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SUSTENTABILIDADE

Adidas bane sacolas plásticas de lojas

O Grupo adidas anunciou o fim do uso de sacolas plásticas em suas próprias lojas em todo o mundo. A empresa afirma que irá minimizar o impacto ambiental e estimular práticas de hábitos mais sustentáveis. Com a medida, a Adidas deve eliminar cerca de 70 milhões de sacolas plásticas anuais em mais de 14 mil lojas de varejo. A mudança para sacolas de papel será implementada imediatamente, exceto na Rússia e Cazaquistão, que vão aderir a partir de junho de 2016. No último ano a adidas trabalhou com seus parceiros e grande parte de seus franqueados que se comprometeram a eliminar as sacolas plásticas até o final do primeiro semestre de 2016. “A eliminação de sacolas de plástico faz parte do nosso esforço para aumentar e incentivar o uso de materiais sustentáveis em nossa produção, nossos produtos e lojas, e é um dos pontos da nossa mais nova Estratégia de Sustentabilidade para 2020 ‘Esporte precisa de espaço’“, diz Roland Auschel, membro de Conselho executivo, responsável por Vendas Globais. “Nossos funcionários foram treinados para engajar os clientes da marca. Por isso sempre perguntaremos para os nossos clientes no ato da compra se eles realmente precisam das sacolas. Reduzir o número de sacolas que produzimos significa minimizar nossa participação no impacto ambiental e nos ajuda a ser uma empresa cada vez mais sustentável”. A iniciativa começou no ano passado, quando a adidas anunciou a parceria com a Parley for the Oceans. Como membro fundador, a adidas apoia a Parley for the Oceans em seus esforços para educação e comunicação, bem como o seu abrangente Programa de Plástico do Oceano (Evitar, Interceptar e Redesenhar) que tem objetivo de acabar com a poluição nos oceanos.

O Grupo adidas anunciou o fim do uso de sacolas plásticas em suas próprias lojas em todo o mundo. A empresa afirma que irá minimizar o impacto ambiental e estimular práticas de hábitos mais sustentáveis. Com a medida, a Adidas deve eliminar cerca de 70 milhões de sacolas plásticas anuais em mais de 14 mil lojas de varejo. A mudança para sacolas de papel será implementada imediatamente, exceto na Rússia e Cazaquistão, que vão aderir a partir de junho de 2016.

No último ano a adidas trabalhou com seus parceiros e grande parte de seus franqueados que se comprometeram a eliminar as sacolas plásticas até o final do primeiro semestre de 2016. “A eliminação de sacolas de plástico faz parte do nosso esforço para aumentar e incentivar o uso de materiais sustentáveis em nossa produção, nossos produtos e lojas, e é um dos pontos da nossa mais nova Estratégia de Sustentabilidade para 2020 ‘Esporte precisa de espaço’“, diz Roland Auschel, membro de Conselho executivo, responsável por Vendas Globais. “Nossos funcionários foram treinados para engajar os clientes da marca. Por isso sempre perguntaremos para os nossos clientes no ato da compra se eles realmente precisam das sacolas. Reduzir o número de sacolas que produzimos significa minimizar nossa participação no impacto ambiental e nos ajuda a ser uma empresa cada vez mais sustentável”.

A iniciativa começou no ano passado, quando a adidas anunciou a parceria com a Parley for the Oceans. Como membro fundador, a adidas apoia a Parley for the Oceans em seus esforços para educação e comunicação, bem como o seu abrangente Programa de Plástico do Oceano (Evitar, Interceptar e Redesenhar) que tem objetivo de acabar com a poluição nos oceanos.

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ARTIGO
Contraprova do plástico

Por Yuri Kabe * Em tempos de banimento de itens de plástico, como acontece no Reino Unido, em países da União Europeia, como França, e em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo, é fundamental analisar de forma mais crítica e sensata se encarar o produto como vilão do meio ambiente é a melhor solução para problemas ambientais que precisamos solucionar. É preciso considerar que os plásticos podem ser úteis para auxiliar a sociedade e as empresas em soluções para as mudanças climáticas, por exemplo, que são consideradas pela Organização das Nações Unidas (ONU) a principal ameaça para a vida marinha e terrestre. Nesse sentido, a luta contra a poluição plástica não pode se tornar uma guerra conta os plásticos em si. Na construção civil, a invenção do cimento e do concreto revolucionou a forma como construímos nossas edificações. Sua resistência é indispensável para o mundo moderno, tendo se tornado a segunda substância mais consumida, atrás apenas da água. Entretanto, as tecnologias atuais de produção de cimento são grandes emissoras de gases do efeito estufa e a substituição do concreto por outros materiais, principalmente o plástico, nas áreas não estruturais, além de reduzir custos, podem reduzir o impacto ambiental das edificações. No setor automobilístico, o uso do plástico deixa o automóvel mais leve, reduzindo o uso de combustível e diminuindo a queima de gases. No segmento de embalagens, vimos uma revolução com a chegada dos plásticos, que diminuíram o desperdício de alimentos e a relação entre volume de produto e de embalagem de 70% x 30% para 97% x 3%, respectivamente. Outra vantagem são os benefícios para a área da saúde. A matéria-prima tem sido fundamental para evitar contaminação, sendo utilizada na fabricação de bolsas de sangue e das máscaras recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a transmissão de doenças. Mas, como garantir um futuro com plástico e o equilíbrio ambiental? A desinformação é um grande problema. As famosas "ilhas de plástico no meio do Oceano Pacífico ou no mar do Caribe", por exemplo, sempre apresentadas como ilustração do que é despejado diariamente nos mares, são, na sua maior parte, resultados de grandes fenômenos naturais que arrastaram lixo para os mares, como o furacão Katrina, que varreu o litoral sul dos Estados Unidos em 2005 e os tsunamis que atingiram o sudeste asiático em 2004 e a costa leste do Japão em 2011. Obviamente a presença de resíduos plásticos no meio ambiente é reflexo de uma ineficiência na gestão de resíduos, um dos principais desafios da atualidade, mas a origem do problema é muito mais complexa, com particularidades em cada um dos quatro cantos do mundo. O Haiti é um país com quase nenhuma infraestrutura de coleta de lixo e localizado na rota de furacões que, junto com a chuva, levam resíduos para o oceano. Lagos, a maior cidade da Nigéria, tem mais de 20 milhões de habitantes e não conta com água encanada e, por esse motivo, o consumo de água em garrafa PET é exorbitante. A Indonésia, um país formado por quase 20 mil ilhas, tem o desafio de pensar em gestão de resíduos para regiões geográficas muito distintas. O Chile vive o problema durante o degelo, acentuado pelas mudanças climáticas, que arrasta os resíduos para o Oceano Pacífico. Na Europa, a indústria turística é um dos setores que mais geram resíduos plásticos. Em terra firme, vemos necessidade de investir mais em pesquisa e criar ciência em torno destas informações para um diagnóstico mais preciso, sem discrepância de dados. Precisamos saber o tamanho real do nosso desafio, assim como a eficácia das medidas mitigatórias para que seja possível pensar em políticas públicas e não endossar uma luta contra o que nos é favorável. Esse processo pode levar um tempo, assim como levamos décadas para chegar à conclusão de que o aumento da concentração de CO2 na atmosfera tem potencial para causar o aumento da temperatura média do planeta. Ainda assim, não é preciso esperar que isso aconteça. Além de adotar práticas de economia circular, a indústria mundial do plástico está se movimentando para gerar estatísticas, relatórios e guias para criadores de políticas públicas. A adesão ao Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional para reduzir a perda de partículas de plástico (pellets) para o meio ambiente, tem contribuído para minimizar impactos ambientais. O Plastic Leak Project, capitaneado pela Quantis, uma consultoria ambiental europeia focada na gestão do ciclo de vida do plástico, é uma das iniciativas mais recentes, com o objetivo de reunir um grupo de multistakeholders para criação de uma metodologia de quantificação que possa ser utilizada em níveis municipal e nacional por setores privado e público. A intenção é identificar a perda de plástico em setores da indústria e desenvolver ações mitigatórias. A ação já analisa dados dos setores de embalagem, têxtil e de fabricação de pneus. Como estudo de caso, uma empresa europeia com atuação no segmento de laticínios identificou que a venda de leite em pó para a Nigéria, China e Bangladesh é responsável pela perda de 4% do volume total de plásticos utilizados e está definindo um novo tipo de embalagem. Definir ações como esta só é possível a partir de uma metodologia consensual. Nem sempre o plástico será a melhor alternativa, mas precisamos reconhecer que para muitos casos o plástico é a solução mais viável do ponto de vista ambiental. Não é possível pensar em um futuro sustentável sem o plástico. * Yuri Kabe é Especialista em Avaliação de Ciclo de Vida na Braskem

27 de julho, 2020
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SACOLAS PLÁSTICAS
Rio consegue reduzir uso em 50%

Com menos de um ano da lei de restrição de sacolas plásticas em vigor, a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) informa que já são dois bilhões de unidades a menos no meio ambiente. A lei entrou em vigor em junho de 2019. Houve uma redução de cerca de 50% na distribuição de sacolas plásticas pelas redes associadas e o Estado do Rio conseguiu bater a meta estipulada pela ASSERJ no início da implementação. "No primeiro ano da lei, tínhamos que reduzir em 40% a distribuição ao consumidor e já chegamos aos 50%. A partir do segundo ano é acrescentar 10% até o quarto ano, ou seja, nós precisamos, em quatro anos, reduzir a distribuição de sacolas em até 70%. Acreditamos que vamos conseguir isso bem antes", diz Fábio Queiróz, presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro. O levantamento foi feito pela ASSERJ junto aos estabelecimentos que estão cobrando o preço de custo pelas sacolas retornáveis e aderiram ao movimento "Desplastifique Já!", lançado no dia 25 junho de 2019. Com o mote "Use sacolas retornáveis. Desplastifique já! Supermercados do Rio e você, juntos pela redução das sacolas plásticas", o movimento surgiu para fazer com que os consumidores repensem sobre o uso indiscriminado da sacola. Outro objetivo da ação é orientar sobre o impacto do produto no meio ambiente, buscando a mudança de hábitos para um consumo mais consciente, incentivando o uso de sacolas retornáveis. "Tivemos um engajamento positivo dos estabelecimentos e da população com a causa e isso foi fundamental para todo o trabalho que realizamos no setor”. A Lei determina que os supermercados de grande porte disponibilizassem apenas as novas sacolas, produzidas com mais de 51% de fontes renováveis, a preço de custo, não havendo lucro para os lojistas. Os estabelecimentos de pequeno porte tiveram mais seis meses para se adequar e iniciaram a distribuição das novas sacolas em 26 de dezembro de 2019. A consumidora Érika Valóis de 35 anos, alerta para a importância ambiental “Comecei a usar sacolas retornáveis desde quando morava em São Paulo. Quando mudei para o Rio ainda não havia a lei, mas achei fundamental a implementação da medida para melhorar a conscientização das pessoas sobre o meio ambiente que vivemos". Antes da implantação da lei, o estado do Rio distribuía anualmente cerca de 4 bilhões de sacolas plásticas. Com base nisso, mais de 300 milhões de sacolas plásticas eram entregues por mês no Estado. Com a aplicação da Lei, esse número caiu para pouco menos de 200 milhões de sacolas/mês. Aquele que não cumprir as regras impostas pela lei das sacolas Plásticas está sujeito às penalidades previstas na Lei de Política Estadual e Educação Ambiental, bem como na aplicação de multa pecuniária em valor a ser estimado de 100 à 10.0000 UFIR'S (correspondente para o exercício de 2020: de R﹩ 355,50 à 35.550,00).

29 de junho, 2020
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RECICLAGEM
Embalagens usarão plásticos retirados do oceano

Em projeto piloto, as embalagens da Dell passam a utilizar 25% de resíduo plástico reciclado retirados de canais e praias – com a iniciativa, 7 mil toneladas de materiais plásticos deixarão de contaminar os oceanos neste ano. A ação integra o Programa Dell Legacy of Good que pretende, até 2020, utilizar 100% de embalagens recicláveis em seus produtos. As embalagens feitas a partir do plástico retirado do oceano passarão a ser usadas globalmente nas caixas do notebook 2-em1 Dell XPS 13 a partir do dia 31 de abril de 2017. A empresa ainda incluirá informações educativas em todas as embalagens, para aumentar a conscientização global de saúde dos ecossistemas dos oceanos. Para ajudar a garantir que as embalagens da Dell também não terminem nos oceanos, a Dell irá carimbar cada caixa com o símbolo de reciclagem Nº 2, designando-as como HDPE (que é comumente reciclável em muitos locais). O processo de produção das embalagens feitas a partir dos plásticos retirados dos oceanos é composto por várias etapas: os parceiros da Dell coletam os plásticos oceânicos em cursos de água, costas e praias antes de chegarem ao oceano. Em seguida, o plástico usado é processado e refinado, e se faz uma mistura do plástico retirado dos oceanos (25%) com outros plásticos HDPE reciclados (os 75% restantes), de fontes como garrafas e recipientes de armazenamento de alimentos. Por fim, flocos de plástico reciclado são moldados e transformados em embalagens, que são enviadas nas caixas que chegarão aos clientes.

24 de fevereiro, 2017
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016