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LIXO

Itaipu e Pescadores limpam balneário

Uma parceria entre profissionais da Itaipu e a Colônia de Pescadores de Santa Helena realizou um mutirão de limpeza no Balneário Terra das Águas, em Santa Helena. Cerca de 100 pescadores, em mais de 20 barcos coletaram nos braços do reservatório de Itaipu frascos, plásticos, latas, vidros, entre outros resíduos. O material recolhido será separado e enviado aos centros de reciclagem de Santa Helena e de Santa Terezinha de Itaipu. A atividade faz parte do circuito de limpeza do lago, que a Divisão de Reservatório da Itaipu realiza todo semestre, desde 2014, com cada uma das 10 colônias de pescadores associadas. Este é o quinto ciclo, que começou em agosto, e Santa Helena é a oitava cidade a participar. Os mutirões em Entre Rios do Oeste e São Miguel do Iguaçu, nas próximas semanas, vão completar o ciclo. No total, devem ser coletadas mais de 130 toneladas de lixo. Em Santa Helena, outras entidades integraram a atividade. Entre elas: a Força Verde, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Santa Helena, o Clube do Cavalo, Clube dos Trilheiros e as associações de Pesca Esportiva, além de acadêmicos do UTFPR. Uma escola municipal também levou os alunos para participar das atividades de educação ambiental.

Uma parceria entre profissionais da Itaipu e a Colônia de Pescadores de Santa Helena realizou um mutirão de limpeza no Balneário Terra das Águas, em Santa Helena. Cerca de 100 pescadores, em mais de 20 barcos coletaram nos braços do reservatório de Itaipu frascos, plásticos, latas, vidros, entre outros resíduos.

O material recolhido será separado e enviado aos centros de reciclagem de Santa Helena e de Santa Terezinha de Itaipu. A atividade faz parte do circuito de limpeza do lago, que a Divisão de Reservatório da Itaipu realiza todo semestre, desde 2014, com cada uma das 10 colônias de pescadores associadas.

Este é o quinto ciclo, que começou em agosto, e Santa Helena é a oitava cidade a participar. Os mutirões em Entre Rios do Oeste e São Miguel do Iguaçu, nas próximas semanas, vão completar o ciclo. No total, devem ser coletadas mais de 130 toneladas de lixo.

Em Santa Helena, outras entidades integraram a atividade. Entre elas: a Força Verde, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Santa Helena, o Clube do Cavalo, Clube dos Trilheiros e as associações de Pesca Esportiva, além de acadêmicos do UTFPR. Uma escola municipal também levou os alunos para participar das atividades de educação ambiental.

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COLETA SELETIVA
Paraná ganha unidade de reciclagem

A Itaipu Binacional, a Prefeitura de Guaraniaçu (PR) e o governo estadual, por meio do Instituto das Águas, investiram quase R$ 1,3 mil na implantação da Unidade de Valorização de Recicláveis (URV) no município do Oeste paranaense. A estrutura recém-inaugurada tem 386 m² e sede administrativa com escritório, refeitório, banheiro e vestiários, além de um caminhão e equipamentos. A unidade vai acomodar seis catadores que trabalham diretamente com a coleta seletiva no município. De acordo com a Divisão de Ação Ambiental de Itaipu, a associação processa mensalmente 15 toneladas de material reciclável, o que significa aproximadamente 24% do potencial de geração de recicláveis no município. A expectativa é que esse índice aumente com a melhoria na estrutura. A associação de catadores de Guaraniaçu atua desde 2005, foi reestruturada em 2017 e ganhou novo impulso neste ano de 2020, quando foi implantada a coleta seletiva no município, atendendo 100% da área urbana e parte da área rural (quatro das cinco comunidades mais próximas da sede). A renda média do catador no município é de R$ 1,3 mil por mês, podendo chegar a R$ 1,7 mil – dependendo da quantidade de material processado na unidade. Neste período de pandemia, o município apoia o grupo com a doação de cestas básicas. A Itaipu Binacional apoia associações e cooperativas de catadores em municípios na área de abrangência da usina com o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos. A companhia visa promover a cidadania por meio da inclusão social produtiva, com foco no manejo e destinação adequada para os resíduos sólidos recicláveis, além de incentivar o desenvolvimento territorial sustentável. A ação contribui para a qualidade da água e segurança hídrica do reservatório da usina e seus afluentes. Atualmente, a iniciativa atinge 55 municípios do Oeste do Paraná e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul. O apoio de Itaipu e parceiros permite a construção, reforma e ampliação de UVRs, aquisição de equipamentos e EPIs, compra de caminhões, assistência técnica, formação continuada e educação ambiental – entre outros. Em 2019, mais de 13 mil toneladas de materiais recicláveis foram processadas na região.

10 de agosto, 2020
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RECURSOS HÍDRICOS
Itaipu renova acordo com Unesco

A Itaipu renovou, por mais cinco anos, o memorando de entendimento que mantém com a Unesco em relação à cooperação técnica em ciência e água, incluindo o trabalho de parceria com o Centro de Hidroinformática Internacional (CIH). A renovação aconteceu no último 15 de junho e fecha uma série de compromissos da Itaipu em Paris, na França. Um dos pontos mais importantes foi a integração do lado paraguaio da usina à rede mundial de biosfera. O lado brasileiro já iniciou as tratativas para também aderir à plataforma. O CIH está em processo de reconhecimento como Centro de Categoria 2 da Unesco. Em 2016, obteve a chancela da Rede do Programa Hidrológico Internacional (PHI-Unesco). Os centros de categoria 2 não recebem recursos da Unesco, mas contribuem para o PHI principalmente por meio da partilha de conhecimentos, pesquisas e outras linhas de ação especializadas. No CIH, a principal contribuição se dá por meio de programas de capacitação, especialmente nos campos do geoprocessamento e geotecnologias. Com validade até 2022, o acordo permite o desenvolvimento e execução de ações nas áreas de ciências da água, o que inclui bacias hidrográficas e modelagem hidrológica, além de criar ferramentas para a gestão territorial e sistemas de monitoramento ambiental. Tudo com o apoio da Unesco. Segundo o diretor de Coordenação executiva da Itaipu, Pedro Domaniczky, a ratificação do acordo é de extrema importância porque o CHI representa uma ferramenta essencial de desenvolvimento regional, “colocando nossa tecnologia a serviço da comunidade”.

20 de junho, 2017
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APA
Ação do Inea retira 20 t de resíduos em Maricá

O Instituto Estadual do Ambiente (INEA), a Prefeitura de Maricá e a 6ª Unidade de Polícia Ambiental (UPAm) removeram cerca de 20 toneladas de resíduos lançados irregularmente na faixa de restinga da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, localizada entre a Praia da Barra e a Lagoa de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o gestor da Reserva Marinha Extrativista de Itaipu, administrada pelo INEA, Carlos Henrique Martins, a APA do município de Maricá merece atenção especial por possuir uma vegetação remanescente de restinga, localizada numa região desabitada que abriga espécies ameaçadas de extinção. “Estamos iniciando uma parceria com a Prefeitura de Maricá para intensificarmos as ações de fiscalização contra crimes ambientais nesta região”, afirmou Carlos Henrique, que suspeita que o descarte irregular seja feito por indústrias próximas da APA. A iniciativa contou com o apoio das secretarias municipais de Obras, Meio Ambiente e pela equipe do Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET), do INEA, além do auxílio de dois caminhões e uma retroescavadeira para dar destinação adequada aos resíduos encontrados. Ao todo os caminhões realizaram oito viagens para limpar a área de conservação. Entre os materiais encontrados havia muito entulho de construção civil, pneus, carcaças de carros e televisores. Segundo os fiscais de fiscalização do INEA, o lançamento de resíduos é proibido pela legislação ambiental, com o agravante de ocorrer em uma unidade de conservação da natureza. Caso seja pego em flagrante, o infrator está sujeito a multa e apreensão do veículo, além de ser conduzido para prestar esclarecimentos na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). A APA Maricá tem 970 hectares e abrange o sistema lagunar do município de Maricá, parte da restinga da região e a totalidade da Ilha do Cardoso.

1 de dezembro, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Itaipu e Justiça Federal estabelecem parceria

No dia 29 de janeiro passado, a Itaipu Binacional e a Justiça Federal do Sul do País, através do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que engloba os três estados do Sul, e os foros da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), Paraná (JFPR) e Rio Grande do Sul (JFRS), formalizaram um intercâmbio de experiências socioambientais entre as duas instituições, que desenvolverão em conjunto “ações e projetos na área da sustentabilidade, incluindo intercâmbio de experiências e conhecimentos referentes a práticas de gestão e políticas”. A validade é de um ano, podendo ser prorrogado por até cinco anos. O próximo passo será a definição dos representantes de cada instituição para, depois, determinar um plano de trabalho conjunto. A sustentabilidade socioambiental está na pauta da Justiça Federal dos três estados e da Itaipu Binacional. Em setembro de 2015, o tribunal recebeu o Selo A3P de Sustentabilidade na Administração Pública, concedido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A medida reconhece ações como a adoção dos processos eletrônicos, a utilização de lâmpadas econômicas e licitações sustentáveis. Itaipu, por sua vez, também dispõe do Programa Compras Sustentáveis, coordenado pela Diretoria Financeira, além do próprio Programa Cultivando Água Boa (CAB), premiado pela Organização das Nações Unidas como umas das mais importantes práticas de sustentabilidade do planeta.

1 de fevereiro, 2016
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ITAIPU
Cultivando Água Boa ganha novo prêmio

A Itaipu Binacional obteve o primeiro lugar no ranking das melhores práticas socioambientais no Prêmio Benchmarking 2015, com o programa Mais Peixes em Nossas Águas, uma das iniciativas do Cultivando Água Boa (CAB). A empresa concorreu com empresas como Petrobras, Ambev, Sabesp e Cargill. A banca de especialistas que analisa os cases não teve acesso ao nome das empresas. Apenas os projetos é que foram considerados. A gerente da Divisão de Reservatório (MARR.CD), Carla Canzi, e o engenheiro de aquicultura Celso Buglione Neto (também da MARR.CD), um dos responsáveis pela assistência técnica aos pescadores atendidos pelo programa, receberam o prêmio em São Paulo, no auditório do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Para Carla, a premiação reconhece e valoriza um projeto que contempla os três pilares da sustentabilidade: o social (pelo foco na inclusão de segmentos vulneráveis), o econômico (pela implementação de uma atividade produtiva e geradora de renda) e o ambiental (pelo estímulo à conservação dos estoques pesqueiros e pelos cuidados ambientais da atividade). O diretor de Coordenação, Nelton Friedrich, comemorou a conquista, lembrando que o país vive um momento histórico de valorização da produção pesqueira. “Pela quantidade de águas que o país possui, proporcionalmente, somos um dos países que menos produz peixes. Mas o Brasil está despertando para mais essa forma de produção de proteína e estão sendo criadas políticas públicas específicas”, disse Friedrich. O “Mais Peixes em Nossas Águas”, da Itaipu, beneficia famílias de pescadores artesanais, que passam a atuar como criadores de peixes, com uma renda mais estável, sem depender da pesca extrativa. O programa contribui também com a redução da pesca e a preservar a biodiversidade no reservatório da Itaipu. Um dos principais peixes criados em tanques-rede do programa é o pacu. Atualmente, o programa beneficia cerca de 850 pescadores associados (são 10 entidades de classe, sendo seis colônias e quatro associações profissionais) e 153 famílias de indígenas. Ao todo, o programa conta com 811 tanques-rede espalhados por 63 pontos-de-pesca licenciados junto aos órgãos ambientais. A produção anual é de 140 toneladas de pescado, o que significa 10% da produção atual do reservatório, com geração de renda declarada de R$ 750,00 por tanque-rede/ano. A expectativa é que a produção alcance 4.600 toneladas de peixes/ano, dentro das áreas já estabelecidas pelo zoneamento ambiental e que equivalem a menos de 0,01% da lâmina d’água do reservatório. Estevão Martins de Souza, presidente da Associação dos Pescadores e Piscicultores de Foz do Iguaçu, conta que, graças ao programa, deixou de ser apenas um pescador e se tornou aquicultor. “É um projeto que nos ajuda e nos leva a aprender, nos ensina uma nova forma de pensar. Somos gratos de fazer parte de tudo isso”, falou Estevão. O programa Cultivando Água Boa e suas ações já se destacaram em diversas edições do Benchmarking Ambiental Brasileiro: em 2014, o programa Coleta Solidária ficou entre as 20 melhores práticas socioambientais brasileiras; em 2013, o programa Sustentabilidade de Comunidades Indígenas ficou em segundo; em 2012, o CAB ficou em primeiro lugar no ranking Benchmarking da década, comemorando 10 anos do prêmio; em 2011, o programa Desenvolvimento Rural Sustentável ficou em primeiro lugar, posição que também foi conquistada pelo CAB em 2007.

7 de julho, 2015