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SUSTENTABILIDADE

CES Granja Viana tem selo AQUA

Inaugurado no último dia 16 de junho pela Fundação Alphaville, o primeiro Centro Sustentável Granja Viana (CES Granja Viana) foi entregue à Prefeitura de Carapicuíba. A Fundação atuará como apoiadora do espaço, através da capacitação técnica e transferência de conhecimento aos profissionais do município que assumirão a administração do local. O CES Granja Viana será um espaço de uso coletivo que possa ser utilizado por instituições do terceiro setor e pela Prefeitura de Carapicuíba para realização de palestras, eventos, feiras e até servir como espaço de coworking. O Centro é o primeiro no Brasil a receber a certificação AQUA. O certificado, aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini, garante que o espaço é uma construção sustentável. Projetado pelo arquiteto Marcelo Leal, o CES Granja Viana conta com placas solares, captação e reuso da água pluvial e reciclagem de resíduos. Outra característica do espaço é a utilização de um biodigestor, que processa o esgoto dos banheiros e transforma em fertilizante para as plantas locais. Além disso, será utilizado mobiliário com selo de certificação ecológica e características arquitetônicas para fornecer melhor aproveitamento de luz solar, circulação de ar, conforto térmico e acústico.

Inaugurado no último dia 16 de junho pela Fundação Alphaville, o primeiro Centro Sustentável Granja Viana (CES Granja Viana) foi entregue à Prefeitura de Carapicuíba. A Fundação atuará como apoiadora do espaço, através da capacitação técnica e transferência de conhecimento aos profissionais do município que assumirão a administração do local.

O CES Granja Viana será um espaço de uso coletivo que possa ser utilizado por instituições do terceiro setor e pela Prefeitura de Carapicuíba para realização de palestras, eventos, feiras e até servir como espaço de coworking.

O Centro é o primeiro no Brasil a receber a certificação AQUA. O certificado, aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini, garante que o espaço é uma construção sustentável. Projetado pelo arquiteto Marcelo Leal, o CES Granja Viana conta com placas solares, captação e reuso da água pluvial e reciclagem de resíduos.

Outra característica do espaço é a utilização de um biodigestor, que processa o esgoto dos banheiros e transforma em fertilizante para as plantas locais. Além disso, será utilizado mobiliário com selo de certificação ecológica e características arquitetônicas para fornecer melhor aproveitamento de luz solar, circulação de ar, conforto térmico e acústico.

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SÃO PAULO
PMVA certifica 100 municípios paulistas

Lançado em 2007 pelo Governo do Estado de São Paulo, o Programa Município Verde Azul (PMVA) certificou 100 municípios paulistas. O programa visa medir e apoiar a eficiência da gestão sustentável com a descentralização e valorização da agenda ambiental nos municípios. O principal objetivo é estimular e auxiliar as prefeituras paulistas na elaboração e execução de suas políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento sustentável. O secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Marcos Penido, considera que o PMVA ajuda a divulgar as metas e projetos da pasta nos municípios do estado. "Por meio do PVMA nós levamos as nossas ações, intenções e sugestões para que cada região possa melhorar suas condições em relação ao meio ambiente. Este evento é para coroar os municípios que se dedicaram ao compromisso do desenvolvimento sustentável com esforços contínuos em prol da qualidade de vida e preservação da biodiversidade", destacou Penido. Atualmente, 616 municípios paulistas estão inscritos no programa. Ao participarem de um ciclo, estas cidades serão avaliadas em dez diretivas: Município Sustentável, Estrutura e Educação Ambiental, Conselho Ambiental, Biodiversidade, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Uso do Solo, Arborização Urbana, Esgoto Tratado e Resíduos Sólidos. "O PMVA é indutor de políticas públicas e tem uma relação com todas as áreas da pasta. Nosso papel é pavimentar o caminho entre os municípios e a SIMA, auxiliando as prefeituras nas questões de esgoto, resíduos sólidos, preservação da biodiversidade e meio ambiente", disse o coordenador do programa, José Walter Figueiredo Silva.

21 de dezembro, 2020
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SABESP
Seis ETEs ganham selo de sustentabilidade

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concedeu selo de ETEs Sustentáveis para mais cinco estações de tratamento de esgoto em 2020. Com as novas unidades, a Sabesp passa a ter seis certificadas entre as 18 inseridas atualmente no Programa EEs Sustentáveis, criado pela companhia para desenvolver e disseminar a cultura da sustentabilidade. A iniciativa estimula a adoção de ações para aprimorar a gestão operacional e o desempenho ambiental das unidades que tratam do esgoto, além de promover o aproveitamento dos subprodutos gerados no processo – biogás, lodo e efluente – como recursos sustentáveis. Criado em 2019, o programa mantém um sistema de certificação organizado em três níveis de evolução, avaliados com base em critérios específicos a serem alcançados pelas estações de tratamento de esgotos. Para alcançar o nível 1, a ETE deverá ter equacionado e implantado soluções sustentáveis para a destinação do lodo, do efluente e dos gases gerados pelo tratamento. O Nível 2 é obtido quando a ETE atende às exigências do nível anterior e adota ações de eficiência e geração energética ou a venda de algum produto gerado a partir das soluções implementadas. Já o Nível 3 requer o atendimento das três condições simultaneamente: usos benéficos para o lodo, gases e efluente, a eficiência e geração energética mais a venda de produtos para utilização no mercado. “Esse é um trabalho de toda a Sabesp, todos colaboram para que possamos ter as unidades sustentáveis. A Sabesp, como uma Companhia que melhora a qualidade de vida das pessoas através do saneamento, melhora também a qualidade do nosso meio ambiente”, disse o diretor-presidente da Sabesp, Benedito Braga, durante o evento online de certificação. A ETE ABC, em São Paulo, foi certificada com o Nível 2. Já a certificação do Nível 1 foi dada à estação Alves, no município de Ribeirão Grande; à estação Cesário Lange, em Cesário Lange; à estação Humaitá, em São Vicente; e à estação Turvo, em Monte Alto. Em 2019, primeiro ano do programa, a estação Várzea Paulista, em Várzea Paulista, já havia sido certificada com o Nível 1. Além das ETEs certificadas, as outras 12 estações de tratamento de esgoto já fazem parte do Programa ETEs Sustentáveis e realizam uma série de ações e melhorias em seus processos em direção à sustentabilidade.

7 de dezembro, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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BIOMAS
Construções verdes ajudam Amazônia

Uma parceria entre o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), ONG responsável pela Certificação LEED no País, e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) deve beneficiar nove mil famílias moradoras de 16 Unidades de Conservação (UC) do Estado do Amazonas e 580 comunidades/localidades tradicionais do interior do Estado. A parceria incentiva qualquer empreendimento imobiliário mundial a financiar projetos sustentáveis na Amazônia. Com a ação, os participantes estarão aptos a receber a certificação LEED, um reconhecimento internacional para construções comprometidas com o meio ambiente. O apoio para a conservação da Amazônia se dá por meio de uma doação para a FAS, proporcional à área do edifício em certificação, que pode variar de US$ 0.05 por m² anuais para edifícios já existentes a US$ 4.00 por m² para novos edifícios. Em troca, a construção recebe um ponto na certificação de “edificações verdes” LEED, que pode eventualmente significar o credenciamento da edificação à certificação, que é dividida nas categorias Básico, Prata, Ouro ou Platina, conforme a pontuação alcançada (de 40 pontos, nível certificado comum, a 110 pontos, nível Platina). As doações são voltadas a iniciativas concretas de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável de comunidades ribeirinhas e Unidades de Conservação estaduais do Amazonas. Este território soma 10,9 milhões de hectares (equivalente à área de Portugal). “Hoje, temos mais de 100 mil edificações buscando a certificação LEED em 167 países e é de suma importância relacionar esse trabalho nas cidades com a preservação das florestas e das populações que residem em áreas que carecem de serviços públicos especiais” afirma Felipe Faria, diretor executivo do GBC Brasil. Independentemente de certificação LEED, empresas ou cidadãos podem contribuir com a FAS através do site www.fas-amazonas.org .

28 de março, 2019
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ÁGUAS E SANEAMENTO
S. J. dos Campos terá parque tecnológico

A cidade de São José dos Campos (SP) é a sede do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Águas e Saneamento, que está sendo inaugurado neste mês de junho e que será coordenado pelo Parque Tecnológico São José dos Campos IPqTec) e Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap), com participação do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), de instituições de ensino e pesquisa como Unesp, Fatec São José dos Campos e Escola Politécnica da USP. A prefeitura de São José dos Campos também é signatária do centro. O centro foi criado a partir da necessidade de fomentar pesquisas e realizar projetos de inovação que resultem em benefícios para a Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que é a maior da região Sudeste abastecendo 184 municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, num total de 23 milhões de pessoas. Segundo dados da Agevap, 90% dos municípios da bacia não possuem estação de tratamento de esgotos, além de haver desmatamento e problemas estruturantes, como a baixa capacidade gerencial dos municípios, principalmente aqueles de pequeno porte, para que possam solucionar problemas relacionados a saneamento ambiental e preservação dos recursos hídricos. Assim, o Pqtec e a Agevap irão desenvolver projetos de pesquisa e intervenção em parceria com instituições e municípios.

8 de junho, 2018
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SENAC
Unidade paranaense ganha placas fotovoltaicas

Localizada no bairro Portão, em Curitiba (PR), a nova unidade de educação profissional do Senac será a maior planta de energia solar no estado. A unidade recebeu 228placas de energia fotovoltaica instaladas no telhado que produzirão entre 30% e 40 % da energia consumida. “O que não for utilizado dentro do mês gerará créditos com a Copel. Acreditamos que em menos de sete anos iremos recuperar o valor investido nesse sistema”, explica um dos arquitetos do Senac responsáveis pela obra, André Leite. A unidade será inaugurada no próximo dia 29 de julho e aberta ao público em agosto.“Quando estávamos pensando em instalar as placas precisamos pesquisar sobre o sistema e acabamos descobrindo que Curitiba é melhor para a captação da energia fotovoltaica do que a Bahia. As placas entram em fadiga com muito sol, porque elas têm um limite de armazenamento, e o fato de Curitiba ser uma cidade quase sempre nublada nos favoreceu”, destaca o arquiteto. A instalação das placas foi um dos determinantes para que a obra recebesse o certificado Leed Platinun – o selo da construção sustentável. A unidade Portão terá três mil m² destinados a cursos nas áreas de gestão, comunicação, informática e saúde, além de biblioteca e auditório, com capacidade de atendimento diário de 1914 alunos. “Essa obra é multifuncional: ela se adapta às demandas da comunidade. Pode ser configurada de diversas maneiras; é uma construção de vida longa, inteligente e funcional. Foi pensada do início ao fim para gerar o máximo de comodidade para nossos alunos”, contou o arquiteto do Senac, Eduardo Almeida Pereira.

20 de julho, 2016