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VALE

Nova empresa oferece soluções de baixo GEE

A Vale chegou a uma acordo não-vinculativo com a Kobe Steel, Ltd e Mitsui & Co., Ltd. para a criação de uma nova empresa – a NewVen, voltada ao fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo GEE para a indústria siderúrgica. Um período de avaliação já foi iniciado para aprofundar a colaboração e estimar a demanda do mercado pelas várias soluções existentes e novas para a produção de aço antes de um acordo final para a criação da NewVen. A Vale informa que as metas declaradas de emissões de escopo 1 e 2 para 2030 demonstram o compromisso da mineradora com o Acordo de Paris, alinhado ao pilar estratégico da companhia (Novo Pacto com a Sociedade) e o objetivo de melhorar o valor da Vale para a sociedade. A produção de aço, parte do escopo 3 da Vale, embora essencial para a vida cotidiana das pessoas, gera emissões consideráveis de CO2. A Vale diz estar comprometida em contribuir com seus clientes siderúrgicos nesse desafio de reduzir a pegada de carbono. A NewVen utilizará tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas, como a Tecnologia Tecnored® e o Processo Midrex®. A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, com menor emissão de CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque. Através do uso da biomassa, a Vale acredita que o caminho para a neutralidade econômica de carbono pode ser alcançado a médio prazo. Já a Midrex Technologies, Inc., subsidiária 100% da Kobe Steel, desenvolve tecnologia de redução direta de produção de ferro (DRI). A cada ano, as plantas Midrex produzem mais de 60% da produção global de DRI e mais de 80% do DRI produzido em tecnologias de shaft furnace. Como usa gás natural e hidrogênio como redutor no processo, seu nível de emissão de CO2 é muito inferior comparado a um alto-forno.

 A Vale chegou a uma acordo não-vinculativo com a Kobe Steel, Ltd e Mitsui & Co., Ltd. para a criação de uma nova empresa – a NewVen, voltada ao fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo GEE para a indústria siderúrgica. Um período de avaliação já foi iniciado para aprofundar a colaboração e estimar a demanda do mercado pelas várias soluções existentes e novas para a produção de aço antes de um acordo final para a criação da NewVen.

A Vale informa que as metas declaradas de emissões de escopo 1 e 2 para 2030 demonstram o compromisso da mineradora com o Acordo de Paris, alinhado ao pilar estratégico da companhia (Novo Pacto com a Sociedade) e o objetivo de melhorar o valor da Vale para a sociedade. A produção de aço, parte do escopo 3 da Vale, embora essencial para a vida cotidiana das pessoas, gera emissões consideráveis de CO2. 

A Vale diz estar comprometida em contribuir com seus clientes siderúrgicos nesse desafio de reduzir a pegada de carbono. A NewVen utilizará tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas, como a Tecnologia Tecnored® e o Processo Midrex®. 

A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, com menor emissão de CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque. Através do uso da biomassa, a Vale acredita que o caminho para a neutralidade econômica de carbono pode ser alcançado a médio prazo. Já a Midrex Technologies, Inc., subsidiária 100% da Kobe Steel, desenvolve tecnologia de redução direta de produção de ferro (DRI). A cada ano, as plantas Midrex produzem mais de 60% da produção global de DRI e mais de 80% do DRI produzido em tecnologias de shaft furnace. Como usa gás natural e hidrogênio como redutor no processo, seu nível de emissão de CO2 é muito inferior comparado a um alto-forno.

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COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
Volvo e SSAB vão produzir “veículos limpos”

A Volvo e a SSAB assinaram acordo de colaboração em pesquisa, desenvolvimento, produção em série e comercialização dos primeiros veículos do mundo feitos de aço livre de combustíveis fósseis no processo de fabricação. A Volvo planeja iniciar na Europa, ainda em 2021, a produção de veículos-conceito e componentes de aço feitos pela SSAB usando hidrogênio. Os planos para a produção em série em menor escala serão feitos durante 2022 e seguirão para uma escala gradual para a produção em massa. As duas companhias trabalham em conjunto também para otimizar o uso de aço nos produtos da Volvo em relação ao peso e qualidade. Volvo e SSAB irão desenvolver uma série de produtos de aço livre de combustíveis fósseis com o objetivo de atingir a produção em série em outros continentes em poucos anos. “Estamos determinados a ser uma empresa neutra para o clima até 2050, alinhado ao Acordo de Paris. Isso significa que nossos veículos e máquinas estarão livres de emissões quando em operação, mas também que revisaremos os materiais, como aço, usados em nossos produtos e, gradualmente, mudaremos para alternativas livres de combustíveis fósseis. Este é um passo importante no caminho para transportes totalmente neutros para o clima”, disse Martin Lundstedt, presidente e CEO do Grupo Volvo. Para Martin Lindqvist, presidente e CEO da SSAB, o acordo com a Volvo é um passo gigantesco em direção a uma cadeia de valor totalmente livre de combustíveis fósseis até o cliente final. “Junto com o Grupo Volvo, começaremos a trabalhar no desenvolvimento e produção em série de produtos de aço isentos de combustíveis fósseis. Trabalharemos junto com nossos clientes para reduzir seu impacto climático e, ao mesmo tempo, fortalecer sua competitividade. Estamos à procura de como nos tornar um fornecedor mais abrangente de aço isento de combustíveis fósseis para clientes como a Volvo”. O aço livre de combustíveis fósseis recém-produzidos pela SSAB será um complemento importante para o aço tradicional e reciclado usado nos caminhões, equipamentos de construção e outros produtos da Volvo. O aço da SSAB será produzido através de uma tecnologia completamente nova, usando eletricidade e hidrogênio livres de combustíveis fósseis. O resultado será um impacto climático muito menor e uma cadeia de valor livre de combustíveis fósseis. A parceria inclui ainda uma revisão de soluções logísticas comuns que podem contribuir para reduzir o impacto ambiental da SSAB de transportes internos e externos. A ambição é usar veículos Volvo movidos a baterias ou células de combustível. A SSAB pretende começar a fornecer ao mercado aço livre de combustíveis fósseis em escala comercial em 2026. O desenvolvimento de uma cadeia de valor livre de combustível fóssil, da mina aos produtos de aço acabados, ocorrerá no âmbito da iniciativa HYBRIT, que a SSAB vem impulsionando junto à LKAB e Vattenfall desde 2016. A empresa mantém uma planta-piloto em funcionamento desde agosto de 2020 e em breve começará a produzir volumes menores de ferro esponjoso usando hidrogênio. Este material será usado para fazer o aço a ser utilizado na parceria.

26 de abril, 2021
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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SIDERURGIA
Chamada Pública busca tecnologias sustentáveis

Os interessados em participar da chamada pública do “Mecanismo de Apoio ao Desenvolvimento, Melhoria e Demonstração de Tecnologias Sustentáveis de Produção e Uso de Carvão Vegetal na Indústria Siderúrgica” têm até o dia 24 de agosto para realizar as inscrições. Os participantes devem enviar nome e instituição para [email protected] até 27 de julho. Iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Projeto Siderurgia Sustentável, o programa visa selecionar instituições, públicas ou privadas, que prestem serviços para os setores de ferro-gusa, aço, ferroligas, de produção de carvão vegetal, ou que trabalhem com inovações produtivas e sustentabilidade e, que por meio de arranjos tecnológicos, possibilitem a produção sustentável do carvão vegetal e de seus coprodutos, além de seu uso na indústria. “A seleção de tecnologias sustentáveis de produção e uso de carvão vegetal permitirá construir um mecanismo inovador de demonstração de reduções de emissões de gases de efeito estufa mensuráveis, passíveis de relato e verificáveis na siderurgia, um setor de extrema relevância para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil ao Acordo de Paris”, acrescenta Everton Lucero, secretário de Mudança do Clima e Florestas do MMA. No dia 31 de julho, às 14h30, será realizada uma Audiência Pública, em Belo Horizonte, para esclarecer dúvidas sobre o edital, no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, Auditório “Marco Túlio”. Com o Mecanismo de Apoio, o Projeto Siderurgia Sustentável pretende reduzir a emissão de gases de efeito estufa de 270 kg CO2e/tonelada de carvão vegetal produzido, além de catalisar, no mínimo, uma capacidade produtiva de 80 mil toneladas de carvão vegetal ao ano com o uso de tecnologias e/ou processos sustentáveis. O Projeto Siderurgia Sustentável é uma parceria entre PNUD e MMA com apoio dos ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Governo do Estado de Minas Gerais. O projeto conta com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

31 de julho, 2017
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SIDERURGIA SUSTENTÁVEL
Seminário acontece dia 23 em BH

O 1º seminário do projeto Siderurgia Sustentável acontece no próximo dia 23 de junho, quinta-feira, no Auditório do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), na Rua Bernardo Guimarães, esquina com a Rua da Bahia, Lourdes, Belo Horizonte (MG). As inscrições solicitam nome, telefone e instituição do participante e devem ser encaminhadas para e-mail [email protected] . O evento é voltado aos setores públicos e siderúrgico e visa divulgar os resultados do programa desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e por órgãos parceiros. No seminário serão debatidos o andamento e as oportunidades de ações para cortar as emissões de gases de efeito estufa gerados pela siderurgia. O objetivo é contribuir para que o Brasil cumpra as metas assumidas no âmbito do Acordo de Paris, um pacto global para frear a mudança do clima. A abertura do seminário contará com o indicado à Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Everton Lucero. Participarão ainda representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do Governo de Minas Gerais e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – todos parceiros na elaboração do projeto. O Diretor de Mudanças Climáticas do MMA, Adriano Santhiago, conduzirá palestra sobre o programa. Também haverá debates sobre os “Desafios e oportunidades para o Setor Siderúrgico e de Ferro-liga em Minas Gerais” e discussões relacionadas às tecnologias de conversão da biomassa em carvão. Além disso, serão apresentadas experiências bem sucedidas de projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa. Uma das soluções apontadas para o setor é a utilização de carvão vegetal renovável, por melhorar a eficiência dos recursos durante o processo de carbonização e por substituir o uso de coque para a produção de ferro-gusa. Os recursos de biomassa renovável para sua produção são obtidos a partir de florestas plantadas de forma sustentável. O produto proveniente do carvão vegetal sustentável pode ser considerado um ferro-gusa verde, que pode ser utilizado como uma estratégia de transformação de mercado. O projeto Siderurgia Sustentável tem o objetivo de desenvolver uma cadeia de produção siderúrgica sustentável e de baixa emissão de gases de efeito estufa. Entre os resultados esperados estão à criação de um cenário favorável ao carvão limpo e eficiente usado pelo setor, o fortalecimento da base tecnológica e o investimento em um mecanismo de monitoramento de desempenho. O projeto envolveu a participação do MMA, MCTIC, MDIC e PNUD em colaboração com o Governo de Minas Gerais. Aprovado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) em janeiro de 2014, foi assinado pelo PNUD, MMA e Agência de Cooperação Brasileira (ABC) em junho de 2015 e iniciado formalmente no primeiro trimestre de 2016.

21 de junho, 2016