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Concessionária coleta 123 toneladas no Rodoanel

Concessionária coleta 123 toneladas no Rodoanel

Entre o material coletado no Rodoanel, chama atenção a grande quantidade de objetos eletrônicos, principalmente celulares.

A concessionária SPMAR destinou para a reciclagem 122,9 toneladas de lixo recolhido no primeiro semestre nos 100 km dos trechos Sul e Leste do Rodoanel. A concessionária atua na administração dos Trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas, sendo responsável pela gestão de 76% do Rodoanel Metropolitano de São Paulo em operação.

A equipe da concessionária retirou mais de 35 toneladas de papel e papelão, uma quantidade superior a dez toneladas de plástico, 15 toneladas de metal, 3,6 toneladas de madeira, mais de 600 kg de sucata eletrônica. Entre o material coletado no Rodoanel, chama atenção a grande quantidade de objetos eletrônicos, principalmente celulares, 188 kg de cabos e 113 lâmpadas LED, todos encaminhados para empresa de reciclagem, que darão uma nova vida a estes materiais jogados na rodovia, beneficiando o meio ambiente e a sociedade. Ainda há mais de 57 toneladas de pneus, muitos deles deixados por veículos pesados durante o seu trajeto no Rodoanel.

“Muitos motoristas não percebem o perigo que esta atitude pode causar para o meio ambiente e para a segurança de outros motoristas. Há possibilidade de causar um acidente, por obrigar outros motoristas a desviarem do objeto lançado e no caso dos restos de comida ainda podem atrair animais que ao cruzarem a via aumentam os riscos de colisões”, diz Ricardo Sampaio, gerente socioambiental da SPMAR.

O lixo orgânico recolhido é destinado a aterros sanitários cadastrados, enquanto o material reciclável é enviado para cooperativas parceiras da SPMAR para a devida separação. Os resíduos perigosos também são destinados a organizações para o correto descarte. A SPMAR alerta os motoristas sobre o descarte de bitucas de cigarros e palitos de fósforo pelas janelas do carro. Esta prática é uma das principais causas de queimadas, provocando focos de incêndio na mata. “O ideal é que o motorista tenha um recipiente dentro do carro para fazer este descarte em um local adequado para jogar este tipo de material”, completa Sampaio.

O que muitos motoristas desconhecem é que o flagrante de descarte de lixo irregular em vias durante a direção pode gerar multa. De acordo com o artigo 172 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), atirar objetos é considerado uma infração média que prevê multa de R$ 130,16, incluindo a perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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São Paulo recolhe 663 t no carnaval

Nos oito dias de folia de Carnaval da cidade de São Paulo, a Prefeitura, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), coletou 663,7 toneladas de resíduos, somando os blocos de rua e Sambódromo do Anhembi. Ao todo, 3.363 funcionários, entre varredores, motoristas, cooperados, coletores e fiscais, intercalados por turnos, trabalharam no Carnaval paulista. Os resíduos secos foram enviados para as duas Centrais Mecanizadas de Triagem da capital (Ponte Pequena e Carolina Maria de Jesus), a fim de reciclar o máximo possível. Para o descarte correto dos resíduos nas ruas e no Anhembi, a Prefeitura disponibilizou aos foliões 2.705 equipamentos como Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s), cestos aramados, papeleiras e contêineres, além de 355 caminhões (frota) para coleta. Já na lavagem das vias, foi utilizado cerca de 4.625 m³ de água de reúso e 12.130 litros de desinfetante. Do volume coletado, 63,2 toneladas correspondem aos cinco dias de desfile no Sambódromo do Anhembi. A coleta fez parte de uma operação especial de limpeza com 229 agentes, dos quais 169 varredores e 60 cooperados, 45 equipamentos e 35 veículos (frota). A equipe realizou a limpeza da avenida entre os intervalos das escolas de samba, além da limpeza ao entorno do sambódromo. Duas cooperativas habilitadas na Amlurb, Central Tietê e Rainha da Reciclagem, coletaram os materiais recicláveis nas arquibancadas, quiosques e camarotes no sambódromo do Anhembi, durante os quatro dias de desfile. Todo material recolhido será comercializado pelas cooperativas, que ficaram com 100% do lucro. Além das Centrais Mecanizadas, a Prefeitura fechou parceria com a iniciativa privada para incentivar catadores formais e informais a coletarem recicláveis durantes os bloquinhos. Participaram da ação mais de 1.200 catadores e foram coletadas 56,8 toneladas de recicláveis durante o carnaval de São Paulo. Todos os catadores receberam remuneração diária por dia trabalhado e também receberam pelos recicláveis coletados na hora (preço/kg).

9 de março, 2020
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Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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CART recolhe mais de 400m3 em 2016

A CART - Concessionária Auto Raposo Tavares retirou das rodovias que administra aproximadamente 416 m3 de lixo reciclável e não reciclável neste ano. O volume corresponde a 59,4 caçambas cheias de entulho e lixo, com capacidade de 7m³ cada uma. Nas rodovias SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares a empresa coletou garrafas PET, resíduos de borracha, plásticos e seus derivados. O montante recolhido é destinado a cooperativas de reciclagem para o devido reaproveitamento. “A CART está atenta aos cuidados com a segurança do motorista e à preservação do meio ambiente. Uma garrafa PET na rodovia pode se transformar em um criadouro potencial do Aedes aegypti. Fazemos um trabalho contínuo de limpeza nas pistas, mas é importante que as pessoas evitem ao máximo descartar lixo nas rodovias”, diz o gerente de operações da CART, Luís Carlos Guimarães. Os resíduos também podem prejudicar o sistema de escoamento da água da chuva, resultando no entupimento de bueiros e acúmulo de água. O motorista deve manter em seu veículo um pequeno “lixinho” para evitar o descarte nas ruas e rodovias, já que esta infração é passível de multa e perda de quatro pontos na Carteira de Habilitação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Uma simples bituca de cigarro, por exemplo, pode provocar um grande incêndio. Já uma lata de metal pode provocar acidentes, ao perfurar o pneu do veículo. Essas são algumas possibilidades de estragos que a atitude de descartar lixo pela rodovia pode ocasionar. "É extremamente importante que o motorista tenha a consciência do que representa jogar lixo para fora do carro. Pode colocar muitas vidas em risco", acrescenta Guimarães. A geração de lixo pode ser diminuída através do 3Rs: a redução do consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. Os materiais retornáveis mais comuns são o papel, o plástico, o metal, o vidro e os resíduos orgânicos. Em geral, as cidades possuem programas de coleta de lixo reciclado, ecopontos, ONGs e instituições ou empresas que trabalham com o reuso do lixo. Para saber a localização desses locais em cada município, basta entrar em contato com as prefeituras.

30 de junho, 2016
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São Paulo tem mais de 3 mil pontos de descarte irregular

Segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), a cidade de São Paulo possui 3.345 pontos ilegais de despejo de lixo e entulho, dos quais 66% são de responsabilidade de empresas irregulares de transporte de restos de obras. O relatório aponta 119 transportadoras clandestinas atuando na cidade e outras 358 com autorização, mas despejando lixo em local impróprio. Pela infração, essas empresas estão sujeitas à multa de até R$ 16 mil. A Amlurb aplicou 707 multas no ano passado. Para atuar na cidade, as transportadoras necessitam ser cadastradas na Amlurb e comprovar o despejo de lixo e entulho em lugares autorizados. O município de São Paulo tem 83 ecopontos com capacidade para receber até uma tonelada de entulho por obra. Quando as cargas tiverem volume acima de uma tonelada devem ser direcionadas a aterros privados. “Hoje o nosso serviço é muito falho, não dá para fiscalizar” afirma Simão Pedro, Secretário de Serviços. “Ninguém consegue saber se o lixo chegou ao lugar correto”. Para combater o número de pontos irregulares de descarte, a Prefeitura prepara o lançamento do Controle de Transporte de Resíduos (CTR) eletrônico, que substituirá a guia de papel cedido pela Amlurb. Atualmente, o caminhão que transporta entulho precisa estar com a guia de papel, que atesta que o lixo será descartado no aterro. Com o modelo eletrônico, a empresa ou carroceiro só conseguirá uma nova guia, caso dê baixa na anterior, via Internet. Para receber subsídios da Prefeitura (atualmente é dado R$ 10), os aterros terão que comprovar o recebimento do lixo. A Prefeitura também vai abrir concurso para ampliar o número de agentes (20, atualmente) para fiscalizar o lixo ilegal.

23 de junho, 2015