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Fundo Vale e Quintessa investem em floresta e clima

Fundo Vale e Quintessa investem em floresta e clima

O Fundo Vale e o Quintessa, aceleradora de impacto, lançaram o programa Desafios Floresta & Clima - Edição Carbono, com o objetivo de acelerar até seis iniciativas inovadoras com potencial de gerar soluções para a cadeia de carbono florestal. O programa visa fomentar negócios de geração de carbono, que, na sua origem, conciliam a preservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável, a partir da geração de benefícios sociais às comunidades envolvidas com o projeto. As inscrições para o desafio devem ser feitas até 16 de fevereiro pelo site https://desafiosflorestaeclima.com.br/ . “O Fundo Vale busca colaborar com o fortalecimento do mercado de carbono florestal de alta integridade, que ajude a reduzir emissões de carbono, mas que, sobretudo, traga benefícios para quem vive da floresta e a ajuda a protegê-la, o que chamamos de Carbono de Impacto”, explica Gustavo Luz, gerente de Operações do Fundo Vale. O Fundo é responsável pela coordenação da Meta Florestal 2030 da Vale que tem como compromisso recuperar e proteger voluntariamente 500 mil hectares de florestas até 2030. As iniciativas selecionadas passarão por um programa de aceleração coordenado pelo Quintessa, com duração de seis meses. O programa proporcionará aos projetos selecionados o acompanhamento individual e personalizado, além de mentoria para apoiar os desafios estratégicos de cada negócio. Os projetos selecionados recebem um diagnóstico e o desenvolvimento do plano de aceleração, com base na metodologia do Quintessa, que já foi utilizada no impulsionamento de mais de 400 startups de impacto. Além disso, os negócios terão possibilidade de se apresentar para executivos do Fundo Vale, da Vale, parceiros estratégicos, investidores e apoiadores, e terão acesso à rede de mentores do Quintessa. Os desafios foram separados em dois eixos: Indireto, que se refere às soluções que atuem ao longo da cadeia agroflorestal, indiretamente impactando o carbono; e Direto, relacionado às soluções que tragam benefícios de forma direta ao mercado de carbono, desde a originação, nas diversas etapas do ciclo de desenvolvimento e monitoramento de um projeto. No eixo Indireto, o programa visa soluções de fornecimento de insumos para sistemas agroflorestais, formação técnica para atores da cadeia de carbono, garantia de posse e uso da terra e comercialização de produtos agroflorestais, enquanto no eixo Direto, à busca é por soluções de monitoramento de projetos de crédito de carbono, gestão de projetos de crédito de carbono, financiamento de projetos de crédito de carbono, acesso ao mercado de carbono e redução de risco de projetos de crédito de carbono. Mais detalhes sobre as soluções procuradas podem ser encontrados no site www.fundovale.org . Estão aptos para inscrições negócios em estágio inicial que precisam de apoio para validar suas primeiras aplicações, negócios maduros com soluções prontas e/ou com soluções a serem adaptadas/criadas que precisam de apoio para escalar. “Identificamos diversos e relevantes desafios na cadeia agroflorestal e cadeia de carbono. Dado que apenas esperar não é uma opção, a iniciativa se propõe a impulsionar aqueles que estão propondo soluções para eles. Optamos por uma metodologia personalizada para garantir a qualidade e assertividade na agregação de valor do programa para os empreendedores, que podem ter soluções e negócios em estágios mais iniciais ou avançados.” comenta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa. Para Gustavo Luz, do Fundo Vale, um dos grandes desafios para a larga escala é destravar gargalos estruturantes para a cadeia como um todo. “Ao enxergar o Brasil como potencial protagonista global em inovação e sustentabilidade, fomentar esses negócios, desde sua oxigenação, passando pela aceleração, até a entrega final, é parte fundamental do nosso propósito.”, explica Gustavo Luz.

O Fundo Vale e o Quintessa, aceleradora de impacto, lançaram o programa Desafios Floresta & Clima - Edição Carbono, com o objetivo de acelerar até seis iniciativas inovadoras com potencial de gerar soluções para a cadeia de carbono florestal. O programa visa fomentar negócios de geração de carbono, que, na sua origem, conciliam a preservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável, a partir da geração de benefícios sociais às comunidades envolvidas com o projeto. As inscrições para o desafio devem ser feitas até 16 de fevereiro pelo site https://desafiosflorestaeclima.com.br/.

“O Fundo Vale busca colaborar com o fortalecimento do mercado de carbono florestal de alta integridade, que ajude a reduzir emissões de carbono, mas que, sobretudo, traga benefícios para quem vive da floresta e a ajuda a protegê-la, o que chamamos de Carbono de Impacto”, explica Gustavo Luz, gerente de Operações do Fundo Vale.

O Fundo é responsável pela coordenação da Meta Florestal 2030 da Vale que tem como compromisso recuperar e proteger voluntariamente 500 mil hectares de florestas até 2030. As iniciativas selecionadas passarão por um programa de aceleração coordenado pelo Quintessa, com duração de seis meses. O programa proporcionará aos projetos selecionados o acompanhamento individual e personalizado, além de mentoria para apoiar os desafios estratégicos de cada negócio. Os projetos selecionados recebem um diagnóstico e o desenvolvimento do plano de aceleração, com base na metodologia do Quintessa, que já foi utilizada no impulsionamento de mais de 400 startups de impacto. Além disso, os negócios terão possibilidade de se apresentar para executivos do Fundo Vale, da Vale, parceiros estratégicos, investidores e apoiadores, e terão acesso à rede de mentores do Quintessa. Os desafios foram separados em dois eixos: Indireto, que se refere às soluções que atuem ao longo da cadeia agroflorestal, indiretamente impactando o carbono; e Direto, relacionado às soluções que tragam benefícios de forma direta ao mercado de carbono, desde a originação, nas diversas etapas do ciclo de desenvolvimento e monitoramento de um projeto. No eixo Indireto, o programa visa soluções de fornecimento de insumos para sistemas agroflorestais, formação técnica para atores da cadeia de carbono, garantia de posse e uso da terra e comercialização de produtos agroflorestais, enquanto no eixo Direto, à busca é por soluções de monitoramento de projetos de crédito de carbono, gestão de projetos de crédito de carbono, financiamento de projetos de crédito de carbono, acesso ao mercado de carbono e redução de risco de projetos de crédito de carbono. Mais detalhes sobre as soluções procuradas podem ser encontrados no site www.fundovale.org.

Estão aptos para inscrições negócios em estágio inicial que precisam de apoio para validar suas primeiras aplicações, negócios maduros com soluções prontas e/ou com soluções a serem adaptadas/criadas que precisam de apoio para escalar.

“Identificamos diversos e relevantes desafios na cadeia agroflorestal e cadeia de carbono. Dado que apenas esperar não é uma opção, a iniciativa se propõe a impulsionar aqueles que estão propondo soluções para eles. Optamos por uma metodologia personalizada para garantir a qualidade e assertividade na agregação de valor do programa para os empreendedores, que podem ter soluções e negócios em estágios mais iniciais ou avançados.” comenta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa. Para Gustavo Luz, do Fundo Vale, um dos grandes desafios para a larga escala é destravar gargalos estruturantes para a cadeia como um todo. “Ao enxergar o Brasil como potencial protagonista global em inovação e sustentabilidade, fomentar esses negócios, desde sua oxigenação, passando pela aceleração, até a entrega final, é parte fundamental do nosso propósito.”, explica Gustavo Luz.

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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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AGRICULTURA SUSTENTÁVEL
Lançado programa Desafio Agroflorestal

A Troposlab - aceleradora de negócios, projetos e pessoas - abriu instruções para o programa Desafio Agroflorestal, em parceria com o Fundo Vale e a Reserva Natural Vale (RNV). A iniciativa tem como objetivo fortalecer o ecossistema de negócios sustentáveis, por meio de Sistemas Agroflorestais (SAFs). A chamada quer atrair projetos, negócios e soluções inovadoras que impulsionam esse modelo de agricultura baseado em agrofloresta, que traz impactos ambientais e sociais positivos. O Desafio Agroflorestal pretende ajudar os setores de logística, novos produtos (com foco no uso de matéria-prima natural), modelos de negócio, comercialização, processo produtivo e soluções financeiras (visando democratizar o acesso de agricultores a recursos financeiros). As inscrições para o edital podem ser feitas no site www.desafiogroflorestal.com.br até o dia 16 de março. No dia 10 de março será realizado um webinar para esclarecimentos complementares. Os projetos selecionados serão divulgados no dia 20 de março. Os selecionados participarão, em abril, de um Bootcamp (treinamento imersivo) e logo após por um processo de aceleração até junho, quando ocorre o encerramento do programa com um Demoday, no dia 29 de junho. Além disso, as iniciativas premiadas vão participar do 4º Fórum de Investimentos e Negócios de Impacto, no qual terão a oportunidade de conhecer possíveis investidores para trabalhos de impacto no Brasil. A Troposlab aplicará metodologia de modelagem de negócios adaptável a cada estágio de desenvolvimento, ao tipo de projeto e ao perfil de cada empreendedor, tudo desenvolvido pela aceleradora. O programa terá ainda grupos de mentoria e irá atender assuntos específicos dos Sistemas Agroflorestais e negócios de impacto. Durante a aceleração, também serão realizados alguns Business Points, momentos de conexão dos empreendedores sociais com potenciais parceiros, clientes e usuários de valor para o negócio. Já o Fundo Vale e a RNV vão auxiliar os negócios, identificar potenciais parceiros e possibilitar conexões para viabilização e implementação da solução inicialmente proposta. O Fundo Vale vai arcar com os custos dos participantes selecionados nas fases de Bootcamp e Demoday, incluindo as despesas com hospedagem e transporte até os locais. "Este programa, em parceria com o Fundo Vale e a RNV, tem o objetivo de fortalecer o ecossistema de negócios agroflorestais, aproximando os diferentes agentes desse ecossistema, enquanto estimula e promove impactos ambientais e sociais positivos. Com ele, conseguiremos encontrar diversas soluções inovadoras com alto potencial de impacto para o País que até agora não eram conhecidos ou até mesmo que não conseguiam incentivo", disse Nathália Tavares, sócia e diretora comercial da Troposlab.

9 de março, 2020
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STARTUPS
Ambev lança aceleradora com foco ambiental

A Cervejaria Ambev lançou uma aceleradora com foco em impulsionar projetos que contribuam para um mundo mais sustentável. Entre os temas estão emissão de carbono, agricultura sustentável, embalagem circular e água. A ideia é identificar soluções inovadoras de empreendedores, startups e acadêmicos. Os interessados já podem fazer o cadastro em www.aceleradoraambev.com.br e aguardar os comunicados sobre as próximas etapas do programa. A melhor proposta será conduzida em parceria com a Ambev e participará com propostas internacionais de aceleradoras de um concurso promovido pela AB Inbev. O vencedor terá a chance de fechar um contrato com a multinacional e apresentar sua ideia a fundos globais de investimento de alto impacto. Além do vencedor, a Ambev também premiará outras propostas bem avaliadas com programas de treinamento e mentoria da liderança da companhia, para identificar e desenvolver o potencial das ideias e pessoas participantes, com possibilidade de futuras contratações. “Nossa nova aceleradora cria oportunidades de identificar e apoiar projetos inovadores de pessoas e empresas também preocupadas em resolver os maiores problemas ambientais da atualidade. Isso está conectado ao nosso sonho de unir as pessoas por um mundo melhor”, comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev. A aceleradora faz parte da Plataforma 100+, lançada recentemente pela Ambev. A 100+ reúne ações de impacto positivo com o objetivo de construir um legado sustentável para a sociedade e o meio ambiente pelos próximos 100 anos e mais.

25 de junho, 2018