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REUSO

TRC Sustentável apresenta cisterna modular

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) apresenta como novidade no ano de 2017 as Cisternas Modulares (kit Reúso), serviço que já está disponível em todas as cidades do Brasil onde as 41 unidades da rede operam, atualmente. Segundo a empresa, o principal diferencial desses reservatórios de captação de água da chuva e de máquina de lavar, dos já oferecidos no mercado, é basicamente o formato do produto. “Antes, só podíamos encontrar no mercado reservatórios cilíndricos – tipo caixa d'água ou tambores. Até que a Tecnotri (fabricante de fornecedora do produto à TRC) criou um reservatório que armazenasse mais água ocupando a menor área possível nas residências”, explica Anderson Silva, diretor executivo da TRC. “Essa tecnologia de última geração veio para agregar valores aos nossos serviços, com os projetos voltados a todos consumidores focados em economia na conta de água e no consumo consciente”, explica Silva. “Nossa expectativa é que, em pouquíssimo tempo, as vendas desse serviço já representem mais de 5% dos nossos negócios, no geral. E esperamos alcançar uma média de R$ 500 mil/ano, com vendas dos produtos Tecnotri”, acrescenta. As Cisternas Modulares foram desenvolvidas com um design especial para atender às mais diversas áreas externas residenciais com facilidade: “Além das casas, elas também podem ser utilizadas em condomínios, para uso da água em lavagem de calçadas, garagens, plantas, gramas, jardins, assim como também para reposição de águas em piscinas e reserva da água da piscina, durante a drenagem do fundo (remoção de sujeiras depositadas no fundo)”, explica. As cisternas tem capacidade para captar 150, 600, 1 mil e até 1.050 litros de água, o sistema de filtragem com filtro clorador desses produtos é simples e permite que as pessoas utilizem a água da chuva coletada do telhado sem culpa.

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) apresenta como novidade no ano de 2017 as Cisternas Modulares (kit Reúso), serviço que já está disponível em todas as cidades do Brasil onde as 41 unidades da rede operam, atualmente. Segundo a empresa, o principal diferencial desses reservatórios de captação de água da chuva e de máquina de lavar, dos já oferecidos no mercado, é basicamente o formato do produto. “Antes, só podíamos encontrar no mercado reservatórios cilíndricos – tipo caixa d'água ou tambores. Até que a Tecnotri (fabricante de fornecedora do produto à TRC) criou um reservatório que armazenasse mais água ocupando a menor área possível nas residências”, explica Anderson Silva, diretor executivo da TRC.

“Essa tecnologia de última geração veio para agregar valores aos nossos serviços, com os projetos voltados a todos consumidores focados em economia na conta de água e no consumo consciente”, explica Silva. “Nossa expectativa é que, em pouquíssimo tempo, as vendas desse serviço já representem mais de 5% dos nossos negócios, no geral. E esperamos alcançar uma média de R$ 500 mil/ano, com vendas dos produtos Tecnotri”, acrescenta. As Cisternas Modulares foram desenvolvidas com um design especial para atender às mais diversas áreas externas residenciais com facilidade: “Além das casas, elas também podem ser utilizadas em condomínios, para uso da água em lavagem de calçadas, garagens, plantas, gramas, jardins, assim como também para reposição de águas em piscinas e reserva da água da piscina, durante a drenagem do fundo (remoção de sujeiras depositadas no fundo)”, explica.

As cisternas tem capacidade para captar 150, 600, 1 mil e até 1.050 litros de água, o sistema de filtragem com filtro clorador desses produtos é simples e permite que as pessoas utilizem a água da chuva coletada do telhado sem culpa.

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REUSO
Ambipar vai tratar água da chuva

A Ambipar inaugura, no dia 22 de março (Dia Mundial da Água), um sistema de captação, tratamento e reuso de água da chuva, no complexo industrial da companhia, localizado em Nova Odessa (SP). O equipamento tem capacidade de armazenamento de 60 mil litros e, levando em conta o índice pluviométrico da região, que mede em torno de 1.317,1 mm/ano, a expectativa é a reutilização de 1,5 milhão de litros por ano de água ou 75 mil galões grandes de água. O projeto, denominado de “Sistema de Captação, Tratamento e Reuso de Alta Performance”, será utilizado para abastecer os caminhões pipas destinados a atendimento emergencial, combate a incêndios, limpeza predial, higienização de veículos, máquinas e caminhões, irrigação de áreas verdes e eventuais utilizações para uso potável. “É uma forma de preservar o recurso, principalmente em momentos de crise hídrica ou na situação atual, em que estamos com o principal reservatório do Estado de São Paulo encontra-se em baixa, com 51,5% da capacidade”, afirma Gabriel Estevam Domingos, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O sistema conta com tratamento da água para reutilizar em fins potáveis ou não potáveis, bem como o sistema de captação (calhas, dique e tubulações), sistema de descarte dos primeiros minutos de água, componentes filtrantes, purificadores, armazenamento de água bruta e tratada, painel de comando e controle automatizado, que também funciona de forma remota como pelo aparelho celular. Além da preservação do recurso hídrico, o projeto também apoia os indicadores sociais do ESG (Environmental, Social, Governance na sigla em inglês). A ONG Ciclo, Social Arte, conta com grafiteiros da comunidade Jardim Ângela, em São Paulo, para realizar a estética visual da área que contempla o sistema de reuso de água de chuva no complexo de PD&I, em Nova Odessa. A arte contempla a fórmula molecular da água, o ciclo dinâmico e parte de seu ecossistema de forma interativa e didática.

22 de março, 2021
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ÁGUA PLUVIAL
Sistema gera economia a condomínios

Engenheiro civil da A.Yoshii Engenharia, Paulo Alexandre Tomen afirma que os projetos da construtora localizados em Londrina (PR), Maringá (PR), Curitiba (PR) e Campinas (SP) dispõem de sistema de captação e reaproveitamento de água pluvial neste período de estiagem e de combate ao novo coronavírus. “Dependendo da quantidade de chuva em um determinado mês, o sistema consegue compensar a demanda mensal. Assim, o condomínio nem chega a usar os recursos da companhia de água do município, para atividades que podem ser realizadas com água da chuva filtrada”, explica. A captação acontece nos telhados e calhas dos prédios e no piso das áreas comuns, onde a água é canalizada, passando por um filtro que retira impurezas e sedimentos como folhas, terra e areia. Na sequência, a água pluvial é depositada em um reservatório disponível para ser usado em áreas comuns, como na limpeza de calçadas, por exemplo, por ser imprópria para o consumo. Um prédio comum consome uma média de 5 a 10 mil litros de água potável nas áreas úteis. O engenheiro comenta que esta água poderia ser utilizada ou poupada em outras tarefas. Um edifício com o sistema de reutilização de água pluvial deixa de consumir aproximadamente 8 mil litros de água tratada, uma economia aproximada de 30% na conta, o que varia de acordo com o tamanho do reservatório e a demanda hídrica. Em meses mais chuvosos, o reservatório ativa um sistema para evitar vazamentos e descarta a água extra em uma rede de coleta de águas pluviais. Em meses mais secos, é acionado um dispositivo que regula a quantidade de água, mantendo o nível mínimo para utilização. “Hoje a gente tem mais do que nunca essa preocupação com o meio ambiente, de estar construindo edificações mais sustentáveis. Mais do que reduzir a conta de água, o que é excelente, é importante pensar na questão ambiental, indo contra o desperdício de água. Claro que é necessário lavar a calçada e manter os ambientes limpos, mas se você lavar com uma água reaproveitada da chuva, deixa de gastar a água tratada, que poderia ser destinada para outros fins”, afirma Tomen.

4 de maio, 2020
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ÁGUA DE CHUVA
Pesquisador do IPT lança livro sobre captação

O pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, lança o livro 'Captação, Manejo e Uso de Água de Chuva', no 10º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva , que acontece de 15 a 18 de novembro na cidade de Belém (PA). Apesar de parecer uma técnica simples e barata, a captação de água da chuva, segundo Zanella, necessita de conhecimento específico para sua aplicação e investimentos para sua realização. A utilização de água de chuva como parte integrante de um projeto de engenharia carece da verificação da viabilidade técnica e econômica para sua implantação, explica Zanella na obra, e não são raras as situações em que o sistema pode se mostrar inviável, seja tecnicamente (principalmente quando aplicado a edificações existentes), ou economicamente – sobretudo quando avaliado a partir dos interesses financeiros de potenciais usuários considerados individualmente, como famílias de moradores, empresários ou mesmo órgãos ou entidades públicas. “Apesar da importância primordial da viabilidade técnica, não raramente a viabilidade econômico-financeira é considerada mandatória quanto à opção pela utilização dos sistemas nas cidades”, explica Zanella. A quantidade e a qualidade da água de chuva possíveis de se obter, os usos pretendidos para a água, os equipamentos necessários ao tratamento, a capacidade de estocagem e os gastos com operação e manutenção do sistema são alguns dos aspectos que devem ser avaliados pelo usuário da edificação, explica o pesquisador na obra de 24 capítulos organizada pela Associação Brasileira de Captação e Manejo de Água de Chuva (ABCMAC).

18 de novembro, 2016
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ÁGUA
Sistema de captação economiza até 80%

A Esalflores, floricultura e Garden center de Curitiba (PR), utiliza há cinco anos sistema de captação de água de chuva. A empresa usa uma cisterna especial com capacidade para armazenar 30 mil litros, água que é utilizada nos vasos sanitários, na rega das plantas da loja e para lavar o piso, pois a água é cristalina, mas não potável. Por experiência, é possível economizar cerca de 30 a 60% de água. Mas na Esaflores, como o nosso gasto com a rega de plantas é muito grande, já atingimos uma economia de 80%. A cada 200 m² de telhado, conseguimos armazenar, em períodos chuvosos, até 15 mil litros. Como essa água não é potável, ela é utilizada para a manutenção da loja”, destaca o Gerente geral da Esalflores, Bruno José Esperança. A Esalflores capta água por meio de calhas que escoam a água das chuvas para tubos. Desses tubos, as águas passam por dois filtros, o primeiro um gradeamento, que retém a sujeira grossa, e depois por uma tela, que filtra a poeira. Em seguida, a água é despejada na cisterna. O sistema desenvolvido para a Esalflores pode custar até R$ 40 mil. Porém, em residências a captação de água da chuva custa, aproximadamente, R$ 4 mil. “É um investimento extremamente válido. Além de todo o resultado financeiro, com um consumo de água até 60% menor, estamos pensando no futuro do planeta, reaproveitando uma água que até então não tinha aproveitamento algum e que contribuía para inundações, já que os grandes centros urbanos são tomados por concreto e essa água não consegue ser absorvida corretamente pelo solo”, completa Bruno José Esperança.

6 de setembro, 2016
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PCJ
Estímulo à construção de bacias de retenção

Desde novembro de 2015 a região das bacias PCJ sofre com o aumento no volume de chuvas, 23% acima da média histórica, por conta do fenômeno El Nino. A expectativa é que este cenário continue em todo o primeiro trimestre deste ano. Tanta água pode ser notada nas vazões dos rios, inclusive com pontos de alagamentos. O Rio Piracicaba, por exemplo, chegou a apresentar vazões acima de 400 m³/s, bem diferente do que se viu na estiagem do ano passado, quando o rio registrou menos de 20 m³/s. Com este cenário, o Consórcio PCJ solicita que sejam construídas bacias de retenção – em áreas rurais e urbanas – para armazenar a água das chuvas de verão. “Não é necessário grande investimento financeiro para essa iniciativa. As máquinas das prefeituras podem abrir as valas à beira de estradas vicinais e estas já estarão armazenando água, impedindo alagamentos e alimentando o lençol freático”, atenta o secretário executivo da entidade, Francisco Lahóz. Nas áreas urbanas, o Consórcio PCJ recomenda a construção das bacias de retenção nos espaços reservados às faixas de segurança das linhas de transmissão de energia elétrica que cortam os municípios. Esses locais possuem uma grande área livre de construções que poderia ser utilizada para a implantação das bacias, desde que devidamente cercadas para evitar riscos de acidentes com pessoas. As bacias de retenção são uma alternativa barata, levando-se em consideração o atual cenário econômico, somada às dificuldades financeiras dos municípios. Em Limeira, por exemplo, foram construídas 400 bacias de retenção, em Jaguariúna está em processo a instalação de outras 195 e Bragança Paulista construiu quase mil bacias de retenção no último ano, antevendo-se ao período de chuvas. Até o dia 11 de dezembro de 2015, o Consórcio PCJ organizou visita técnica às bacias de retenção implantadas no Condomínio Quintas de Santa Helena, no Bairro Campestre, em Piracicaba (SP), com vereadores dos municípios associados e membros do Conselho Fiscal da entidade, com o objetivo de fomentar a implantação de leis que mobilizem a construção do maior número possível de bacias de retenção na região. Os interessados em saber mais como construir uma bacia de retenção, segue abaixo links de conteúdo técnico: - Manual Técnico de Manejo e Conservação do Solo e Água, Volume V: http://agua.org.br/wp-content/uploads/2015/08/manualaguasolo-v-5.compressed.pdf – Controle de erosão em estradas rurais não pavimentadas, utilizando sistema de terraceamento com gradiente associado a bacias de captação (Dissertação de mestrado Rui Donizete Casarin, UNESP Botucatu, 2008)). Disponível em: http://www.pg.fca.unesp.br/Teses/PDFs/Arq0317.pdf – Notas de Aulas Práticas da disciplina de Conservação do Solo e da Água (GCS 104) da Universidade Federal de Lavras, elaborada pelos Professores José Maria de Lima, Geraldo César de Oliveira e Carlos Rogério de Melo. Disponível em: http://www.dcs.ufla.br/site/_adm/upload/file/slides/matdispo/geraldo_cesar/notas_de_aula-pratica.pdf

12 de janeiro, 2016
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REUSO
Lançado coletor de água através de crowdfunding

O Aguawell Light, produto que coleta água do chuveiro para reuso, foi lançado em 04 de agosto, através de campanha de financiamento coletivo da Kickante. Idealizado pela empresa Lakefarm, o produto é um conceito inovador que permite que a água limpa e desperdiçada, quando aquecida pelo chuveiro a gás, seja reutilizada nas descargas do vaso sanitário, para lavar roupas, pisos e calçadas ou regar plantas. O produto tem capacidade de 12 litros e é suficiente para duas descargas. "Esperamos ajudar muitas pessoas com o nosso produto. Também esperamos exportar para Califórnia, Austrália e outros locais que sofram com a falta de água", afirma Flávia Arantes Jensen, Diretora da Aguawell. “Estamos felizes em produzir o produto no Brasil, gerando emprego com um produto inovador neste momento de crise econômica e hídrica”. De acordo com a Abegás, o Brasil possui mais de 2,7 milhões de consumidores de gás natural. Por banho, a associação afirma que o volume desperdiçado chega, em média, entre seis e oito litros de água, dependendo da distância entre o chuveiro e o aquecedor. Segundo a empresa o Aguawell permite coletar seis litros de água por dia, o que resulta em uma economia anual de 2 mil litros de água. Entre as vantagens do equipamento estão a facilidade de coletar água, sem custo de instalação; não desperdício de água quando manuseado; pode ser colocado em pé, ao lado do chuveiro ou ao lado do vaso; tem design discreto, que combina com todo o tipo de banheiro; pode ser empilhado para coletar mais água se necessário; fácil de manusear: adultos, crianças e idosos podem usá-lo sem dificuldades, pois o produto tem boa ergonomia com alça de apoio e pode ser totalmente fechado, evitando o risco de dengue quando se armazena água limpa. A campanha do site Kickante visa arrecadar fundos para a produção do produto no Brasil. O Aguawell custará R$ 29,00 sem frete e será enviado para todo o país a um custo de transporte de R$ 20,00. Além de consumidores, os condomínios poderão comprar o produto com um desconto por unidade de 20%. Quem quiser colaborar com a campanha, basta acessar o site http://www.kickante.com.br/campanhas/aguawell-light

21 de agosto, 2015
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FEIRAS
Setor da água é um dos grandes destaques da Pollutec Brasil

A situação da água no Brasil nunca foi tão discutida. Hoje, o acesso ao saneamento universal tornou-se uma das grandes prioridades do governo que, anualmente, investe cerca de R$ 13,5 bilhões em saneamento básico. Existe uma demanda crescente nos serviços de tratamento de efluentes, redução de perdas, utilização da água da chuva e reuso, tratamento de lodos, soluções e tecnologias para a eficiência energética, entre outros. Com objetivo de possibilitar aos profissionais e empresários brasileiros conhecer as grandes oportunidades do setor, a Pollutec Brasil – Feira Internacional de Tecnologias e Soluções Ambientais, que conta com a parceria da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), terá como grande destaque o setor da água. Com mais de 50% de área destinada à empresas do ramo, o evento ainda contará com o Fórum da Água e Eventos Setoriais onde serão realizados workshops, conferências, palestras e mesas-redondas com grandes nomes do mercado nacional e internacional. Definindo-se como inovadora, pioneira e multissetorial, a Pollutec Brasil se coloca como “a plataforma ideal para que o setor possa expandir seus negócios e apresentar seus produtos e serviços ao setor público e privado plataforma ideal para você expandir seus negócios e apresentar seus produtos e serviços ao setor público e privado”, segundo seus representantes. Para informações sobre a Pollutec Brasil, contate [email protected] ou [email protected] .

20 de maio, 2015