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ÁGUAS E SANEAMENTO

S. J. dos Campos terá parque tecnológico

A cidade de São José dos Campos (SP) é a sede do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Águas e Saneamento, que está sendo inaugurado neste mês de junho e que será coordenado pelo Parque Tecnológico São José dos Campos IPqTec) e Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap), com participação do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), de instituições de ensino e pesquisa como Unesp, Fatec São José dos Campos e Escola Politécnica da USP. A prefeitura de São José dos Campos também é signatária do centro. O centro foi criado a partir da necessidade de fomentar pesquisas e realizar projetos de inovação que resultem em benefícios para a Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que é a maior da região Sudeste abastecendo 184 municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, num total de 23 milhões de pessoas. Segundo dados da Agevap, 90% dos municípios da bacia não possuem estação de tratamento de esgotos, além de haver desmatamento e problemas estruturantes, como a baixa capacidade gerencial dos municípios, principalmente aqueles de pequeno porte, para que possam solucionar problemas relacionados a saneamento ambiental e preservação dos recursos hídricos. Assim, o Pqtec e a Agevap irão desenvolver projetos de pesquisa e intervenção em parceria com instituições e municípios.

A cidade de São José dos Campos (SP) é a sede do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Águas e Saneamento, que está sendo inaugurado neste mês de junho e que será coordenado pelo Parque Tecnológico São José dos Campos IPqTec) e Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap), com participação do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), de instituições de ensino e pesquisa como Unesp, Fatec São José dos Campos e Escola Politécnica da USP. A prefeitura de São José dos Campos também é signatária do centro.
 
O centro foi criado a partir da necessidade de fomentar pesquisas e realizar projetos de inovação que resultem em benefícios para a Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que é a maior da região Sudeste abastecendo 184 municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, num total de 23 milhões de pessoas. 
 
Segundo dados da Agevap, 90% dos municípios da bacia não possuem estação de tratamento de esgotos, além de haver desmatamento e problemas estruturantes, como a baixa capacidade gerencial dos municípios, principalmente aqueles de pequeno porte, para que possam solucionar problemas relacionados a saneamento ambiental e preservação dos recursos hídricos. Assim, o Pqtec e a Agevap irão desenvolver projetos de pesquisa e intervenção em parceria com instituições e municípios. 

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SANEAMENTO
Avançar Cidades beneficia seis paulistas

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) selecionou seis projetos para ampliar a rede de abastecimento de água por meio do Programa Avançar Cidades. Os municípios contemplados são Arujá, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapevi, Jundiaí e Ribeirão Pires e poderão investir R$ 100,9 milhões em obras, dos quais R$ 94,4 milhões serão financiados com recursos do FGTS, além das contrapartidas dos proponentes. As iniciativas vão garantir melhorias e a ampliação de sistemas de abastecimento de água nessas localidades. Cinco projetos foram propostos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Em Arujá, o investimento será de R$ 14,9 milhões e visa a ampliação da central de estoque de água do município, enquanto Embu das Arte investirá R$ 10,7 milhões em obras para o setor Santo Antônio. Na cidade de Embu-Guaçu, são R$ 3,8 milhões para a implantação do sistema no bairro Penteado. Itapevi receberá R$ 52,4 milhões, para atender aos setores Amador Bueno e Santa Cecília, além de promover melhorias no setor Granja Carolina, enquanto Ribeirão Pires vai investir R$ 3,5 milhões para ampliar serviços. Em Jundiaí, o projeto foi apresentado pela empresa DAE S.A Água e Esgoto. Serão aplicados R$ 15,6 milhões no remanejamento e reforço de adutora para atender ao Vetor Oeste. A seleção das propostas pelo MDR atende às regras de enquadramento e de validação – pelos agentes financeiros – e ao limite de recursos disponível para a contratação do crédito. As operações poderão ser feitas em até 180 dias após a publicação da portaria de seleção no Diário Oficial da União. Os entes devem prover a contrapartida mínima de 5% do valor de investimento solicitado.

22 de junho, 2020
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RECURSOS HÍDRICOS
Centro de Capacitação das Bacias PCJ

Os presidentes do Consórcio PCJ, ARES-PCJ e Agência das Bacias PCJ assinaram durante a Reunião de Diretoria do Consórcio, acordo de cooperação que irá criar o 1º Centro de Capacitação na área de saneamento e recursos hídricos das Bacias PCJ. O centro tem como objetivo capacitar operadores e técnicos dos serviços de abastecimento e, assim, gerar melhoria nos serviços prestados à população. Os três primeiros cursos pilotos serão aplicados até o final de 2018. O centro atenderá também municípios de fora das Bacias PCJ, já que a área de atuação da ARES-PCJ abrange 55 cidades, sendo que 20 estão localizadas em outras bacias hidrográficas, o que ampliará o alcance do projeto. O centro terá como prioridade a realização de aulas práticas na capacitação dos operadores de estações de tratamento de água e esgoto dos serviços de abastecimento. Os cursos deverão priorizar nesse primeiro momento: manutenção de redes de esgoto e de água, monitoramento e diagnóstico da qualidade da água e manutenção e operação de sistemas, metrologia e atendimento ao cliente. Também ficou definido que os cursos terão carga horária mínima de 40 horas. O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, lembrou que desde o início de sua fundação a entidade procurou por iniciativas de treinamento e capacitação. “O Consórcio PCJ foi fundado em 1989 e procurou uma aproximação com a França já em 1991, quando conhecemos as modelos de gestão e dentre eles o centro de capacitação francês para o setor de saneamento. A partir daí, trouxemos o tema internamente e verificamos a necessidade de sensibilização da sociedade, por meio da educação ambiental voltada à gestão de recursos hídricos e hoje 250 mil alunos são capacitados por ano. Também já tivemos cursos na área tecnológica. Por isso, obrigado à Família PCJ por dar ao Consórcio a possibilidade de consolidar essa iniciativa de qualificação técnica, que garantirá a sustentabilidade hídrica futura das Bacias PCJ”, comentou.

10 de outubro, 2018
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PCJ
Projeto “Superando a Estiagem”

O Consócio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ), em parceria com a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo e do Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado (DAEE), criaram uma equipe multi e interdisciplinar com técnicos das três entidades para desenvolver o projeto “Superando a Estiagem 2018/2019”. O projeto tem como meta auxiliar os municípios das bacias do PCJ não atendidos pelas vazões adicionais do Sistema Cantareira a superar o período de estiagem 2018 e a se preparar para o período seco do próximo ano. Segundo levantamento do PCJ, 43 dos 76 municípios da região não recebem contribuição para o seu suprimento hídrico do Sistema Cantareira, ou seja, as captações são realizadas em rios, córregos, ribeirões, poços profundos, represas municipais ou particulares, entre outras fontes, que não sofrem influência com os envios de água dos quatro grandes reservatórios do Sistema (Jaguari/Jacareí, Cachoeira e Atibainha) localizados na cabeceira da Bacia do Rio Piracicaba. O projeto iniciou contatando as 43 cidades não atendidas pelo Sistema Cantareira por meio de um questionário sobre a situação da disponibilidade hídrica local, no segundo trimestre desse ano. As primeiras respostas constataram que algumas cidades já estavam enfrentando dificuldades de abastecimento neste ano e mostraram-se preocupadas em como abastecer os municípios em 2019, caso ocorra uma nova “grande estiagem”. Também foram iniciadas visitas técnicas e o encaminhamento de documentos como medidas de contingenciamento, entre as quais as “22 Metas para a Sustentabilidade Hídrica Futura” e modelos de “Campanhas para Estimular o Uso Sustentável da Água”, entre outras providenciais, inicialmente na linha das medidas não estruturais. Durante a reunião da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico dos Comitês PCJ, o Secretário Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Ricardo Borsari, atendeu à solicitação do Consórcio PCJ de apoio para ações que promovam a sustentabilidade hídrica em municípios que não recebem as águas do Cantareira. Borsari fechou parceria entre as partes para agilizar os trabalhos já iniciados pelo projeto. Segundo Mário de Almeida, representante da Coordenadoria de Saneamento da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, os primeiros passos foram bastante produtivos. “Procuramos atualizar as demandas e organizar e agilizar ações em busca de soluções, nunca descartando medidas não estruturais de caráter emergencial, visando obter determinado controle de uma operação conjunta para atendimento às demandas existentes”, atentou. Os trabalhos terão continuidade com atendimento direto na sede da Secretaria em São Paulo e no desenvolvimento do rateio das tarefas entre os parceiros. O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, destacou a importância da parceria neste primeiro momento. “Por estarmos vivendo a era dos eventos climáticos extremos, estar atento e pactuando soluções é a única forma de tentar garantir a sustentabilidade hídrica. O pior poderá não ocorrer, mas, não existem garantias. Portanto, trabalhar no preventivo é sempre a melhor opção”, destaca.

3 de outubro, 2018
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
Cobrança do PCJ é modernizada

Organização privada e sem fins lucrativos, a Fundação Ezute assinou contrato de parceria com a Fundação Agência das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí para desenvolver e implementar um projeto moderno e que otimize o sistema de cadastro de usuários e cálculo de cobrança. A expectativa é que o projeto seja concluído em oito meses para garantir uma melhor manutenção e gestão no uso dos recursos hídricos da região. As bacias hidrográficas do projeto abrigam rios de domínio estadual e federal em mais de 15 mil m2, sendo 92% no estado de São Paulo e o restante em Minas Gerais. Ao todo, as bacias abastecem 76 municípios e beneficiam cinco milhões de habitantes. Os principais cursos d’água que integram essas bacias são os rios Atibaia, Atibainha, Cachoeira, Camanducaia, Capivari, Corumbataí, Jaguari, Jundiaí e Piracicaba. A Agência gestora das bacias será a primeira do Brasil a ter a cobrança pelo uso dos recursos hídricos implantada em ambos os domínios e em dois estados. “Esse contrato é desafiador, estimulante e de evolução de conhecimento, pois a Fundação Ezute já vem atuando há um bom tempo na área de recursos hídricos. Além disso, representa uma oportunidade de contribuir com a Agência, apoiando a evolução de sua produtividade e efetividade”, afirma o diretor de Relações de Mercado da Ezute, Geraldo José de Azevedo. Segundo o diretor administrativo da Agência das Bacias Hidrográficas PCJ, Ivens de Oliveira, o sistema atual é antigo e tem algumas limitações de funcionalidades. “Com esse contrato pretendemos automatizar o processo de cálculo da cobrança, que ainda tem algumas características manuais, e dar agilidade e maior rapidez nos trabalhos”. Atualmente estão cadastrados mais de três mil usuários, desde autarquias de saneamento e indústrias a produtores rurais. O diretor-presidente da Agência, Sergio Razera, afirma que o novo sistema reverterá a cobrança em mais recursos para investimentos em várias áreas, como combate às perdas de água no abastecimento, tratamento de esgoto, proteção de mananciais, entre outras. O sistema poderá ser acessado por meio de login e senha, já que será via web, e terá interação com o usuário. O consumidor poderá checar o histórico da cobrança e toda a metodologia de cálculo que compõe o valor a ser cobrado.

17 de agosto, 2018
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SÃO PAULO
Sabesp inaugura ETA no Jundiaí

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou na última sexta-feira, 24 de março, uma nova estação de captação de água do rio Jundiaí que irá atender 117 mil pessoas em Várzea Paulista. Com autorização para retirar 100 litros de água por segundo do rio, a captação já está enviando a água para a Estação de Tratamento Palmeiras, onde passa por todo o processo de adequação e análise para depois ser distribuída. No evento, mais de 3.000 peixes das espécies jundiá, curimbatá, piau e lambari, nativos da bacia do Jundiaí, foram soltos no rio por crianças da rede municipal de ensino. A Sabesp também inaugurou o reservatório de água do bairro Promeca, em Várzea Paulista. Com investimento de R$ 3,8 milhões, o reservatório tem capacidade para 4,5 milhões de litros de água tratada. O principal benefício é o aumento da segurança do abastecimento para todo o município. Desde 2012, a Sabesp inaugurou duas ETEs na região, com investimentos de R$ 132 milhões. Os projetos contribuíram para a eliminação de 257 toneladas mensais de carga orgânica do rio. Em Itupeva, a implantação do sistema de esgotamento sanitário começou em 2009 com a construção da ETE e da Estação Elevatória de Esgotos (EEE). O sistema entrou em plena operação em julho de 2012, elevando o tratamento dos esgotos coletados de 13% para 96%. Com a despoluição do rio Jundiaí cerca de 220 mil pessoas são beneficiadas. A recuperação do rio também ajuda na despoluição do Tietê. A melhoria das águas foi reconhecida, inclusive, com a ampliação do reenquadramento do rio de classe 4 para classe 3, que agora abrange o trecho entre o córrego Pinheirinho, em Várzea Paulista, e a foz no Tietê, em Salto, com mais de 60 km de extensão.

28 de março, 2017
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RIO DE JANEIRO
Equipamentos vão monitorar qualidade da água

Os municípios fluminenses de Nova Friburgo, Cantagalo, São Fidélis, Campos dos Goytacazes e Italva ganharam equipamentos para monitorar a qualidade da água e dos sedimentos nas bacias do Baixo Paraíba do Sul e do Rio Dois Rios. As prefeituras têm parceria com a Agência da Bacia do Paraíba do Sul (Agevap) e comitês das bacias hidrográficas. Os aparelhos vão compor cinco estações automatizadas e somam investimentos de R$ 470 mil. Os equipamentos foram doados por instituições da Alemanha, participantes do Intecral – Projeto Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável do Rio de Janeiro, uma parceria do Rio Rural com três universidades (Colônia, Leipzig e Jena). O projeto tem ainda a participação da Emater-Rio e Pesagro-Rio (vinculadas à secretaria estadual de Agricultura e Pecuária do Rio de Janeiro) e oito pequenas empresas privadas alemãs, além de instituições de ensino e pesquisa estaduais e federais. As cinco unidades de monitoramento serão operadas pelos comitês de bacias hidrográficas e vão disponibilizar dados para a sociedade, permitindo a melhor gestão dos recursos hídricos.Os equipamentos, de última geração, vão disponibilizar dados de qualidade e quantidade hídrica que poderão ser utilizados para diversos estudos e direcionamento de ações. Estes dados serão públicos e abertos aos governos e a toda sociedade. Os equipamentos ficarão sob responsabilidade da concessionária Águas de Nova Friburgo e deverão ser instalados até o final deste segundo trimestre. O sistema de monitoramento estará interligado e integrado com o projeto do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, o “Siga Ceivap”.

16 de maio, 2016
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POLLUTEC
BNDES e gestores debatem saneamento

Newton de Lima Azevedo, governador brasileiro do Conselho Mundial da Água, Gesner Oliveira, sócio da GO Associados e Arian Bechara, chefe do Departamento de Saneamento Ambiental do BNDES, participam do debate “ Implementa çã o da Gest ã o Integrada da Á gua ”na Pollutec Brasil, feira de tecnologias ambientais mundial, que acontece entre os dias 12 e 15 de abril no Anhembi. O “Implementação sobre Gestão Integrada da Água”terá mediação de Newton Azevedo, além da participação de João Carlos Mello, Presidente da Thymos Consultoria, James Miralves, consultor sênior em gestão de resíduos da PHEBEE Consulting e Ana Flávia, representante do Parlamento Nacional da Juventude pela Água (PNJA). Antes dos debates, haveráuma exposição feita por Jean-François Donzier, Diretor-geral do Office International de l’Eau, organização francesa que foca a importância da capacitação técnica e gerencial dos profissionais de saneamento. O debate seráorganizado pelo movimento Rumo a Bras í lia 2018 , iniciativa da se çã o Brasil do Conselho Mundial da Água que prevêuma série de ações preparatórias ao Fórum trianual da entidade, a ser realizado daqui a dois anos na capital federal. O debate integra o fórum “ Cuidando do Futuro ” , evento simultâneo àfeira que discutirácases, desafios e oportunidades ligados ao desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. No dia 14, às 11h30, o debate foca na garantia no futuro da água para abastecimento e uso industrial, e o papel fundamental desempenhado por boas práticas em áreas correlatas àgestão hídrica —financiamento e viabilização de projetos, gestão de resíduos e efluentes, energia (matrizes geradoras/consumo), conscientização socioambiental. Desenvolvido em parceria com a ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), o fórum “Cuidando do Futuro” promoverá 32 palestras em quatro dias. Integram o painel empresas como Suez, Solví, Estre ambiental, Thermo Fisher, Nalco / Ecolab, Mizumo,Pellenc e Actemium, além de diversas entidades ligadas ao setor ambiental —Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia), Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição), Abal (Associação Brasileira do Alumínio) e Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro). A programação completa do evento pode ser conferida no http://www.pollutec-brasil.com/Eventos-Simultaneos/Forum-Cuidando-do-Futuro . Nos dias 12 e 13, o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) promoverána Pollutec o 6º Encontro Nacional das Águas (6º ENA) onde serádebatida a troca de experiências e soluções para a expansão dos serviços. A programação está disponível no link http://www.abconsindcon.com.br/ena/programacao ). No dia 14 estáprevista visita técnica ao Aquapolo, projeto de água de reuso construído a partir de parceria entre Sabesp e Odebrecht Ambiental, que é o maior empreendimento do tipo na América do Sul. A Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), organiza o Encontro Internacionais de Neg ó cios da Pollutec Brasil . No estande da Rede CIN, o público terá contato com projetos e serviços oferecidos pelas empresas do segmento de Meio Ambiente e Tecnologias de Produção Limpa do Sistema Indústria, que ajudam o setor produtivo a desenvolver inovações e soluções ambientais. A expectativa épromover pelo menos 200 encontros de negócios. A Pollutec Brasil acontece simultaneamente à Feicon Batimat 2016, evento do mercado de construção civil. Maiores informações sobre a Pollutec podem ser obtidas no http://www.pollutec-brasil.com/

5 de abril, 2016
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SANEAMENTO
Finep e Sabesp assinam parceria no setor

A Finep assinou contrato com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para o desenvolvimento de tecnologias na área de saneamento. O Plano Estratégico de Inovação (PEI) da empresa é voltado para soluções para a escassez hídrica, valorização dos resíduos e mitigação dos impactos ambientais das atividades operacionais de saneamento. Serão R$ 60 milhões ao todo, dos quais R$ 48 milhões serão repassados pela financiadora. Os R$ 12 milhões restantes serão destinados pela Companhia, em forma de contrapartida. De acordo com Luis Fernandes, Presidente da Finep, o financiamento ao PEI da Sabesp “coroa” um programa de longo prazo que a Finep mantém há quase duas décadas investindo na área de recursos hídricos. “Formamos recursos humanos e iniciamos um conjunto de ações de Subvenção com pequenas e médias empresas até chegarmos a esse grande contrato”, ressaltou Fernandes. Os projetos serão desenvolvidos tanto com fim industrial como para abastecimento. Além das iniciativas de reuso, haverá ganho tecnológico com processos, como a filtração de odores de esgoto, por meio de biofiltração com casca de coco, e redução de água no lodo das estações de tratamento de esgoto. “Esse contrato representará um aumento significativo no número de estudos para podermos avançar em uma área central como a de saneamento básico e, especialmente, de água”, apontou o governador Geraldo Alckmin. A tecnologia que será desenvolvida pela Sabesp poderá ser compartilhada por outras empresas como, por exemplo, a Cedae. “Já estamos com conversas avançadas com a empresa responsável pelas águas do Rio de Janeiro”, disse o Presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Segundo o ministro de MCTI, Aldo Rebelo, as nações vizinhas do Brasil na América do Sul, além de países africanos de língua portuguesa, também podem se beneficiar com o trabalho da Sabesp. “Fui procurado por representantes das Organizações das Nações Unidas (ONU) que me falaram sobre a possibilidade de o Brasil participar do esforço desses países no melhor aproveitamento e reuso da água”.

8 de julho, 2015