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PRÊMIO

Professor da Esalq é Destaque Ambiental

O professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do departamento de Ciências Florestais, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), recebeu o prêmio Destaque Ambiental - categoria Cidadão – entregue pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente. O prêmio reconheceu a contribuição do professor à cobertura urbana de Piracicaba. A outorga do prêmio Destaque Ambiental ao docente da Esalq representa o reconhecimento de sua inestimável contribuição ao município, à silvicultura urbana e à comunidade acadêmica decorrente de sua ampla experiência em ferramentas de diagnóstico de árvores e destacado trabalho científico desenvolvido como professor livre docente na USP e coordenador de diversos cursos na área de silvicultura urbana na Esalq. Demóstenes atua no curso de Engenharia Florestal da Esalq e no programa de Pós-graduação em Recursos Florestais, desenvolvendo produção científica, tecnológica e artístico-cultural relacionados à silvicultura urbana, desenho florestal urbano, florestas urbanas, arborização urbana, áreas de lazer, desenvolvimento urbano, paisagismo, videografia multiespectral, gestão da arborização urbana, manejo florestal urbano e tomografia de impulso para avaliação do risco de queda de árvores. "Acredito que esse prêmio mostra como a Universidade pública e o sistema de financiamento de pesquisa no estado de São Paulo em entidades como a Fapesp, podem ser efetivos na melhoria da qualidade de vida de seus moradores", declarou o docente. A iniciativa premiou também a Hyundai Motor Brasil, na categoria Empresa, a Aperp (Associação dos Pescadores Esportivos do Rio Piracicaba e Afluentes), na categoria Terceiro Setor e o Colégio Salesiano Dom Bosco São Mário, na categoria Instituição de Ensino.

O professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do departamento de Ciências Florestais, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), recebeu o prêmio Destaque Ambiental - categoria Cidadão – entregue pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente.

O prêmio reconheceu a contribuição do professor à cobertura urbana de Piracicaba. A outorga do prêmio Destaque Ambiental ao docente da Esalq representa o reconhecimento de sua inestimável contribuição ao município, à silvicultura urbana e à comunidade acadêmica decorrente de sua ampla experiência em ferramentas de diagnóstico de árvores e destacado trabalho científico desenvolvido como professor livre docente na USP e coordenador de diversos cursos na área de silvicultura urbana na Esalq.

Demóstenes atua no curso de Engenharia Florestal da Esalq e no programa de Pós-graduação em Recursos Florestais, desenvolvendo produção científica, tecnológica e artístico-cultural relacionados à silvicultura urbana, desenho florestal urbano, florestas urbanas, arborização urbana, áreas de lazer, desenvolvimento urbano, paisagismo, videografia multiespectral, gestão da arborização urbana, manejo florestal urbano e tomografia de impulso para avaliação do risco de queda de árvores. "Acredito que esse prêmio mostra como a Universidade pública e o sistema de financiamento de pesquisa no estado de São Paulo em entidades como a Fapesp, podem ser efetivos na melhoria da qualidade de vida de seus moradores", declarou o docente.

A iniciativa premiou também a Hyundai Motor Brasil, na categoria Empresa, a Aperp (Associação dos Pescadores Esportivos do Rio Piracicaba e Afluentes), na categoria Terceiro Setor e o Colégio Salesiano Dom Bosco São Mário, na categoria Instituição de Ensino.

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PRÊMIO
Vale-Capes premia Ecologia e Conservação

A Vale e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, realizaram, em Brasília (DF), a entrega da quinta edição do Prêmio Vale-Capes de Tecnologia e Inovação (anteriormente chamado Vale-Capes Ciência e Sustentabilidade). Lançado em 2012, durante a Rio+20, a edição 2017 tem como tema ‘Ecologia e Conservação da Natureza, incluindo tecnologias socioambientais’. “A ideia principal que nos orientou para a mudança foi simplificar os processos de escolha dos premiados, pois antes tínhamos oito ganhadores nos quatro temas. Eram quatro dissertações de Mestrado e quatro teses de Doutorado, além das menções honrosas. Além disso, a Capes já tem o Prêmio de Teses que é muito parecido com a antiga versão do Vale-Capes", explica Sandoval Carneiro, especialista em Parcerias na Vale e diretor-executivo do Instituto Tecnológico Vale. O Vale-Capes 2017 tem duas categorias de premiação: Pesquisador Emérito e Jovem Pesquisador. Na categoria Pesquisador Emérito o agraciado foi o professor Jorge Rubio Rojas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), enquanto na categoria Jovem Pesquisador o vencedor foi Lucas William Mendes, da Universidade de São Paulo (USP). Para a escolha dos ganhadores, não foram avaliadas teses e dissertações, mas o conjunto da obra publicada, como artigos científicos, livros ou capítulos em livros, orientações em cursos de pós-graduação, participação em academias nacionais e internacionais, prêmios e registros de patentes. No caso da categoria Pesquisador Emérito, foi premiado aquele que contribuiu, por mais de 10 anos, com pesquisas na área de Ecologia e Conservação da Natureza. Para o Jovem Pesquisador, o prêmio foi concedido ao profissional, de até 35 anos de idade, que contribuiu para um produto ou processo inovador, também na mesma área de pesquisa. O ganhador na categoria Pesquisador Emérito receberá um auxílio de R$ 100 mil, concedido pela Vale, e poderá escolher entre uma bolsa na modalidade de Doutor Sênior, ou uma bolsa mensal equivalente ao Estágio Sênior, no exterior, no valor de 2.100 (dólares ou euros). Já o Jovem Pesquisador ganhará da Vale um auxílio de R$ 40 mil e uma bolsa de Doutor Pleno. As bolsas nos dois casos serão concedidas pela Capes.

8 de janeiro, 2018
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TETRA PAK
Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental

O projeto ‘Cuidando do Futuro’ rendeu à Tetra Pak o Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental na categoria Responsabilidade Socioambiental. A cerimônia de premiação ocorreu dia 6 de junho, no auditório da Fiesp, em São Paulo. O projeto da Tetra Pak desenvolve líderes para administrar, deforma sustentável, cooperativas de catadores de materiais recicláveis em todo o Brasil. Com o auxílio de consultores especializados na formação de liderança corporativa, os participantes aprendem em reuniões desde o papel do gestor, até o processo de tomada de decisão em grupo e identificação de sucessores. O projeto já capacitou 105 lideranças de 23 cooperativas de 13 municípios de São Paulo desde 2014. "Inicialmente a ação foi criada para desenvolver lideranças nas cooperativas de catadores. Mas o projeto também eleva a autoestima dos cooperados e os motiva a assumirem posições de maior responsabilidade no dia-a-dia de trabalho. Além disso, por meio do 'Cuidando do Futuro' oferecemos uma contribuição para a vida destas pessoas”, afirmou Valéria Michel, Diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak. O Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental reconhece as empresas com melhores práticas em sustentabilidade empresarial, compromisso social e apoio às comunidades locais no estado de São Paulo. Desde 1995, mais de 450 projetos foram inscritos e 24 empresas premiadas nas categorias empresas industriais de micro ou pequeno porte, de médio ou grande porte e destaque em Responsabilidade Socioambiental.

14 de junho, 2017
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REMEDIAÇÃO DO SOLO
Estudo da Esalq e Unesp é premiado

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/Esalq) realizou estudo em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal que acabou premiado como melhor trabalho científico da Comissão de Poluição, Remediação do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas durante a 20ª Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da Água. Organizado pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, o encontro foi realizado entre 20 e 24 de novembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná. O estudo, sobre predição dos teores de cobre, zinco e chumbo no solo utilizando espectroscopia de reflectância difusa foi desenvolvido no Laboratório de Química do Solo (LQS), do Departamento de Ciência do Solo (LSO) da Esalq, e tem como autores o professor Luís Reynaldo Ferraciú Alleoni, do LSO, e os pesquisadores Livia Arantes Camargo , José Marques Júnior e Gener Tadeu Pereira , da Unesp Jaboticabal. A pesquisa teve ainda apoio da FAPESP e do CNPq. Segundo Alleoni, a determinação dos teores de elementos potencialmente tóxicos (EPTs) nos solos é necessária para avaliação de seus impactos ambientais. Além da extração química normalmente usada em laboratórios, o estudo avaliou técnicas mais baratas e que gerem menos resíduos, como a espectroscopia de reflectância difusa (ERD). “No laboratório, foram utilizadas a espectrometria de emissão ótica (ICP-OES) e a ERD para obtenção dos teores de cobre (Cu), chumbo (Pb) e zinco (Zn) em amostras de solos do Nordeste do Estado de São Paulo intensamente cultivados com cana-de-açúcar”, explicou o docente. Os valores verificados foram satisfatoriamente preditos pela espectroscopia de reflectância difusa, principalmente para Cu e Zn. “As técnicas de predição dos elementos potencialmente tóxicos apresentadas no trabalho podem auxiliar na obtenção de informações para fins de avaliações do risco de poluição e quanto às estratégias de remediações com baixo custo-benefício”, concluiu Alleoni. Os participantes do projeto buscam agora adaptações quanto aos preditores e estratégias de calibração dos modelos de predição dos teores de EPTs em solos mineralogicamente diferentes e/ou situados em variados modelos de paisagem.

16 de dezembro, 2016
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PRÊMIO
Fundação Toyota ganha REI 2016

Braço social da Toyota, a Fundação Toyota do Brasil conquistou o prêmio REI 2016 – Reconhecimento à Excelência e Inovação – na categoria Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental pelo projeto Ambientação. O anúncio foi feito no dia 15 de junho pela revista Automotive Business, após avaliação de 22 profissionais, que julgaram a ação como a mais importante na área de responsabilidade socioambiental entre os projetos inscritos. Desenvolvido desde 2008 em Indaiatuba (SP), o projeto Ambientação foi implantado recentemente em Sorocaba (SP) e Guaíba (RS). Ele desenvolve estudantes e comunidades usando ferramentas de solução de problemas socioambientais, com base em práticas industriais, o Toyota Business Practices . A metodologia pode ser aplicada em qualquer área. Entre os benefícios estão menor custo e economia de recursos naturais (energia elétrica e água) nas cidades onde a montadora atua. A ação já envolveu mais de 415 mil pessoas entre alunos, professores e servidores públicos. No último ano, as 46 escolas municipais de Indaiatuba reduziram em 25% o consumo de água. Já em Sorocaba (SP), servidores da prefeitura da cidade economizaram mais de três milhões de litros de água, registrando uma redução de R$ 722 mil para os cofres públicos da cidade. O zoológico da cidade, Quinzinho de Barros, diminuiu seus gastos pela metade, aplicando a metodologia no viveiro de mudas. Em Guaíba (RS), 18 escolas participantes registraram uma economia de 15% na energia e 34% em água, além de implantar 100% do gerenciamento de resíduos em todas as unidades. Desde 2011 a Toyota já contratou sete jovens participantes do projeto Ambientação para o programa Menor Aprendiz. “Antes mesmo desse período de estiagem, a Fundação Toyota vem colaborando com ações efetivas focadas na preservação dos recursos naturais, que estão escassos, por meio da educação de crianças e jovens, que se tornam agentes multiplicadores de práticas sustentáveis entre suas famílias e comunidades, ampliando a consciência ambiental de cada um”, explica Ricardo Bastos, Presidente da Fundação Toyota do Brasil. No fim de 2015, a Fundação Toyota do Brasil pela segunda vez consecutiva conquistou o Prêmio Top Car TV, premiação da televisão nacional voltada ao setor automotivo, na categoria “Melhor Ação de Responsabilidade Social”. Dessa vez por meio dos resultados positivos do projeto Ambientação.

30 de junho, 2016
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MÉRITO AMBIENTAL
Prêmio da Fiesp reconhece responsabilidade social

O Departamento de Meio Ambiente (DMA), em parceria com o Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Fiesp, adicionaram na edição 2016 do Prêmio Mérito Ambiental a categoria Destaque Responsabilidade Socioambiental – que vai homenagear projetos com foco social direcionados às comunidades locais e ao público interno da indústria. De acordo com Nelson Pereira dos Reis, Vice-presidente da Fiesp e Diretor titular do DMA, “a empresa, que além de buscar a sustentabilidade, no seu tripé ambiental, econômico e social, e acaba muitas vezes suprindo a falta de ações mais contundentes do setor público em favor da população do entorno da fábrica com ações nas áreas da saúde, educação e geração de renda, também precisa ser premiada”. Grácia Fragalá, Vice-presidente do Conselho de Responsabilidade Social (Consocial) e Diretora titular do Cores, destaca ainda que esta é uma grande oportunidade para as indústrias divulgarem suas ações sociais que impactam de forma tão positiva e profundamente a vida da comunidade do entorno e do seu público interno. Receberão o Destaque Responsabilidade Socioambientalaté dois projetos de empresas que implantarem ações de apoioàs comunidades locais com foco em: Educação, Cultura, Políticas Públicas, Geração de Renda e Capacitação e Responsabilidade Social Corporativa na cadeia de Valor. Os projetos para o Público interno serão avaliados por: Incentivo ao desenvolvimento profissional/pessoal por meio do acesso à formação e ao aperfeiçoamento continuado; - envolvimento dos funcionários em alguma ação social que ajude a melhorar as condições de vida de uma comunidade e/ou público; - engajamento para a sustentabilidade com orientação sobre questões sociais e ambientais e estímulo à adoção de uma nova postura; - qualidade de vida com ações e iniciativas que reduzam o estresse, os desagastes físico e emocional e melhorem a performance e a produtividade dos funcionários. Os trabalhos deverão ser entregues até 15 de abril de 2016. Maiores informações pelo site http://www.fiesp.com.br/meritoambiental . A premiação acontece em junho, durante a realização da Semana do Meio Ambiente.

1 de março, 2016
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GREEN TALENTS
Três brasileiros estão entre os vencedores

Paulo Tarso Sanches de Oliveira, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), Larissa Marchiori Pacheco, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, e Paula de Carvalho Machado Araújo, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) são os brasileiros vencedores do concurso “Green Talents - International Forum for High Potentials in Sustainable Development”, promovido pelo Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF, na sigla em alemão). Entre 550 candidatos de mais de noventa países, um júri selecionou 27 cientistas promissores, entre os quais os brasileiros. Os três destacaram-se com projetos nas áreas de hidrologia e ciência do solo, energia renovável e agropecuária. “Venho desenvolvendo pesquisas sobre processos hidrológicos junto ao Departamento de Hidráulica e Saneamento da EESC, utilizando vários dados hidrometeorológicos para desenvolver e melhorar modelos hidrológicos e de erosão do solo. Além disso, busco novos modelos de processos físicos sobre a infiltração de água no solo, evapotranspiração, interceptação e erosão para o Cerrado nativo e as principais culturas agrícolas encontradas na região”, explicou Oliveira. Paulo Tarso Sanches de Oliveira desenvolveu a pesquisa “ Modelagem dos processos hidrológicos na região de Cerrado ” com o apoio da Fapesp. O pesquisador se dedicou a ampliar a compreensão do Cerrado – área que corresponde a 22% do território brasileiro e fundamental para os recursos hídricos nacionais. Os resultados obtidos por Oliveira poderão subsidiar tomadas de decisão sobre o uso, a ocupação e a segurança hídrica da região. As brasileiras premiadas foram reconhecidas pelas suas pesquisas de mestrado: Larissa Pacheco na área de energia renovável e Paula Araújo em estratégias de manejo de pastagens em unidades familiares na região do médio Rio Solimões, na Amazônia Central. Os 27 vencedores do Green Talents foram homenageados no dia 30 de outubro em uma cerimônia de premiação em Berlim, Alemanha. Antes, participaram do Fórum Internacional para Iniciativas de Alto Potencial em Desenvolvimento Sustentável, duas semanas de interação com especialistas de instituições de pesquisa e empresas internacionais. Em 2016, os premiados retornam à Alemanha para uma estadia de pesquisa financiada pelo governo alemão em instituições que escolherem.

17 de novembro, 2015
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PRÊMIO
Fundação Bunge premia trabalhos em meio ambiente

No último dia 30 de setembro ocorreu a entrega de prêmios da 60ª edição do Prêmio Fundação Bunge no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Os vencedores receberam quantias de R$ 150 mil e medalha de ouro (categoria Vida e Obra) e R$ 60 mil e medalha de prata (categoria Juventude). Para a categoria “Vida e Obra” foram escolhidos profissionais pelo conjunto de seus trabalhos realizados e na “Juventude”, jovens de até 35 anos que se destacaram em seus campos de atuação. A edição 2015 elegeu os temas “Recuperação de solos degradados para a agricultura” e “Saneamento básico e manejo de água” como guias da premiação. Os vencedores da 60ª edição foram na área de Ciências Agrárias – tema “Recuperação de solos degradados para a agricultura”, Marlene Cristina Alves na categoria Vida e Obra por diversos trabalhos com ênfase em conservação e recuperação de solos. Na categoria Juventude, o mineiro Diego Antonio França de Freitas por seu trabalho com ênfase em manejo e conservação do solo e da água. Na área de Ciências Biológicas, Ecológicas e da Saúde– tema “Saneamento básico e manejo de água”, o pernambucano José Fernando Thomé Jucá na categoria Vida e Obra, por sua contribuição em pesquisas sobre temas como: contaminação do subsolo, biodegradação de materiais orgânicos, geotecnia ambiental, bioenergia e resíduos sólidos urbanos, entre outros. Já Dulce Buchala Bicca Rodrigues foi agraciada na categoria Juventude por seus projetos de pesquisa sobre conservação do solo e recursos hídricos. Criado em 1955, o Prêmio Fundação Bunge tem como objetivo incentivar o conhecimento científico em diversas áreas, homenagear o poder transformador dos indivíduos na sociedade e estimular novos talentos. Os candidatos participantes não são inscritos, mas indicados por universidades e entidades culturais e científicas brasileiras. Uma Comissão Técnica composta por cinco membros em cada área de premiação, sendo um do exterior, seleciona os pesquisadores em cada ramo do conhecimento na categoria "Vida e Obra", indicando-os para a decisão do Grande Júri. No caso dos jovens talentos, a Comissão Técnica escolheu diretamente os homenageados do ano. O prêmio destaca a inovação incorporada nos projetos, que acabam beneficiando a sociedade brasileira e até outros países, que podem adotar iniciativas bem sucedidas aqui e que servem para outras sociedades.

5 de outubro, 2015