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REUSO

Lançado coletor de água através de crowdfunding

O Aguawell Light, produto que coleta água do chuveiro para reuso, foi lançado em 04 de agosto, através de campanha de financiamento coletivo da Kickante. Idealizado pela empresa Lakefarm, o produto é um conceito inovador que permite que a água limpa e desperdiçada, quando aquecida pelo chuveiro a gás, seja reutilizada nas descargas do vaso sanitário, para lavar roupas, pisos e calçadas ou regar plantas. O produto tem capacidade de 12 litros e é suficiente para duas descargas. "Esperamos ajudar muitas pessoas com o nosso produto. Também esperamos exportar para Califórnia, Austrália e outros locais que sofram com a falta de água", afirma Flávia Arantes Jensen, Diretora da Aguawell. “Estamos felizes em produzir o produto no Brasil, gerando emprego com um produto inovador neste momento de crise econômica e hídrica”. De acordo com a Abegás, o Brasil possui mais de 2,7 milhões de consumidores de gás natural. Por banho, a associação afirma que o volume desperdiçado chega, em média, entre seis e oito litros de água, dependendo da distância entre o chuveiro e o aquecedor. Segundo a empresa o Aguawell permite coletar seis litros de água por dia, o que resulta em uma economia anual de 2 mil litros de água. Entre as vantagens do equipamento estão a facilidade de coletar água, sem custo de instalação; não desperdício de água quando manuseado; pode ser colocado em pé, ao lado do chuveiro ou ao lado do vaso; tem design discreto, que combina com todo o tipo de banheiro; pode ser empilhado para coletar mais água se necessário; fácil de manusear: adultos, crianças e idosos podem usá-lo sem dificuldades, pois o produto tem boa ergonomia com alça de apoio e pode ser totalmente fechado, evitando o risco de dengue quando se armazena água limpa. A campanha do site Kickante visa arrecadar fundos para a produção do produto no Brasil. O Aguawell custará R$ 29,00 sem frete e será enviado para todo o país a um custo de transporte de R$ 20,00. Além de consumidores, os condomínios poderão comprar o produto com um desconto por unidade de 20%. Quem quiser colaborar com a campanha, basta acessar o site http://www.kickante.com.br/campanhas/aguawell-light

O Aguawell Light, produto que coleta água do chuveiro para reuso, foi lançado em 04 de agosto, através de campanha de financiamento coletivo da Kickante. Idealizado pela empresa Lakefarm, o produto é um conceito inovador que permite que a água limpa e desperdiçada, quando aquecida pelo chuveiro a gás, seja reutilizada nas descargas do vaso sanitário, para lavar roupas, pisos e calçadas ou regar plantas. O produto tem capacidade de 12 litros e é suficiente para duas descargas. 
 
"Esperamos ajudar muitas pessoas com o nosso produto. Também esperamos exportar para Califórnia, Austrália e outros locais que sofram com a falta de água", afirma Flávia Arantes Jensen, Diretora da Aguawell. “Estamos felizes em produzir o produto no Brasil, gerando emprego com um produto inovador neste momento de crise econômica e hídrica”. De acordo com a Abegás, o Brasil possui mais de 2,7 milhões de consumidores de gás natural. Por banho, a associação afirma que o volume desperdiçado chega, em média, entre seis e oito litros de água, dependendo da distância entre o chuveiro e o aquecedor. 
 
Segundo a empresa o Aguawell permite coletar seis litros de água por dia, o que resulta em uma economia anual de 2 mil litros de água. Entre as vantagens do equipamento estão a facilidade de coletar água, sem custo de instalação; não desperdício de água quando manuseado; pode ser colocado em pé, ao lado do chuveiro ou ao lado do vaso; tem design discreto, que combina com todo o tipo de banheiro; pode ser empilhado para coletar mais água se necessário; fácil de manusear: adultos, crianças e idosos podem usá-lo sem dificuldades, pois o produto tem boa ergonomia com alça de apoio e pode ser totalmente fechado, evitando o risco de dengue quando se armazena água limpa.
 
A campanha do site Kickante visa arrecadar fundos para a produção do produto no Brasil. O Aguawell custará R$ 29,00 sem frete e será enviado para todo o país a um custo de transporte de R$ 20,00. Além de consumidores, os condomínios poderão comprar o produto com um desconto por unidade de 20%. Quem quiser colaborar com a campanha, basta acessar o site http://www.kickante.com.br/campanhas/aguawell-light

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REUSO
Ambipar vai tratar água da chuva

A Ambipar inaugura, no dia 22 de março (Dia Mundial da Água), um sistema de captação, tratamento e reuso de água da chuva, no complexo industrial da companhia, localizado em Nova Odessa (SP). O equipamento tem capacidade de armazenamento de 60 mil litros e, levando em conta o índice pluviométrico da região, que mede em torno de 1.317,1 mm/ano, a expectativa é a reutilização de 1,5 milhão de litros por ano de água ou 75 mil galões grandes de água. O projeto, denominado de “Sistema de Captação, Tratamento e Reuso de Alta Performance”, será utilizado para abastecer os caminhões pipas destinados a atendimento emergencial, combate a incêndios, limpeza predial, higienização de veículos, máquinas e caminhões, irrigação de áreas verdes e eventuais utilizações para uso potável. “É uma forma de preservar o recurso, principalmente em momentos de crise hídrica ou na situação atual, em que estamos com o principal reservatório do Estado de São Paulo encontra-se em baixa, com 51,5% da capacidade”, afirma Gabriel Estevam Domingos, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O sistema conta com tratamento da água para reutilizar em fins potáveis ou não potáveis, bem como o sistema de captação (calhas, dique e tubulações), sistema de descarte dos primeiros minutos de água, componentes filtrantes, purificadores, armazenamento de água bruta e tratada, painel de comando e controle automatizado, que também funciona de forma remota como pelo aparelho celular. Além da preservação do recurso hídrico, o projeto também apoia os indicadores sociais do ESG (Environmental, Social, Governance na sigla em inglês). A ONG Ciclo, Social Arte, conta com grafiteiros da comunidade Jardim Ângela, em São Paulo, para realizar a estética visual da área que contempla o sistema de reuso de água de chuva no complexo de PD&I, em Nova Odessa. A arte contempla a fórmula molecular da água, o ciclo dinâmico e parte de seu ecossistema de forma interativa e didática.

22 de março, 2021
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ÁGUA VIRTUAL
Cálculo reforça a importância do uso consciente

Qualquer processo produtivo utiliza água, mesmo que ela não faça parte do produto final. O total do líquido empregado, desde o início da produção até que ele chegue ao ponto de venda, é chamado de água virtual. Nos produtos agrícolas, como frutas, legumes e grãos, por exemplo, entra no cálculo a água de irrigação da lavoura, a que é necessária na industrialização, na confecção da embalagem e no transporte até o mercado. Segundo reforça Guilherme Karam, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, esse conceito ainda não é muito difundido entre a maior parte das pessoas e seu cálculo não faz parte do dia a dia. “Quando falamos em economia de água, relacionamos com banhos mais curtos ou escovar os dentes de torneira fechada. São atitudes que têm importância, mas também é imprescindível pensar nos nossos hábitos gerais de consumo e como eles podem afetar a disponibilidade de recursos hídricos”. Para ter uma ideia da “pegada hídrica”, na montagem de um computador são utilizados 1,5 mil litros de água na lavagem das peças; a fabricação de um chip de 32 MB usa 16 mil litros de água; uma camiseta de algodão consome 2,7 mil litros; um hambúrguer, 2,4 mil litros e um copo de cerveja, 75 litros. Para que um litro de leite chegue até a mesa do consumidor, foram necessários mil litros de água, contando com o que foi ingerido pela vaca e utilizado no processo industrial posteriormente. Karam salienta que evitar o desperdício de alimentos e outros bens de consumo é uma das medidas para reduzir o gasto de água virtual. Se o consumidor começar a considerar a água virtual envolvida em cada produto ao fazer suas compras e tomar decisões a partir disso, as empresas serão pressionadas a buscar alternativas para reduzir o consumo e conservar cada vez mais esse recurso, defende Karam. “Os empreendedores também podem perceber a importância de adotar ações de prevenção, com impacto direto na melhoria da qualidade e da quantidade da água, como o incentivo à conservação da natureza”, explica.

20 de fevereiro, 2017
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REUSO
TRC Sustentável apresenta cisterna modular

A TRC Sustentável (Tecnologia em Redução de Custos) apresenta como novidade no ano de 2017 as Cisternas Modulares (kit Reúso), serviço que já está disponível em todas as cidades do Brasil onde as 41 unidades da rede operam, atualmente. Segundo a empresa, o principal diferencial desses reservatórios de captação de água da chuva e de máquina de lavar, dos já oferecidos no mercado, é basicamente o formato do produto. “Antes, só podíamos encontrar no mercado reservatórios cilíndricos – tipo caixa d'água ou tambores. Até que a Tecnotri (fabricante de fornecedora do produto à TRC) criou um reservatório que armazenasse mais água ocupando a menor área possível nas residências”, explica Anderson Silva, diretor executivo da TRC. “Essa tecnologia de última geração veio para agregar valores aos nossos serviços, com os projetos voltados a todos consumidores focados em economia na conta de água e no consumo consciente”, explica Silva. “Nossa expectativa é que, em pouquíssimo tempo, as vendas desse serviço já representem mais de 5% dos nossos negócios, no geral. E esperamos alcançar uma média de R$ 500 mil/ano, com vendas dos produtos Tecnotri”, acrescenta. As Cisternas Modulares foram desenvolvidas com um design especial para atender às mais diversas áreas externas residenciais com facilidade: “Além das casas, elas também podem ser utilizadas em condomínios, para uso da água em lavagem de calçadas, garagens, plantas, gramas, jardins, assim como também para reposição de águas em piscinas e reserva da água da piscina, durante a drenagem do fundo (remoção de sujeiras depositadas no fundo)”, explica. As cisternas tem capacidade para captar 150, 600, 1 mil e até 1.050 litros de água, o sistema de filtragem com filtro clorador desses produtos é simples e permite que as pessoas utilizem a água da chuva coletada do telhado sem culpa.

23 de janeiro, 2017
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ÁGUA
Sistema de captação economiza até 80%

A Esalflores, floricultura e Garden center de Curitiba (PR), utiliza há cinco anos sistema de captação de água de chuva. A empresa usa uma cisterna especial com capacidade para armazenar 30 mil litros, água que é utilizada nos vasos sanitários, na rega das plantas da loja e para lavar o piso, pois a água é cristalina, mas não potável. Por experiência, é possível economizar cerca de 30 a 60% de água. Mas na Esaflores, como o nosso gasto com a rega de plantas é muito grande, já atingimos uma economia de 80%. A cada 200 m² de telhado, conseguimos armazenar, em períodos chuvosos, até 15 mil litros. Como essa água não é potável, ela é utilizada para a manutenção da loja”, destaca o Gerente geral da Esalflores, Bruno José Esperança. A Esalflores capta água por meio de calhas que escoam a água das chuvas para tubos. Desses tubos, as águas passam por dois filtros, o primeiro um gradeamento, que retém a sujeira grossa, e depois por uma tela, que filtra a poeira. Em seguida, a água é despejada na cisterna. O sistema desenvolvido para a Esalflores pode custar até R$ 40 mil. Porém, em residências a captação de água da chuva custa, aproximadamente, R$ 4 mil. “É um investimento extremamente válido. Além de todo o resultado financeiro, com um consumo de água até 60% menor, estamos pensando no futuro do planeta, reaproveitando uma água que até então não tinha aproveitamento algum e que contribuía para inundações, já que os grandes centros urbanos são tomados por concreto e essa água não consegue ser absorvida corretamente pelo solo”, completa Bruno José Esperança.

6 de setembro, 2016
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RECURSOS HÍDRICOS
Publicado manual sobre uso da água de chuva

Lançada no dia 10 de fevereiro pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE 2016) fala sobre o direito de todas as pessoas a ter acesso ao saneamento básico e debate políticas públicas e iniciativas que garantam a integridade e o futuro do meio ambiente. A campanha teve divulgado material informativo no dia 1º de março no portal Conic ( www.conic.org.br ), onde foi publicada reportagem sobre o manual de uso de água de chuva lançado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em 2015. Com o tema ‘Casa comum, nossa responsabilidade’ e o lema ‘Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca’, a campanha trata do desenvolvimento, da saúde integral e da qualidade de vida dos cidadãos. “A coleta da água da chuva é fundamental em muitos lugares do planeta, pelo fato de tratar de um recurso único em suas qualidades em termos não só físicos, mas também sociológicos”, afirma o pastor Inácio Lemke, vice-presidente do Conic. O manual oferece à população orientações para melhorar a qualidade da água de chuva, através de boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica. A publicação é direcionada às famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada. “A era moderna trouxe ao ser humano a facilidade do acesso à água, algo que em gerações passadas era difícil. Abrir uma torneira e ter a certeza de água é uma realidade para muitas pessoas e passou a se considerar banal a sua origem ou, muitas vezes, a complexidade para realizar o tratamento. A isso está aliado o desperdício, pois passa a ser considerado um elemento infinito e aparentemente de fácil acesso”, completa Lemke. De acordo com o pesquisador e autor do manual, Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, o projeto nasceu da constatação de que não apenas a captação da água de chuva mas também seu tratamento e armazenagem muitas vezes são feitos de maneira equivocada. “Embora a melhor água seja aquela oferecida pela concessionária, não podemos fechar os olhos ao fato de que muitas famílias hoje convivem com abastecimento irregular e têm se valido dessa solução. É preciso, no entanto, oferecer condições para que a captação seja feita de maneira mais segura, lacuna que o IPT pretende preencher com este manual”. O trabalho do IPT mostra como requisitos fundamentais à captação da água pelo telhado, e não pelo piso, além da filtragem que será responsável pela primeira limpeza, separando o líquido dos objetos sólidos como as folhas das árvores que acabam entrando no captador. Outro ponto importante é o descarte da água da primeira chuva, que carrega a poluição atmosférica e os contaminantes presentes no telhado. O recomendado é que sejam descartados dois litros de água para cada metro quadrado de área do telhado utilizado na captação, o que corresponde aos dois primeiros milímetros de precipitação. O sistema proposto no manual é de fácil instalação. “Os usuários podem fazer adaptações ao material, desde que sigam os parâmetros fundamentais. Essa água poderá ser usada para descarga de bacias sanitárias, limpeza de pisos e veículos e rega de jardins e áreas verdes”, explica Zanella. Numa situação extrema, caso falte água de qualidade superior a água de chuva – desde que captada, tratada e armazenada adequadamente – também pode ser utilizada para ingestão e preparo de alimentos. Para esse uso, além das etapas anteriores, recomenda-se ainda a fervura por um tempo superior a três minutos, melhorando a segurança sanitária.

22 de março, 2016
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ABASTECIMENTO
“Ta Faltando Água” solta primeiro relatório

Idealizado pela Aliança pela Água, rede que reúne mais de 60 entidades entre ONGs, especialistas e movimentos sociais, o aplicativo “Tá Faltando Água” – lançado em setembro deste ano - divulgou seu primeiro relatório referente às denúncias de falta de água e outras ocorrências no dia 18 de novembro. O documento tem as informações baseadas nas coletas de 45 dias, de acordo com orientações do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). Entre os dias 10 de setembro e 26 de outubro, o app recebeu 10.593 denúncias de falta d’agua, em uma média de 235 ocorrências por dia, distribuídas em 354 municípios. Apesar de direcionado ao público da Grande São Paulo, local onde a ação da Aliança tem se concentrado desde a sua criação, em outubro de 2014, foram registradas ocorrências em todos os estados brasileiros, com exceção de Amapá. O MP pretende utilizar essas notificações como elemento de prova para adoção de medidas judiciais pertinentes. No Estado de São Paulo foram feitas 8.113 denúncias em 105 municípios paulistas, sendo que a maior concentração de notificações foi em 32 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, onde a capital lidera com quase 6 mil ocorrências, seguida de Guarulhos e Santo André. Entre os 10 municípios com mais denúncias, sete são atendidos pela Sabesp e três por autarquias municipais que compram água da companhia paulista. Os dados também foram analisados por sistemas produtores de água, onde a região abastecida pelo Cantareira lidera as notificações, seguida das áreas de “flexibilidade” entre sistemas, ou seja, que antes da crise eram abastecidas pelo Cantareira e hoje são atendidas por Guarapiranga e Alto Tietê. “As informações fornecidas pelas pessoas confirmam dados divulgados recentemente pelo Datafolha e site Fiquem Sabendo sobre falta de água, mas também trazem informações novas que é a escassez nos municípios que compram água da Sabesp e nas áreas de “flexibilidade” entre sistemas.”, afirma Marussia Whately, Coordenadora da Aliança Pela Água. “Os dados apresentados não têm a pretensão de cobrir a totalidade das ocorrências de falta de água, mas sim apresentar uma amostragem por meio de um método de coleta acidental, ou seja, que depende das pessoas baixarem e utilizarem o aplicativo. Mesmo que, estatisticamente, não representem toda a população, os dados quantitativos e qualitativos aqui apresentados trazem uma importante contribuição para a tomada de decisão da sociedade civil e de autoridades, pois não são apenas números, mas situações reais de falta de água. Por isso, também ajudam a desnaturalizar o fenômeno da falta de água, ao qual estamos nos acostumando, desde o início da crise”, explica Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). As denúncias podem ser feitas utilizando oi sistema de geolocalização do próprio celular ou o CEP do imóvel atingido. Assim como no aplicativo de trânsito “Waze”, é possível ver a incidência de falta d’agua em tempo real em toda a cidade. O app está disponível em duas versões - uma na Internet, desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), para acesso via navegador, e outro para celulares com sistema operacional Android, desenvolvido por voluntários da empresa Autbank. Parte da campanha “Tá Faltando Água”, o aplicativo permite a produção de relatórios detalhados sobre a situação, que serão divulgados periodicamente no site Sala de Crise ( www.saladecrise.com.br ), da Aliança Pela Água, em formato de relatório e base de dados aberta para análises independentes. Além dos relatórios, a Aliança pela Água encaminhará informações para as diferentes instâncias e órgãos de governo responsáveis pela gestão de recursos hídricos, saneamento, saúde e defesa civil pedindo providências, e tornará públicas as respostas enviadas por cada um dos órgãos envolvidos.

24 de novembro, 2015
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ENERGIA
Startup lança adaptador universal que se conecta ao celular

Os empreendedores Tiago Loureiro, Wellington Soares Junior e Vinicius Loureiro, da startup mineira Bluelux, acabam de lançar o projeto Bluelux®, um adaptador universal que conecta qualquer lâmpada rosqueada (E27) ao smartphone, tornando-as inteligentes, e permitindo que se possa apagar, acender e controlar a iluminação dos ambientes por meio do celular. Investindo no conceito de Smart home, o protótipo já passou por fases de estudos, criação e desenvolvimento. O projeto parte agora para o lançamento da campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos e iniciar a produção em massa. “Geralmente esquecemos lâmpadas acesas, e isso gera desconforto visual e desperdício de eletricidade. Além disso, o acionamento manual do interruptor pode ser incômodo para pessoas idosas ou com alguma restrição em sua mobilidade. Nosso objetivo, ao criar o Bluelux® , é melhorar e automatizar os interruptores, e assim oferecer ao consumidor um adaptador universal que transforma lâmpadas comuns em lâmpadas inteligentes”, diz Tiago Loureiro, um dos criadores do projeto. Os adaptadores pretendem agradar os amantes de conforto e novas tecnologias, pois oferecem praticidade e funcionalidade a todos os ambientes. Tiago Loureiro, um dos criadores da Bluelux®, explica que embora existam lâmpadas inteligentes no mercado, nenhuma delas se adapta a todos os ambientes com a mesma versatilidade e recursos que o Bluelux® oferece. O adaptar pode ser adquirido nos modelos Bluelux® (para lâmpadas rosqueadas) e Bluelux® Pro (feito para integrar lustres, lâmpadas embutidas e fitas de LED), e ambos oferecem as funcionalidades Timeflow, que ajusta automaticamente o brilho de cada ambiente ao longo do dia e da noite e integração com smartwatch, que permite acessar o app pelo relógio e apagar as luzes com palmas. O adaptador se integra ao seu celular por meio de um aplicativo, que pode ser adquirido gratuitamente pelo Google Play e App Store. Segundo a CEO da Kickante, Tahiana D’Egmont, “hoje vivemos uma crescente em projetos nacionais voltados para tecnologia, o que valoriza ainda mais as ideias dos empreendedores brasileiros. Campanhas como a do Bluelux®, além de fomentar o empreendedorismo e de expandir pelo país os conceitos de Smart Home e Home Automation, também oferecem a possibilidade do consumidor entrar em contato com produtos e ideias inovadoras, que têm o poder de mudar a nossa realidade, mesmo que seja apenas em alguns momentos, como apagar ou acender as luzes de casa”, finaliza Tahiana. A campanha para financiar o Bluelux® está no ar no site da Kickante e pretende arrecadar o valor de R$ 15 mil para a produção. Os interessados podem adquirir o produto por valores promocionais a partir de R$ 135,00. Maiores informações pelo site http://www.kickante.com.br/campanhas/bluelux-controle-suas-lampadas-pel…

19 de outubro, 2015
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INSUMOS
Aliança pela Água lança app sobre escassez

A Aliança Pela Água, rede que reúne mais de 60 entidades entre ONGs, especialistas e movimentos sociais lança, dia 10 de setembro, o aplicativo “Tá Faltando Água”, rede social de mobilização e conscientização que vai mapear a falta de água na região metropolitana de São Paulo. O lançamento acontecerá às 18 horas no espaço Aldeia, onde a Aliança Pela Água vai ainda promover um debate com Marussia Whately, coordenadora da Aliança, e Ricardo Manuel Castro, promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, com mediação do jornalista Bruno Torturra. Ao final, um coquetel vai marcar a inauguração da exposição da fotógrafa Martha Lu, que registrou famílias atingidas pela falta d’agua em São Paulo. O evento será transmitido ao vivo, pelo link: www.saladecrise.com.br . O aplicativo utiliza sistemas de geolocalização do próprio celular ou o CEP do imóvel atingido e permite que as pessoas registrem a falta d’agua em seu imóvel. Assim como no aplicativo de trânsito “Waze”, será possível ver a incidência de falta d’agua em tempo real em toda a cidade, com avatares dos usuários indicando a localização. Parte da campanha "#TáFaltandoÁgua", o aplicativo permitirá ainda que a Aliança e seus parceiros produzam um mapeamento detalhado das áreas da região metropolitana de São Paulo que estão sofrendo com falta d’agua. “Mais do que apenas chamar atenção para o tamanho da crise dentro da casa das pessoas, o aplicativo permite que as pessoas percebam a dimensão da falta d’agua em seus bairros e possam se conscientizar e mobilizar em torno de soluções conjuntas”, explica Marussia. Serão duas versões do mesmo aplicativo: um disponível na internet, desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA), para acesso via navegador, e outro para celulares com sistema operacional Android e iOS, desenvolvido por voluntários da empresa Autbank. Os resultados serão sistematizados e divulgados periodicamente no site Sala de Crise ( www.saladecrise.com.br ), da Aliança Pela Água, em formato de relatório e base de dados aberta para análises independentes.

10 de setembro, 2015