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RESÍDUOS

Projeto em São Paulo instrui o descarte correto

Criado pela INOVA, empresa responsável pela limpeza da parte noroeste da capital, em parceria com a Prefeitura de São Paulo por meio da Secretaria de Serviços e da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), o programa “Viagem Sustentável” já está em operação nos Ecopontos Antártica, Jaguará, Armênia, Liberdade, Vila Maria e Vila Guilherme. O programa visa estimular a população a descartar corretamente entulhos, que muitas vezes são abandonados em praças, calçadas e vias públicas, prejudicando o trânsito de carros e pedestres e atraindo ainda mais lixo para os locais. O programa funciona através de um “cartão fidelidade”, onde a cada descarte a pessoa ganha um selo. Ao completar dez, ela recebe um saco de cerca de 1 kg do composto (adubo de qualidade) desenvolvido a partir de resíduos de feiras do projeto Feiras e Jardins Sustentáveis - projeto que faz a compostagem de restos de frutas, verduras e legumes que iriam para o lixo. Os Ecopontos ficam abertos, de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos, das 6h às 18h. Nesses pontos, a população pode descartar resíduos da construção civil, como cimento, entulho e tijolo, restos de azulejos e madeiras, além de móveis velhos, sobras de poda de árvore e outros materiais volumosos. O Ecoponto não recebe lixo domiciliar.

Criado pela INOVA, empresa responsável pela limpeza da parte noroeste da capital, em parceria com a Prefeitura de São Paulo por meio da Secretaria de Serviços e da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), o programa “Viagem Sustentável” já está em operação nos Ecopontos Antártica, Jaguará, Armênia, Liberdade, Vila Maria e Vila Guilherme. O programa visa estimular a população a descartar corretamente entulhos, que muitas vezes são abandonados em praças, calçadas e vias públicas, prejudicando o trânsito de carros e pedestres e atraindo ainda mais lixo para os locais.

O programa funciona através de um “cartão fidelidade”, onde a cada descarte a pessoa ganha um selo. Ao completar dez, ela recebe um saco de cerca de 1 kg do composto (adubo de qualidade) desenvolvido a partir de resíduos de feiras do projeto Feiras e Jardins Sustentáveis - projeto que faz a compostagem de restos de frutas, verduras e legumes que iriam para o lixo.

Os Ecopontos ficam abertos, de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos, das 6h às 18h. Nesses pontos, a população pode descartar resíduos da construção civil, como cimento, entulho e tijolo, restos de azulejos e madeiras, além de móveis velhos, sobras de poda de árvore e outros materiais volumosos. O Ecoponto não recebe lixo domiciliar.

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CONSTRUÇÃO CIVIL
Estudos revela 8% de materiais desperdiçados

Segundo estudos desenvolvidos pela Escola Politécnica da USP, 8% dos materiais usados na construção civil são desperdiçados, por falta de planejamento ou da elaboração de planos ineficazes. A reutilização do material descartado poderia ser benéfica tanto para a economia de gastos quanto para a preservação do meio ambiente. A diretora de marketing da Ecogranito – empresa especializada na fabricação de revestimentos sustentáveis –, Simone Las Casas, afirma que a organização logística do uso dos materiais de construção deve ser feita de maneira precisa e cautelosa. "É necessário ter um planejamento ordenado, visando o uso eficiente dos recursos. Além disso, é importante que o trabalhador envolvido compreenda as delineações atribuídas à obra, por meio dos projetos de construção, e esteja ciente da melhor aplicação a ser feita, a fim de evitar o uso excessivo de insumos", ressalta. Simone afirma que os materiais não empregados em um projeto acabam virando resíduos de obras, mas que os mesmos podem ser uma opção viável economicamente, além de sustentável. "O descarte destes materiais causa um impacto significativo no meio ambiente, visto que, normalmente, o despejo é realizado em locais impróprios, como terrenos baldios. Sendo assim, a reutilização dos insumos é muito benéfica à natureza, pois contribui para a limpeza destes locais de descarte e não altera negativamente a qualidade de seus solos", adverte. "Além disso, a reciclagem de produtos tem efeito positivo nos gastos para a realização de futuras obras, já que estes materiais podem ser reaproveitados em outros setores da construção, servindo de sub-base para a criação de pavimentos e conservação de estradas, por exemplo. Essa prática auxilia na diminuição de despesas e possui um caráter sustentável", explica Simone. Os resíduos de obra são geralmente reaproveitados para fins diferentes do seu uso inicial. "Por exemplo, um balde de tinta vazio pode ser utilizado como um vaso de planta. Em sua grande maioria, os insumos resgatados ganham novos destinos, ajudando também na estética de um ambiente e na preservação da natureza", indica.

12 de maio, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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ISOPOR
Reciclagem ganha fôlego em São Paulo

Lançada em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini, Plastivida - por meio de seu Comitê de EPS - e Comissão de EPS da Abiquim, a campanha Recicla Isopor ® obteve adesão positiva da população paulistana. A campanha tem como objetivo fomentar a coleta seletiva e descarte correto de produtos feitos desse material e, principalmente, informar à população que o EPS é um plástico e 100% reciclável. Desde o dia 13 de abril deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo conta com um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) para o recebimento de embalagens e outros produtos feitos de EPS e que seriam descartados juntamente com o lixo comum. Desde então, o material é coletado e encaminhado para reciclagem. O PEV-M fica na área externa, na entrada da Câmara Municipal de São Paulo, e nele os cidadãos descartam corretamente todo o EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo o material coletado no PEV-M é encaminhado para a cooperativa Cora, onde são comercializados e destinados para ser transformados em novos produtos, tais como molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “A partir da educação ambiental e de dados científicos que mostrem as qualidades dos plásticos, sua utilidade e benefícios, além de sua capacidade de serem reciclados, a população passa a ter maior consciência sobre o seu papel como agente ativo da gestão dos resíduos na cidade, aumentando a coleta seletiva e contribuindo para o bem do Planeta”, afirma Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida. O PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) fica na Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista). Em 2012, 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado. A reciclagem do EPS é uma atividade que gera emprego e renda no Brasil. Em 2012, as 22 recicladoras deste material faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas trabalham com capacidade ociosa em torno de 40%, ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

9 de junho, 2016
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LIXO
São Paulo tem mais de 3 mil pontos de descarte irregular

Segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), a cidade de São Paulo possui 3.345 pontos ilegais de despejo de lixo e entulho, dos quais 66% são de responsabilidade de empresas irregulares de transporte de restos de obras. O relatório aponta 119 transportadoras clandestinas atuando na cidade e outras 358 com autorização, mas despejando lixo em local impróprio. Pela infração, essas empresas estão sujeitas à multa de até R$ 16 mil. A Amlurb aplicou 707 multas no ano passado. Para atuar na cidade, as transportadoras necessitam ser cadastradas na Amlurb e comprovar o despejo de lixo e entulho em lugares autorizados. O município de São Paulo tem 83 ecopontos com capacidade para receber até uma tonelada de entulho por obra. Quando as cargas tiverem volume acima de uma tonelada devem ser direcionadas a aterros privados. “Hoje o nosso serviço é muito falho, não dá para fiscalizar” afirma Simão Pedro, Secretário de Serviços. “Ninguém consegue saber se o lixo chegou ao lugar correto”. Para combater o número de pontos irregulares de descarte, a Prefeitura prepara o lançamento do Controle de Transporte de Resíduos (CTR) eletrônico, que substituirá a guia de papel cedido pela Amlurb. Atualmente, o caminhão que transporta entulho precisa estar com a guia de papel, que atesta que o lixo será descartado no aterro. Com o modelo eletrônico, a empresa ou carroceiro só conseguirá uma nova guia, caso dê baixa na anterior, via Internet. Para receber subsídios da Prefeitura (atualmente é dado R$ 10), os aterros terão que comprovar o recebimento do lixo. A Prefeitura também vai abrir concurso para ampliar o número de agentes (20, atualmente) para fiscalizar o lixo ilegal.

23 de junho, 2015