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ÁGUA

Benedito Braga é reeleito para Conselho Mundial

Benedito Braga foi reeleito como Presidente do Conselho Mundial da Água (WWC) para o mandato 2016/2018. A 7ª Assembléia Geral do Conselho também definiu o Conselho de Governadores que irão apoiar Braga nos próximos três anos a implementar uma estratégia de segurança hídrica, adaptação e sustentabilidade. As eleições aconteceram durante a Assembleia Geral trienal da WWC, em Marselha, França, onde mais de 250 pessoas de 40 países se reuniram. "Estou honrado que o Conselho Mundial da Água tenha colocado sua fé em mim por mais um mandato como Presidente. Trabalhando em estreita colaboração com os nossos membros, temos sido capazes de tornar a água uma prioridade global e local. No entanto, ainda há muito a ser feito. Em particular, precisamos continuar nosso trabalho para colocar água no centro da agenda global do clima. Precisamos de líderes mundiais para perceber que o clima é a água, e água é o clima. Estou muito ansioso para continuar a liderar o Conselho neste importante trabalho”, disse Braga. " O Conselho de Governadores do Conselho Mundial da Água reúne 35 membros que representam as cinco faculdades do Conselho: 1) As instituições intergovernamentais ; 2) Os governos e as autoridades governamentais ; 3) Empresas e Instalações ;4) A sociedade civil e associações de utilizadores de água e 5) Associações profissionais e Acadêmicas.

Benedito Braga foi reeleito como Presidente do Conselho Mundial da Água (WWC) para o mandato 2016/2018. A 7ª Assembléia Geral do Conselho também definiu o Conselho de Governadores que irão apoiar Braga nos próximos três anos a implementar uma estratégia de segurança hídrica, adaptação e sustentabilidade. As eleições aconteceram durante a Assembleia Geral trienal da WWC, em Marselha, França, onde mais de 250 pessoas de 40 países se reuniram.

"Estou honrado que o Conselho Mundial da Água tenha colocado sua fé em mim por mais um mandato como Presidente. Trabalhando em estreita colaboração com os nossos membros, temos sido capazes de tornar a água uma prioridade global e local. No entanto, ainda há muito a ser feito. Em particular, precisamos continuar nosso trabalho para colocar água no centro da agenda global do clima. Precisamos de líderes mundiais para perceber que o clima é a água, e água é o clima. Estou muito ansioso para continuar a liderar o Conselho neste importante trabalho”, disse Braga. "

O Conselho de Governadores do Conselho Mundial da Água reúne 35 membros que representam as cinco faculdades do Conselho: 1) As instituições  intergovernamentais ; 2) Os governos e as autoridades governamentais ; 3) Empresas e Instalações ;4) A sociedade civil e associações de utilizadores de água e 5) Associações profissionais e Acadêmicas.

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O Dia Mundial da Água e os Conflitos
ARTIGO
O Dia Mundial da Água e os Conflitos

Artigo por Paulo César Alves Rocha Por Paulo César Alves Rocha * Nesta terça-feira, 22, é celebrado o dia mundial da água. Há pouco o que se comemorar. Nos últimos anos, notícias sempre nos dão conta da diminuição da precipitação de chuvas, uma anormalidade que vem ocorrendo sem data para terminar. Este fenômeno traz também chuvas de grande precipitação em pouco tempo, o que causa enchentes, alagamentos, deslizamentos e uma série de efeitos trágicos. As causas destes problemas são pioradas pela poluição gerada por combustíveis fósseis e a derrubada de matas e florestas, estas últimas ocasionando a seca das nascentes de água. Os reservatórios destinados a água tratada e os de hidroelétricas estão há alguns anos sempre abaixo de sua capacidade e houve até aproveitamento por meio de bombeamento do seu nível morto. Algumas hidroelétricas já pararam de produzir energia por falta de água, mas elas têm que manter vasão mínima, e estarão quase todas na situação de produção abaixo de sua capacidade no prazo de um ano. A redução na vazão de rios já provocou diversos casos de salinização de foz de rios, com problemas para a população, além de provocar todo um conjunto de falta de emprego e diminuição de produção para quem necessita de água. Também já estamos tendo conflitos envolvendo água. Pequenos produtores rurais em conjunto com a população de cidades contestama retirada de água de rios para irrigação de plantações de grandes produtores rurais. Pequenos conflitos envolvendo pessoas e empresas, que retiram água do subsolo e dos rios, já ocorreram também, tanto entre estados, quanto em municípios. O caso mais recente ocorreu em decorrência de quem regularia a vazão do Rio Paraíba do Sul. Todo este embate em torno da água afeta diferentes setores no país. O transporte fluvial que fica prejudicado, as cidades enfrentam racionamento de água potável, a qualidade da água como um todo segue piorando porque a diminuição de chuvas não é acompanhada por uma redução de lançamento esgotos e lixo, ao contrário, este ponto se agrava, mas não se vislumbra nenhuma ação nem dos Governos nem da Sociedade para estes graves problemas. A irrigação deve ser modernizada para que se economize água. Uma ação efetiva nas bacias hidrográficas, deveria contemplar as Agências Governamentais como ANA, ANEEL, e Antaq, além do IBAMA, EMBRAPA e outros órgãos federais, o Operador Nacional do Sistema Elétrico -- ONS, além dos órgãos estaduais e municipais que tratam de água, agricultura, meio ambiente, irrigação, saúde e saneamento. Ou seja, todos os órgãos dos Governos direta ou indiretamente envolvidos, além da Sociedade como um todo, tem que participar de um esforço para termos água num mínimo necessário para que todos possam sobreviver. Deve ser lembrado que em bacias hidrográficas atualmente, as cidades à jusante captam na verdade esgotos das cidades à montante, para tratar e distribuir para a população, revertendo em esgoto que é lançando sem tratamento adequado no mesmo rio, que fará com outra cidade à jusante capte a água para uso humano e assim sucessivamente. Exemplo como a água que é tratada para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que trata água que vem do Rio Paraíba do Sul, as margens do qual poucas cidades tratam esgoto, agravada pelos afluentes do Rio Guandu que vêm de regiões onde o esgoto é lançado in-natura nos mesmos. Ou seja, já se usa na prática em larga escala a água de reuso, por que então não alargarmos este conceito para as cidades? Fica a sugestão. * Paulo César Alves Rocha é especialista em infraestrutura, logística e comércio exterior com mais de 50 anos de experiência em infraestrutura, transportes, logística, inovação, políticas públicas de habitação, saneamento e comércio exterior brasileiro. Mestre em Economía y Finanzas Internacionales y Comércio Exterior e pós-graduado em Comércio Internacional pela Universidade de Barcelona. É mestre em Engenharia de Transportes (Planejamento Estratégico, Engenharia e Logística) pela COPPE-UFRJ. Pós-graduado em Engenharia de Transportes pela UFRJ e graduado em Engenharia Industrial Mecânica pela Universidade Federal Fluminense. Tem diversos livros editados nas Edições Aduaneiras.

22 de março, 2022
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FORUM MUNDIAL DA ÁGUA
Aberto segundo lote de inscrições

O segundo lote de inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água já está disponível no site do evento (/ www.worldwaterforum8.org/pt-br/inscrições ) até o dia 28 de fevereiro. O primeiro lote de inscrições foi encerrado no dia 10 de janeiro e alcançou 1.242 inscritos de 95 países. Além do Brasil, estão na lista países como Austrália, Bélgica, Indonésia, Argentina, Canadá, Moçambique, China, Dinamarca, Japão, França, Palestina, Irã, Iraque, Israel, Itália, México, Portugal, Sérvia, África do Sul, Colômbia, Uruguai, Bolívia, Peru, Etiópia, Estados Unidos e Turquia. O Fórum Mundial da Água terá 215 sessões temáticas e acontece entre os dias 18 e 23 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Vila Cidadã: Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (DF). O evento reunirá os maiores especialistas do planeta sobre o tema da água. Além disso, terá a participação de representantes de governos, empresas, ONG’s, academia e sociedade civil. O Brasil é o primeiro país do Hemisfério Sul a sediar uma edição do Fórum Mundial da Água. Entre os temas que estarão em debate estão mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos, saneamento e saúde, ecossistemas, biodiversidade, segurança hídrica e produção sustentável. O evento deve contar, ao todo, com cerca de 10 mil inscrições de mais de 150 países. Contando com a Vila Cidadã, um espaço de entretenimento e educação gratuito e aberto a toda a população, deverão circular pelo Fórum cerca de 45 mil pessoas. Realizado a cada três anos, o Fórum Mundial da Água é promovido pelo Conselho Mundial da Água, uma organização internacional com sede em Marselha, França, composta por representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, formando um significativo espectro de instituições relacionadas com o tema água. O evento é organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), representado pela Agência Nacional das Águas (ANA), e pelo Governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é integrante do Comitê Organizador Nacional (CON). O evento já foi realizado em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coréia do Sul, 2015). O Fórum pode ser acompanhado pelas redes sociais Facebook, Twitter, Instagram e LinkedIn.

29 de janeiro, 2018
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IDA
Miguel Sanz assume presidência até 2019

A International Desalination Association (IDA) nomeou Miguel Angel Sanz, diretor de desenvolvimento estratégico de infraestrutura de tratamento da Suez, como seu novo presidente para o período 2017/2019. Sanz substituirá Emilio Gabbrielli, diretor de desenvolvimento de negócios da Toray no exterior, que trouxe o Congresso para a América Latina pela primeira vez. O Congresso Mundial da IDA acontece entre 15 e 20 de outubro no Sheraton World Trade Center de São Paulo. Jair Vieira Tannus Junior, secretário de recursos hídricos e qualidade ambiental no Ministério do Meio Ambiente (MMA) disse que o programa Agua Doce trará água dessalinizada para meio milhão de pessoas até 2019. O programa pode promover acesso à água potável para diversos municípios através da dessalinização com controles ambientais, sociais e técnicos apropriados. "A água é definida como uma propriedade pública no Brasil e deve ser gerenciada como parte do meio ambiente, descentralizada e participativa. A dessalinização se enquadra como parte de uma agenda global de desenvolvimento sustentável", disse Junior. Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial da Água e secretário de recursos hídricos do estado de São Paulo, comentou que após a crise hídrica de 2014 o estado de São Paulo tem compartilhado conhecimento e tecnologia com outras partes do Brasil e publicou novos regulamentos avançados sobre reutilização de água. "A crise da água ajudou a população a entender que eles tiveram que usar a água com mais cuidado, impulsionaram os desenvolvimentos tecnológicos e fizeram as pessoas perceberem que a dessalinização e a reutilização serão uma parte importante da solução", disse Braga. O plenário de abertura do Congresso Mundial da IDA 2017 também falou sobre a política de dessalinização e reutilização de água em outras partes do mundo, de Abdullah bin Ibrahim Al Abdulkaim, vice-governador, planejamento e desenvolvimento, na SWCC na Arábia Saudita; Niu Bo, diretor, departamento de conservação de recursos e proteção ambiental, China; e Yousef Ebrahim Al Akraf, vice-presidente executivo da DEWA, Dubai.

30 de outubro, 2017
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AGÊNCIA REGULADORA
Ricardo Andrade assume direção da ANA

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, empossou no dia 11 de julho Ricardo Medeiros de Andrade como novo diretor da Agência Nacional de Águas (ANA). Medeiros atua na ANA desde 2007 e será, agora, o responsável pela área de gestão do órgão. O mandato tem quatro anos de duração, prorrogável por mais quatro. “A indicação pelo ministro Sarney Filho trouxe muita satisfação pela demonstração de confiança. Portanto, será uma honra poder contribuir com a ANA nas tarefas complexas que a Agência tem para cumprir”, afirmou Andrade. O novo diretor irá fortalecer as parcerias já em andamento com órgãos estaduais e de bacias hidrográficas na gestão dos recursos hídricos, além de reforçar instrumentos de gestão como o pagamento por resultado. “Sem excluir estratégias tradicionais, mas dando ênfase à meritocracia”, completou o diretor. Engenheiro civil graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ricardo Andrade atua na ANA desde 2007. Na Agência, foi coordenador de iniciativas como o Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos (PROÁGUA Nacional) e de Desenvolvimento do Setor Água (INTERÁGUAS) e o GEF Amazonas. Em 2009, foi indicado para comandar a Superintendência de Implementação de Programas e Projetos (SIP), onde coordenou a manutenção e a execução de iniciativas como o Programa Produtor de Água, criado pela ANA em 2001 e que conta, hoje, com mais de 40 projetos implementados no Brasil, beneficiando mananciais usados para abastecimento de grandes cidades; o Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (PRODES), que desde seu lançamento, também em 2001, já contratou mais de 80 empreendimentos que atenderam a cerca de 9 milhões de brasileiros e desembolsou mais de R$ 400 milhões pelo esgoto tratado; entre outras ações. O novo diretor é também um dos governadores do Conselho Mundial da Água, instituição que organiza o Fórum Mundial da Água juntamente com o país anfitrião do evento. “Será a primeira edição do Fórum na era moderna a ser realizada em um país em desenvolvimento. Será, portanto, uma excelente oportunidade para que nós possamos compartilhar experiências, discutir problemas e buscar soluções para eles, em parceria com todas as regiões do mundo”, afirmou Medeiros.

24 de julho, 2017
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FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA
Consórcio PCJ lança cronograma 2018

O Consórcio PCJ está programando uma série de atividades para divulgar e engajar a comunidade na participação do 8º Fórum Mundial da Água, que acontece em Brasília (DF), em 2018. A entidade elaborou um cronograma de atividades para os próximos dois anos, intitulado “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018”. Entre as ações está a promoção das Bacias PCJ com o destino de visitas técnicas e turísticas para as delegações internacionais que virão para o evento, além de realizar encontro internacional em 2017 com os participantes do 2 Kick-off Meeting, espécie de evento preparatório para o evento, que acontecerá em junho do próximo ano. Em 2018, o Consórcio PCJ promoverá a maior comitiva da sua história para o Fórum Mundial da Água. Os municípios das Bacias PCJ com interesse em se candidatar como destino internacional das visitas técnicas devem enviar e-mail com a sua propositura para o e-mail: [email protected] . O Fórum Mundial da Água é o maior evento sobre recursos hídricos do planeta. Na proposta preliminar de estrutura de grade temática do evento contém, além dos três processos tradicionais de organização do Fórum (o temático, o regional e o político), um novo grupo focal, o da Sustentabilidade. O processo temático do Fórum Mundial da Água está sendo desenvolvido baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável (2015-2030), a qual foi moldada pelos eventos marcos do ano de 2015, a saber: O Relatório sobre Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial, a Cúpula de Sendai, sobre a Redução do Risco de Desastres, o 7º Fórum Mundial da Água na Coreia, a Cúpula de Addis sobre o Financiamento para o Desenvolvimento, a 70ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que adotou as Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e o Acordo de Paris da COP 21.

18 de agosto, 2016
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POLLUTEC
BNDES e gestores debatem saneamento

Newton de Lima Azevedo, governador brasileiro do Conselho Mundial da Água, Gesner Oliveira, sócio da GO Associados e Arian Bechara, chefe do Departamento de Saneamento Ambiental do BNDES, participam do debate “ Implementa çã o da Gest ã o Integrada da Á gua ”na Pollutec Brasil, feira de tecnologias ambientais mundial, que acontece entre os dias 12 e 15 de abril no Anhembi. O “Implementação sobre Gestão Integrada da Água”terá mediação de Newton Azevedo, além da participação de João Carlos Mello, Presidente da Thymos Consultoria, James Miralves, consultor sênior em gestão de resíduos da PHEBEE Consulting e Ana Flávia, representante do Parlamento Nacional da Juventude pela Água (PNJA). Antes dos debates, haveráuma exposição feita por Jean-François Donzier, Diretor-geral do Office International de l’Eau, organização francesa que foca a importância da capacitação técnica e gerencial dos profissionais de saneamento. O debate seráorganizado pelo movimento Rumo a Bras í lia 2018 , iniciativa da se çã o Brasil do Conselho Mundial da Água que prevêuma série de ações preparatórias ao Fórum trianual da entidade, a ser realizado daqui a dois anos na capital federal. O debate integra o fórum “ Cuidando do Futuro ” , evento simultâneo àfeira que discutirácases, desafios e oportunidades ligados ao desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. No dia 14, às 11h30, o debate foca na garantia no futuro da água para abastecimento e uso industrial, e o papel fundamental desempenhado por boas práticas em áreas correlatas àgestão hídrica —financiamento e viabilização de projetos, gestão de resíduos e efluentes, energia (matrizes geradoras/consumo), conscientização socioambiental. Desenvolvido em parceria com a ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), o fórum “Cuidando do Futuro” promoverá 32 palestras em quatro dias. Integram o painel empresas como Suez, Solví, Estre ambiental, Thermo Fisher, Nalco / Ecolab, Mizumo,Pellenc e Actemium, além de diversas entidades ligadas ao setor ambiental —Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia), Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição), Abal (Associação Brasileira do Alumínio) e Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro). A programação completa do evento pode ser conferida no http://www.pollutec-brasil.com/Eventos-Simultaneos/Forum-Cuidando-do-Futuro . Nos dias 12 e 13, o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) promoverána Pollutec o 6º Encontro Nacional das Águas (6º ENA) onde serádebatida a troca de experiências e soluções para a expansão dos serviços. A programação está disponível no link http://www.abconsindcon.com.br/ena/programacao ). No dia 14 estáprevista visita técnica ao Aquapolo, projeto de água de reuso construído a partir de parceria entre Sabesp e Odebrecht Ambiental, que é o maior empreendimento do tipo na América do Sul. A Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), organiza o Encontro Internacionais de Neg ó cios da Pollutec Brasil . No estande da Rede CIN, o público terá contato com projetos e serviços oferecidos pelas empresas do segmento de Meio Ambiente e Tecnologias de Produção Limpa do Sistema Indústria, que ajudam o setor produtivo a desenvolver inovações e soluções ambientais. A expectativa épromover pelo menos 200 encontros de negócios. A Pollutec Brasil acontece simultaneamente à Feicon Batimat 2016, evento do mercado de construção civil. Maiores informações sobre a Pollutec podem ser obtidas no http://www.pollutec-brasil.com/

5 de abril, 2016
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IPCC
Painel define novo presidente em uma semana

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) abriu sessão dia 05 de outubro para eleger uma nova Mesa, incluindo um novo presidente. A 42ª sessão do IPCC acontece entre 05 e 08 de outubro em Dubrovnik, Croácia. Ismail El Gizouli, atual Presidente em exercício, diz que a reunião acontece a dois meses da COP-21, afim de se achar um acordo global para combater as alterações climáticas. Ele observou que o Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, concluído pouco menos de um ano atrás, era um momento ideal para essas negociações, e que os interlocutores pediram maiores informações relevantes ao IPCC. "As eleições que conduzirão esta semana para uma nova Mesa serão um passo importante na preparação para o Sexto Relatório de Avaliação, El Gizouli disse no Painel. O Ministro de Meio Ambiente e Proteção à Natureza da Croácia, Mihael Zmajloviće representas do programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP), a Organização Meteorológica Mundial (WMO) e a Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) também falaram na abertura da sessão. Noventa candidatos foram nomeados para 34 cargos na Mesa do IPCC, o que inclui seis vagas no Conselho da instituição. O sexto relatório deve ser concluído dentro de uma semana. Concluído em novembro de 2014, o documento anterior traz como principais conclusões a interferência crucial do homem nas mudanças climáticas, Quanto maior esta interferência, mais chances de o plantea ter impactos irreversíveis e a necessidade da construção de um futuro sustentável.

8 de outubro, 2015
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ÁGUA
Participantes da Semana Mundial esperam acordo na COP-21

A Semana Mundial da Água teve em 2015 como tema “Água para o Desenvolvimento” e recebeu 3.300 participantes, de 125 países, representando governos, universidades, sociedade civil, organizações internacionais, o setor privado, e muitos outros. O evento, que é realizado juntamente com o Stockholm Water Prize, completou 25 anos. O Diretor-executivo do SIWI (Stockholm International Water Institute), Torgny Holmgren, resumiu as apresentações durante a semana com a afirmação: "A água é o que une todos os aspectos das mudanças climáticas. A mudança climática é a mudança da água." Segundo o Diretor, o impacto das alterações climáticas é sentido através da água, com inundações, padrões de chuva erráticos, secas e outros eventos climáticos extremos. "É absolutamente vital que a água seja uma parte de ambas as iniciativas voluntárias de mitigação e adaptação às alterações climáticas, bem como da Convenção do Clima em si", disse Karin Lexén, Diretora da Semana Mundial da Água, Processos internacionais e prêmios. A Ministra da Suécia para o Clima e Meio Ambiente e Vice-Primeira-Ministra, Åsa Romson, repercutiu a mensagem do SIWI, afirmando que "se as águas não forem devidamente geridas e a gestão dos recursos hídricos não estiver bem integrada nos esforços climáticos, os impactos do clima terão um efeito significativo sobre nossas sociedades – o que é um desafio para todos os países”. A ministra disse que pretende encorajar novas discussões sobre a forma de reforçar a resiliência da água como parte da agenda de ações para se certificar de que os investimentos nas questões climáticas, incluindo aqueles realizados através do Fundo Verde para o Clima, possam apoiar a resiliência da água. Benedito Braga, Secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo no Brasil e presidente do Conselho Mundial da Água, disse que "a segurança da água é provavelmente o maior desafio humano deste século." Em um apelo apaixonado aos negociadores em Paris, no final deste ano, o Presidente das Ilhas Marshall, Christopher J Loeak, disse que não tinha certeza se deveria esperar um compromisso mais forte na redação do acordo sobre o clima, mas disse ter esperanças de que o mundo possa chegar a um compromisso histórico, não apenas para salvar o seu país, mas também o mundo. "Nós (as Ilhas Marshall) estamos literalmente contemplando um futuro no qual estamos sendo varrido do mapa do mundo", disse ele. Durante a semana, vários prêmios foram concedidos para a excelência em questões relacionadas com a água. O Prêmio da Água de Estocolmo para a Indústria foi entregue à empresa de engenharia CH2M, por desenvolver métodos para limpar a água, e aumentar a aceitação pública de água reciclada. Perry Alagappan, dos EUA, recebeu o Prêmio Estocolmo de Água Júnior 2015 por inventar um filtro através do qual os metais pesados tóxicos de lixo eletrônico podem ser removidos da água. E, finalmente, o prêmio de maior prestígio, o Stockholm Water Prize foi atribuído a Rajendra Singh, da Índia, por seus esforços inovadores de restauração de água, melhoria da segurança da água na Índia rural, e por mostrar coragem e determinação extraordinária em sua busca para melhorar as condições de vida para os mais necessitados.

10 de setembro, 2015
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ÁGUA
7º Fórum Mundial recebe mais de 30 mil pessoas

Com a participação de mais de 30 mil pessoas, de 168 países, a cidade de Daegu, Coreia do Sul, sediou, entre os dias 12 e 17 de abril, o 7º Fórum Mundial da Água, que teve como temática central “Water For Our Future”, água para nosso futuro, um amplo debate sobre a questão dos recursos hídricos e ações para preservação do insumo. O Brasil, que receberá o 8º Fórum Mundial da Água em 2018, esteve presente com uma comitiva composta por 100 pessoas, entre representantes da academia, empresariado e parlamentares. Para Newton de Lima Azevedo, vice-presidente da ABDIB e Governador do Conselho Mundial da Água, o evento aconteceu no momento em que o tema água recebe grande visibilidade perante a sociedade brasileira, devido ao atual cenário de crise hídrica e à grande prioridade que deve ser conferida ao saneamento. “O Brasil recebeu muitas visitas em seu pavilhão e o interesse de muitos países em apoiar o Fórum de Brasília, que será concebido num estilo americano – a ideia é atingir cerca de 400 milhões de habitantes da América do Sul, onde questões como gestão, tecnologia e soluções para água necessitam de grande avanço”, destacou o Governador da Água. Fazendo um balanço do evento, o sócio diretor da GO Associados, Gesner Oliveira, salientou que entre os painéis realizados durante o Fórum, um dos que chamou a atenção foi que falava sobre a criação do Ministério das Águas, “uma espécie de símbolo da importância que a água deve assumir na política pública”. Outro aspecto interessante foi o processo de inovação que está acontecendo em várias partes do mundo, ações que podem ser adaptadas no Brasil. No painel sobre a América Latina, Gesner citou a experiência dos diferentes países latino-americanos, destacando que o problema não é necessariamente falta de dinheiro, mas uma questão de gestão, de planejamento e de boa regulação – “é um problema mais institucional e menos de recursos naturais, físicos ou humanitários”. Para o diretor da GO Associados, a atual crise hídrica verificada em algumas regiões do Brasil teve o mérito de chamar a atenção das pessoas para a necessidade de adotar novos padrões de comportamento perante a água: “não é só um problema do Governo ou do Estado e sim de toda a sociedade. Temos que nos concentrar agora numa forma de engajar as ONGs, as empresas, universidades e centros de pesquisa nesse esforço de organizar o encontro em Brasília”. “Rumo à Brasília 2018” Existe grande expectativa em relação ao Fórum de Brasília e, segundo ressalta Newton Azevedo, é preciso ousar um pouco mais: “os sete fóruns anteriores adotaram procedimentos burocráticos que acabaram cerceando a participação da sociedade no processo que define os assuntos a serem discutidos. O encontro no Brasil, em 2018, será o primeiro Fórum Mundial da Água no hemisfério Sul e a ideia do projeto ‘Rumo à Brasília’ objetiva preencher o vácuo que existe entre o final de um fórum e o início do outro. Queremos aproveitar essa sensibilização que já existe da sociedade sobre o tema água e tornar isso uma discussão organizada e programada, baseada em alguns ciclos”. O primeiro é a realização de um “road show” em seis ou sete cidades brasileiras que representem as regiões do Brasil e a visão da água dentro de seus conflitos de uso (abastecimento humano, industrial, agricultura, saúde); o segundo seria a organização do “Water Fun Fest” – evento de uma semana onde a sociedade, de forma lúdica, poderia interagir com o tema água como insumo básico. A ideia do projeto é motivar e atrair diversos atores a discutirem o tema água. Newton Azevedo reforça a necessidade de um planejamento integrado dos recursos hídricos, já que 70% do uso é agricultura, 20% indústria e somente 10% abastecimento humano – não há como discutir as questões de forma isolada. Nesse aspecto, Gesner Oliveira ressaltou as experiências bem sucedidas apresentadas durante o 7º Fórum, como a narrativa do Japão que nos fins dos anos 60, início dos anos 70, passou por um procedimento de racionamento de água para atingir hoje uma situação de segurança hídrica bastante importante e com níveis de perdas de apenas 2% a 3%. Também chamou a atenção do diretor da GO Associados a mudança tecnológica e a redução de custos de alternativas como a dessalinização presentes em várias partes do mundo, assim como ações de educação ambiental e consumo racional da água, além da adoção de equipamentos simples e portáteis que fazem a rega de jardins com água de reuso. Principais temas da Declaração de Daegu Newton Azevedo elencou sete principais temas que fazem parte da Declaração de Daegu, a seu ver, como a questão do planejamento integrado dos recursos hídricos – “nesse ponto o Brasil leva certa vantagem em razão de planos setoriais já elaborados, como o Plano Nacional de Saneamento, o Plano de Recursos Hídricos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, mas que ainda não se comunicam como deveriam. Com a integração destes, teríamos como definir uma política pública sobre água em nível de governo federal, onde se pudesse discutir o assunto segurança hídrica”. Na questão tecnológica, as práticas de reuso e dessalinização já existem há algum tempo e se o Brasil tiver a intenção de implantar um projeto de dessalinização dentro de cinco ou seis anos precisa começar a discutir agora o assunto. Outro ponto importante é a regulação, com o estabelecimento de um ambiente jurídico institucional saudável. A complementariedade de recursos públicos com os privados – já temos exemplos de sucesso de PPPs. Um novo olhar sobre as mudanças climáticas também será objeto de destaque no documento, assim como maior atenção ao aspecto capacitação, melhor gestão e requalificação de cada nível dos funcionários que atuam no setor . Durante o 7º Fórum Mundial da Água foi assinado um ofício para criação do Centro Hydros de Formação e Qualificação para atuar na capacitação dos funcionários na base da pirâmide, ou seja, a fase operacional das empresas de saneamento. Para Newton Azevedo, os pontos citados estão de acordo com as necessidades brasileiras do momento e algumas soluções já podem começar a ser implementadas.

23 de abril, 2015