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RIOS

VC participa de limpeza do Araguaia

A Votorantim Cimentos apoiou o Conselho Comunitário de Xambioá em uma ação de limpeza nas margens do Rio Araguaia. Alunos do Senai Tocantins que atuam na Votorantim Cimentos e outros voluntários auxiliaram membros do Conselho Comunitário de Xambioá a recolher lixo das margens do rio, além de plantar diversas mudas de espécies nativas. A participação dos Jovens Aprendizes integra as ações do projeto de responsabilidade social “Arborizando”, desenvolvido pela VC desde outubro de 2015. Funcionários da fábrica colaboraram também na limpeza do rio. A fábrica ainda doou sacos para recolhimento de lixo e placas de sinalização ambiental, que foram instaladas às margens do rio para conscientizar a população a não jogar lixo no local. “Já contávamos com vários voluntários, mas não imaginávamos que apareceriam outros. Além dos funcionários da VC participaram da ação alunos da Escola Municipal Dom Cornélio Chizzini e do Colégio Estadual Professora Juliana Barros, integrantes do projeto Xambiart, Secretaria Municipal de Saúde, Associação Comercial e Industrial de Xambioá (ACIX) e Colônia de Pescadores de Xambioá. Ao todo, limparam as águas do Araguaia cerca de 150 pessoas.

A Votorantim Cimentos apoiou o Conselho Comunitário de Xambioá em uma ação de limpeza nas margens do Rio Araguaia. Alunos do Senai Tocantins que atuam na Votorantim Cimentos e outros voluntários auxiliaram membros do Conselho Comunitário de Xambioá a recolher lixo das margens do rio, além de plantar diversas mudas de espécies nativas.

A participação dos Jovens Aprendizes integra as ações do projeto de responsabilidade social “Arborizando”, desenvolvido pela VC desde outubro de 2015. Funcionários da fábrica colaboraram também na limpeza do rio. A fábrica ainda doou sacos para recolhimento de lixo e placas de sinalização ambiental, que foram instaladas às margens do rio para conscientizar a população a não jogar lixo no local. “Já contávamos com vários voluntários, mas não imaginávamos que apareceriam outros.

Além dos funcionários da VC participaram da ação alunos da Escola Municipal Dom Cornélio Chizzini e do Colégio Estadual Professora Juliana Barros, integrantes do projeto Xambiart, Secretaria Municipal de Saúde, Associação Comercial e Industrial de Xambioá (ACIX) e Colônia de Pescadores de Xambioá. Ao todo, limparam as águas do Araguaia cerca de 150 pessoas.

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LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
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VOTORANTIM CIMENTOS
Fábrica de Xambioá tem prêmio ambiental

A fábrica de Xambioá (TO), da Votorantim Cimentos, recebeu, no mês de junho, o Troféu Responsabilidade Ambiental do Prêmio Mérito Ambiental do Tocantins 2018. A premiação é voltada a empresas, universidades e organizações não governamentais que desenvolvem iniciativas em prol da preservação e defesa do meio ambiente no Tocantins. Em 2017, a unidade da Votorantim Cimentos não destinou resíduos para aterro sanitário após a implantação de tecnologias que viabilizaram a alta produtividade industrial com significativos ganhos ambientais. O projeto de destinação dos resíduos internos, via coprocessamento, como medida que contribui para reduzir os volumes de resíduos depositados no ambiente e emissões de CO2, recebe o reconhecimento por ser uma solução sustentável de gestão de resíduos sólidos diante a um cenário desafiador. No Tocantins, apenas o aterro sanitário de Araguaína aceita resíduos de empresas privadas. A Votorantim Cimentos investiu R$ 200 mil para combater as dificuldades logísticas desde 2015 e coprocessa resíduos gerados internamente, incluindo materiais não-recicláveis e também contaminados, como combustível alternativo para seu forno de clínquer. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de equipamentos sujos de graxa e óleo e estopas, entre outros resíduos, geram energia, sendo que eventuais cinzas são incorporadas na estrutura cristalina do clínquer produzido na unidade. O procedimento conta com devido licenciamento e aprovação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). “O reconhecimento que recebemos com essa premiação demonstra a importância que a discussão sobre o tema de gestão de resíduos possui no âmbito estadual. Essa é uma questão que envolve uma mudança de postura da sociedade, tanto da população de forma geral, quanto das esferas pública e privada”, afirma o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020.

9 de julho, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Legado Verdes do Cerrado faz um ano

A contribuição com o reflorestamento de nascentes dos rios com mudas produzidas em viveiros e identificação das principais espécies florísticas do Cerrado foram alguns dos avanços conseguidos com o programa Legado Verdes do Cerrado, que está completando um ano, desenvolvido na única Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável da região Centro-Oeste, localizada em Niquelândia (GO), com 32 mil hectares, que é mantida e conservada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e gerido pela Reservas Votorantim, empresa encarregada de administrar os ativos ambientais da Votorantim S.A. Em um ano de atividades da reserva, as parcerias firmadas tornaram possível aprimorar as ações de conservação ambiental, além de fomentar a geração de conhecimento científico público. Entre as instituições parceiras, segundo a CBA, estão a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade de Brasília (UnB) e a unidade integrada Sesi-Senai de Niquelândia. “A troca de experiências e a soma de esforços possibilitam desenvolver ações que proporcionam vários benefícios. As parcerias firmadas geram conhecimento sobre a fauna e a flora locais, além de impulsionar a conscientização da sociedade, uma vez que as pesquisas realizadas se tornam públicas e podem ser consultadas para basear outras iniciativas em prol da proteção do meio ambiente”, disse David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

12 de abril, 2018
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COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos reduz emissões em TO

A Votorantim Cimentos adota, desde a inauguração de sua fábrica em Xambioá (TO), em 2010, o coprocessamento de resíduos para reduzir o passivo ambiental no aterro sanitário e as emissões de CO2. A medida consiste em substituir parte do combustível fóssil na fabricação de cimento. Com isso, a empresa consegue aproveitar moinhas de carvão de polos siderúrgicos que funcionam em Marabá (PA) e Açailândia (MA), localidades próximas a Xambioá para escoamento dos resíduos. A fábrica realiza coprocessamento também de produtos e resíduos gerados internamente, como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de graxa e óleo e estopas. Além da questão ambiental, o coprocessamento auxilia na eliminação de focos do mosquito da dengue, zika e chikungunya. Para contribuir para combater o mosquito, a fábrica de Xambioá está em fase final de licenciamento para coprocessar pneus picados. A unidade deve ainda coprocessar Revestimentos Gastos de Cubas (RGC), materiais gerados pela produção de alumínio que, por conterem elementos contaminantes, podem gerar passivo ambiental se descartados inadequadamente. A Votorantim Cimentos faz o coprocessamento de mais de 5 mil toneladas mensais de moinhas de carvão. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015. Em Xambioá, a fábrica estabeleceu para 2017 substituir 40% dos combustíveis fósseis por renováveis, meta que foi superada no mês de abril, quando a unidade obteve o percentual de 49,1% de substituição. Segundo o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini, para 2018 o percentual de substituição poderá ser ainda maior com o coprocessamento de biomassa. “O projeto envolverá o uso de uma variedade específica de cana de açúcar para alimentar o forno de cimento. Com isso, esperamos reduzir ainda mais o consumo de combustível fóssil, chegando bem próximo a uma produção ‘carbono-neutro’, ou seja, utilizando combustíveis renováveis na nossa matriz energética”, afirmou.

20 de junho, 2017
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CIMENTOS
Votorantim quer ampliar volume coprocessado

O Vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, acompanhou comitiva de representantes da Administração Regional de Sobradinho, da Fercal e também de membros do governo do Distrito Federal, e reuniu-se com os representantes da Votorantim Cimentos, na sede da fábrica em Sobradinho, no último dia 13 de abril. Na ocasião, Santana conheceu a tecnologia de coprocessamento utilizada na fábrica para substituir parte do combustível fóssil usado na produção de cimento. A medida contribui para reduzir as emissões de CO2 e o passivo ambiental, além de ajudar a eliminar focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, já que a fábrica coprocessa pneus, além de biomassas, como casca de arroz e cavaco de madeira. A fábrica de Sobradinho elimina atualmente 1.800 pneus de carros de passeio e outros 750 de caminhão Ao todo, são coprocessados por dia 36 toneladas de pneus, mas a capacidade é de coprocessar um volume ainda maior, de aproximadamente 130 toneladas. Para ampliar este volume, a Votorantim Cimentos aguarda autorização de órgãos competentes. Já de casca de arroz e cavaco de madeira, a fábrica coprocessa 85 toneladas por dia. “Atuamos sempre com transparência, por isso é tão importante obtermos essa autorização para ampliarmos a capacidade atual de coprocessamento, o que também permitirá coprocessar outros materiais. Já temos parcerias firmadas com órgãos federais e distritais, que são devidamente licenciados para destinar seus resíduos para nosso forno”, afirmou o Gerente-geral da Regional Centro-Norte da Votorantim Cimentos, Fábio Garcia. “O funcionamento de uma indústria como essa é como se fosse uma cidade e isso precisa ser valorizado. São essas empresas que geram um volume de recursos considerável que compõe o PIB do Distrito Federal. A fábrica demanda resíduos e nós queremos disponibilizar”, disse Renato Santana, Vice-governador do DF. Em Sobradinho, o cimento é fabricado de forma ecoeficiente desde 2004. O forno de cimento garante a total destruição térmica dos resíduos e a incorporação das cinzas no processo de fabricação, sem comprometer a qualidade do produto final. A Companhia tem como meta a utilização de 30% de combustíveis não-fósseis em suas plantas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015, em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. Outro objetivo é diminuir as emissões de CO2 por tonelada de cimentícios em 25% em comparação com os níveis registrados em 1990. Em 2015, a empresa já atingiu o índice de 22,6%.

20 de abril, 2016
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MATA CILIAR
Coca-Cola e “Dá Pé” querem restaurar margens do rio Una

O projeto Dá Pé e a Coca-Cola Brasil fecharam parceria para acelerar os resultados das colaborações feitas pelas pessoas na campanha de financiamento coletivo no site Kickante ( www.kickante.com.br ). A cada árvore doada pelas pessoas entre 18 de novembro e 19 de dezembro, a Coca-Cola Brasil doará outra ao programa. O Projeto Dá Pé é uma iniciativa do Um Pé de Quê? (programa criado e produzido pela Pindorama Filmes e Canal Futura), e da Fundação SOS Mata Atlântica, e tem como primeira meta plantar 20 mil árvores para restaurar 1,33 km da mata ciliar nas duas margens do Rio Una, um afluente do Rio Paraíba do Sul, que abastece os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.“Nosso objetivo com a parceria é mobilizar a sociedade em torno dessa causa tão importante. Acreditamos que ações como essa são instrumentos de gestão sustentável da água e impactam positivamente na quantidade e na qualidade da água nos rios, ao promover a recuperação das bacias”, afirma Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil. Com uma contribuição inicial de R$ 20, já é possível garantir o plantio de 1 árvore e sua manutenção por 5 anos. Até agora, a campanha já arrecadou 65% de sua meta de R$ 400 mil. “Ao criar e colaborar com ideias assim, as empresas e instituições estão estimulando na população a criação de uma consciência maior sobre a questão ambiental no Brasil”, finaliza a CEO da Kickante, Tahiana D’Egmont.

8 de dezembro, 2015
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COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos avança em Mato Grosso

A Votorantim Cimentos está substituindo combustíveis fósseis em sua fábrica de cimentos localizada nos distritos de Aguaçu e Nossa Senhora da Guia, no estado do Mato Grosso. Com uma produção de 1,2 milhão toneladas de cimento por ano, a fábrica realiza o coprocessamento de 20 mil toneladas de resíduos por mês, um volume com potencial para crescer a partir de novas parcerias com os setores público e privado. “É possível aprimorar o gerenciamento e a destinação de outros resíduos sólidos, como o lixo urbano. Estamos analisando alternativas que impulsionem ainda mais essas atividades e coloquem Cuiabá entre as cidades brasileiras que possui as melhores políticas de manejo de resíduos”, afirmou Edson Rodriguez, consultor de coprocessamento da Votorantim Cimentos. A atividade da Votorantim Cimentos já tem o aval da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). A empresa realizou testes de queima de resíduos, nos quais foram avaliadas as emissões atmosféricas geradas pela queima dos resíduos, além de estudos de viabilidade de queima e relatórios de testes para obter o licenciamento ambiental. A fábrica utiliza pneus picados, resíduos sólidos triturados, resíduos vegetais e materiais provenientes de atividade agrícola. Os materiais substituem parte do volume de combustível fóssil que alimenta o forno onde o calcário e a argila são transformados em clínquer, matéria-prima do cimento. Segundo o Gerente de fábrica da Votorantim Cimentos de Cuiabá, Murrib Moussa, ao investir na substituição de combustíveis fósseis com o uso de resíduos no forno de clínquer, a empresa ajuda a reduzir o passivo ambiental no município, diminuindo a quantidade de resíduos no aterro sanitário. A medida exerce também uma grande contribuição para melhorar a qualidade de vida da população, porque o lixo no aterro emite gases, como o metano, que são prejudiciais à saúde humana e aumentam o efeito estufa. “Como atuamos com responsabilidade ambiental, o coprocessamento está entre as práticas sustentáveis que consideramos essenciais em nossas operações, sem diminuir a qualidade de nossa produção, que se tornou mais limpa e competitiva”, disse Moussa. Além da fábrica de Cuiabá, a Votorantim Cimentos também realiza em Mato Grosso o coprocessamento de resíduos na fábrica de Nobres, localizada a 120 quilômetros da capital. Em 2014, os resíduos coprocessados pelas fábricas da Votorantim Cimentos representaram a eliminação de um passivo ambiental de 580 mil toneladas de resíduos, mais de um terço do total de 1,25 milhão de toneladas coprocessadas no País, segundo a ABCP - Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP). A empresa possui como meta de Ecoeficiência e Inovação utilizar 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. Atualmente, são 15 unidades que coprocessam resíduos, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal.

29 de outubro, 2015