana, áreas de lazer, desenvolvimento urbano, paisagismo, videografia multiespectral, gestão da arborização urbana, manejo florestal urbano e tomografia de impulso para avaliação do risco de queda de árvores. "Acredito que esse prêmio mostra como a Universidade pública e o sistema de financiamento de pesquisa no estado de São Paulo em entidades como a Fapesp, podem ser efetivos na melhoria da qualidade de vida de seus moradores", declarou o docente. A iniciativa premiou também a Hyundai Motor Brasil, na categoria Empresa, a Aperp (Associação dos Pescadores Esportivos do Rio Piracicaba e Afluentes), na categoria Terceiro Setor e o Colégio Salesiano Dom Bosco São Mário, na categoria Instituição de Ensino.

15 de março, 2021
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PREMIAÇÃO
Legado Verdes do Cerrado é reconhecido

Projeto realizado pelo Instituto Educacional Tiradentes, de Niquelândia (GO), que conta com a parceria do Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, de propriedade da CBA (Companhia Brasileira de Alumínio), venceu a etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora, na categoria Ensino Profissional. O projeto vencedor foi “Campus Avançado de Agricultura Familiar”, classificado para a etapa regional do concurso e que poderá disputar o prêmio em âmbito nacional. O instituto fundou um campus agrícola no Distrito de Muquém, onde professores e alunos desenvolveram trabalhos de agroecologia e o curso técnico em Agropecuária, com disciplinas de empreendedorismo e cooperativismo. Além disso, o projeto criou a Cooperativa de Produtores Agroecológicos da Agricultura Familiar (Coopeag), com mais de 40 agricultores. “A única renda garantida de quem mora no Distrito de Muquém é durante a festa no Santuário de Nossa Senhora D’Abadia, nos meses de julho e agosto. Qualificar os jovens desse povoado é garantir novas oportunidades de trabalho e renda durante o ano todo”, explica o diretor do Instituto Tiradentes, Manoel Alves Gomes Júnior. O Legado Verdes do Cerrado é um dos principais parceiros do Instituto Educacional Tiradentes e oferece bolsas de estudo integrais para alunos carentes da região de Niquelândia, que fazem o curso de Técnico em Agropecuária. Os bolsistas trabalham no Campus Avançado de Agricultura Familiar e desenvolvem sistema de produção de frutas sintrópicas (cultivo de espécies arbóreas junto a culturas agrícolas, como verduras, legumes e frutas de ciclo curto) nas áreas do Núcleo Engenho, de propriedade do LVC. Eles pesquisam e ajudam no manejo do sistema agroflorestal. Além do Legado, são parceiros do Instituto Tiradentes a Smart Supermercados, STR Niquelândia, Federação dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar do Estado de Goiás (Fetaeg), Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FMDCA), Fundo de Parceria de Ecossistemas Críticos (CEPF), Instituto Internacional de Educação do Brasil e Secretaria Municipal de Assistência Social de Niquelândia.

11 de julho, 2019
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LEGADO VERDES
Aberto edital para pesquisa científica no Cerrado

O Legado Verdes do Cerrado em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) lançou edital onde pesquisadores doutores, que realizam trabalhos sobre a fauna e a flora do Cerrado, terão a oportunidade de aprimorar seus estudos. O edital vai selecionar especialistas interessados em executar projetos de conservação da natureza dentro do Legado, em Niquelândia (GO), uma das maiores áreas privadas de Cerrado conservado do país, de propriedade da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). As inscrições para o edital devem ser feitas até o dia 2 de julho por meio do site http://www.fapeg.go.gov.br/oppfapeg/#/chamadas , no qual consta o edital com os requisitos para submissão das propostas e o cronograma das etapas de seleção. O edital é aberto a pesquisadores com título obtido em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu recomendado pela Capes ou formalmente convalidado no Brasil, se obtido no exterior; residentes e domiciliados no Estado de Goiás; e com vínculo profissional com Instituições de Ensino Superior (IES) ou em Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) do Estado de Goiás. As propostas devem estar relacionadas a um dos três campos temáticos: levantamento da fauna e da flora local, elaboração de estudo da hidrografia e estudo do impacto ambiental das zonas de cultivo. Serão prioritários na seleção projetos que representem esforços de médio e longo prazo para atingir resultados duradouros na conservação dos habitats e espécies do Legado. O período de desenvolvimento das pesquisas deverá ser de 12 a 24 meses. As propostas aprovadas receberão apoio financeiro do Legado Verdes do Cerrado e da Fapeg. O resultado final será divulgado no dia 6 de setembro. “Investir em pesquisa científica e gerar conhecimento para a sociedade é o caminho para que a conservação do Cerrado e a produção responsável de alimentos prosperem de maneira harmoniosa”, afirma David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

25 de junho, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Novelis anuncia vencedores do 1º Prêmio

A Novelis anunciou os vencedores do 1º Prêmio Novelis de Sustentabilidade, uma iniciativa que homenageia projetos/ideias inovadoras, desenvolvidos por universitários e empreendedores, que exploram as diversas possibilidades de aplicação das chapas e folhas de alumínio, valorizando sua reciclabilidade. A entrega da premiação acontecerá dia 18 de novembro, na cidade de São Paulo. A edição contou com 99 projetos de participantes de todas as regiões brasileiras. Eunice Lima, Diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis, afirma que os trabalhos atenderam às expectativas da Empresa nos quesitos de criatividade e inovação. “É muito gratificante poder fomentar a criação de projetos originais de estudantes e profissionais que contribuem para o desenvolvimento de soluções e práticas sustentáveis”, destaca. Os três projetos vencedores – dois na modalidade Estudante e um na modalidade Empreendedor - foram analisados por duas comissões julgadoras sob a ótica do contexto para a criação da ideia e/ou projeto, inovação da proposta e originalidade, e aperfeiçoamento dos processos envolvidos, além de benefícios como economia potencial e/ou gerada, redução de impacto ambiental, maior ganho social e aplicabilidade em escala e uso. Os vencedores receberam troféus e premiação financeira de R$ 62 mil em certificados de barras de ouro para os participantes e docentes, além de equipamentos didáticos para a instituição de ensino representada pelos inscritos. Projetos Vencedores Na modalidade Estudante, o vencedor na “Categoria Inovação Sustentável” foi Matheus Narito Yoneoka, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com o projeto “Lixeira Sustentável – Uma solução inovadora para a reciclagem de latas de alumínio”. Com orientação da professora orientadora Rosimeire Sedrez Bitencourt, o projeto foi inscrito na Subcategoria de Logística Reversa e promove a reeducação da população para o descarte adequado do alumínio pós-consumo. Já na “Categoria Arte na Lata”, a ganhadora foi a aluna Thais Helena Behar Alem, do Instituto Europeo di Design, com o projeto “Chá Mego” que retratou, por meio da tecnologia de realidade aumentada, características da fauna a partir do tema Brasil Sustentável. Na Modalidade Empreendedor, a Categoria Inovação Sustentável foi para o projeto “i - Energy Sun BIKES”, inscrito na Subcategoria Transporte e Automotivo. Desenvolvido por Marcio de Andrade Batista, participante do Mato Grosso, a ideia tem como foco o uso do alumínio para o desenvolvimento de carregadores de energia solar para bicicletas destinados à recarga da bateria de celulares e smartphones. A Novelis premiou ainda, com menção honrosa, outros três projetos que se destacaram por sua singularidade e capacidade criativa, dos quais dois na Modalidade Estudante. De autoria de Ruver Silva Oliveira, Gustavo Randazzo e Wellington Raimundo de Oliveira e com orientação da professora orientadora Claudia Regina Jota Siqueira, da Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais, o projeto “CICLO – Vaso Sanitário Consciente” foi escolhido na Categoria Inovação Sustentável e Subcategoria Logística Reversa por aprimorar o conceito de sustentabilidade e economia atribuído ao vaso sanitário. O novo produto reduz a quantidade de água gasta em sua utilização e, por ser de alumínio, incentiva um ciclo de vida reciclável, tendo em vista os benefícios da aplicação deste metal como matéria-prima. Na Categoria Inovação Sustentável eSubcategoria Logística Reversa, o projeto “Plataforma Reversa”, desenvolvido pelos alunos Jeison Cechella da Silva e Túlio Krás Paulo Magnus, com orientação do professor Mario Ricardo Guadagnin, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, se destacou ao propor um aplicativo e website que auxilia pessoas, instituições e empresas a destinarem corretamente seus resíduos de forma inovadora. Na Modalidade Empreendedor, o trabalho que recebeu menção honrosa foi o GrWall, inscrito na Categoria Inovação Sustentávele Subcategoria Logística Reversa. Desenvolvido por Tifani Kiyomi Kuga, de São Paulo, a proposta de uma estrutura feita com chapas de alumínio busca viabilizar a construção da parede verde. Tudo isso porque as propriedades do metal foram consideradas ideais pelo empreendedor para a execução desse projeto, além de ser uma alternativa economicamente viável e ecologicamente correta. O 1º Prêmio Novelis de Sustentabilidade tem o apoio institucional da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (ABRALATAS), do Fórum de Governança e Sustentabilidade, da Fundação Dom Cabral e do Instituto Ethos.

4 de novembro, 2015
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PRÊMIO
Fundação Bunge premia trabalhos em meio ambiente

No último dia 30 de setembro ocorreu a entrega de prêmios da 60ª edição do Prêmio Fundação Bunge no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Os vencedores receberam quantias de R$ 150 mil e medalha de ouro (categoria Vida e Obra) e R$ 60 mil e medalha de prata (categoria Juventude). Para a categoria “Vida e Obra” foram escolhidos profissionais pelo conjunto de seus trabalhos realizados e na “Juventude”, jovens de até 35 anos que se destacaram em seus campos de atuação. A edição 2015 elegeu os temas “Recuperação de solos degradados para a agricultura” e “Saneamento básico e manejo de água” como guias da premiação. Os vencedores da 60ª edição foram na área de Ciências Agrárias – tema “Recuperação de solos degradados para a agricultura”, Marlene Cristina Alves na categoria Vida e Obra por diversos trabalhos com ênfase em conservação e recuperação de solos. Na categoria Juventude, o mineiro Diego Antonio França de Freitas por seu trabalho com ênfase em manejo e conservação do solo e da água. Na área de Ciências Biológicas, Ecológicas e da Saúde– tema “Saneamento básico e manejo de água”, o pernambucano José Fernando Thomé Jucá na categoria Vida e Obra, por sua contribuição em pesquisas sobre temas como: contaminação do subsolo, biodegradação de materiais orgânicos, geotecnia ambiental, bioenergia e resíduos sólidos urbanos, entre outros. Já Dulce Buchala Bicca Rodrigues foi agraciada na categoria Juventude por seus projetos de pesquisa sobre conservação do solo e recursos hídricos. Criado em 1955, o Prêmio Fundação Bunge tem como objetivo incentivar o conhecimento científico em diversas áreas, homenagear o poder transformador dos indivíduos na sociedade e estimular novos talentos. Os candidatos participantes não são inscritos, mas indicados por universidades e entidades culturais e científicas brasileiras. Uma Comissão Técnica composta por cinco membros em cada área de premiação, sendo um do exterior, seleciona os pesquisadores em cada ramo do conhecimento na categoria "Vida e Obra", indicando-os para a decisão do Grande Júri. No caso dos jovens talentos, a Comissão Técnica escolheu diretamente os homenageados do ano. O prêmio destaca a inovação incorporada nos projetos, que acabam beneficiando a sociedade brasileira e até outros países, que podem adotar iniciativas bem sucedidas aqui e que servem para outras sociedades.

5 de outubro, 2015