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SUSTENTABILIDADE

Consórcio BRC é renovado por cinco anos

A Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Rural da Amazônia (UFRA), o Museu Paraense Emilio Goeldi, a Universidade de Oslo (UiO) e empresa Norsk Hydro assinaram a renovação do acordo de colaboração que estende o investimento no Consórcio BRC por mais cinco anos. A iniciativa começou em 2013, proposta e mediada pela norueguesa Hydro, em parceria com três empresas instaladas no Pará - a Hydro Alunorte e Albras, em Barcarena, e a Hydro Paragominas. O negócio já alcançou resultados inéditos onde opera lavra de bauxita, com foco na reabilitação florestal e no levantamento das espécies, entre fungos, insetos, seres aquíferos e mamíferos. Nos últimos quatro anos, os estudos apoiados pelo convênio registraram duas espécies novas de insetos na Amazônia: uma vespa e um percevejo, além de descobrir três novas espécies de fungos, oito novas ocorrências de espécies de fungos no Brasil e três novas ocorrências de espécies de fungos para a Amazônia. A parceria Brasil-Noruega também gerou treze projetos de pesquisas aprovados, relacionados a diversos temas, como gases de efeito estufa, fungos, crustáceos, peixes, aves, mamíferos, flora, botânica solos, insetos, entre outros. O convênio BRC tem a participação de aproximadamente 100 profissionais - doutores, mestrandos, estudantes de graduação e técnicos – que produzem trabalhos científicos, com cinco dissertações de mestrado concluídas e outras 22 pesquisas, que serão publicadas ainda este ano. “A Hydro é consciente de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e de longo prazo. Por isso, acreditamos a importância deste convênio que promove a colaboração, buscando soluções que recuperem as áreas degradadas e devolvendo à natureza um ambiente igual ou melhor do que encontrado antes de uma operação de mineração”, acredita Silvio Porto, Vice-Presidente Executivo, Bauxita & Alumina da Hydro. A cerimônia de renovação do consórcio BRC teve a presença do embaixador da Noruega, Nils Martin Gunneng, as lideranças da Hydro no Brasil, autoridades do Governo do Estado do Pará e os reitores e diretores das instituições de pesquisa, que assinam o acordo e viabilizam o programa por mais cinco anos.

A Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Rural da Amazônia (UFRA), o Museu Paraense Emilio Goeldi, a Universidade de Oslo (UiO) e empresa Norsk Hydro assinaram a renovação do acordo de colaboração que estende o investimento no Consórcio BRC por mais cinco anos. 
 
A iniciativa começou em 2013, proposta e mediada pela norueguesa Hydro, em parceria com três empresas instaladas no Pará - a Hydro Alunorte e Albras, em Barcarena, e a Hydro Paragominas. O negócio já alcançou resultados inéditos onde opera lavra de bauxita, com foco na reabilitação florestal e no levantamento das espécies, entre fungos, insetos, seres aquíferos e mamíferos.
 
Nos últimos quatro anos, os estudos apoiados pelo convênio registraram duas espécies novas de insetos na Amazônia: uma vespa e um percevejo, além de descobrir três novas espécies de fungos, oito novas ocorrências de espécies de fungos no Brasil e três novas ocorrências de espécies de fungos para a Amazônia. 
 
A parceria Brasil-Noruega também gerou treze projetos de pesquisas aprovados, relacionados a diversos temas, como gases de efeito estufa, fungos, crustáceos, peixes, aves, mamíferos, flora, botânica solos, insetos, entre outros. O convênio BRC tem a participação de aproximadamente 100 profissionais - doutores, mestrandos, estudantes de graduação e técnicos – que produzem trabalhos científicos, com cinco dissertações de mestrado concluídas e outras 22 pesquisas, que serão publicadas ainda este ano.
 
“A Hydro é consciente de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e de longo prazo. Por isso, acreditamos a importância deste convênio que promove a colaboração, buscando soluções que recuperem as áreas degradadas e devolvendo à natureza um ambiente igual ou melhor do que encontrado antes de uma operação de mineração”, acredita Silvio Porto, Vice-Presidente Executivo, Bauxita & Alumina da Hydro. A cerimônia de renovação do consórcio BRC teve a presença do embaixador da Noruega, Nils Martin Gunneng, as lideranças da Hydro no Brasil, autoridades do Governo do Estado do Pará e os reitores e diretores das instituições de pesquisa, que assinam o acordo e viabilizam o programa por mais cinco anos.

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NASCENTES
UFV e CBA avaliam efeitos da mineração

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) desenvolvem o Programa de Estudos Hidrológicos (PEHidro) no município de Miraí (MG) e região para entender o comportamento hídrico em áreas de mineração. Um dos estudos envolve o monitoramento de nascentes, projeto recém-implantado para avaliar a influência da atividade minerária na qualidade e na quantidade de água nesses locais. Na primeira etapa do projeto, os pesquisadores da UFV mapearam cerca de cem nascentes e selecionaram dez para monitoramento, localizadas nos municípios de Miraí, Muriaé, Rosário da Limeira e São Sebastião da Vargem Alegre. O objetivo é acompanhar as bacias hidrográficas de cabeceira que contenham jazidas de bauxita em sua área de drenagem, realizando um comparativo entre as fases pré e pós-mineração de bauxita. O projeto tem a parceria de produtores rurais e proprietários das áreas que serão estudadas. “Eles têm orgulho e reconhecem o valor das suas nascentes. Também se preocupam com sua sustentabilidade, o que reflete na boa adesão ao projeto”, afirma o doutorando Lucas Jesus da Silveira, responsável pela condução do estudo. O coordenador do programa e professor do Departamento de Engenharia Florestal da UFV, Herly Carlos Teixeira Dias, diz que o PEHidro na CBA é tratado com muita atenção por todos os envolvidos, proprietários, estudantes e empresa, pois cada projeto criado traz informações relevantes para toda a comunidade.” O monitoramento de nascentes não foge dessa linha. Entender a dinâmica da água é fundamental para todos nós”, completa. Com os resultados em mãos, UFV e CBA levarão aos proprietários rurais o conhecimento sobre os cuidados com as áreas reabilitadas e a importância desse processo para as nascentes da região. “Trabalhamos com a UFV desenvolvendo tecnologias associadas ao nosso processo de reabilitação ambiental e os resultados das pesquisas desenvolvidas demostram que a atividade minerária na região tem sido realizada de forma responsável e sustentável. Além disso, a nossa parceria segue rendendo uma rica produção científica, entre dissertações, teses e apresentações em eventos acadêmicos no Brasil e no exterior, disponível para ser utilizada pela sociedade em prol do meio ambiente”, destaca o gerente das unidades da CBA na Zona da Mata, Christian Fonseca de Andrade. Além do monitoramento de nascentes, o Programa de Estudos Hidrológicos também realiza o Projeto de Escoamento Superficial com o objetivo de avaliar o escoamento da água sobre o solo, antes e depois da mineração. No seu quinto ano de monitoramento, o estudo foi motivado a partir de questionamentos de moradores locais sobre a influência da mineração na infiltração de água no solo em minas reabilitadas. Os resultados apontaram queda significativa do escoamento superficial da água de chuva, favorecendo a sua infiltração no solo. O escoamento superficial em área reabilitada foi 67,45% menor que uma área ainda não-minerada, sob plantio de eucalipto, e comparando uma mesma área, houve redução de 1,75 vezes no escoamento superficial após a reabilitação. O projeto está na última etapa, que é a de validação da metodologia aplicada. As áreas mineradas são submetidas a processos de reabilitação ambiental, que proporcionam sua reintegração à paisagem da região, utilizando as melhores técnicas, que compreendem todas as etapas para a formação de um ambiente natural e sustentável. Por meio da parceria com a UFV, as novas práticas estão sendo aplicadas para qualificar os processos de reabilitação, conquistando resultados tanto para a Companhia, quanto para a comunidade acadêmica e, principalmente, para o produtor rural.

9 de novembro, 2020
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Carta de Intenções para promover Amazônia

O Fundo de Sustentabilidade Hydro (FSH) e a Agência dos Estados Unidos para Desenvolvimento Internacional (USAID) assinaram Carta de Intenções para promoção de soluções de desenvolvimento sustentável na Amazônia visando o bem-estar das comunidades locais e melhor conservação da biodiversidade da região. "A Hydro é um parceiro comprometido com os territórios onde atua, ouvindo das comunidades quais são os desafios e as soluções para a construção de municípios melhores para seus vizinhos. Por meio da aproximação com a USAID, pretende-se ampliar a agregação de valor de novos negócios, melhorando a sua organização, produção e comercialização", afirmou Eduardo Figueiredo, diretor do FSH. "A USAID no Brasil tem uma longa história de apoio a iniciativas sustentáveis na Amazônia. Nosso foco no país é formar parcerias estratégicas, e nos últimos anos temos trabalhado em conjunto com o setor privado para potencializar essas ações. Por isso estamos muito felizes com essa nova parceria com a Hydro", disse Ted Gehr, diretor da USAID no Brasil. O Fundo de Sustentabilidade expressa a aposta de suas mantenedoras Hydro, Alunorte e Albras no investimento de longo prazo em conhecimento, diálogo e capacitação técnica para melhoria da qualidade de vida e iniciativas sustentáveis na Amazônia. O Fundo de Sustentabilidade Hydro é uma iniciativa das empresas Hydro, Albras e Alunorte e celebra também o engajamento na "PPA Solidariedade", ação intersetorial com o objetivo de fortalecer a preparação e as respostas às emergências relacionadas à COVID-19. Participam do PPA oito empresas e instituições, cada uma com projetos destinados às populações vulneráveis na Amazônia. No caso do projeto apoiado pelo FSH, as ações serão executadas no município de Barcarena (PA), com financiamento de R$ 2,5 milhões do Fundo e R$ 1,3 milhão da "PPA Solidariedade", plataforma sob gestão da USAID, NPI EXPAND, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e SITAWI Finanças do Bem, totalizando R$ 3,8 milhões. No município paraense serão realizadas campanhas de comunicação de risco e de engajamento das comunidades na prevenção da COVID-19, alinhadas às diretrizes de saúde estaduais e municipais. O FSH, em parceria com a Iniciativa Barcarena Sustentável, apoiará iniciativas já em desenvolvimento no município: o Ativa Barcarena, que beneficiará produtores locais por meio da garantia de compra de produtos da agricultura familiar; e a Rede Todos pelo Trabalho, contribuindo para geração de renda de costureiras e artesãs será incrementada com a produção de máscaras faciais não médicas. As atividades serão facilitadas pelo Instituto Peabiru e Synergia. Desde o início da pandemia, a Hydro já doou R$ 15 milhões para prevenção e combate à COVID-19, valor destinado à construção e manutenção de leitos hospitalares no Pará, compra de milhares de cestas básicas e de produtos de higiene, além de itens e equipamentos médicos aos municípios onde opera.

8 de setembro, 2020
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ALUNORTE
Cimento a partir de resíduos da bauxita

A Alunorte e a Universidade Federal do Pará (UFPA) assinaram, em junho, um acordo para realização de pesquisa sobre a viabilidade de produção de cimento de baixo carbono a partir do resíduo de bauxita. O projeto integra o convênio entre a Hydro e a Universidade, iniciado em 2019 para a realização de diversas linhas de pesquisa, entre elas com o resíduo resultante das operações da Hydro em Barcarena e Paragominas, municípios paraenses. A pesquisa sobre um cimento de baixo carbono está diretamente associada à meta de sustentabilidade para o resíduo de bauxita estabelecida pela Hydro. A companhia busca utilizar parte deste resíduo para a geração de novos produtos até 2030. Esse percentual equivale a aproximadamente 500 mil toneladas de resíduo de bauxita ao ano. O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas sustentáveis para produtores de cimento da região para reduzir os custos com a produção e, principalmente, o impacto ambiental, por meio da redução da emissão de gases causadores do efeito estufa e da preservação de recursos naturais. A pesquisa tem previsão de duração de 18 meses e conta com cinco pesquisadores do Laboratório de Tecnologia das Construções da UFPA e outros cinco profissionais do Departamento de Tecnologia, que inclui a área de Pesquisa & Desenvolvimento da Hydro. O diretor Industrial da Alunorte, Michel Lisboa, afirma que o projeto é a oportunidade de a Alunorte aplicar na prática todo o conhecimento da universidade para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e duradouras. "A Hydro busca ser referência em sustentabilidade na indústria do alumínio. Para isso, a parceria em busca de inovação junto à academia é fundamental. A pesquisa é uma oportunidade de promover avanços globais e locais na nossa gestão ambiental, com redução da emissão de carbono e o reaproveitamento do resíduo da bauxita. Uma busca incessante de toda a indústria do alumínio", afirma Michel Lisboa. A pesquisa sobre a utilização de resíduo de bauxita é o primeiro projeto do convênio. "A assinatura do primeiro convênio simboliza a concretização de uma parceria, que é resultado dos esforços dos dois lados. O projeto abre um leque de iniciativas, além de trazer benefícios futuros às duas partes. Esse resíduo se transformará em matéria-prima para a indústria de cimento e a etapa de processamento tem potencial para a geração de emprego", afirmou o gerente sênior de Pesquisa & Desenvolvimento de Bauxita & Alumina da Hydro, Erik Araújo. A Hydro e a UFPA já são parceiras, desde 2013, no Consórcio de Pesquisa em Biodiversidade Brasil-Noruega (BRC), em Paragominas, que também é integrado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Universidade de Oslo e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). O Consórcio busca alcançar o nível mais alto de desenvolvimento em reabilitação ecológica e ambiental, a partir da ciência, além de fomentar a educação e pesquisa. Cerca de 100 profissionais estão envolvidos em todos os programas de pesquisa do Consórcio. O BRC já implementou diversos estudos inéditos, como de algas e crustáceos, entre outros.

13 de julho, 2020