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LIXO

CART recolhe mais de 400m3 em 2016

A CART - Concessionária Auto Raposo Tavares retirou das rodovias que administra aproximadamente 416 m3 de lixo reciclável e não reciclável neste ano. O volume corresponde a 59,4 caçambas cheias de entulho e lixo, com capacidade de 7m³ cada uma. Nas rodovias SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares a empresa coletou garrafas PET, resíduos de borracha, plásticos e seus derivados. O montante recolhido é destinado a cooperativas de reciclagem para o devido reaproveitamento. “A CART está atenta aos cuidados com a segurança do motorista e à preservação do meio ambiente. Uma garrafa PET na rodovia pode se transformar em um criadouro potencial do Aedes aegypti. Fazemos um trabalho contínuo de limpeza nas pistas, mas é importante que as pessoas evitem ao máximo descartar lixo nas rodovias”, diz o gerente de operações da CART, Luís Carlos Guimarães. Os resíduos também podem prejudicar o sistema de escoamento da água da chuva, resultando no entupimento de bueiros e acúmulo de água. O motorista deve manter em seu veículo um pequeno “lixinho” para evitar o descarte nas ruas e rodovias, já que esta infração é passível de multa e perda de quatro pontos na Carteira de Habilitação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Uma simples bituca de cigarro, por exemplo, pode provocar um grande incêndio. Já uma lata de metal pode provocar acidentes, ao perfurar o pneu do veículo. Essas são algumas possibilidades de estragos que a atitude de descartar lixo pela rodovia pode ocasionar. "É extremamente importante que o motorista tenha a consciência do que representa jogar lixo para fora do carro. Pode colocar muitas vidas em risco", acrescenta Guimarães. A geração de lixo pode ser diminuída através do 3Rs: a redução do consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. Os materiais retornáveis mais comuns são o papel, o plástico, o metal, o vidro e os resíduos orgânicos. Em geral, as cidades possuem programas de coleta de lixo reciclado, ecopontos, ONGs e instituições ou empresas que trabalham com o reuso do lixo. Para saber a localização desses locais em cada município, basta entrar em contato com as prefeituras.

A CART - Concessionária Auto Raposo Tavares retirou das rodovias que administra aproximadamente 416 m3 de lixo reciclável e não reciclável neste ano. O volume corresponde a 59,4 caçambas cheias de entulho e lixo, com capacidade de 7m³ cada uma. Nas rodovias SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares a empresa coletou garrafas PET, resíduos de borracha, plásticos e seus derivados. O montante recolhido é destinado a cooperativas de reciclagem para o devido reaproveitamento.

“A CART está atenta aos cuidados com a segurança do motorista e à preservação do meio ambiente. Uma garrafa PET na rodovia pode se transformar em um criadouro potencial do Aedes aegypti. Fazemos um trabalho contínuo de limpeza nas pistas, mas é importante que as pessoas evitem ao máximo descartar lixo nas rodovias”, diz o gerente de operações da CART, Luís Carlos Guimarães. Os resíduos também podem prejudicar o sistema de escoamento da água da chuva, resultando no entupimento de bueiros e acúmulo de água.

O motorista deve manter em seu veículo um pequeno “lixinho” para evitar o descarte nas ruas e rodovias, já que esta infração é passível de multa e perda de quatro pontos na Carteira de Habilitação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Uma simples bituca de cigarro, por exemplo, pode provocar um grande incêndio. Já uma lata de metal pode provocar acidentes, ao perfurar o pneu do veículo. Essas são algumas possibilidades de estragos que a atitude de descartar lixo pela rodovia pode ocasionar. "É extremamente importante que o motorista tenha a consciência do que representa jogar lixo para fora do carro. Pode colocar muitas vidas em risco", acrescenta Guimarães.

A geração de lixo pode ser diminuída através do 3Rs:  a redução do consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. Os materiais retornáveis mais comuns são o papel, o plástico, o metal, o vidro e os resíduos orgânicos. Em geral, as cidades possuem programas de coleta de lixo reciclado, ecopontos, ONGs e instituições ou empresas que trabalham com o reuso do lixo. Para saber a localização desses locais em cada município, basta entrar em contato com as prefeituras.

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LIXO
Compesa e BRK recolhem duas mil t no esgoto do Recife

Por meio do programa Cidade Saneada, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), em parceria com a BRK Ambiental, recolheu quase duas mil toneladas de lixo em 2020 das tubulações de esgoto na Região Metropolitana do Recife (PE), além de limpar 370 mil metros de tubulações. Houve uma redução de 35% em relação a 2019, quando foram retiradas mais de três mil toneladas de lixo. O descarte incorreto de resíduos pode acarretar o entupimento e extravasamento das tubulações, e até mesmo o retorno do esgoto para dentro dos imóveis. O diretor de Negócios e Eficiência da Compesa, Flávio Coutinho, diz que é importante a contribuição da população para reduzir esse número e garantir a destinação correta dos resíduos. “É importante sensibilizar todos a respeito do tema e lembrar que as redes de esgoto são projetadas para receber apenas 1% de resíduos sólidos e 99% de líquidos. Quando um resíduo sólido é descartado nos ralos, pias ou vasos sanitários, isso pode resultar em entupimentos, vazamentos e até mesmo provocar o retorno do esgoto ao imóvel, trazendo transtornos para o próprio usuário ou para toda a população”, enfatiza Coutinho. A BRK Ambiental afirma que as equipes de Responsabilidade Socioambiental da companhia trabalham com afinco junto às comunidades atendidas, além da participação em escolas para debater a importância do descarte correto de resíduos. “Em 2020, a BRK realizou cinco mil ações sobre o uso correto das redes de esgoto”, disse a diretora da companhia em Pernambuco, Ana Carolina Farias. Outra atitude bastante nociva ao sistema de esgotamento sanitário é a interligação indevida e irregular das redes de drenagem nas tubulações do esgoto. Proibidas por lei, essas ligações irregulares podem causar o entupimento e o extravasamento do esgoto em vias públicas, além de causar impactos danosos ao meio ambiente. Todo o lixo retirado pelas equipes é enviado para um aterro sanitário, local adequado para o descarte que cumpre todas as legislações ambientais vigentes.

22 de março, 2021
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COLETA SELETIVA
Amlurb registra aumento de 35%

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) divulgou que o mês de junho registrou aumento de 35% na coleta seletiva em relação ao mesmo mês de 2019. O volume de resíduos que foram para a reciclagem passou de 5,8 mil toneladas para 7,8 mil toneladas na comparação entre junho de 2019 e 2020. A Amlurb comenta que houve também queda de 22% nos dados de varrição, por causa das pessoas estarem mais tempo em suas casas. O aumento da coleta seletiva vai ao encontro do crescimento de quase 40 mil visitas. Isso se explica pelo maior interesse da população em consumir informações sobre reciclagem, além de terem no site um local para esclarecimento de dúvidas. Os conteúdos mais procurados foram: onde encontrar “pontos de coleta”, “reciclagem de latas: entenda sua importância e saiba como fazer” e “você sabe as diferenças entre lixo orgânico e reciclável”. O Recicla Sampa foi lançado em 2019 e já teve mais de 265 mil acessos. Comparando o primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano corrente, foi verificado um crescimento de 295% no número de visitas, sendo que o público da plataforma é majoritariamente feminino (70%). Mesmo no período da pandemia, o destino de resíduos recicláveis continua sendo as Centrais Mecanizadas de Triagem, que possuem capacidade operacional de 500 toneladas diárias de resíduos, 250 t cada uma. Segundo órgãos municipais, o descarte correto deve ser feito em sacos de lixo reforçados. Os resíduos devem ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Essa medida visa evitar o contato dos coletores com possíveis resíduos contaminados.

3 de agosto, 2020
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VANDALISMO
O civismo na lata do lixo

Por Ariovaldo Caodaglio* É preocupante e lamentável observar o resultado de levantamento realizado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur): em 2015, foram depredadas, quebradas ou queimadas mais de 36 mil lixeiras na capital paulista. O número representa 25% das 145 mil unidades instaladas na cidade no ano passado. As lixeiras, construídas e estrategicamente distribuídas pelos bairros para propiciar o descarte racional do lixo, são consumidas pelo vandalismo, mas também por bizarra diversão de algumas pessoas e em manifestações, que deveriam ser pacíficas nas democracias. E depredar o patrimônio público, principalmente equipamentos importantes para a qualidade da vida, é um típico ato de violência contra a sociedade. Aliás, é um crime previsto em lei, passível de multa e detenção. O problema da depredação das lixeiras é uma boa oportunidade para aprofundarmos a discussão nacional sobre a atitude das pessoas no tocante à limpeza urbana e a coleta dos resíduos sólidos. A grande maioria da população brasileira, pacífica e ordeira, não destrói o patrimônio público, mas pode avançar muito no sentido de contribuir para o meio ambiente urbano. Para isso, é importante que todos entendam a necessidade de, por um lado, não sujar os logradouros e, de outro, dispor todo o lixo produzido de modo ambientalmente correto. Essa postura, já arraigada em numerosas nações, implica mudança de hábito, em casa, na escola, no trabalho e nas ruas. Trata-se de um comportamento decisivo para que as cidades de nosso país fiquem mais limpas. É necessário rever o anacrônico conceito de que as pessoas têm o direito de sujar ou a prerrogativa de não contribuir para que seu próprio ambiente urbano seja melhor para todo. Afinal, pagar impostos não isenta ninguém das obrigações inerentes à cidadania. A propósito, a grande maioria dos municípios brasileiros não cobra taxa específica para a limpeza e varrição das ruas, coleta e destino final dos resíduos sólidos. Precisamos avançar para um conceito mais contemporâneo de que salubridade urbana é responsabilidade de todos. Do mesmo modo, efetuar corretamente a deposição do lixo para a coleta é um compromisso de cada residência, condomínio, empresa, escola e instituição pública ou privada. Todo cidadão deve ser um agente proativo do processo e não mais um usuário passivo do trabalho dos serviços de limpeza, varrição e coleta do lixo produzido pela sociedade. Esse exercício mais amplo e consciente de civismo ajudaria muito a população brasileira a viver em cidades mais limpas e saudáveis, sem lixo nas ruas e com menos doenças como a dengue, zika e chikungunya, transmitidas pelo mosquito criado nas águas empoçadas nas lacunas da cidadania. Estamos diante de uma questão de educação ambiental. Já passou da hora de progredirmos a um conceito mais contemporâneo de que é responsabilidade de cada um não sujar as ruas nas quais transita e a cidade na qual vive. Precisamos de um avanço, que implica a mudança de atitude de todas as pessoas. A valorização do civismo é decisiva para que nossas cidades fiquem mais limpas e que as lixeiras não sejam mais destruídas. *Ariovaldo Caodaglio, cientista social, biólogo, estatístico e pós-graduado em meio ambiente, é presidente do SELUR (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo).

29 de março, 2016
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LIXO
São Paulo tem mais de 3 mil pontos de descarte irregular

Segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), a cidade de São Paulo possui 3.345 pontos ilegais de despejo de lixo e entulho, dos quais 66% são de responsabilidade de empresas irregulares de transporte de restos de obras. O relatório aponta 119 transportadoras clandestinas atuando na cidade e outras 358 com autorização, mas despejando lixo em local impróprio. Pela infração, essas empresas estão sujeitas à multa de até R$ 16 mil. A Amlurb aplicou 707 multas no ano passado. Para atuar na cidade, as transportadoras necessitam ser cadastradas na Amlurb e comprovar o despejo de lixo e entulho em lugares autorizados. O município de São Paulo tem 83 ecopontos com capacidade para receber até uma tonelada de entulho por obra. Quando as cargas tiverem volume acima de uma tonelada devem ser direcionadas a aterros privados. “Hoje o nosso serviço é muito falho, não dá para fiscalizar” afirma Simão Pedro, Secretário de Serviços. “Ninguém consegue saber se o lixo chegou ao lugar correto”. Para combater o número de pontos irregulares de descarte, a Prefeitura prepara o lançamento do Controle de Transporte de Resíduos (CTR) eletrônico, que substituirá a guia de papel cedido pela Amlurb. Atualmente, o caminhão que transporta entulho precisa estar com a guia de papel, que atesta que o lixo será descartado no aterro. Com o modelo eletrônico, a empresa ou carroceiro só conseguirá uma nova guia, caso dê baixa na anterior, via Internet. Para receber subsídios da Prefeitura (atualmente é dado R$ 10), os aterros terão que comprovar o recebimento do lixo. A Prefeitura também vai abrir concurso para ampliar o número de agentes (20, atualmente) para fiscalizar o lixo ilegal.

23 de junho, 2015