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ENCHENTES

ANA encerra consulta para definir padrões nacionais
Contribuições enviadas à ANA vão subsidiar a criação de parâmetros técnicos e indicadores operacionais para os serviços de manejo de águas pluviais.
18 de fevereiro, 2026

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O reservatório possui capacidade para armazenar até 900 mil m³ de águas pluviais, volume equivalente a cerca de 360 piscinas olímpicas, em uma área de aproximadamente 130.000 m².

As obras têm como objetivo o combate às enchentes no município paulista.

A publicação é um diagnóstico técnico-científico sobre as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, destacando seus impactos socioeconômicos e ambientais no estado.

O resultado revelou 599 mil domicílios particulares (21% do total) em alta vulnerabilidade a deslizamentos ou inundações, dos quais 142 mil estão em vulnerabilidade muito alta.

A drenagem e manejo de águas pluviais urbanas ajudam a controlar o escoamento das chuvas e a prevenir alagamentos, erosão do solo e deslizamento de encostas.

Um dos problemas para o agravamento dessas ocorrências é o descarte irregular de resíduos sólidos.

A mudança permitirá os investimentos necessários nos serviços de drenagem e manejo de águas pluviais nos municípios suscetíveis a eventos como as enxurradas e as inundações.

Cada filtro produz mil litros por hora A ONG Biosaneamento em parceria com a Amazon e a Água Camelo enviou 50 filtros de água para o estado do Rio Grande do Sul em razão do desabastecimento ocasionado pelas enchentes do início de maio. O filtro limpa a água barrenta dos rios para consumo imediato. Cada unidade do equipamento é capaz de filtrar mil litros de água por hora e, juntos, têm o potencial de potabilizar até 1,2 milhão de litros de água por dia. “Os Correios estão fazendo esse transporte, com ajuda da FAB, até Canoas/RS, onde a Corsan/Aegea deve receber e fazer a instalação. A gente entende que a melhor opção é mandar isso para a empresa local de saneamento para poder fazer render o máximo esse produto de alta tecnologia”, afirmou o presidente da ONG Biosaneamento, Luiz Fazio. Em Porto Alegre, duas das seis estações de tratamento de água estão paradas, porque alagaram e estavam sob risco de provocar descargas elétricas. Aproximadamente 85% da população está desabastecida pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). Além da capital gaúcha, os municípios do interior do Rio Grande do Sul afetados pela cheia dos rios também sofrem com falta de água. A Biosaneamento também se coloca à disposição das autoridades estaduais e federais para discutir meios eficazes e de qualidade para erguer o estado do Rio Grande do Sul, com equipe técnica capacitada para debater o saneamento básico nas cidades afetadas. O Rio Grande do Sul tem 428 de 497 municípios com algum relato de problema relacionado ao temporal. Mais de 1,4 milhão de pessoas foram afetadas. “Além disso, estamos prontos para trabalhar na prevenção dos efeitos da crise climática no restante do Brasil. Essa situação precisa servir de alerta para a necessidade de nos prepararmos para alagamentos e demais catástrofes que estão por vir”, reiterou Luiz Fazio.

A relação entre as mudanças climáticas e as enchentes é visível quando bairros periféricos de grandes centros urbanos são afetados.

Com isso, cresce a importância dos estudos de previsão e monitoramento de eventos extremos

Artigo especial por Felipe Guerra e Débora Ciociola, arquitetos escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados (JLAA)

Por: Daniela Rizzi, Cecília Herzog e Wilson Cabral de Sousa Junior (*)

