Publicidade
SANEAMENTO

Ambient comemora 20 anos de atuação

No final de setembro, a Ambient – Serviços Ambientais de Ribeirão Preto comemorou 20 anos de atuação na cidade. A empresa é responsável pela construção, operação e manutenção do sistema de tratamento e destino final do esgoto sanitário do município. A empresa já investou mais de R$ 160 milhões e transformou Ribeirão Preto em uma referência em saneamento no Brasil, sendo o primeiro município com mais de 650 mil habitantes a atingir 98% do esgoto coletado e tratado. Para atingir esse nível, a empresa construiu 72 km de redes de interceptores e de emissários de esgotos, além de duas estações elevatórias e duas Estações de Tratamento de Esgoto — ETE Caiçara e ETE Ribeirão Preto —, que, juntas, têm capacidade atual de tratamento de, em média, 135 milhões de litros diários de esgoto. “A Ambient sente orgulho de fazer parte disso. Com seriedade, transparência e dedicação, tratamos o esgoto coletado na cidade, devolvendo água limpa aos rios e afluentes, com respeito à saúde pública e compromisso com a qualidade de vida da população”, afirma o Diretor-presidente, Paulo Roberto de Oliveira . Investir em saneamento é evitar futuras doenças associadas à falta dos serviços de água e esgoto. Estima-se que a cada R$ 1,00 investido em saneamento, R$ 4,00 sejam economizados em Saúde. Investir em coleta e tratamento de esgoto, portanto, significa proporcionar mais qualidade de vida à população, contribuir com a preservação do meio ambiente e economizar recursos públicos destinados à Saúde que podem beneficiar outras áreas. Segundo Paulo Roberto, a demanda de investimentos do setor, de modo geral, permanece grande no País. Conforme números previstos no Plano Nacional de Saneamento Básico, são da ordem de R$ 15 bilhões por ano. “Apesar disso, o Brasil não chega aos R$ 10 bilhões por ano de investimento. Isso mostra uma evolução muito pequena de cinco anos atrás para os dias atuais e, ainda, como as empresas privadas podem ocupar um espaço maior no setor de saneamento, auxiliando o governo nesta que é uma questão básica para as cidades”, explica o diretor. Com investimentos da ordem de R$ 5 milhões, a Ambient implantou um sistema de geração de energia, através do Biogás gerado no próprio tratamento de esgoto (que antes era queimado em uma tocha), e atualmente produz na própria estação 50% da energia consumida na operação. “Visando à sustentabilidade, a inovação foi, e ainda é, um diferencial e uma referência para o futuro, fazendo com que o mercado brasileiro conheça um novo conceito em solução energética”, alega Paulo Roberto. Seguindo essa linha de investimentos e de sustentabilidade, a Ambient está desenvolvendo estudos para o aproveitamento do lodo gerado no sistema de tratamento, como biossólido na agricultura e também para o reuso da água, após o tratamento do esgoto. Com essas ações, a empresa certificação ISO 9001: 2000. ISO 9001: 2008, emitida pelo Bureau Veritas Quality International (BVQI), atendendo, inclusive, a todos os requisitos e normas ambientais. Por esse compromisso com o desenvolvimento e com a melhoria do saneamento básico em Ribeirão Preto, nos últimos 20 anos, a Ambient conquistou vários prêmios e reconhecimentos. Foi eleita duas vezes, em 2007 e 2010, “a melhor empresa do ano” pela revista “Saneamento Ambiental”, da Signus Editora, na categoria empresa privada do setor de saneamento, sendo escolhida por meio de votos diretos de aproximadamente 15 mil dirigentes e técnicos do setor de saneamento e meio ambiente. “Um reconhecimento, sem dúvida, do trabalho sério que a empresa desenvolveu nesses anos, bem como da qualidade do serviço prestado ao município”, enfatiza o diretor presidente, Paulo Oliveira. Em 2013, a Ambient recebeu o prêmio “Empresa Cidadã, amiga de Ribeirão Preto”, maior prêmio que uma instituição empresarial pode esperar da comunidade onde atua. O prêmio, entregue pela Câmara Municipal, enfatiza o reconhecimento do município aos serviços prestados de tratamento de esgoto, motivando ainda mais a empresa a manter-se comprometida e preocupada com a qualidade de vida e a preservação do meio ambiente.Já em 2015, a empresa recebeu o Selo Verde por seu comprometimento com o desenvolvimento sustentável e o meio ambiente. A certificação foi concedida pelo “Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo”, que realizou uma pesquisa junto a prefeituras e órgãos ambientais. Com o “Selo Verde”. Ainda neste ano, a Ambient ganhou o 2º lugar Prêmio Sustentabilidade, oferecido pelo Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (SINDCON), na categoria técnica, com o projeto “Sistema de Reutilização de Efluente Tratado na ETE Caiçara”.

No final de setembro, a Ambient – Serviços Ambientais de Ribeirão Preto comemorou 20 anos de atuação na cidade. A empresa é responsável pela construção, operação e manutenção do sistema de tratamento e destino final do esgoto sanitário do município. A empresa já investou mais de R$ 160 milhões e transformou Ribeirão Preto em uma referência em saneamento no Brasil, sendo o primeiro município com mais de 650 mil habitantes a atingir 98% do esgoto coletado e tratado.

Para atingir esse nível, a empresa construiu 72 km de redes de interceptores e de emissários de esgotos, além de duas estações elevatórias e duas Estações de Tratamento de Esgoto — ETE Caiçara e ETE Ribeirão Preto —, que, juntas, têm capacidade atual de tratamento de, em média, 135 milhões de litros diários de esgoto. “A Ambient sente orgulho de fazer parte disso. Com seriedade, transparência e dedicação, tratamos o esgoto coletado na cidade, devolvendo água limpa aos rios e afluentes, com respeito à saúde pública e compromisso com a qualidade de vida da população”, afirma o Diretor-presidente, Paulo Roberto de Oliveira.

Investir em saneamento é evitar futuras doenças associadas à falta dos serviços de água e esgoto. Estima-se que a cada R$ 1,00 investido em saneamento, R$ 4,00 sejam economizados em Saúde. Investir em coleta e tratamento de esgoto, portanto, significa proporcionar mais qualidade de vida à população, contribuir com a preservação do meio ambiente e economizar recursos públicos destinados à Saúde que podem beneficiar outras áreas. Segundo Paulo Roberto, a demanda de investimentos do setor, de modo geral, permanece grande no País. Conforme números previstos no Plano Nacional de Saneamento Básico, são da ordem de R$ 15 bilhões por ano. “Apesar disso, o Brasil não chega aos R$ 10 bilhões por ano de investimento. Isso mostra uma evolução muito pequena de cinco anos atrás para os dias atuais e, ainda, como as empresas privadas podem ocupar um espaço maior no setor de saneamento, auxiliando o governo nesta que é uma questão básica para as cidades”, explica o diretor.

Com investimentos da ordem de R$ 5 milhões, a Ambient implantou um sistema de geração de energia, através do Biogás gerado no próprio tratamento de esgoto (que antes era queimado em uma tocha), e atualmente produz na própria estação 50% da energia consumida na operação. “Visando à sustentabilidade, a inovação foi, e ainda é, um diferencial e uma referência para o futuro, fazendo com que o mercado brasileiro conheça um novo conceito em solução energética”, alega Paulo Roberto. Seguindo essa linha de investimentos e de sustentabilidade, a Ambient está desenvolvendo estudos para o aproveitamento do lodo gerado no sistema de tratamento, como biossólido na agricultura e também para o reuso da água, após o tratamento do esgoto.

Com essas ações, a empresa certificação ISO 9001: 2000. ISO 9001: 2008, emitida pelo Bureau Veritas Quality International (BVQI), atendendo, inclusive, a todos os requisitos e normas ambientais. Por esse compromisso com o desenvolvimento e com a melhoria do saneamento básico em Ribeirão Preto, nos últimos 20 anos, a Ambient conquistou vários prêmios e reconhecimentos. Foi eleita duas vezes, em 2007 e 2010, “a melhor empresa do ano” pela revista “Saneamento Ambiental”, da Signus Editora, na categoria empresa privada do setor de saneamento, sendo escolhida por meio de votos diretos de aproximadamente 15 mil dirigentes e técnicos do setor de saneamento e meio ambiente. “Um reconhecimento, sem dúvida, do trabalho sério que a empresa desenvolveu nesses anos, bem como da qualidade do serviço prestado ao município”, enfatiza o diretor presidente, Paulo Oliveira. Em 2013, a Ambient recebeu o prêmio “Empresa Cidadã, amiga de Ribeirão Preto”, maior prêmio que uma instituição empresarial pode esperar da comunidade onde atua. O prêmio, entregue pela Câmara Municipal, enfatiza o reconhecimento do município aos serviços prestados de tratamento de esgoto, motivando ainda mais a empresa a manter-se comprometida e preocupada com a qualidade de vida e a preservação do meio ambiente.Já em 2015, a empresa recebeu o Selo Verde por seu comprometimento com o desenvolvimento sustentável e o meio ambiente. A certificação foi concedida pelo “Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo”, que realizou uma pesquisa junto a prefeituras e órgãos ambientais. Com o “Selo Verde”.

Ainda neste ano, a Ambient ganhou o 2º lugar Prêmio Sustentabilidade, oferecido pelo Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (SINDCON), na categoria técnica, com o projeto “Sistema de Reutilização de Efluente Tratado na ETE Caiçara”.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
BRK
Comemorando 25 anos de serviços em Limeira

A BRK Ambiental comemora 25 anos de serviços universalizados no município de Limeira (SP) em 2020 com a cobertura de 100% de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto em toda a área urbana da cidade. Neste período de 25 anos, o município recebeu investimento de mais de R$ 500 milhões. Como principais avanços, a BRK destaca a evolução em coleta de esgoto, que saltou de 78% para 100% e, principalmente, em tratamento de esgoto, que no início da concessão era de somente 2% e hoje encontra-se universalizado (100%). O índice de perda de água em Limeira também é um dos menores do Brasil, de acordo com o Ranking do Saneamento 2020 do Instituto Trata Brasil. O município conseguiu reduzir as perdas de água de 45%, antes da concessão, para os atuais 15,5%. “Esse baixo índice de perdas só foi possível de ser alcançado graças aos investimentos em troca de redes antigas, controle de pressão, pesquisa de vazamentos e substituição de hidrômetros. E tem sido um fator determinante para Limeira em períodos de estiagens prolongadas”, comenta o diretor regional da empresa, Fernando Mangabeira. Na marca de 25 anos de concessão dos serviços de água e esgoto em Limeira, a BRK Ambiental informa que ainda há grandes investimentos a serem feitos no município, com importantes obras que se encontram em execução, como, por exemplo, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tatu, que recebe obras para modernização com a implantação de um sistema de tratamento em nível terciário, com remoções de matéria orgânica (95%), nitrogênio (75%) e fósforo (89%), em uma vazão média de 650 l/s, o que representa 80% do esgoto coletado em Limeira. O projeto é de R$ 120 milhões e permitirá que o efluente tratado seja devolvido ao Ribeirão Tatu com alto nível de qualidade, beneficiando não somente o Município de Limeira, mas toda a Bacia PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí). Com relação ao abastecimento de água, Limeira teve implantado um Sistema de Tratamento de Lodo na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. A obra concluída contou com um investimento de R$ 15 milhões e promove o correto desaguamento do lodo gerado nos processos de tratamento de água, com a devida destinação final dos resíduos, bem como com a possibilidade de reutilização da água de processo, elevando mais ainda a eficiência do município nos aspectos relacionados à gestão hídrica e a utilização dos recursos naturais da Bacia. “Pelo pioneirismo histórico em saneamento e por seus atuais sistemas de água e esgoto, Limeira pode se orgulhar de estar contribuindo para que o país figure no seu lugar apropriado, longe dos índices estatísticos indesejados e alarmantes de baixa qualidade de vida e de saúde pública dos países menos favorecidos. A realidade presente aqui em Limeira é prova disso”, afirma Mangabeira.

15 de junho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ESGOTO
BRK evita lançamento de 3,1 bilhões litros

O município de Limeira (SP) deixou de lançar 3,1 bilhões de litros de esgoto sem tratamento nos rios e córregos no primeiro bimestre de 2020. A BRK Ambiental é a responsável pelos serviços de saneamento na cidade, que tem 100% do esgoto coletado e tratado em três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Nos dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 1.271 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas nos rios da cidade. “O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Limeira e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 275 milhões em obras de esgoto. Para este ano estão previstos aproximadamente mais R$ 28 milhões. Atualmente a BRK trabalha na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe, onde a tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda. As obras civis do sistema biológico da estação estão concluídas. Em andamento estão as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas e de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas. Somente nesta obra, os investimentos realizados pela concessionária totalizarão R$ 94 milhões.

31 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
GS INIMA BRASIL
Duas empresas premiadas pela ABES

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas por estar entre as 29 cidades de mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. O prêmio é concedido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). A associação realiza pesquisa nacional e contempla os municípios que forneceram as informações para o cálculo de cada um dos cinco indicadores ao SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. A ABES recebeu informações de quase dois mil municípios, dos quais apenas 80 estão na categoria máxima ‘Rumo à universalização’. Dentre os de grande porte - com mais de 100 mil habitantes – somente 29 estão na categoria, sendo todos das regiões Sudeste e Sul. As outras categorias são ‘Compromisso com a universalização’, ‘Primeiros Passos para a universalização’ (onde se enquadra a maioria dos 1.894 municípios pesquisados) e ‘Empenho para a universalização’. Ribeirão Preto, que conta com quase 695 mil habitantes, obteve o 13º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2018, com 497,40 pontos na avaliação. O prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, acompanhado do diretor-técnico do DAERP, Lineu Andrade de Almeida, recebeu o prêmio das mãos do presidente ABES, Roberval Tavares de Souza. O Comissário Geral da Agência Reguladora DAEA, Márcio Saito, representou o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges, e recebeu o prêmio acompanhado pelo diretor-técnico da SAMAR, Rondinaldo Lima, de Sérgio Roberto Bahls, diretor da ABES. Araçatuba conta com 192 mil habitantes e desde a entrada da SAMAR, em 2012, já foram investidos R$ 81 milhões na melhoria dos serviços de saneamento. A cidade obteve o 20º lugar no Ranking ABES, com 495,16 pontos. A nota máxima é 500. “Essas conquistas mostram que estamos no caminho certo. Vamos continuar trabalhando, assumindo compromissos e entregando excelentes resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba”, afirmou Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil.

8 de abril, 2019
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Águas Guariroba completa 15 anos de atuação

A Águas Guariroba completou, dia 23 de outubro, 15 anos de atuação na capital de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Neste período, a empresa de saneamento, pertencente ao Grupo Aegea Saneamento, investiu mais de R$ 961 milhões em água e esgoto que transformaram o cenário do saneamento básico da capital nos últimos anos. Atualmente, Campo Grande tem índice de abastecimento de água tratada próximo a 99,8% (antes da concessão era de 96%). Com o avanço do programa de universalização, nos próximos 10 anos, todos os bairros terão acesso a tratamento de esgoto, segundo a empresa. A Águas Guariroba atua em 41 municípios mato-grossenses. “O que diferencia Campo Grande hoje no Brasil é o planejamento e a busca constante pela eficiência nos serviços prestados”, afirma o Diretor-presidente da empresa, José João Fonseca. “Já investimos quase um bilhão para melhorar e ampliar o acesso da população ao tratamento de água e de esgoto. Obter estes recursos só é possível quando trabalhamos de forma eficiente”. Além das obras de ampliação em locais que não contavam com o serviço, a Águas Guariroba investiu na perfuração de poços de captação subterrânea, novos reservatórios, obras para interligar os sistemas de reservação nos bairros e redução de perdas. Agora, Campo Grande possui sistema de abastecimento de água automatizado e monitorado em tempo real através do Centro de Controle Operacional (CCO). Através de computadores e telões, técnicos controlam 24 horas por dia o funcionamento das captações de água, nas represas dos córregos Guariroba, Lageado e 150 poços profundos. Os técnicos também operam a longa distância os níveis dos reservatórios nos bairros, as estações de bombeamento, o tratamento e a pressão na rede de distribuição. Com este processo, o índice de perdas com vazamentos, fraudes e medição ineficiente foi reduzido de 56% (2006) para 19% (2014) - inferior à média nacional (37%) e um dos menores entre as capitais. Os investimentos da Águas Guariroba tornaram o sistema de distribuição de água mais eficiente e capaz de atender à população, sem riscos de racionamento em épocas de grande consumo, como o calor e a estiagem. Segundo pesquisa realizada pela empresa para medir o índice de satisfação dos moradores locais, 94% dos entrevistados disseram que os serviços públicos “funcionam bem”. O levantamento realizado em 2015 mostra ainda que, de maneira geral, os serviços prestados pela empresa têm 87% de aprovação junto aos usuários. “Acredito que essa aceitação seja devido a todos os programas de educação ambiental e de integração com a comunidade que desenvolvemos”, defende o presidente José João Fonseca. “Não adianta só fazer os investimentos. É importante saber passar para a população a importância disso”, completa. Esgoto e saúde Em relação ao serviço de esgotamento sanitário, ele era disponível a apenas 18,72% em 2000. Com a implementação do programa “Sanear Morena”, o serviço de coleta e tratamento foi ampliado para 81,83% e perdeu o estigma de obra enterrada. O acesso a saneamento mudou a realidade dos bairros e trouxe resultados para a saúde dos moradores. Um estudo que cruza dados do Datasus (Sistema de Informações do Ministério da Saúde) e do IBGE comprova que diminuiu a taxa de internações por diarreias no município. No ano de 2003, o índice era de 157,4 a cada 100 mil habitantes e em 2013 o número caiu para 22,2 a cada 100 mil habitantes, uma redução de cerca de 86%. Segundo o Diretor-presidente da Águas Guariroba, José João Fonseca, a universalização do serviço de tratamento de esgoto é a principal meta da Águas Guariroba e até 2025 a concessionária deverá investir R$ 636 milhões na terceira etapa do programa “Sanear Morena”, que está em andamento. “O gráfico de redução das diarreias acompanha diretamente a ampliação da rede de esgoto. Veja a importância que tem a coleta e principalmente o tratamento. Muito diferente de outros lugares, aqui 100% do que nós coletamos, nós tratamos. O resultado disso é mais qualidade de vida para as pessoas”, afirma.

29 de outubro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Trata Brasil apresenta 16 municípios com sucesso em gestão

O Instituto Trata Brasil, o Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV e a GO Associados realizaram o seminário “Avanços em Saneamento Básico – Exemplos mostram que a universalização é possível”, no dia 30 de setembro, no auditório da Fundação Getúlio Vargas, para cerca de 200 pessoas. O encontro mostrou as medidas que municípios tomaram para melhorar a coleta e tratamento de esgoto. “Valorizar as cidades que têm conseguido levar serviços de saneamento básico para sua população, em uma época em que a internet está mais presente nas escolas do que a coleta de esgoto nos municípios”. Com essa frase Édison Carlos, Presidente-executivo do Instituto Trata Brasil (ITB), abriu o seminário. Gesner Oliveira, coordenador do Grupo de Economia de Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV, destacou que 16 municípios já obtiveram bons resultados, mas continuam investindo, cuidando de sua estrutura, razão pela qual ocupam as primeiras posições em saneamento básico. O secretário nacional de saneamento ambiental, Paulo Ferreira, disse que tais cidades são exemplos, mas que ainda há um longo caminho a percorrer para melhorar o saneamento básico no País. “É preciso resolver problemas de gestão, obter colaboração da iniciativa privada, analisar se as perdas de água são reais ou aparentes e também incorporar tecnologias simples e complexas para tratar os esgotos”, afirmou Ferreira. Entre os 16 municípios com bons resultados, Campinas destaca-se pela redução na pressão da água e no investimento na troca de redes, além de trocar hidrômetros. Campinas também instalou medidores em áreas invadidas. Já a cidade de Limeira fez parcerias com a iniciativa privada para reduzir a perda de água. A mesma atitude foi tomada por Ribeirão Preto, que pediu recursos do BNDES, com o objetivo de melhorar seu saneamento. No estado do Rio de Janeiro, Niterói investiu em parcerias com empresas do setor privado. Em 1999, a região tinha apenas 20% de redes de esgoto. Atualmente, este índice chega a 98% da rede e tem como meta os 100% para 2018. Em Minas Gerais, a cidade de Uberlândia investiu na comunicação com o Ministério Público, as agências reguladoras e a população das áreas urbanas e rurais. “Quando não se pode utilizar a verba é preciso usar o verbo”, afirmou o prefeito Gilmar Machado. Uma das maiores preocupações do prefeito mineiro é com a criação de fossas urbanas nas áreas rurais. “Para isso, criamos o conselho urbano e o conselho rural. Também mantenho contato com os comitês das bacias hidrográficas. Não podemos pensar na crise. Temos de trabalhar com nossos recursos e não pensarmos só em Brasília. Uberlândia segue um planejamento, independentemente do partido político que esteja no comando”, enfatizou. Campo Grande investiu no mapeamento de todos os cursos d´água, enquanto as mineiras Belo Horizonte, Contagem e Montes Claros, representadas pelo Diretor de planejamento e gestão de empreendimentos da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Ronaldo Matias de Souza, investiram em planejamento, interação e foco nas necessidades. As paulistas Franca, Taubaté e Santos resolveram seus problemas por etapas. Primeiramente, as cidades sanaram as questões de abastecimento e, na sequência, os de saneamento. Curitiba, Londrina e Maringá, por sua vez, investiram em água em quantidade, abastecimento constante, combate ao desperdício e acompanhamento do sistema de fraudes. Hoje há inadimplência de apenas 1% nessas regiões.

5 de outubro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Aegea, Sanepar e Sanasa recebem premiação

Aconteceu ontem (05/08), nas dependências do Centro Britânico, em São Paulo, a cerimônia de entrega do prêmio “ Empresas do Ano no Saneamento Ambiental ”. Neste ano, as ganhadoras foram: Aegea, na categoria Empresa Privada, Sanepar , na categoria Empresa Estadual e Sanasa , na categoria Empresa Municipal. A novidade desta premiação foi a palestra feita pelo economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que falou ao seleto grupo de convidados sobre as perspectivas da economia brasileira. Saudando as vencedoras na ocasião, o diretor Editorial da revista Saneamento Ambiental lembrou que o prêmio foi instituído há 15 anos pela publicação com o intuito de reconhecer as empresas que se destacam numa área bastante crítica no país, que é o saneamento. Para a indicação das empresas concorrentes, o corpo editorial da revista leva em conta critérios como: investimentos realizados em relação à receita operacional líquida anual; índice de tratamento de esgoto; níveis de perda de água; e receita gerada por funcionário próprio, sendo que os itens operacionais têm peso diferenciado. De acordo com o jornalista, o tratamento de esgotos ainda é o “calcanhar de Aquiles do setor de saneamento” e que a média inferior a 50% é incompatível numa nação que figura entre as 10 maiores economias do mundo – “sob esse ponto de vista, ainda somos um país muito pobre. Quase miserável”. Quanto à perda de água, Francisco Alves salientou que o problema adquire maior gravidade neste momento de crise hídrica – “é inadmissível que se gaste esforços e recursos financeiros para captar água, tratá-la e depois deixar que ela se perca sem utilização”. As empresas premiadas em 2015 já foram escolhidas como as melhores pelos leitores da revista Saneamento Ambiental em outras ocasiões: a Sanepar foi eleita pela segunda vez, a Sanasa pela quarta, assim como a Aegea, que já recebeu o prêmio como Grupo por duas vezes e de forma individual através de suas concessões Prolagos e Águas Guariroba. Outro aspecto ressaltado por Alves em seu discurso foi o crescimento da iniciativa privada no setor ao longo dos 15 anos que a premiação ocorre: “no começo, as empresas privadas atendiam a um número muito pequeno de comunidades. Hoje elas estão em 304 municípios, atendendo a uma população de mais de 32 milhões de pessoas. E a tendência é que essa participação aumente ainda mais, tendo em vista o que ainda precisa ser feito e a baixa capacidade de investimento por parte do setor público”. O jornalista encerrou seu discurso dando boas vindas a todos que desejarem investir em saneamento “em concordância com as regras”, como forma de ajudar o setor a sair do atual “quadro de miséria”. A cerimônia de premiação contou com a presença do diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sanasa, Pedro Cláudio da Silva, que recebeu a placa das mãos de Everton de Oliveira, Conselheiro da revista. Na sequência, Eugenio Singer, também Conselheiro da publicação, entregou a distinção à Sanepar, representada por seu diretor Administrativo, Francisco Cesar Farah. Por fim, o diretor da revista Saneamento Ambiental, Sergio de Oliveira, entregou o prêmio ao diretor Presidente da Aegea, Hamilton Amadeo. Farah disse que apesar de a Sanepar não ter sido construída para ganhar prêmios, esses reconhecimentos são bem-vindos, pois atestam a eficiência do trabalho prestado, lembrando ainda que a companhia trata, no Paraná, 100% do esgoto que coleta, condição determinada por uma lei estadual. Mostrando-se bastante honrado com a premiação, Hamilton Amadeo enalteceu a iniciativa da revista Saneamento Ambiental, “uma referência do setor”, em sua opinião, e reforçou os esforços do Grupo Aegea para estender o saneamento ao maior número possível de pessoas. A palestra apresentada pelo economista Eduardo Gianetti da Fonseca foi sem dúvida o ponto alto do evento. Em sua fala, lembrou do desafio da universalização da cobertura dos serviços de saneamento, “segmento ainda bastante crítico no Brasil”. Quanto às perspectivas para a economia brasileira, Gianetti dividiu sua apresentação em três etapas: “onde estamos, como chegamos aqui e para onde vamos”. Em sua concepção, o Brasil vive um momento de reversão de expectativas – há pouco tempo era a “estrela do mundo emergente” e hoje se encontra no outro extremo do pêndulo, chamado pelo economista de “fundo do poço”. Três aspectos levam a essa definição: o atual cenário de recessão com a expectativa de PIB negativo de -2,5% para 2015 (o quadro deve se manter negativo em 2016, “apesar de menos grave que agora”, aponta o economista); a inflação verificada de 9,5% a 10% em 2015 que é reflexo dos preços “segurados artificialmente” pelo poder público nos últimos anos e somente em 2017 deve voltar a convergir para o centro da meta; e o desequilíbrio externo. Entre as condições que levaram o país a essa situação Gianetti lista a mudança do ambiente externo, aliada a fatores estruturais e conjunturais – “o mundo que trabalhava a favor do Brasil deixou de fazê-lo”, destaca o economista, acrescentando ainda que outros mercados emergentes também sofreram o impacto do ambiente externo, entretanto em menor escala e que já mostram sinais de recuperação. Ele não foi muito otimista sobre as perspectivas para a economia brasileira, tendo em vista o agravamento do atual quadro político e econômico. E disse que dificilmente o País voltará a crescer antes de 2017. Quanto ao saneamento, Gianetti afirmou que a carência em serviços de coleta e tratamento de esgotos é o principal desafio civilizatório brasileiro. “É um desafio hoje, numa visão de sustentabilidade, com a questão da gestão integrada dos recursos hídricos, a saúde pública, o capital humano e o desenvolvimento do País e da própria dignidade das pessoas”, ressaltou o economista.

6 de agosto, 2015