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TECNOLOGIA

Vale investe em aço com baixo carbono

A Vale concluiu investimento de US$ 6 milhões na Boston Electrometallurgical Company para comprar participação minoritária e promover o desenvolvimento de uma tecnologia focada na descarbonização do aço. A Boston Metal tem uma base de acionistas diversificada que inclui fundos de venture capital, empresas de mineração e investidores privados. Fundada em 2012 por professores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Boston Metal é uma empresa pré-operacional com o objetivo de desenvolver uma tecnologia inovadora denominada Molten Oxide Electrolysis (MOE), que reduz óxidos metálicos como o minério de ferro com o uso de eletricidade. Este processo MOE possibilitará a transformação de minério de ferro para a produção de aço com emissão zero de CO2. Os valores captados pela Boston Metal serão usados para financiar o desenvolvimento da tecnologia. O investimento na Boston Metal está em linha com o pilar estratégico da Vale denominado "Novo Pacto com a Sociedade" da mineradora. A Vale está empenhada em liderar a transição para a mineração neutra em carbono e promover um portfólio de produtos de alta qualidade e tecnologias inovadoras para fornecer soluções de escopo 3.

A Vale concluiu investimento de US$ 6 milhões na Boston Electrometallurgical Company para comprar participação minoritária e promover o desenvolvimento de uma tecnologia focada na descarbonização do aço. A Boston Metal tem uma base de acionistas diversificada que inclui fundos de venture capital, empresas de mineração e investidores privados.

Fundada em 2012 por professores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Boston Metal é uma empresa pré-operacional com o objetivo de desenvolver uma tecnologia inovadora denominada Molten Oxide Electrolysis (MOE), que reduz óxidos metálicos como o minério de ferro com o uso de eletricidade. Este processo MOE possibilitará a transformação de minério de ferro para a produção de aço com emissão zero de CO2. Os valores captados pela Boston Metal serão usados para financiar o desenvolvimento da tecnologia.

O investimento na Boston Metal está em linha com o pilar estratégico da Vale denominado "Novo Pacto com a Sociedade" da mineradora. A Vale está empenhada em liderar a transição para a mineração neutra em carbono e promover um portfólio de produtos de alta qualidade e tecnologias inovadoras para fornecer soluções de escopo 3.

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SUSTENTABILIDADE
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O Fundo Vale e o Quintessa, aceleradora de impacto, lançaram o programa Desafios Floresta & Clima - Edição Carbono, com o objetivo de acelerar até seis iniciativas inovadoras com potencial de gerar soluções para a cadeia de carbono florestal. O programa visa fomentar negócios de geração de carbono, que, na sua origem, conciliam a preservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável, a partir da geração de benefícios sociais às comunidades envolvidas com o projeto. As inscrições para o desafio devem ser feitas até 16 de fevereiro pelo site https://desafiosflorestaeclima.com.br/ . “O Fundo Vale busca colaborar com o fortalecimento do mercado de carbono florestal de alta integridade, que ajude a reduzir emissões de carbono, mas que, sobretudo, traga benefícios para quem vive da floresta e a ajuda a protegê-la, o que chamamos de Carbono de Impacto”, explica Gustavo Luz, gerente de Operações do Fundo Vale. O Fundo é responsável pela coordenação da Meta Florestal 2030 da Vale que tem como compromisso recuperar e proteger voluntariamente 500 mil hectares de florestas até 2030. As iniciativas selecionadas passarão por um programa de aceleração coordenado pelo Quintessa, com duração de seis meses. O programa proporcionará aos projetos selecionados o acompanhamento individual e personalizado, além de mentoria para apoiar os desafios estratégicos de cada negócio. Os projetos selecionados recebem um diagnóstico e o desenvolvimento do plano de aceleração, com base na metodologia do Quintessa, que já foi utilizada no impulsionamento de mais de 400 startups de impacto. Além disso, os negócios terão possibilidade de se apresentar para executivos do Fundo Vale, da Vale, parceiros estratégicos, investidores e apoiadores, e terão acesso à rede de mentores do Quintessa. Os desafios foram separados em dois eixos: Indireto, que se refere às soluções que atuem ao longo da cadeia agroflorestal, indiretamente impactando o carbono; e Direto, relacionado às soluções que tragam benefícios de forma direta ao mercado de carbono, desde a originação, nas diversas etapas do ciclo de desenvolvimento e monitoramento de um projeto. No eixo Indireto, o programa visa soluções de fornecimento de insumos para sistemas agroflorestais, formação técnica para atores da cadeia de carbono, garantia de posse e uso da terra e comercialização de produtos agroflorestais, enquanto no eixo Direto, à busca é por soluções de monitoramento de projetos de crédito de carbono, gestão de projetos de crédito de carbono, financiamento de projetos de crédito de carbono, acesso ao mercado de carbono e redução de risco de projetos de crédito de carbono. Mais detalhes sobre as soluções procuradas podem ser encontrados no site www.fundovale.org . Estão aptos para inscrições negócios em estágio inicial que precisam de apoio para validar suas primeiras aplicações, negócios maduros com soluções prontas e/ou com soluções a serem adaptadas/criadas que precisam de apoio para escalar. “Identificamos diversos e relevantes desafios na cadeia agroflorestal e cadeia de carbono. Dado que apenas esperar não é uma opção, a iniciativa se propõe a impulsionar aqueles que estão propondo soluções para eles. Optamos por uma metodologia personalizada para garantir a qualidade e assertividade na agregação de valor do programa para os empreendedores, que podem ter soluções e negócios em estágios mais iniciais ou avançados.” comenta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa. Para Gustavo Luz, do Fundo Vale, um dos grandes desafios para a larga escala é destravar gargalos estruturantes para a cadeia como um todo. “Ao enxergar o Brasil como potencial protagonista global em inovação e sustentabilidade, fomentar esses negócios, desde sua oxigenação, passando pela aceleração, até a entrega final, é parte fundamental do nosso propósito.”, explica Gustavo Luz.

9 de fevereiro, 2023
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MEIO AMBIENTE
Ternium vai investir US$ 500 milhões

A Ternium anunciou investimentos de US$ 500 milhões em projetos e tecnologias ambientalmente corretas para suas plantas, principalmente nas localizadas no México, Argentina e Brasil. "Cuidar do meio ambiente é um aspecto fundamental das operações da Ternium. A indústria do aço, como muitas outras, tem direcionado cada vez mais recursos para melhorar sua pegada ambiental", disse o CEO da Ternium, Máximo Vedoya. Em 2019, a companhia destinou US$ 260 milhões em projetos relacionados ao meio ambiente e à eficiência energética em todas as suas instalações. O plano dos US$ 500 milhões deve ser implementado nos próximos sete anos. Os projetos terão como foco a redução de emissões, gestão de efluentes e gestão de materiais, principalmente nas plantas de Nuevo León, no México; San Nicolás de los Arroyos, na Argentina; e Santa Cruz, no Brasil. Entre os projetos que serão executados estão a construção de cúpulas e silos de matéria-prima na Usina Guerrero em San Nicolás de los Garza, Nuevo León; a modificação do Sistema Secundário de Aspiração da Aciaria de San Nicolás de los Arroyos, Argentina; e a baghouse - dispositivo para filtrar e remover partículas - na planta da Sinter no Brasil. A Ternium anunciou o plano de investimento ambiental em paralelo com o anúncio da sua Rota da Descarbonização, iniciativa com a qual pretende reduzir as suas emissões específicas de CO2 em 20% até 2030.

15 de março, 2021
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VALE
Nova empresa oferece soluções de baixo GEE

A Vale chegou a uma acordo não-vinculativo com a Kobe Steel, Ltd e Mitsui & Co., Ltd. para a criação de uma nova empresa – a NewVen, voltada ao fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo GEE para a indústria siderúrgica. Um período de avaliação já foi iniciado para aprofundar a colaboração e estimar a demanda do mercado pelas várias soluções existentes e novas para a produção de aço antes de um acordo final para a criação da NewVen. A Vale informa que as metas declaradas de emissões de escopo 1 e 2 para 2030 demonstram o compromisso da mineradora com o Acordo de Paris, alinhado ao pilar estratégico da companhia (Novo Pacto com a Sociedade) e o objetivo de melhorar o valor da Vale para a sociedade. A produção de aço, parte do escopo 3 da Vale, embora essencial para a vida cotidiana das pessoas, gera emissões consideráveis de CO2. A Vale diz estar comprometida em contribuir com seus clientes siderúrgicos nesse desafio de reduzir a pegada de carbono. A NewVen utilizará tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas, como a Tecnologia Tecnored® e o Processo Midrex®. A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, com menor emissão de CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque. Através do uso da biomassa, a Vale acredita que o caminho para a neutralidade econômica de carbono pode ser alcançado a médio prazo. Já a Midrex Technologies, Inc., subsidiária 100% da Kobe Steel, desenvolve tecnologia de redução direta de produção de ferro (DRI). A cada ano, as plantas Midrex produzem mais de 60% da produção global de DRI e mais de 80% do DRI produzido em tecnologias de shaft furnace. Como usa gás natural e hidrogênio como redutor no processo, seu nível de emissão de CO2 é muito inferior comparado a um alto-forno.

20 de julho, 2020
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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DANOS AMBIENTAIS
Vale e Eletrobras excluídas de fundo

O fundo soberano da Noruega excluiu a Vale, a Eletrobras e a egípcia ElSewedy Electric de sua carteira de clientes, alegando que as companhias provocam danos ambientais. O fundo administra mais de US$ 1 trilhão e decidiu banir também algumas das maiores empresas de commodities do mundo, incluindo Glencore e Anglo American, devido à sua produção e uso de carvão. O fundo também vetou aportes na elétrica alemã RWE, na petroquímica sul-africana Sasol e na firma holandesa de energia AGL Energy, devido ao uso de carvão. Os noruegueses mostram-se cada vez mais atentos ao que as empresas fazem em prol do clima mundial. O fundo sempre vende participações antes de anunciar exclusões, para evitar movimentos excessivos nos mercados. Outras companhias estão em observação caso não tratem a questão do uso do carvão. Entre elas, BHP, Uniper, Enel e Vistra Energy. Criado em 1996, o fundo visa poupar para gerações futuras as receitas da Noruega com a produção de petróleo e gás. Ele está entre os maiores investidores do mundo e possui cerca de 1,5% de todas ações listadas globalmente. O fundo opera sob diretrizes éticas definidas pelo parlamento e exclui da carteira empresas que não as respeitam. O fundo norueguês informou que levou tempo para vender as ações de diversas das empresas excluídas devido à situação do mercado, incluindo a liquidez em algumas ações. O conselho de Ética do fundo recomenda a exclusão de empresas que não respeitem suas diretrizes quanto à ética. O conselho do banco central da Noruega então decide quando agir.

18 de maio, 2020