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COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

Volvo e SSAB vão produzir “veículos limpos”

A Volvo e a SSAB assinaram acordo de colaboração em pesquisa, desenvolvimento, produção em série e comercialização dos primeiros veículos do mundo feitos de aço livre de combustíveis fósseis no processo de fabricação. A Volvo planeja iniciar na Europa, ainda em 2021, a produção de veículos-conceito e componentes de aço feitos pela SSAB usando hidrogênio. Os planos para a produção em série em menor escala serão feitos durante 2022 e seguirão para uma escala gradual para a produção em massa. As duas companhias trabalham em conjunto também para otimizar o uso de aço nos produtos da Volvo em relação ao peso e qualidade. Volvo e SSAB irão desenvolver uma série de produtos de aço livre de combustíveis fósseis com o objetivo de atingir a produção em série em outros continentes em poucos anos. “Estamos determinados a ser uma empresa neutra para o clima até 2050, alinhado ao Acordo de Paris. Isso significa que nossos veículos e máquinas estarão livres de emissões quando em operação, mas também que revisaremos os materiais, como aço, usados em nossos produtos e, gradualmente, mudaremos para alternativas livres de combustíveis fósseis. Este é um passo importante no caminho para transportes totalmente neutros para o clima”, disse Martin Lundstedt, presidente e CEO do Grupo Volvo. Para Martin Lindqvist, presidente e CEO da SSAB, o acordo com a Volvo é um passo gigantesco em direção a uma cadeia de valor totalmente livre de combustíveis fósseis até o cliente final. “Junto com o Grupo Volvo, começaremos a trabalhar no desenvolvimento e produção em série de produtos de aço isentos de combustíveis fósseis. Trabalharemos junto com nossos clientes para reduzir seu impacto climático e, ao mesmo tempo, fortalecer sua competitividade. Estamos à procura de como nos tornar um fornecedor mais abrangente de aço isento de combustíveis fósseis para clientes como a Volvo”. O aço livre de combustíveis fósseis recém-produzidos pela SSAB será um complemento importante para o aço tradicional e reciclado usado nos caminhões, equipamentos de construção e outros produtos da Volvo. O aço da SSAB será produzido através de uma tecnologia completamente nova, usando eletricidade e hidrogênio livres de combustíveis fósseis. O resultado será um impacto climático muito menor e uma cadeia de valor livre de combustíveis fósseis. A parceria inclui ainda uma revisão de soluções logísticas comuns que podem contribuir para reduzir o impacto ambiental da SSAB de transportes internos e externos. A ambição é usar veículos Volvo movidos a baterias ou células de combustível. A SSAB pretende começar a fornecer ao mercado aço livre de combustíveis fósseis em escala comercial em 2026. O desenvolvimento de uma cadeia de valor livre de combustível fóssil, da mina aos produtos de aço acabados, ocorrerá no âmbito da iniciativa HYBRIT, que a SSAB vem impulsionando junto à LKAB e Vattenfall desde 2016. A empresa mantém uma planta-piloto em funcionamento desde agosto de 2020 e em breve começará a produzir volumes menores de ferro esponjoso usando hidrogênio. Este material será usado para fazer o aço a ser utilizado na parceria.

A Volvo e a SSAB assinaram acordo de colaboração em pesquisa, desenvolvimento, produção em série e comercialização dos primeiros veículos do mundo feitos de aço livre de combustíveis fósseis no processo de fabricação. A Volvo planeja iniciar na Europa, ainda em 2021, a produção de veículos-conceito e componentes de aço feitos pela SSAB usando hidrogênio.

Os planos para a produção em série em menor escala serão feitos durante 2022 e seguirão para uma escala gradual para a produção em massa. As duas companhias trabalham em conjunto também para otimizar o uso de aço nos produtos da Volvo em relação ao peso e qualidade. Volvo e SSAB irão desenvolver uma série de produtos de aço livre de combustíveis fósseis com o objetivo de atingir a produção em série em outros continentes em poucos anos. “Estamos determinados a ser uma empresa neutra para o clima até 2050, alinhado ao Acordo de Paris. Isso significa que nossos veículos e máquinas estarão livres de emissões quando em operação, mas também que revisaremos os materiais, como aço, usados em nossos produtos e, gradualmente, mudaremos para alternativas livres de combustíveis fósseis. Este é um passo importante no caminho para transportes totalmente neutros para o clima”, disse Martin Lundstedt, presidente e CEO do Grupo Volvo.

Para Martin Lindqvist, presidente e CEO da SSAB, o acordo com a Volvo é um passo gigantesco em direção a uma cadeia de valor totalmente livre de combustíveis fósseis até o cliente final. “Junto com o Grupo Volvo, começaremos a trabalhar no desenvolvimento e produção em série de produtos de aço isentos de combustíveis fósseis. Trabalharemos junto com nossos clientes para reduzir seu impacto climático e, ao mesmo tempo, fortalecer sua competitividade. Estamos à procura de como nos tornar um fornecedor mais abrangente de aço isento de combustíveis fósseis para clientes como a Volvo”. 

O aço livre de combustíveis fósseis recém-produzidos pela SSAB será um complemento importante para o aço tradicional e reciclado usado nos caminhões, equipamentos de construção e outros produtos da Volvo. O aço da SSAB será produzido através de uma tecnologia completamente nova, usando eletricidade e hidrogênio livres de combustíveis fósseis. O resultado será um impacto climático muito menor e uma cadeia de valor livre de combustíveis fósseis. A parceria inclui ainda uma revisão de soluções logísticas comuns que podem contribuir para reduzir o impacto ambiental da SSAB de transportes internos e externos. A ambição é usar veículos Volvo movidos a baterias ou células de combustível.

A SSAB pretende começar a fornecer ao mercado aço livre de combustíveis fósseis em escala comercial em 2026. O desenvolvimento de uma cadeia de valor livre de combustível fóssil, da mina aos produtos de aço acabados, ocorrerá no âmbito da iniciativa HYBRIT, que a SSAB vem impulsionando junto à LKAB e Vattenfall desde 2016. A empresa mantém uma planta-piloto em funcionamento desde agosto de 2020 e em breve começará a produzir volumes menores de ferro esponjoso usando hidrogênio. Este material será usado para fazer o aço a ser utilizado na parceria.

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VALE
Nova empresa oferece soluções de baixo GEE

A Vale chegou a uma acordo não-vinculativo com a Kobe Steel, Ltd e Mitsui & Co., Ltd. para a criação de uma nova empresa – a NewVen, voltada ao fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo GEE para a indústria siderúrgica. Um período de avaliação já foi iniciado para aprofundar a colaboração e estimar a demanda do mercado pelas várias soluções existentes e novas para a produção de aço antes de um acordo final para a criação da NewVen. A Vale informa que as metas declaradas de emissões de escopo 1 e 2 para 2030 demonstram o compromisso da mineradora com o Acordo de Paris, alinhado ao pilar estratégico da companhia (Novo Pacto com a Sociedade) e o objetivo de melhorar o valor da Vale para a sociedade. A produção de aço, parte do escopo 3 da Vale, embora essencial para a vida cotidiana das pessoas, gera emissões consideráveis de CO2. A Vale diz estar comprometida em contribuir com seus clientes siderúrgicos nesse desafio de reduzir a pegada de carbono. A NewVen utilizará tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas, como a Tecnologia Tecnored® e o Processo Midrex®. A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, com menor emissão de CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque. Através do uso da biomassa, a Vale acredita que o caminho para a neutralidade econômica de carbono pode ser alcançado a médio prazo. Já a Midrex Technologies, Inc., subsidiária 100% da Kobe Steel, desenvolve tecnologia de redução direta de produção de ferro (DRI). A cada ano, as plantas Midrex produzem mais de 60% da produção global de DRI e mais de 80% do DRI produzido em tecnologias de shaft furnace. Como usa gás natural e hidrogênio como redutor no processo, seu nível de emissão de CO2 é muito inferior comparado a um alto-forno.

20 de julho, 2020
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
Volvo Trucks mostra solução sustentável

A Volvo Trucks está apresentado na Europa um veículo com tecnologia autônoma e motorização elétrica para transporte comercial. A expectativa é que em longo prazo o caminhão ‘ambientalmente correto’ contribua para um transporte mais eficiente, seguro e limpo. O conceito é complementar às soluções atuais com caminhões convencionais e é indicado para empresas que precisam de transporte contínuo entre centros de distribuição fixos. "O potencial pleno do setor de transportes ainda está para ser visto. Tudo indica que a necessidade global por transportes continuará a aumentar na próxima década. Estamos sempre em busca de novas ideias para atender a essa demanda de forma cada vez mais sustentável e eficiente. Para garantir um fluxo funcional de mercadorias podemos explorar melhor a infraestrutura já existente. O sistema de transportes que estamos apresentando agora pode ser um importante complemento para as soluções atuais e ajudará a enfrentar muitos dos desafios enfrentados pela sociedade, pelas transportadoras e pelos embarcadores", diz Claes Nilsson, presidente mundial da Volvo Trucks. A solução da Volvo Trucks é ideal para operações de transporte regulares e repetitivas, caracterizadas por distâncias curtas, grandes volumes de mercadorias e alta precisão na entrega. "Nosso sistema pode ser visto como uma extensão das soluções de logística avançadas que muitos setores já aplicam hoje. Como usamos veículos autônomos que não emitem gases nem geram ruído, sua operação pode ocorrer a qualquer hora do dia ou da noite. A solução utiliza a infraestrutura rodoviária e as carretas/reboques já existentes, tornando mais fácil recuperar o investimento e possibilitando a integração com as operações atuais", explica Mikael Karlsson, vice-presidente de Soluções Autônomas da Volvo Trucks. Os veículos elétricos autônomos estão vinculados a um serviço de dados em nuvem e a uma sala central de controle de transportes. Os veículos possuem direção autônoma que é capaz de localizar a posição da composição com precisão de centímetros, monitorar de forma detalhada o comportamento dos outros veículos da via e, em seguida, responder com alta precisão de direção. A central de controle monitora continuamente o andamento da operação, através de geolocalização do veículo, a energia da bateria, a carga transportada, requisitos de serviço e diversos outros parâmetros. A velocidade da operação é adaptada para evitar esperas e aumentar a precisão de entrega, minimizando assim o desperdício com estoques de mercadorias. Futuramente a solução da Volvo Trucks será otimizada por meio de parcerias junto a clientes especialmente selecionados, que operam em aplicações compatíveis com a nova tecnologia.

25 de setembro, 2018
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VEÍCULOS
Caminhões elétricos MB começam a ser testados

Já começaram na Europa os testes das primeiras unidades do caminhão pesado Urban eTruck, o primeiro totalmente elétrico da Mercedes-Benz. “O lançamento mundial foi em setembro do ano passado e a reação dos clientes foi muito positiva. Já estamos falando de cerca de 20 potenciais clientes dos setores de logística, alimentício e coleta de lixo. Com os primeiros caminhões em teste, estamos agora perto do próximo passo, a produção do modelo em série”, explica Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks. Até 2020, a Mercedes-Benz pretende produzir o Urban eTruck em grande escala. Melhor qualidade do ar, menor nível de ruído e áreas de circulação restrita são importantes demandas para as grandes metrópoles do mundo. Será necessário transportar bens em ambientes urbanos, para números cada vez maiores, e com os menores níveis possíveis de emissões e ruído. Portanto, no futuro, caminhões totalmente elétricos serão responsáveis pelo transporte diário de mercadorias e outros bens necessários em muitas regiões metropolitanas. O rápido desenvolvimento técnico está fortalecendo a tendência dos propulsores elétricos no transporte. A Daimler Trucks prevê que os custos das baterias para a produção do caminhão totalmente elétrico cairão 60% até 2025 – início da produção das baterias foi em 1997 – passando de 500 Euros/kWh para 200 Euros/kWh. Ao mesmo tempo, a densidade da energia das baterias disponíveis nesse período deverá crescer 250%, aumentando de 80 Wh/kg para 200 Wh/kg. O Urban eTruck oferece o conceito de economia combinada com ecologia. Inicialmente, um lote do veículo será produzido e destinado para clientes da Alemanha e, posteriormente, para clientes de outros países da Europa. Os modelos serão usados pelos clientes durante aplicações reais do produto, otimizando ainda mais o conceito do veículo elétrico e as configurações dos sistemas do caminhão. Junto com um carregador especial para as baterias da propulsão, os veículos serão entregues a clientes para uso por um prazo de doze meses, com o apoio da área de testes da Mercedes-Benz Trucks. Durante esse prazo, serão registrados os perfis de utilização e as áreas de aplicação, além da comparação entre conhecimentos adquiridos ao longo dos testes com as expectativas já apresentadas pelos clientes.

24 de fevereiro, 2017