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RESÍDUOS

Amparo faz troca por alimentos

Inspirado pelo projeto Moeda Verde implantado em 2017, na cidade de Santo André (SP), o município paulista de Amparo implantou o programa ViaVerde, que prevê a troca de resíduos secos por alimentos hortifrúti. Assim como o projeto desenvolvido no ABC paulista, a cidade de Amparo quer reduzir o volume de resíduos gerados que seguem para o Aterro Sanitário. “Aqui temos 60 toneladas de lixo por dia. Se conseguirmos reduzir este volume, vamos economizar recursos. Atualmente pagamos R$ 170 por tonelada aterrada”, explicou José Scabora, diretor de Infraestrutura e Serviços Públicos de Amparo, área responsável pela gestão dos resíduos. “O Moeda Verde é um programa inspirador e que deve ser multiplicado em outras cidades do País. A troca de recicláveis por itens de hortifrúti garante alimentos saudáveis, enriquecendo nutricionalmente a cesta básica de muitas famílias. A medida confere ainda dignidade, qualidade de vida e, de quebra, consciência ambiental, a partir da cultura de reaproveitamento de insumos e do combate ao descarte irregular de lixo, problemas que impactam outras áreas da cidade”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Inspirado pelo projeto Moeda Verde implantado em 2017, na cidade de Santo André (SP), o município paulista de Amparo implantou o programa ViaVerde, que prevê a troca de resíduos secos por alimentos hortifrúti. Assim como o projeto desenvolvido no ABC paulista, a cidade de Amparo quer reduzir o volume de resíduos gerados que seguem para o Aterro Sanitário. “Aqui temos 60 toneladas de lixo por dia. Se conseguirmos reduzir este volume, vamos economizar recursos. Atualmente pagamos R$ 170 por tonelada aterrada”, explicou José Scabora, diretor de Infraestrutura e Serviços Públicos de Amparo, área responsável pela gestão dos resíduos. “O Moeda Verde é um programa inspirador e que deve ser multiplicado em outras cidades do País. A troca de recicláveis por itens de hortifrúti garante alimentos saudáveis, enriquecendo nutricionalmente a cesta básica de muitas famílias. A medida confere ainda dignidade, qualidade de vida e, de quebra, consciência ambiental, a partir da cultura de reaproveitamento de insumos e do combate ao descarte irregular de lixo, problemas que impactam outras áreas da cidade”, afirmou o prefeito Paulo Serra. 

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COLETA SELETIVA
PMSP investe em ajuda a catadores

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), anunciou investimentos de R$ 5,7 milhões para auxiliar os catadores de materiais recicláveis na cidade de São Paulo. A medida beneficiará 900 famílias associadas às 25 cooperativas habilitadas no Programa Socioambiental de coleta seletiva. Cada família irá receber da Prefeitura R$ 1,2 mil reais mensais, por até três meses. Além dos cooperados habilitados nas cooperativas, outros 1.400 catadores autônomos receberão o recurso de R$ 1,2 mil mensais pelo mesmo período. No caso dos catadores autônomos, o auxílio será dividido entre Prefeitura e Governo Federal, cada um pagando R$ 600 aos catadores autônomos. “A cidade de São Paulo e o Brasil passam por um momento de grande crise. Por isso, é preciso elencar prioridades. A minha prioridade, a da Prefeitura, e tenho certeza que a do Governo do Estado, é com os mais vulneráveis. E nosso objetivo é preservar vidas”, afirmou o prefeito Bruno Covas, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, junto com o governador João Doria. As cooperativas que realizam coleta seletiva na capital paulista tiveram as atividades suspensas temporariamente em razão da pandemia de coronavírus. É uma medida necessária para preservar a saúde dos catadores. Os trabalhadores autônomos beneficiados participaram do Reciclar para Capacitar, um programa de formação básica em materiais recicláveis que ofereceu três cursos presenciais simultaneamente em 11 subprefeituras, kit-alimentação e auxílio-curso. O programa faz parte do convênio com a antiga Subsecretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). A distribuição de recursos será feita por meio da Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIPS), exames admissionais e/ou ficha de adesão nas respectivas das cooperativas habilitadas na Prefeitura. O serviço de coleta seletiva porta a porta continua funcionando normalmente, assim como a destinação dos recicláveis para as Centrais Mecanizadas de Triagem da cidade. “Preservar a saúde dos cooperados é nossa prioridade na gestão dos resíduos recicláveis. Inicialmente os grupos de risco foram afastados das atividades, mas com o avanço do cenário foi necessário fechar temporariamente as cooperativas. Com essa iniciativa, nós entendemos que essas famílias precisam de uma assistência financeira para se manterem em casa e seguras”, comenta Edson Tomaz de Lima Filho, Presidente da Amlurb.

13 de abril, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019