Publicidade
CONSTRUTORAS

Azevedo & Travassos volta com saneamento

A construtora Azevedo & Travassos irá entregar a obra de construção do sistema de captação e adução de água do Rio Paraopeba, em Brumadinho (MG), em janeiro de 2021. O projeto é em parceria com a Vale e Copasa, e irá beneficiar milhares de pessoas. A obra foi realizada pelo Consórcio Água Paraopeba, liderado pela empresa. Este projeto significa uma retomada da construtora após o impacto sofrido com a crise do setor de infraestrutura, entre 2016 e 2019, quando a paralisação dos investimentos afetou fortemente a companhia. A A&T decidiu não recorrer à recuperação judicial ou à recuperação extrajudicial para se reestruturar. Em novembro de 2019, a companhia recebeu investimentos da gestora de investimento privado, Rocket Capital, que adquiriu 65% do controle da companhia. Com os recursos, a A&T pode pagar ou negociar a maior parte das dívidas detidas por bancos e fornecedores da companhia, além de voltar ao programa REFIS, do Governo Federal, e formalizar o Plano Prévio de Liquidação de Execuções Trabalhistas (PPLE), garantindo a liquidação de seu passivo trabalhista. Estas medidas resultaram numa redução do seu passivo total em mais de R$ 40 milhões, permitindo ainda um alongamento do perfil de pagamento do saldo de sua dívida. "Com a Rocket Capital, recebemos aportes significativos, o que nos possibilitou retomar a atividade operacional e firmar cerca de R$ 110 milhões em contratos para execução de obras neste biênio", conta Ivan de Carvalho Junior, Diretor Presidente da Azevedo & Travassos. "Isto é resultado do rigor e da prudência da administração da Rocket Capital na Azevedo & Travassos, como controladora e gestora de alta competência", destaca o presidente.

A construtora Azevedo & Travassos irá entregar a obra de construção do sistema de captação e adução de água do Rio Paraopeba, em Brumadinho (MG), em janeiro de 2021. O projeto é em parceria com a Vale e Copasa, e irá beneficiar milhares de pessoas. A obra foi realizada pelo Consórcio Água Paraopeba, liderado pela empresa. 

Este projeto significa uma retomada da construtora após o impacto sofrido com a crise do setor de infraestrutura, entre 2016 e 2019, quando a paralisação dos investimentos afetou fortemente a companhia. A A&T decidiu não recorrer à recuperação judicial ou à recuperação extrajudicial para se reestruturar. Em novembro de 2019, a companhia recebeu investimentos da gestora de investimento privado, Rocket Capital, que adquiriu 65% do controle da companhia. 

Com os recursos, a A&T pode pagar ou negociar a maior parte das dívidas detidas por bancos e fornecedores da companhia, além de voltar ao programa REFIS, do Governo Federal, e formalizar o Plano Prévio de Liquidação de Execuções Trabalhistas (PPLE), garantindo a liquidação de seu passivo trabalhista. Estas medidas resultaram numa redução do seu passivo total em mais de R$ 40 milhões, permitindo ainda um alongamento do perfil de pagamento do saldo de sua dívida. "Com a Rocket Capital, recebemos aportes significativos, o que nos possibilitou retomar a atividade operacional e firmar cerca de R$ 110 milhões em contratos para execução de obras neste biênio", conta Ivan de Carvalho Junior, Diretor Presidente da Azevedo & Travassos. "Isto é resultado do rigor e da prudência da administração da Rocket Capital na Azevedo & Travassos, como controladora e gestora de alta competência", destaca o presidente.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ABASTECIMENTO
Consórcio Paraopeba perto de concluir adutora para abastecer RMBH

Liderado pela empresa de engenharia Azevedo & Travassos, o Consórcio Paraopeba está próximo de concluir as obras de construção da adutora que é parte integrante da montagem eletromecânica para a implantação da Nova Captação e Adução de Água no Rio Paraopeba, localizada no município de Brumadinho (MG). A obra é essencial para restabelecer o equilíbrio do abastecimento de água da região metropolitana de Belo Horizonte. A nova adutora levará água do Rio Paraopeba, captada em um ponto à montante do rio até a rede da Copasa – Companhia de Saneamento de Minas Gerais e à Estação de Tratamento de Água Rio Manso, responsável por abastecer parte do estado. "O empreendimento conjunto da Vale e Copasa tem custo aproximado de R$ 127 milhões e irá beneficiar milhares de pessoas. Trata-se de uma obra complexa, não só pelo prazo exíguo necessário para sua execução, para evitar o risco de desabastecimento de água em BH no próximo período de estiagem. Além disso, outro grande desafio tem sido a adequação da execução das tarefas de construção à nova realidade para cumprimento de todos os protocolos de saúde dos órgãos especializados e da OMS, para evitar a propagação de contágio da COVID-19", conta Ivan de Carvalho Junior, presidente da Azevedo & Travassos. O novo sistema de captação e adução de água do Rio Paraopeba está sendo construído em duas frentes distintas. A primeira é a construção de uma adutora em tubulação de aço de 1,5 m de diâmetro com 11 km de extensão e que ficará pronta no final deste mês de janeiro de 2021. A segunda frente, prevista para ser entregue em abril de 2021, compreende a construção de subestações elétricas e montagens eletromecânicas de equipamentos como transformadores, painéis de proteção e controle elétricos, seis bombas de 550 CV cada para a área de captação e 6 bombas de 2.750 CV cada na área de elevação, além de diversos dispositivos auxiliares de movimentação de carga, remoção de areia, válvulas e etc. Todo o sistema será capaz de fornecer água a uma vazão de 5.000 l/s, garantindo assim o equilíbrio no abastecimento da região metropolitana de Belo Horizonte. Para atender os prazos e compensar atrasos, o Consórcio aumentou o contingente de colaboradores de 550 originalmente previstos para 750, distribuídos em equipes que trabalham em turnos diurnos e noturnos.

1 de fevereiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ESGOTO
Acciona conclui sistema para Capibaribe

Por meio de sua linha de negócio de água, a Acciona em consórcio com a brasileira GEL concluiu as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de Santa Cruz do Capibaribe (PE). Agora, o sistema está em fase de operação assistida e tem capacidade de vazão de 360 litros por segundo, devendo beneficiar 196 mil pessoas até 2037, conforme crescimento populacional local. A construção incluiu uma Estação de Tratamento Esgoto, quatro Estações elevatórias de esgoto e suas respectivas linhas de recalque e 17,8 Km de interceptores com 187 caixas de tempo seco. A parte estrutural do projeto da ETE e Elevatórios teve o consumo de cerca de 10.000m³ de concreto com aplicação de 840 t de aço, enquanto a execução de oito interceptores com diâmetros variados entre 150 e 1000 mm totalizou 17,8 Km de tubulações. A ETE conta com um supervisório para o controle e operação da estação e elevatórias e com um laboratório de análise para monitorar a qualidade do efluente tratado. Com o objetivo de garantir o bem estar das comunidades circunvizinhas, o consórcio instalou o tratamento de odor por carvão ativado em todas as unidades. O investimento foi de R$ 99 milhões em um projeto que englobou toda a engenharia executiva, obras e operação assistida durante um ano, o que já está em andamento. O projeto fez parte do Plano de Sustentabilidade Hídrica de Pernambuco - PSHPE e contou com o financiamento do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), deixando um importante legado ambiental para a Bacia do Rio Capibaribe e para a qualidade de vida e saúde da população local. No setor de saneamento, a Acciona atua no tratamento do ciclo integral da água para usuários finais nas áreas que vão desde a captação e depuração da água —incluindo a dessalinização — até o tratamento do esgoto e devolução ao meio ambiente. Atualmente, a companhia atende às necessidades de abastecimento de uma população de mais de 100 milhões de pessoas em mais de 30 países no mundo.

20 de julho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
CUIABÁ
CAB Ambiental renegocia metas de concessão

A Companhia de Águas do Brasil (CAB Ambiental) assinou com a CAB Cuiabá e a Prefeitura de Cuiabá termo aditivo ao atual contrato de concessão que estabelece as condições para a reversão da intervenção, com a retomada dos serviços, a repactuação das metas da concessão e reafirma o compromisso de investimentos da ordem de R$ 1,4 bilhão no sistema de saneamento básico nos próximos sete anos. A repactuação prevê um cronograma emergencial de obras e outras ações estimadas em R$ 204 milhões para os próximos 18 meses. Deste total, R$ 110 milhões serão destinados, exclusivamente, à coleta e tratamento do esgoto, que terá a cobertura de tratamento elevada de 30% para 55% do volume produzido. A Companhia reforça a importância do sucesso obtido nas negociações com a Prefeitura de Cuiabá, em função da manutenção do ambiente de segurança jurídica nos contratos de concessão, fator fundamental à atração de investimentos para o setor de saneamento em particular e para o setor de infraestrutura como um todo. A CAB Ambiental considera um passo importante a viabilização do novo acordo com Cuiabá na estratégia de reestruturação da empresa e na readequação de sua estrutura de capital, avançando nas etapas previstas no Acordo de Investimentos assinado no dia 17 de novembro. Na ocasião, a CAB Ambiental assinou acordo de investimentos que, entre outras obrigações, estabelece a contribuição das ações detidas pela Galvão Participações – Em Recuperação Judicial -- a um Fundo de Investimento em Participações controlado pela RKP Investments, braço de private equity da RK Partners, e a reestruturação da dívida da companhia com o Banco Votorantim e outras instituições financeiras. Este acordo representa também a manutenção de mais de 1.400 postos de trabalho e a continuidade da ampliação do acesso de brasileiros ao saneamento básico, com mais saúde e qualidade de vida.

6 de dezembro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ESTADOS
Governo mineiro quer investir na Copasa

O Governo de Minas Gerais planeja fazer uma injeção de recursos na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Os recursos são necessários para cobrir os gastos extras de um projeto de captação de água que está a cargo da Odebrecht por meio de Parceria Público-Privada (PPP). A obra visa melhorar a oferta de água na Região Metropolitana de BH, que segundo a Copasa pode sofrer risco de desabastecimento em alguns meses. O Governo ainda precisa debater o aporte com os acionistas minoritários. O Governo detém 51% de participação na Copasa. Os minoritários mais relevantes são a gestora britânica Veritas Asset Management, a unidade londrina do banco suíço UBS e o banco norte-americano Bank of New York Mellon Corporation. O secretário da Fazenda de Minas, José Afonso Bicalho, diz que o aumento de capital tem que ser debatido com os minoritários. “O aporte teria de ser de todos, porque se não o Estado diluiria a participação deles”. A PPP assinada visa a construção de uma Estação de Tratamento de Água no Rio Manso. A Odebrecht será remunerada pela obra e pelo serviço de fornecimento de água à Copasa. Com a estiagem, o Governo terá de aumentar o volume de água do Rio Manso. Será feito um aditivo ao contrato para uma obra de captação de água no rio Paraopeba a ser lançada no Rio Manso. A obra tem custo estimado entre R$ 100 e R$ 120 milhões. Outra possibilidade é um aporte menor na Copanor, subsidiária da Copasa, que atua nas regiões norte e nordeste de Minas. Com isto, a Copanor pagaria parte do que deve à Copasa, que teria uma folga para cobrir a conta extra da PPP.

23 de abril, 2015