Publicidade
INOVAÇÃO

Votorantim Metais apoia oito projetos de startups

A Votorantim Metais selecionou oito projetos de desenvolvimento de inovações tecnológicas para a indústria de mineração e metalurgia empreendidos por start up que integram o programa Mining Lab, para dar apoio financeiro. O programa foi lançado em novembro de 2016 e teve 115 projetos inscritos no total, nas áreas de nanotecnologia e energias renováveis. Desses, 18 projetos chegaram à etapa final de seleção, feita por uma banca examinadora. Depois disso, os candidatos participaram em um processo de imersão, a fim de melhor conhecer as atividades da empresa e compreender as áreas onde os projetos devem ser aplicados. Finalmente, as start ups apresentaram seus projetos para a banca examinadora, que se definiu pelos oito considerados melhores. Os vencedores contarão com apoio técnico da Votorantim Metais e serão acompanhados pela Fiemg e pela Techmall, aceleradora de start ups. A Votorantim Metais também anunciou que poderá investir no desenvolvimento das soluções e estabelecer parcerias para a busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das start ups. Os oito projetos vencedores, são: Fornecimento de Biometano para substituição do gás natural utilizado nas caldeiras da unidades de Juiz de Fora (MG) a partir de resíduos de caixas de gordura, da Ecoterra-Bio; Aumento do rendimento da recuperação das nanopartículas de zinco com uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacionasl, da Tau Flow Engenharia; Modelar e sijular o forno do óxido de zinco com o uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional, para identificar os fatores que geram as perdas do processo e propor soluções visando o aumento da eficiência energética, também da Tau Flow Engenharia; Geração de energia por meio de recuperação energética de resíduos ou biomassa, da Zeg Environmental; Retirada de íons metálicos para transformação em produtos, com o auxílio de ímã e sem a necessidade de acrescentar demais reagentes químicos, da nChemi Engenharia de Materiais; Tratamento de efluentes com alta concentração de sais minerais dissolvidos, proporcionando a sua recuperação e uso como fertilizante agrícola, da Ecosoluções; Tecnologia de pirólise rápida de biomassa para obtenção do bio-óleo para transformação em biomassa padronizada líquida, da Bioware – Desenvolvimento de Tecnologia de Energia e Meio Ambiente; e Desenvolvimento de novas tecnologias para a produção mais sustentável de biodíesel, da Bchem Solutions. De acordo com Rodrigo Gomes, Gerente de Inovação e Tecnologia da Votorantim Metais, “o Mining Lab nos colocou em contato com startups de diversos estados e confirmou que nosso modelo de inovação com abertura para novas ideias é o melhor atalho para a fronteira tecnológica. Tivemos 115 inscrições, um número acima do esperado para projetos em temas tão específicos”, afirma.

A Votorantim Metais selecionou oito projetos de desenvolvimento de inovações tecnológicas para a indústria de mineração e metalurgia empreendidos por start up que integram o programa Mining Lab, para dar apoio financeiro.

O programa foi lançado em novembro de 2016 e teve 115 projetos inscritos no total, nas áreas de nanotecnologia e energias renováveis. Desses, 18 projetos chegaram à etapa final de seleção, feita por uma banca examinadora. Depois disso, os candidatos participaram em um processo de imersão, a fim de melhor conhecer as atividades da empresa e compreender as áreas onde os projetos devem ser aplicados.

Finalmente, as start ups apresentaram seus projetos para a banca examinadora, que se definiu pelos oito considerados melhores. Os vencedores contarão com apoio técnico da Votorantim Metais e serão acompanhados pela Fiemg e pela Techmall, aceleradora de start ups. A Votorantim Metais também anunciou que poderá investir no desenvolvimento das soluções e estabelecer parcerias para a busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das start ups.

Os oito projetos vencedores, são: Fornecimento de Biometano para substituição do gás natural utilizado nas caldeiras da unidades de Juiz de Fora (MG) a partir de resíduos de caixas de gordura, da Ecoterra-Bio; Aumento do rendimento da recuperação das nanopartículas de zinco com uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacionasl, da Tau Flow Engenharia; Modelar e sijular o forno do óxido de zinco com o uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional, para identificar os fatores que geram as perdas do processo e propor soluções visando o aumento da eficiência energética, também da Tau Flow Engenharia; Geração de energia por meio de recuperação energética de resíduos ou biomassa, da Zeg Environmental; Retirada de íons metálicos para transformação em produtos, com o auxílio de ímã e sem a necessidade de acrescentar demais reagentes químicos, da nChemi Engenharia de Materiais; Tratamento de efluentes com alta concentração de sais minerais dissolvidos, proporcionando a sua recuperação e uso como fertilizante agrícola, da Ecosoluções; Tecnologia de pirólise rápida de biomassa para obtenção do bio-óleo para transformação em biomassa padronizada líquida, da Bioware – Desenvolvimento de Tecnologia de Energia e Meio Ambiente; e Desenvolvimento de novas tecnologias para a produção mais sustentável de biodíesel, da Bchem Solutions.

De acordo com Rodrigo Gomes, Gerente de Inovação e Tecnologia da Votorantim Metais, “o Mining Lab nos colocou em contato com startups de diversos estados e confirmou que nosso modelo de inovação com abertura para novas ideias é o melhor atalho para a fronteira tecnológica. Tivemos 115 inscrições, um número acima do esperado para projetos em temas tão específicos”, afirma.

Artigos Relacionados

Fundo Vale e Quintessa investem em floresta e clima
SUSTENTABILIDADE
Fundo Vale e Quintessa investem em floresta e clima

O Fundo Vale e o Quintessa, aceleradora de impacto, lançaram o programa Desafios Floresta & Clima - Edição Carbono, com o objetivo de acelerar até seis iniciativas inovadoras com potencial de gerar soluções para a cadeia de carbono florestal. O programa visa fomentar negócios de geração de carbono, que, na sua origem, conciliam a preservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável, a partir da geração de benefícios sociais às comunidades envolvidas com o projeto. As inscrições para o desafio devem ser feitas até 16 de fevereiro pelo site https://desafiosflorestaeclima.com.br/ . “O Fundo Vale busca colaborar com o fortalecimento do mercado de carbono florestal de alta integridade, que ajude a reduzir emissões de carbono, mas que, sobretudo, traga benefícios para quem vive da floresta e a ajuda a protegê-la, o que chamamos de Carbono de Impacto”, explica Gustavo Luz, gerente de Operações do Fundo Vale. O Fundo é responsável pela coordenação da Meta Florestal 2030 da Vale que tem como compromisso recuperar e proteger voluntariamente 500 mil hectares de florestas até 2030. As iniciativas selecionadas passarão por um programa de aceleração coordenado pelo Quintessa, com duração de seis meses. O programa proporcionará aos projetos selecionados o acompanhamento individual e personalizado, além de mentoria para apoiar os desafios estratégicos de cada negócio. Os projetos selecionados recebem um diagnóstico e o desenvolvimento do plano de aceleração, com base na metodologia do Quintessa, que já foi utilizada no impulsionamento de mais de 400 startups de impacto. Além disso, os negócios terão possibilidade de se apresentar para executivos do Fundo Vale, da Vale, parceiros estratégicos, investidores e apoiadores, e terão acesso à rede de mentores do Quintessa. Os desafios foram separados em dois eixos: Indireto, que se refere às soluções que atuem ao longo da cadeia agroflorestal, indiretamente impactando o carbono; e Direto, relacionado às soluções que tragam benefícios de forma direta ao mercado de carbono, desde a originação, nas diversas etapas do ciclo de desenvolvimento e monitoramento de um projeto. No eixo Indireto, o programa visa soluções de fornecimento de insumos para sistemas agroflorestais, formação técnica para atores da cadeia de carbono, garantia de posse e uso da terra e comercialização de produtos agroflorestais, enquanto no eixo Direto, à busca é por soluções de monitoramento de projetos de crédito de carbono, gestão de projetos de crédito de carbono, financiamento de projetos de crédito de carbono, acesso ao mercado de carbono e redução de risco de projetos de crédito de carbono. Mais detalhes sobre as soluções procuradas podem ser encontrados no site www.fundovale.org . Estão aptos para inscrições negócios em estágio inicial que precisam de apoio para validar suas primeiras aplicações, negócios maduros com soluções prontas e/ou com soluções a serem adaptadas/criadas que precisam de apoio para escalar. “Identificamos diversos e relevantes desafios na cadeia agroflorestal e cadeia de carbono. Dado que apenas esperar não é uma opção, a iniciativa se propõe a impulsionar aqueles que estão propondo soluções para eles. Optamos por uma metodologia personalizada para garantir a qualidade e assertividade na agregação de valor do programa para os empreendedores, que podem ter soluções e negócios em estágios mais iniciais ou avançados.” comenta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa. Para Gustavo Luz, do Fundo Vale, um dos grandes desafios para a larga escala é destravar gargalos estruturantes para a cadeia como um todo. “Ao enxergar o Brasil como potencial protagonista global em inovação e sustentabilidade, fomentar esses negócios, desde sua oxigenação, passando pela aceleração, até a entrega final, é parte fundamental do nosso propósito.”, explica Gustavo Luz.

9 de fevereiro, 2023
Saneamento Ambiental Logo
LOGÍSTICA REVERSA
Startup recolhe vidro para reciclagem

A startup Green Mining já recolheu volume superior a 100 toneladas de vidro em mais de 90 estabelecimentos nos bairros paulistanos da Vila Olímpia e Pinheiros. O material é enviado para reciclagem. "Os resíduos são recolhidos de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Todas as fases do processo são garantidas por um sistema de rastreabilidade que usa tecnologia Blockchain, criado pelos nossos sócios desenvolvedores com mais de 20 anos de experiência, permitindo localizar os principais pontos de maior geração de recicláveis para que possamos instalar uma operação de coleta eficiente", conta Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. Um dos principais pontos do projeto é a contratação formal de ex-catadores e registrá-los com carteira de trabalho assinada, garantindo-lhes todos os direitos legais e EPIs. Os trabalhadores são capacitados pelo programa "Reciclar para Capacitar, da Amlurb. "Os coletores uniformizados e empenhados retiram e levam as garrafas até o ponto de concentração. Quando se atinge um determinado volume, o vidro é levado direto à fábrica de vidros da própria cervejaria Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Todas as informações são registradas no aplicativo por cada coletor, gerando assim toda a rastreabilidade na cadeia de logística reversa", explica Rodrigo. A Green Mining é fruto do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "Com o Blockchain, garantimos a transparência da informação e, assim que iniciarmos a utilização dos triciclos elétricos, o conceito IoT será inserido em todo o processo para aprimorar o georreferenciamento", finaliza o CEO da Green Mining. Entre os estabelecimentos participantes estão o Pitico, Porto Luna, Unidos da Vila, Toca do Tatu, Frangaria, Santa Julia, Sky Hall, Sutton, Padaria Vitória Régia, Dois Irmãos, Garota da Vila, Olímpia Show e Flat Travel Inn.

11 de julho, 2019
Saneamento Ambiental Logo
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
AngloGold Ashanti apoia startup

A AngloGold Ashanti escolheu o assunto eficiência energética para apoiar o projeto-piloto da startup Green Fuel. O projeto entrou em fase de implementação no início de abril. “O uso intensivo de tecnologia é uma atividade crescente às empresas do setor mineral. Isso faz da inovação uma ferramenta de apoio para reduzir custos, ampliar produtividade e garantir maior longevidade e segurança às operações de maneira sustentável”, explica José Gregório da Mata Filho, consultor de Metalurgia na AngloGold Ashanti. O projeto da Green Fuel – Sistema de Otimização de Combustível e Emissão de Gases – usa célula de hidrogênio, instalada de forma autônoma e que produz sobre demanda com controle eletrônico instalado no equipamento. Nesta fase, estão sendo utilizados como protótipos uma carregadeira e um caminhão. “Esperamos obter os primeiros resultados dentro de uma a três semanas. Pelo nosso prognóstico, a redução no consumo de diesel nas máquinas será da ordem de 4%, além de diminuir a emissão de gases”, explica Roberto Sinai, diretor da startup. Além da diminuição do custo operacional, pela redução do consumo de combustível, “como a operação da mina é subterrânea, esperamos melhoria também nas condições operacionais, pela redução da concentração de poluentes nos gases emitidos pelos motores no interior da mina, além da diminuição da temperatura dos gases de escape”, avalia Sinai.

20 de maio, 2019
Saneamento Ambiental Logo
MRN
Territórios Sustentáveis é premiado

O programa Territórios Sustentáveis, que é patrocinado pela Mineração Rio do Norte (MRN), foi o vencedor do 1º Prêmio Estadual de Inovação da Indústria Mineral, iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e da Secretaria de Ciência Tecnologia e Educação Tecnológica do Estado do Pará (Sectet). O projeto foi apresentado durante a XIII FIPA (Feira da Indústria do Estado do Pará), que aconteceu entre os dias 3 e 6 de maio, em Belém (PA). O projeto recebeu o prêmio inovação. Iniciado em 2015 , o programa tem duração prevista de 15 anos e estimula a formação de cadeias produtivas, fortalece a administração pública e contribui para o exercício da cidadania, incentivando a participação da população nos conselhos municipais, apoiando comunidades e fornecendo suporte a associações. A MRN já investiu R$ 4,1 milhões no programa Territórios Sustentáveis. A primeira ação do programa foi a elaboração de diagnóstico que estabeleceu um horizonte de oportunidades e desafios para os três municípios. A equipe de Territórios Sustentáveis coletou dados em secretarias municipais, avaliou 64 associações e 18 conselhos nas três cidades atendidas. O programa também realizou diagnósticos das cadeias produtivas da madeira, castanha, copaíba, agricultura, turismo, pesca e pecuária. Outro avanço registrado no primeiro ano do programa foi um estudo do potencial de arrecadação das secretarias de Meio Ambiente por meio de convênios e adesão a programas governamentais. No ano passado houve treinamento em captação de recursos e elaboração de projetos para 350 lideranças da sociedade civil em Oriximiná, Terra Santa e Faro, além de suporte jurídico e contábil para 45 organizações locais e associações quilombolas para que essas entidades reconquistassem seu poder de representatividade. As revisões do Plano Diretor de Oriximiná e dos Códigos Tributários de Oriximiná e de Terra Santa contam com apoio do Territórios Sustentáveis. Com o auxílio do programa, Terra Santa foi inserido no Programa Municípios Verdes, que garante participação no ICMS Verde, iniciativa que compensa municípios que atingem bom desenvolvimento sustentável e investimento ambiental. Os novos prefeitos assinaram neste ano os termos de repactuação que simboliza o reconhecimento da importância do programa e o compromisso destes gestores com os objetivos do Territórios Sustentáveis. No início de abril, pontos de acesso gratuito a internet foram instalados em oito comunidades quilombolas do Alto Trombetas, em Oriximiná. Dentre as atividades previstas para este ano estão a assessoria para elaboração de planos de saneamento básico e do planejamento estratégico da gestão municipal em Oriximiná, Terra Santa e Faro. O programa Territórios Sustentáveis lançará em 2017 dois programas de estágio, um voltado exclusivamente para jovens de comunidades quilombolas, além de pontos de apoio que serão instalados nos três municípios atendidos. Também serão realizados cursos de celebração de convênios para os servidores das administrações municipais. O programa realizará uma agenda específica de ações de estímulo ao associativismo que inclui oficinas de empreendedorismo social e planejamento estratégico. As ações do Territórios Sustentáveis são realizadas por três Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação reconhecida em questões relacionadas à região amazônica: Agenda Pública, Equipe de Conservação da Amazônica (ECAM) e Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON). Maiores informações sobre o projeto no site www.territoriossustentaveis.org.br.&nbsp ;

15 de maio, 2017