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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Carta de Intenções para promover Amazônia

O Fundo de Sustentabilidade Hydro (FSH) e a Agência dos Estados Unidos para Desenvolvimento Internacional (USAID) assinaram Carta de Intenções para promoção de soluções de desenvolvimento sustentável na Amazônia visando o bem-estar das comunidades locais e melhor conservação da biodiversidade da região. "A Hydro é um parceiro comprometido com os territórios onde atua, ouvindo das comunidades quais são os desafios e as soluções para a construção de municípios melhores para seus vizinhos. Por meio da aproximação com a USAID, pretende-se ampliar a agregação de valor de novos negócios, melhorando a sua organização, produção e comercialização", afirmou Eduardo Figueiredo, diretor do FSH. "A USAID no Brasil tem uma longa história de apoio a iniciativas sustentáveis na Amazônia. Nosso foco no país é formar parcerias estratégicas, e nos últimos anos temos trabalhado em conjunto com o setor privado para potencializar essas ações. Por isso estamos muito felizes com essa nova parceria com a Hydro", disse Ted Gehr, diretor da USAID no Brasil. O Fundo de Sustentabilidade expressa a aposta de suas mantenedoras Hydro, Alunorte e Albras no investimento de longo prazo em conhecimento, diálogo e capacitação técnica para melhoria da qualidade de vida e iniciativas sustentáveis na Amazônia. O Fundo de Sustentabilidade Hydro é uma iniciativa das empresas Hydro, Albras e Alunorte e celebra também o engajamento na "PPA Solidariedade", ação intersetorial com o objetivo de fortalecer a preparação e as respostas às emergências relacionadas à COVID-19. Participam do PPA oito empresas e instituições, cada uma com projetos destinados às populações vulneráveis na Amazônia. No caso do projeto apoiado pelo FSH, as ações serão executadas no município de Barcarena (PA), com financiamento de R$ 2,5 milhões do Fundo e R$ 1,3 milhão da "PPA Solidariedade", plataforma sob gestão da USAID, NPI EXPAND, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e SITAWI Finanças do Bem, totalizando R$ 3,8 milhões. No município paraense serão realizadas campanhas de comunicação de risco e de engajamento das comunidades na prevenção da COVID-19, alinhadas às diretrizes de saúde estaduais e municipais. O FSH, em parceria com a Iniciativa Barcarena Sustentável, apoiará iniciativas já em desenvolvimento no município: o Ativa Barcarena, que beneficiará produtores locais por meio da garantia de compra de produtos da agricultura familiar; e a Rede Todos pelo Trabalho, contribuindo para geração de renda de costureiras e artesãs será incrementada com a produção de máscaras faciais não médicas. As atividades serão facilitadas pelo Instituto Peabiru e Synergia. Desde o início da pandemia, a Hydro já doou R$ 15 milhões para prevenção e combate à COVID-19, valor destinado à construção e manutenção de leitos hospitalares no Pará, compra de milhares de cestas básicas e de produtos de higiene, além de itens e equipamentos médicos aos municípios onde opera.

O Fundo de Sustentabilidade Hydro (FSH) e a Agência dos Estados Unidos para Desenvolvimento Internacional (USAID) assinaram Carta de Intenções para promoção de soluções de desenvolvimento sustentável na Amazônia visando o bem-estar das comunidades locais e melhor conservação da biodiversidade da região. "A Hydro é um parceiro comprometido com os territórios onde atua, ouvindo das comunidades quais são os desafios e as soluções para a construção de municípios melhores para seus vizinhos. Por meio da aproximação com a USAID, pretende-se ampliar a agregação de valor de novos negócios, melhorando a sua organização, produção e comercialização", afirmou Eduardo Figueiredo, diretor do FSH.

"A USAID no Brasil tem uma longa história de apoio a iniciativas sustentáveis na Amazônia. Nosso foco no país é formar parcerias estratégicas, e nos últimos anos temos trabalhado em conjunto com o setor privado para potencializar essas ações. Por isso estamos muito felizes com essa nova parceria com a Hydro", disse Ted Gehr, diretor da USAID no Brasil. O Fundo de Sustentabilidade expressa a aposta de suas mantenedoras Hydro, Alunorte e Albras no investimento de longo prazo em conhecimento, diálogo e capacitação técnica para melhoria da qualidade de vida e iniciativas sustentáveis na Amazônia. 

O Fundo de Sustentabilidade Hydro é uma iniciativa das empresas Hydro, Albras e Alunorte e celebra também o engajamento na "PPA Solidariedade", ação intersetorial com o objetivo de fortalecer a preparação e as respostas às emergências relacionadas à COVID-19. Participam do PPA oito empresas e instituições, cada uma com projetos destinados às populações vulneráveis na Amazônia. No caso do projeto apoiado pelo FSH, as ações serão executadas no município de Barcarena (PA), com financiamento de R$ 2,5 milhões do Fundo e R$ 1,3 milhão da "PPA Solidariedade", plataforma sob gestão da USAID, NPI EXPAND, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e SITAWI Finanças do Bem, totalizando R$ 3,8 milhões.

No município paraense serão realizadas campanhas de comunicação de risco e de engajamento das comunidades na prevenção da COVID-19, alinhadas às diretrizes de saúde estaduais e municipais. O FSH, em parceria com a Iniciativa Barcarena Sustentável, apoiará iniciativas já em desenvolvimento no município: o Ativa Barcarena, que beneficiará produtores locais por meio da garantia de compra de produtos da agricultura familiar; e a Rede Todos pelo Trabalho, contribuindo para geração de renda de costureiras e artesãs será incrementada com a produção de máscaras faciais não médicas. As atividades serão facilitadas pelo Instituto Peabiru e Synergia.

Desde o início da pandemia, a Hydro já doou R$ 15 milhões para prevenção e combate à COVID-19, valor destinado à construção e manutenção de leitos hospitalares no Pará, compra de milhares de cestas básicas e de produtos de higiene, além de itens e equipamentos médicos aos municípios onde opera.

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ALUNORTE
Cimento a partir de resíduos da bauxita

A Alunorte e a Universidade Federal do Pará (UFPA) assinaram, em junho, um acordo para realização de pesquisa sobre a viabilidade de produção de cimento de baixo carbono a partir do resíduo de bauxita. O projeto integra o convênio entre a Hydro e a Universidade, iniciado em 2019 para a realização de diversas linhas de pesquisa, entre elas com o resíduo resultante das operações da Hydro em Barcarena e Paragominas, municípios paraenses. A pesquisa sobre um cimento de baixo carbono está diretamente associada à meta de sustentabilidade para o resíduo de bauxita estabelecida pela Hydro. A companhia busca utilizar parte deste resíduo para a geração de novos produtos até 2030. Esse percentual equivale a aproximadamente 500 mil toneladas de resíduo de bauxita ao ano. O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas sustentáveis para produtores de cimento da região para reduzir os custos com a produção e, principalmente, o impacto ambiental, por meio da redução da emissão de gases causadores do efeito estufa e da preservação de recursos naturais. A pesquisa tem previsão de duração de 18 meses e conta com cinco pesquisadores do Laboratório de Tecnologia das Construções da UFPA e outros cinco profissionais do Departamento de Tecnologia, que inclui a área de Pesquisa & Desenvolvimento da Hydro. O diretor Industrial da Alunorte, Michel Lisboa, afirma que o projeto é a oportunidade de a Alunorte aplicar na prática todo o conhecimento da universidade para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e duradouras. "A Hydro busca ser referência em sustentabilidade na indústria do alumínio. Para isso, a parceria em busca de inovação junto à academia é fundamental. A pesquisa é uma oportunidade de promover avanços globais e locais na nossa gestão ambiental, com redução da emissão de carbono e o reaproveitamento do resíduo da bauxita. Uma busca incessante de toda a indústria do alumínio", afirma Michel Lisboa. A pesquisa sobre a utilização de resíduo de bauxita é o primeiro projeto do convênio. "A assinatura do primeiro convênio simboliza a concretização de uma parceria, que é resultado dos esforços dos dois lados. O projeto abre um leque de iniciativas, além de trazer benefícios futuros às duas partes. Esse resíduo se transformará em matéria-prima para a indústria de cimento e a etapa de processamento tem potencial para a geração de emprego", afirmou o gerente sênior de Pesquisa & Desenvolvimento de Bauxita & Alumina da Hydro, Erik Araújo. A Hydro e a UFPA já são parceiras, desde 2013, no Consórcio de Pesquisa em Biodiversidade Brasil-Noruega (BRC), em Paragominas, que também é integrado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Universidade de Oslo e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). O Consórcio busca alcançar o nível mais alto de desenvolvimento em reabilitação ecológica e ambiental, a partir da ciência, além de fomentar a educação e pesquisa. Cerca de 100 profissionais estão envolvidos em todos os programas de pesquisa do Consórcio. O BRC já implementou diversos estudos inéditos, como de algas e crustáceos, entre outros.

13 de julho, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Consórcio BRC é renovado por cinco anos

A Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Rural da Amazônia (UFRA), o Museu Paraense Emilio Goeldi, a Universidade de Oslo (UiO) e empresa Norsk Hydro assinaram a renovação do acordo de colaboração que estende o investimento no Consórcio BRC por mais cinco anos. A iniciativa começou em 2013, proposta e mediada pela norueguesa Hydro, em parceria com três empresas instaladas no Pará - a Hydro Alunorte e Albras, em Barcarena, e a Hydro Paragominas. O negócio já alcançou resultados inéditos onde opera lavra de bauxita, com foco na reabilitação florestal e no levantamento das espécies, entre fungos, insetos, seres aquíferos e mamíferos. Nos últimos quatro anos, os estudos apoiados pelo convênio registraram duas espécies novas de insetos na Amazônia: uma vespa e um percevejo, além de descobrir três novas espécies de fungos, oito novas ocorrências de espécies de fungos no Brasil e três novas ocorrências de espécies de fungos para a Amazônia. A parceria Brasil-Noruega também gerou treze projetos de pesquisas aprovados, relacionados a diversos temas, como gases de efeito estufa, fungos, crustáceos, peixes, aves, mamíferos, flora, botânica solos, insetos, entre outros. O convênio BRC tem a participação de aproximadamente 100 profissionais - doutores, mestrandos, estudantes de graduação e técnicos – que produzem trabalhos científicos, com cinco dissertações de mestrado concluídas e outras 22 pesquisas, que serão publicadas ainda este ano. “A Hydro é consciente de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e de longo prazo. Por isso, acreditamos a importância deste convênio que promove a colaboração, buscando soluções que recuperem as áreas degradadas e devolvendo à natureza um ambiente igual ou melhor do que encontrado antes de uma operação de mineração”, acredita Silvio Porto, Vice-Presidente Executivo, Bauxita & Alumina da Hydro. A cerimônia de renovação do consórcio BRC teve a presença do embaixador da Noruega, Nils Martin Gunneng, as lideranças da Hydro no Brasil, autoridades do Governo do Estado do Pará e os reitores e diretores das instituições de pesquisa, que assinam o acordo e viabilizam o programa por mais cinco anos.

9 de novembro, 2017
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CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
Embrapa recebe R$ 33,7 milhões para Amazônia

O Fundo Amazônia destinará R$ 33,7 milhões à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para projetos de pesquisa para recuperação, conservação e uso sustentável no bioma. Os recursos virão da Noruega, principal doador do Fundo Amazônia. O acordo de cooperação técnica foi assinado entre a Embrapa, a Fundação Eliseu Alves (FEA) e o BNDES, gestor do Fundo Amazônia, com a presença das ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) eKátia Abreu (Agricultura). A parceria integra o Projeto Integrado da Amazônia e terá duração de 36 meses. “Temos números que mostram que proteção e preservação total devem andar juntos”, enfatizou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A ministra Kátia Abreu lembrou que a contribuição do governo da Noruega, ao aderir ao Fundo Amazônia, há dez anos, “foi de importância vital para a preservação da Amazônia”. Segundo Kátia Abreu, “este acordo é um fato histórico, que confirma a conexão de esforços da Agricultura, do Meio Ambiente, do sistema financeiro que se preocupa com a questão ambiental, e da nossa instituição de pesquisa”. O acordo apoiará a execução de projetos das unidades descentralizadas da Embrapa. Serão beneficiados os pequenos agricultores, comunidades tradicionais, ribeirinhos, pescadores artesanais e extrativistas, entre outros. Receberão apoio projetos de pesquisa e de transferência de tecnologia voltados ao monitoramento do desmatamento e da degradação florestal e serviços ecossistêmicos; restauração, manejo florestal e extrativismo; uso de tecnologias sustentáveis para a Amazônia; e aquicultura e pesca. O Presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que o acordo “tem potencial imenso como fonte geradora de renda e de emprego, oferecendo condições de ocupação econômica e competindo com as atividades predatórias, como ocorre com o desmatamento, sendo que a inteligência de combate a esse problema começa pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR)”. Os recursos também serão destinados à realização de oficinas de planejamento, de gestão de rede de pesquisa, de acompanhamento dos projetos individuais apoiados e de articulação com instituições parceiras. Estão incluídos aí, entre outras propostas, o desenvolvimento de um sistema de informática próprio da Embrapa, com o objetivo de aprimorar os indicadores de monitoramento dos projetos apoiados.

13 de abril, 2016