Notícias e artigos sobre

COP26

CNI avalia positivamente acordos assumidos

CNI avalia positivamente acordos assumidos

O principal compromisso assumido é o de zerar o desmatamento ilegal até 2028.

18 de novembro, 2021

ONU comemora sucesso, embora limitado

ONU comemora sucesso, embora limitado

16 de novembro, 2021

COP26 e a necessidade do consumo circular

COP26 e a necessidade do consumo circular

16 de novembro, 2021

Mais notícias e artigos sobre COP26

Ministro quer comprometimento de países ricos
COP26
Ministro quer comprometimento de países ricos

Leite lembrou que a meta anterior de financiamento, de US$ 100 bilhões anuais, não foi cumprida.

11 de novembro, 2021
Brasil pode recuperar o protagonismo perdido
ARTIGO
Brasil pode recuperar o protagonismo perdido

Artigo por Ricardo Young Por Ricardo Young * A reunião em que os governadores e seus representantes, de 24 estados brasileiros, tiveram com o príncipe Charles nos dá uma sinalização bastante importante. Uma das grandes discussões durante essa COP é a mobilização do setor privado para investimentos. E todos nós sabemos que o príncipe Charles tem sido um expoente na liderança de fundos para investimentos verdes. Quando vemos a maioria dos governadores e o príncipe reunidos, nós temos dois elementos muito poderosos: de um lado, a força dos governos subnacionais, ou seja, a agenda verde não dependerá só do Governo Federal. Como nós já vínhamos observando, a Coalisão de Governadores Pelo Clima cresceu muito e agora tem protagonismo, identidade própria e interlocução direta com representantes de estado e representantes de investidores. Do outro, o príncipe Charles, mesmo não sendo representante de estado, é uma presença extremamente simbólica, pois ele canaliza e tem diálogo com muitos investidores de porte mundial, além do aspecto simbólico de ser da família real britânica. O que podemos ver é que a Coalisão dos Governadores começa a ter interlocuções poderosas. Isso significa que, assim que o artigo 6, do Acordo de Paris, for regulamentado em Glasgow, vamos ver bilhões de recursos fluindo para investimentos verdes nas mais diversas formas; desde green bonds , que são linhas de empréstimos bastante acessíveis e interessantes do ponto de vista das taxas de juros e oportunidade, passando por fundos de investimentos em compensação de carbono, mercado voluntário de carbono, até projetos de captura e aterramento de carbono. Este fluxo de novos investimentos trará impactos crescentes em muitas atividades econômicas, tais como infraestrutura, reflorestamento, serviços ambientais, energia limpa, economia circular e inovação tecnológica em sustentabilidade, só para citar algumas. Então, estamos num momento em que as empresas brasileiras e as multinacionais aqui localizadas precisam estar preparadas, pois podemos estar diante de uma situação sui generis , onde a oferta de recursos possa ser maior que a capacidade de demanda na emergente economia verde. Estamos vendo novos interlocutores governamentais que não só o Federal, fundos importantes – e a presença do príncipe Charles dá uma grande força a essa ideia – além da mobilização já anunciada de bilhões do setor privado, para a área de florestas. Precisamos nos preparar! É a hora do Brasil se preparar porque nós podemos, sim, desta vez dar um enorme salto para frente e recuperarmos o atraso de dez anos, onde o país não só andou de lado, como se descapitalizou ambientalmente como potência ambiental. Já vemos algumas lideranças empresariais brasileiras importantes se posicionando de forma mais ousada nesse sentido. Um exemplo vindo do Brasil é do presidente da JBS, Gilberto Tomazoni, que não só se colocou a favor do acordo de redução das emissões do gás metano (gás pesadamente emitido pela fermentação entérica do gado), como vem estabelecendo novas parcerias para neutralizar o gás nos rebanhos, por meio de suplemento nutricional. Isso nos traz otimismo, pois representa uma inspiração para outros líderes no sentido de tomar a iniciativa e aproveitar a oportunidade, ao invés de negar ou protelar a irreversibilidade dessas mudanças. Em nível mundial, os dez maiores produtores de commodities agrícolas, cujas receitas combinadas somam quase 500 bilhões de dólares, assinaram um compromisso compartilhado para conter a perda de florestas associada às suas produções e comércio. Eles reconhecem que os progressos até então são louváveis, mas devem ser acelerados e ampliados, a fim de apoiar os esforços globais para alcançar emissões líquidas zero globalmente até 2050. E ainda assumiram o compromisso de, até a COP27, traçar um roteiro compartilhado para uma ação aprimorada da cadeia de abastecimento consistente com um caminho de 1,5 ° C. Anotem o nome desses dez executivos, dentre eles três brasileiros, pois ao assinarem esse documento de compromisso estão dando um passo histórico em prol do meio ambiente, passo esse que esperamos celebrar muito em breve. São eles: Juan Luciano (ADM), Judiney Carvalho (Amaggi), Gregory Heckman (Bunge), David MacLennan (Cargill), Wei Dong (COFCO International), Franky Oesman Widjaja (Golden Agri-Resources), Gilberto Tomazoni (JBS), Michael Gelchie (Louis Dreyfus Company), Marcos Mulina (Marfrig), Sunny Verghese (Olam International), David Mattiske (Viterra) e Kuok Khoon Hong (Wilmar International). * Ricardo Young é conselheiro da Synergia e presidente do Conselho do Instituto Ethos e do IDS – Instituto Desenvolvimento Sustentável.

10 de novembro, 2021
Minorias debatem, na Europa, racismo ambiental
POLÍTICA
Minorias debatem, na Europa, racismo ambiental

Após marcar presença na COP26 em Glasgow, na Escócia, a comitiva da Coalizão Negra por Direitos viaja para Paris, Madri, Berlim e Munique.

10 de novembro, 2021
Acordo de 77 países pretende banir combustível
CARVÃO
Acordo de 77 países pretende banir combustível

Entretanto, o pacto não contou com a adesão de China, Índia e Estados Unidos – países que mais consomem o combustível.

8 de novembro, 2021
Brasil apresenta case de reciclagem de latinhas
COP26
Brasil apresenta case de reciclagem de latinhas

Brasil tem média histórica de reciclagem de 97% das latas, sendo um dos líderes mundiais.

8 de novembro, 2021
Nações Unidas apoiam Declaração de Glasgow
DESERTIFICAÇÃO
Nações Unidas apoiam Declaração de Glasgow

A Declaração de Glasgow estabeleceu uma agenda ousada e nada pode impedir a perda das florestas e terras produtivas.

8 de novembro, 2021
Hora dos poluidores pagarem a conta
COP 26
Hora dos poluidores pagarem a conta

Samanta Pineda apresentará as soluções verdes da agricultura nacional e os resultados dessas iniciativas.

3 de novembro, 2021
COP 26: qual o papel do empresariado brasileiro?
ARTIGO
COP 26: qual o papel do empresariado brasileiro?

Artigo por Cristiana Nepomuceno de Sousa Soares

3 de novembro, 2021

Tags relacionadas