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ABASTECIMENTO

Copasa investe R$ 4,8 milhões em Perdigão

Copasa investe R$ 4,8 milhões em Perdigão

As obras contemplam a implantação de 8.879 m de adutora de água bruta e uma nova captação no Rio Lambari.

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) anunciou investimentos de R$ 4,8 milhões no município de Perdigão, região do Alto São Francisco. O diretor-presidente da Companhia, Carlos Eduardo Tavares de Castro, acompanhado do vice-governador de Minas Gerais, Paulo Rocha Brant, e do prefeito Gilmar Teodoro, assinou, a ordem de serviço para o início das obras de otimização do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) da cidade.

As obras contemplam a implantação de 8.879 m de adutora de água bruta e uma nova captação no Rio Lambari, que aumentará em 30% a capacidade de produção de água. ”Para a Copasa é um orgulho reforçar essa parceria com a prefeitura, com o início de uma obra que poderá resolver as questões de abastecimento em Perdigão. Esse é o compromisso de não fazer só promessas e, sim, cumprir com as obras e as melhorias”, disse Tavares. Os recursos já estão assegurados no programa orçamentário da Copasa. A previsão é de que as intervenções devam durar um ano.

O prefeito Gilmar Teodoro ressaltou a importância da obra para garantir o abastecimento da cidade e evitar uma crise hídrica em períodos de estiagem. “Essa parceria é fundamental para resolver, em definitivo, a situação do abastecimento na cidade, ainda mais trazendo água de uma área livre de poluição como o rio Lambari. Para nós é um orgulho trabalhar com a Copasa, que demonstra seu apreço por Perdigão, reforçado pelo início dessa obra”, afirmou.

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A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) anunciou plano de investimento de R$ 8,1 bilhões para o período de 2023/2027. O objetivo é avançar o saneamento básico em Minas Gerais e, segundo a empresa, os aportes estão dentro do Plano de Negócios da Copasa, seus compromissos contratuais, bem como para atendimento às metas de universalização propostas no Novo Marco do Saneamento. “Temos buscado, observando estritamente a legislação em vigor, sermos mais ágeis, apesar do ambiente em que estamos inseridos”, disse o diretor-presidente da Copasa, Guilherme Duarte de Faria. O valor aprovado a ser investido em 2023 soma R$ 1,59 bilhão. Dentre os projetos em andamento pela Copasa na região metropolitana de Belo Horizonte estão as obras em Igarapé, Sabará, Mateus Leme e Ribeirão das Neves. No interior do Estado, Coronel Fabriciano e Timóteo, no Vale do Rio Doce, são exemplos de cidades com obras que, quando concluídas, elevarão os índices de cobertura de tratamento de esgotamento sanitários para índices superiores às metas do Novo Marco para o ano de 2033 que é de 90%. Nesses municípios, a cobertura dos serviços de água já atende o índice da legislação que é de 99%. A Copasa atingiu a marca de 99,4% dos imóveis em sua área de atuação com acesso à água tratada no Estado de Minas Gerais - índice que supera a média nacional. Segundo dados divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) no relatório “Diagnóstico Temático - Serviços de Água e Esgoto”, cujo ano base foi 2020, o índice de abastecimento com redes públicas de água no país era de 84,1%. Em relação à coleta e tratamento de esgoto, a Copasa também atingiu 90,5% dos imóveis em sua área de atuação. Desses, 79,45% foram tratados, resultando em 71,9% dos imóveis com esgoto tratado e coletado no Estado. Já os dados nacionais revelam que apenas 43,9% da população tinha acesso a esgoto coletado e tratado no Brasil em 2020 (dados do SNIS de 2020). A meta estabelecida pelo Novo Marco do Saneamento é de que, até o ano de 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso ao serviço de coleta e tratamento de esgoto no país. Apesar de ainda não ter atingido a meta, a cobertura da Copasa é 28% acima da média nacional e a companhia continua trabalhando em favor da ampliação do acesso a esse serviço em sua área de cobertura.

14 de fevereiro, 2023
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ABASTECIMENTO
Consórcio Paraopeba perto de concluir adutora para abastecer RMBH

Liderado pela empresa de engenharia Azevedo & Travassos, o Consórcio Paraopeba está próximo de concluir as obras de construção da adutora que é parte integrante da montagem eletromecânica para a implantação da Nova Captação e Adução de Água no Rio Paraopeba, localizada no município de Brumadinho (MG). A obra é essencial para restabelecer o equilíbrio do abastecimento de água da região metropolitana de Belo Horizonte. A nova adutora levará água do Rio Paraopeba, captada em um ponto à montante do rio até a rede da Copasa – Companhia de Saneamento de Minas Gerais e à Estação de Tratamento de Água Rio Manso, responsável por abastecer parte do estado. "O empreendimento conjunto da Vale e Copasa tem custo aproximado de R$ 127 milhões e irá beneficiar milhares de pessoas. Trata-se de uma obra complexa, não só pelo prazo exíguo necessário para sua execução, para evitar o risco de desabastecimento de água em BH no próximo período de estiagem. Além disso, outro grande desafio tem sido a adequação da execução das tarefas de construção à nova realidade para cumprimento de todos os protocolos de saúde dos órgãos especializados e da OMS, para evitar a propagação de contágio da COVID-19", conta Ivan de Carvalho Junior, presidente da Azevedo & Travassos. O novo sistema de captação e adução de água do Rio Paraopeba está sendo construído em duas frentes distintas. A primeira é a construção de uma adutora em tubulação de aço de 1,5 m de diâmetro com 11 km de extensão e que ficará pronta no final deste mês de janeiro de 2021. A segunda frente, prevista para ser entregue em abril de 2021, compreende a construção de subestações elétricas e montagens eletromecânicas de equipamentos como transformadores, painéis de proteção e controle elétricos, seis bombas de 550 CV cada para a área de captação e 6 bombas de 2.750 CV cada na área de elevação, além de diversos dispositivos auxiliares de movimentação de carga, remoção de areia, válvulas e etc. Todo o sistema será capaz de fornecer água a uma vazão de 5.000 l/s, garantindo assim o equilíbrio no abastecimento da região metropolitana de Belo Horizonte. Para atender os prazos e compensar atrasos, o Consórcio aumentou o contingente de colaboradores de 550 originalmente previstos para 750, distribuídos em equipes que trabalham em turnos diurnos e noturnos.

1 de fevereiro, 2021
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ESTADOS
Governo mineiro quer investir na Copasa

O Governo de Minas Gerais planeja fazer uma injeção de recursos na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Os recursos são necessários para cobrir os gastos extras de um projeto de captação de água que está a cargo da Odebrecht por meio de Parceria Público-Privada (PPP). A obra visa melhorar a oferta de água na Região Metropolitana de BH, que segundo a Copasa pode sofrer risco de desabastecimento em alguns meses. O Governo ainda precisa debater o aporte com os acionistas minoritários. O Governo detém 51% de participação na Copasa. Os minoritários mais relevantes são a gestora britânica Veritas Asset Management, a unidade londrina do banco suíço UBS e o banco norte-americano Bank of New York Mellon Corporation. O secretário da Fazenda de Minas, José Afonso Bicalho, diz que o aumento de capital tem que ser debatido com os minoritários. “O aporte teria de ser de todos, porque se não o Estado diluiria a participação deles”. A PPP assinada visa a construção de uma Estação de Tratamento de Água no Rio Manso. A Odebrecht será remunerada pela obra e pelo serviço de fornecimento de água à Copasa. Com a estiagem, o Governo terá de aumentar o volume de água do Rio Manso. Será feito um aditivo ao contrato para uma obra de captação de água no rio Paraopeba a ser lançada no Rio Manso. A obra tem custo estimado entre R$ 100 e R$ 120 milhões. Outra possibilidade é um aporte menor na Copanor, subsidiária da Copasa, que atua nas regiões norte e nordeste de Minas. Com isto, a Copanor pagaria parte do que deve à Copasa, que teria uma folga para cobrir a conta extra da PPP.

23 de abril, 2015