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REUSO

Ambipar vai tratar água da chuva

A Ambipar inaugura, no dia 22 de março (Dia Mundial da Água), um sistema de captação, tratamento e reuso de água da chuva, no complexo industrial da companhia, localizado em Nova Odessa (SP). O equipamento tem capacidade de armazenamento de 60 mil litros e, levando em conta o índice pluviométrico da região, que mede em torno de 1.317,1 mm/ano, a expectativa é a reutilização de 1,5 milhão de litros por ano de água ou 75 mil galões grandes de água. O projeto, denominado de “Sistema de Captação, Tratamento e Reuso de Alta Performance”, será utilizado para abastecer os caminhões pipas destinados a atendimento emergencial, combate a incêndios, limpeza predial, higienização de veículos, máquinas e caminhões, irrigação de áreas verdes e eventuais utilizações para uso potável. “É uma forma de preservar o recurso, principalmente em momentos de crise hídrica ou na situação atual, em que estamos com o principal reservatório do Estado de São Paulo encontra-se em baixa, com 51,5% da capacidade”, afirma Gabriel Estevam Domingos, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O sistema conta com tratamento da água para reutilizar em fins potáveis ou não potáveis, bem como o sistema de captação (calhas, dique e tubulações), sistema de descarte dos primeiros minutos de água, componentes filtrantes, purificadores, armazenamento de água bruta e tratada, painel de comando e controle automatizado, que também funciona de forma remota como pelo aparelho celular. Além da preservação do recurso hídrico, o projeto também apoia os indicadores sociais do ESG (Environmental, Social, Governance na sigla em inglês). A ONG Ciclo, Social Arte, conta com grafiteiros da comunidade Jardim Ângela, em São Paulo, para realizar a estética visual da área que contempla o sistema de reuso de água de chuva no complexo de PD&I, em Nova Odessa. A arte contempla a fórmula molecular da água, o ciclo dinâmico e parte de seu ecossistema de forma interativa e didática.

A Ambipar inaugura, no dia 22 de março (Dia Mundial da Água), um sistema de captação, tratamento e reuso de água da chuva, no complexo industrial da companhia, localizado em Nova Odessa (SP). O equipamento tem capacidade de armazenamento de 60 mil litros e, levando em conta o índice pluviométrico da região, que mede em torno de 1.317,1 mm/ano, a expectativa é a reutilização de 1,5 milhão de litros por ano de água ou 75 mil galões grandes de água.

O projeto, denominado de “Sistema de Captação, Tratamento e Reuso de Alta Performance”, será utilizado para abastecer os caminhões pipas destinados a atendimento emergencial, combate a incêndios, limpeza predial, higienização de veículos, máquinas e caminhões, irrigação de áreas verdes e eventuais utilizações para uso potável. “É uma forma de preservar o recurso, principalmente em momentos de crise hídrica ou na situação atual, em que estamos com o principal reservatório do Estado de São Paulo encontra-se em baixa, com 51,5% da capacidade”, afirma Gabriel Estevam Domingos, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). 

O sistema conta com tratamento da água para reutilizar em fins potáveis ou não potáveis, bem como o sistema de captação (calhas, dique e tubulações), sistema de descarte dos primeiros minutos de água, componentes filtrantes, purificadores, armazenamento de água bruta e tratada, painel de comando e controle automatizado, que também funciona de forma remota como pelo aparelho celular. Além da preservação do recurso hídrico, o projeto também apoia os indicadores sociais do ESG (Environmental, Social, Governance na sigla em inglês). 

A ONG Ciclo, Social Arte, conta com grafiteiros da comunidade Jardim Ângela, em São Paulo, para realizar a estética visual da área que contempla o sistema de reuso de água de chuva no complexo de PD&I, em Nova Odessa. A arte contempla a fórmula molecular da água, o ciclo dinâmico e parte de seu ecossistema de forma interativa e didática.

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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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REUSO
TRC Sustentável apresenta cisterna modular

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) apresenta como novidade no ano de 2017 as Cisternas Modulares (kit Reúso), serviço que já está disponível em todas as cidades do Brasil onde as 41 unidades da rede operam, atualmente. Segundo a empresa, o principal diferencial desses reservatórios de captação de água da chuva e de máquina de lavar, dos já oferecidos no mercado, é basicamente o formato do produto. “Antes, só podíamos encontrar no mercado reservatórios cilíndricos – tipo caixa d'água ou tambores. Até que a Tecnotri (fabricante de fornecedora do produto à TRC) criou um reservatório que armazenasse mais água ocupando a menor área possível nas residências”, explica Anderson Silva, diretor executivo da TRC. “Essa tecnologia de última geração veio para agregar valores aos nossos serviços, com os projetos voltados a todos consumidores focados em economia na conta de água e no consumo consciente”, explica Silva. “Nossa expectativa é que, em pouquíssimo tempo, as vendas desse serviço já representem mais de 5% dos nossos negócios, no geral. E esperamos alcançar uma média de R$ 500 mil/ano, com vendas dos produtos Tecnotri”, acrescenta. As Cisternas Modulares foram desenvolvidas com um design especial para atender às mais diversas áreas externas residenciais com facilidade: “Além das casas, elas também podem ser utilizadas em condomínios, para uso da água em lavagem de calçadas, garagens, plantas, gramas, jardins, assim como também para reposição de águas em piscinas e reserva da água da piscina, durante a drenagem do fundo (remoção de sujeiras depositadas no fundo)”, explica. As cisternas tem capacidade para captar 150, 600, 1 mil e até 1.050 litros de água, o sistema de filtragem com filtro clorador desses produtos é simples e permite que as pessoas utilizem a água da chuva coletada do telhado sem culpa.

23 de janeiro, 2017
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ÁGUA
Sistema de captação economiza até 80%

A Esalflores, floricultura e Garden center de Curitiba (PR), utiliza há cinco anos sistema de captação de água de chuva. A empresa usa uma cisterna especial com capacidade para armazenar 30 mil litros, água que é utilizada nos vasos sanitários, na rega das plantas da loja e para lavar o piso, pois a água é cristalina, mas não potável. Por experiência, é possível economizar cerca de 30 a 60% de água. Mas na Esaflores, como o nosso gasto com a rega de plantas é muito grande, já atingimos uma economia de 80%. A cada 200 m² de telhado, conseguimos armazenar, em períodos chuvosos, até 15 mil litros. Como essa água não é potável, ela é utilizada para a manutenção da loja”, destaca o Gerente geral da Esalflores, Bruno José Esperança. A Esalflores capta água por meio de calhas que escoam a água das chuvas para tubos. Desses tubos, as águas passam por dois filtros, o primeiro um gradeamento, que retém a sujeira grossa, e depois por uma tela, que filtra a poeira. Em seguida, a água é despejada na cisterna. O sistema desenvolvido para a Esalflores pode custar até R$ 40 mil. Porém, em residências a captação de água da chuva custa, aproximadamente, R$ 4 mil. “É um investimento extremamente válido. Além de todo o resultado financeiro, com um consumo de água até 60% menor, estamos pensando no futuro do planeta, reaproveitando uma água que até então não tinha aproveitamento algum e que contribuía para inundações, já que os grandes centros urbanos são tomados por concreto e essa água não consegue ser absorvida corretamente pelo solo”, completa Bruno José Esperança.

6 de setembro, 2016
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REUSO
Águas do Mirante implanta sistema em seis ETEs

A Águas do Mirante implantou processo de utilização de água de reuso nas seis maiores Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo. A iniciativa é adotada desde outubro de 2012 e tem como objetivo reduzir o consumo de água potável e contribuir para a preservação do meio ambiente. A medida foi adotada após diagnóstico feito pela equipe técnica, no qual constatou-se que grande parte da água utilizada para a realização das atividades operacionais da empresa, era descartada na rede. Além disso, a Aegea Saneamento (holding que administra a Águas do Mirante), atua com o propósito de assegurar que os serviços realizados pelas concessionárias, gerem o mínimo de impacto ao meio ambiente. “As ETEs Ponte do Caixão, Bela Vista e Ártemis contam com o sistema de reuso desde a concepção. Para obtermos uma abrangência maior do benefício implantamos o sistema na ETE Piracicamirim, Capim Fino e Tupi”, esclarece Clayton Bezerra, Gerente de Operações. Atualmente, a Águas do Mirante utiliza a água de reuso após o tratamento realizado em cada estação. Parte da água é armazenada em reservatórios específicos para lavagem de pátios, ruas, irrigação de áreas verdes, entre outras ações, enquanto outra parte do efluente tratado é lançada nos córregos, conforme determina a legislação ambiental vigente. Bezerra diz que ao implantar esse sistema, a empresa contribui efetivamente para a preservação do meio ambiente e reduz o consumo de água potável. “Antes de incluirmos a água de reuso nas atividades do cotidiano, consumíamos cerca de 2.500m3 ao mês na ETE Piracicamirim, que equivalem ao consumo de 150 residências. Com o sistema, o consumo passou a ser de 600 m3 por mês, que corresponde ao consumo de 35 residências”, ressalta Bezerra.

8 de junho, 2015
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REUSO
Sabesp quer produzir água potável com água de reuso

A Sabesp informa que irá utilizar água de reúso para produzir água potável, tecnologia já utilizada em alguns países da Europa, nos Estados Unidos, Israel e Cingapura. Duas estações de produção de água de reúso vão produzir 3.000 litros por segundo, que serão lançados nas represas Guarapiranga e Isolina – esta do Sistema Baixo Cotia - aumentando o volume de água armazenada dos reservatórios. No primeiro caso, será implantada uma estação de produção de água de reúso próxima à estação de trem Jurubatuba, na zona sul de São Paulo. O esgoto coletado da região de Interlagos, que passa por uma tubulação às margens do rio Pinheiros, será captado e tratado na nova estação. Após o tratamento diferenciado, a água de reúso será lançada no córrego Julião, que já foi despoluído pelo Programa Córrego Limpo, da Sabesp, e então despejada na Represa Guarapiranga. A partir da represa, a água de reúso, misturada à água acumulada pelas chuvas, será coletada e tratada, passando pelo processo já usado no tratamento tradicional, e distribuída à população. No caso da água de reúso que será aproveitada pelo Sistema Baixo Cotia, todo o esgoto habitualmente despoluído na estação de tratamento Barueri passará pelo mesmo tratamento refinado, com membranas e osmose. Em seguida, a água de reúso será levada para a repre¬sa Isolina, que integra o sistema. Antes, o esgoto tratado pela ETE Barueri era despejado no rio Tietê. Paulo Nobre, superintendente de Tratamento de Esgotos da Região Metropolitana, explica que para chegar a esse resultado duas estações de produção de água de reúso serão equipadas com reatores biológicos de membranas, que fazem uma ultrafiltração e têm ca¬pacidade para remover partículas sólidas com tamanho correspondente a um diâmetro mil vezes menor que um fio de cabelo. Depois das membranas, será empregado o processo de osmose por foto-oxidação, que vai eliminar peque¬nas partículas, como bactérias e vírus. Como última etapa, a água é submetida a um processo de desinfecção final, com emprego de radiação ultravioleta associada ao peróxido de hidrogênio. A qualidade da água de reúso será moni¬torada continuamente pela Sabesp, por analisadores online e análises laboratoriais.

22 de abril, 2015