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DESASTRES NATURAIS

Ausência de drenagem urbana causa prejuízos de mais de R$ 732 bilhões até 2024
A falta de investimentos em drenagem urbana no Brasil tem gerado prejuízos superiores a R$ 732 bilhões entre 2013 e 2024, agravados por enchentes e deslizamentos.
29 de junho, 2026

Fundo de seguradoras destina R$ 2 milhões para vítimas de desastres climáticos
2 de fevereiro, 2026
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Um método relativamente simples de análise estatística é capaz de prever com mais precisão o risco de deslizamentos de terra causados por chuva intensa.

A assinatura do protocolo de intenções busca fazer frente ao aumento na frequência e intensidade de desastres no Brasil nos últimos anos, especialmente associados às mudanças climáticas.

O RegeneraRS já mobilizou mais de R$ 200 milhões e tem o potencial de chegar a R$ 409 milhões em recursos para apoiar projetos de médio e longo prazo.

A regra atual inclui a prevenção em áreas de risco e a resposta e a recuperação em áreas atingidas ou com risco de serem atingidas, mas não prevê mitigação nem preparação.

O cadastro será administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a Agência Nacional de Águas e outros órgãos e entidades federais, estaduais e municipais.

A pesquisa apontou também que o faturamento dos setores pode ter uma perda de R$ 127 bilhões, valor próximo ao PIB do estado do Maranhão, além de impactar negativamente o PIB do Brasil em 0,7%.

o programa de fomento às cidades resilientes prevê o uso de instrumentos financeiros e econômicos prioritariamente nos locais mais vulneráveis das cidades.

Participaram do levantamento homens e mulheres de todas as classes sociais e regiões do Brasil, todos empregados sob o regime CLT em empresas privadas que possuem mais de 100 colaboradores.

O estudo “Clima e Saúde: Aprendizagem Interprofissional, Inovação e Colaboração” vai avaliar os desafios globais de saúde relacionados à crise climática e seus impactos na saúde

Levantamento da Casa Civil do Governo Federal, divulgado no início desse ano, 1.942 municípios brasileiros estão sob risco de desastres naturais por serem áreas com relevo bastante acidentado

O evento tem como meta contribuir para debater qual é o papel da engenharia para a prevenção de riscos climáticos nas cidades

Foram apresentadas 17 orientações já aprovadas para ações de segurança e resiliência em caso de desastres naturais

Na obra, os autores analisam porque os desastres não são naturais

A ETA móvel tem capacidade de uma vazão de 20 litros por segundo de água ou 1.7 milhão litros por dia

Cada filtro produz mil litros por hora A ONG Biosaneamento em parceria com a Amazon e a Água Camelo enviou 50 filtros de água para o estado do Rio Grande do Sul em razão do desabastecimento ocasionado pelas enchentes do início de maio. O filtro limpa a água barrenta dos rios para consumo imediato. Cada unidade do equipamento é capaz de filtrar mil litros de água por hora e, juntos, têm o potencial de potabilizar até 1,2 milhão de litros de água por dia. “Os Correios estão fazendo esse transporte, com ajuda da FAB, até Canoas/RS, onde a Corsan/Aegea deve receber e fazer a instalação. A gente entende que a melhor opção é mandar isso para a empresa local de saneamento para poder fazer render o máximo esse produto de alta tecnologia”, afirmou o presidente da ONG Biosaneamento, Luiz Fazio. Em Porto Alegre, duas das seis estações de tratamento de água estão paradas, porque alagaram e estavam sob risco de provocar descargas elétricas. Aproximadamente 85% da população está desabastecida pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). Além da capital gaúcha, os municípios do interior do Rio Grande do Sul afetados pela cheia dos rios também sofrem com falta de água. A Biosaneamento também se coloca à disposição das autoridades estaduais e federais para discutir meios eficazes e de qualidade para erguer o estado do Rio Grande do Sul, com equipe técnica capacitada para debater o saneamento básico nas cidades afetadas. O Rio Grande do Sul tem 428 de 497 municípios com algum relato de problema relacionado ao temporal. Mais de 1,4 milhão de pessoas foram afetadas. “Além disso, estamos prontos para trabalhar na prevenção dos efeitos da crise climática no restante do Brasil. Essa situação precisa servir de alerta para a necessidade de nos prepararmos para alagamentos e demais catástrofes que estão por vir”, reiterou Luiz Fazio.

O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Eduardo Soares de Macedo, da seção de Investigações, Riscos e Gerenciamento Ambiental

Foram 122 identificadas, frente à 187 no ano anterior

Satélite meteorológico geoestacionário, denominado Himawari-10, é para a Agência Meteorológica do Japão

Segundo estudo científico coordenado pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indica uma maior tendência de fenômenos climáticos intensos. O Cemaden realizou o estudo climático com base nas fortes chuvas que atingiram Pernambuco e outros estados do Nordeste em maio de 2022. Na ocasião, 130 pessoas morreram em decorrência de deslizamentos de terra. “Em todo mundo existe uma tendência de extremos e não só de chuvas, mas também de secas, furacões, ondas de calor e de frio. Esta é uma tendência observada, e o Brasil não é uma exceção. A tendência de extremos está aumentando em todo mundo”, explica o climatologista José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden. Para o coordenador da pesquisa são necessárias ações de conscientização, prevenção e gestão do risco de desastres, além de monitoramento eficiente da previsão com a participação de todos, o que requer educação e mudança cultural. “A população tem que desenvolver uma percepção sobre os desastres. Algumas pessoas não querem deixar suas casas, outras voltam escondidas para pegar documentos e terminam atingidas por avalanches de rochas, deslizamentos e enxurradas”. Marengo diz ainda que as chuvas não são as responsáveis pelas mortes, mas a falta de um planejamento urbano e tomadores de decisão que devem ter uma percepção sobre os desastres naturais mais comuns hoje em dia. O artigo “Flash floods and landslides in the city of Recife, Northeast Brazil after heavy rain on May 25–28, 2022: Causes, impacts, and disaster preparedness” (Inundações repentinas e deslizamentos de terra na cidade de Recife, Nordeste do Brasil, após fortes chuvas de 25 a 28 de maio de 2022: causas, impactos e preparação para desastres) teve a participação de 12 pesquisadores e foi publicado no jornal científico internacional da Elsevier – Weather and Climate Extremes em janeiro.

A população já pode se cadastrar para receber as mensagens de alerta pelo celular sobre o risco de ocorrência de desastres naturais.

