Publicidade
TECNOLOGIA

Cipatex instala geomembranas em reservatório

A Cipatex investiu na instalação de geomembranas de PVC Cipageo®, de fabricação própria, em um de seus reservatórios. Com a medida, a empresa espera evitar perdas e tornar o sistema de resfriamento de água proveniente dos processos de destilação de cana-de-açúcar mais eficiente em uma usina localizada em Cerquilho, interior de São Paulo. Além de reaproveitar a água, o projeto contribuiu para a redução de gastos na construção do reservatório, já que a estrutura em alvenaria custaria cerca de 50% a mais em relação ao tanque revestido com geomembranas. Outro ponto favorável é que as geomembranas podem ser pré-soldadas, com dimensões conforme cada necessidade e também permitem facilidade e rapidez na instalação, resultando na queda de custo de mão-de-obra e equipamentos. “Os tanques de alvenaria correm risco de apresentar trincas, fissuras ou rachaduras, enquanto as geomembranas proporcionam maior proteção e impermeabilização aos reservatórios”, comenta Aureovaldo Casari, Gerente de agroindústria e mineração da Cipatex®. As geomembranas são fáceis de limpar e realizar manutenção. A tecnologia empregada garante ao material resistência a temperaturas elevadas, possibilitando seu uso em sistemas de resfriamento de água. O tanque com Cipageo® instalado na usina tem capacidade de armazenar seis milhões de litros de água, que chegam a atingir 45 graus.A instalação do tanque permitiu um ganho ambiental e redução de gastos com a compra de água, diminuindo, portanto, a captação do recurso nos rios.

A Cipatex investiu na instalação de geomembranas de PVC Cipageo®, de fabricação própria, em um de seus reservatórios. Com a medida, a empresa espera evitar perdas e tornar o sistema de resfriamento de água proveniente dos processos de destilação de cana-de-açúcar mais eficiente em uma usina localizada em Cerquilho, interior de São Paulo.

Além de reaproveitar a água, o projeto contribuiu para a redução de gastos na construção do reservatório, já que a estrutura em alvenaria custaria cerca de 50% a mais em relação ao tanque revestido com geomembranas. Outro ponto favorável é que as geomembranas podem ser pré-soldadas, com dimensões conforme cada necessidade e também permitem facilidade e rapidez na instalação, resultando na queda de custo de mão-de-obra e equipamentos.

“Os tanques de alvenaria correm risco de apresentar trincas, fissuras ou rachaduras, enquanto as geomembranas proporcionam maior proteção e impermeabilização aos reservatórios”, comenta Aureovaldo Casari, Gerente de agroindústria e mineração da Cipatex®. As geomembranas são fáceis de limpar e realizar manutenção. A tecnologia empregada garante ao material resistência a temperaturas elevadas, possibilitando seu uso em sistemas de resfriamento de água. O tanque com Cipageo® instalado na usina tem capacidade de armazenar seis milhões de litros de água, que chegam a atingir 45 graus.A instalação do tanque permitiu um ganho ambiental e redução de gastos com a compra de água, diminuindo, portanto, a captação do recurso nos rios.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ILHA DO MEL
Reservatórios flexíveis garantem água

Concessionária da Iguá Saneamento, a Paranaguá Saneamento investiu R$ 460 mil em um conjunto de soluções para garantir o abastecimento de água potável na Ilha do Mel (PR), balneário que recebe cerca de dez mil visitantes em todos os verões. Uma das soluções aplicadas são os reservatórios flexíveis feitos com polímeros de alta resistência e química, o que garante a segurança do entorno e a qualidade da água tratada. “Por se tratar de um sistema móvel que pode ser desmontado e retirado do local, sem a necessidade de grandes estruturas fixas e sem impacto ambiental à região, essa foi à solução eleita pela equipe de engenharia da companhia para equacionar os problemas de abastecimento em tempos de superpovoamento da Ilha do Mel”, acrescenta o diretor operacional da Paranaguá Saneamento, João Roberto Rocha Moraes. A Paranaguá instalou dois reservatórios flexíveis com capacidade para 150 mil litros cada que possibilitaram um aumento de 84% na capacidade de reservação da localidade. “Para colocar os reservatórios flexíveis em operação, foi necessário um dia para montá-los, outro para o processo de desinfecção e seu enchimento, estando apto a jogar água no sistema no terceiro dia”, explica Lucas Arrosti, gerente operacional da concessionária. Os reservatórios são colocados sobre uma manta de borracha, para protegê-los de possíveis desgastes ou perfurações em contato com o solo. Além da manta, também é utilizado um booster (ligado a um gerador) para levar a água dos reservatórios ao sistema com a pressão necessária para chegar às residências. Quando em funcionamento, é necessário apenas um funcionário para controlar a ativação da bomba. Os reservatórios flexíveis foram instalados em uma área de 500 m² e próximos à praia, o que favoreceu o abastecimento por barcaças, além de aumentar a disponibilidade de água para o balneário sem exaurir os sistemas de captação do local. Apesar de ficarem a 2 km de distância da ETA, eles estão próximos a rede de abastecimento.

17 de fevereiro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ÁGUA
Sistema de captação economiza até 80%

A Esalflores, floricultura e Garden center de Curitiba (PR), utiliza há cinco anos sistema de captação de água de chuva. A empresa usa uma cisterna especial com capacidade para armazenar 30 mil litros, água que é utilizada nos vasos sanitários, na rega das plantas da loja e para lavar o piso, pois a água é cristalina, mas não potável. Por experiência, é possível economizar cerca de 30 a 60% de água. Mas na Esaflores, como o nosso gasto com a rega de plantas é muito grande, já atingimos uma economia de 80%. A cada 200 m² de telhado, conseguimos armazenar, em períodos chuvosos, até 15 mil litros. Como essa água não é potável, ela é utilizada para a manutenção da loja”, destaca o Gerente geral da Esalflores, Bruno José Esperança. A Esalflores capta água por meio de calhas que escoam a água das chuvas para tubos. Desses tubos, as águas passam por dois filtros, o primeiro um gradeamento, que retém a sujeira grossa, e depois por uma tela, que filtra a poeira. Em seguida, a água é despejada na cisterna. O sistema desenvolvido para a Esalflores pode custar até R$ 40 mil. Porém, em residências a captação de água da chuva custa, aproximadamente, R$ 4 mil. “É um investimento extremamente válido. Além de todo o resultado financeiro, com um consumo de água até 60% menor, estamos pensando no futuro do planeta, reaproveitando uma água que até então não tinha aproveitamento algum e que contribuía para inundações, já que os grandes centros urbanos são tomados por concreto e essa água não consegue ser absorvida corretamente pelo solo”, completa Bruno José Esperança.

6 de setembro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
MEMBRANAS
GE cria Centro de inspeção em Cotia

A GE anunciou a criação de um Centro especializado na autópsia e inspeção de membranas (ultrafiltração, MBR, nanofiltração e osmose reversa) no município de Cotia, região da Grande São Paulo. A unidade irá abrigar cerca de dez profissionais que irão trabalhar a inspeção dos equipamentos. O objetivo é identificar, de modo rápido e preciso, problemas que impedem o funcionamento adequado de membranas instaladas em diversos segmentos de estações de tratamento de água e efluente, estejam elas equipadas com tecnologia GE ou de outras empresas. O Centro será o primeiro no País operado por um fabricante de membranas, o que duplicará a capacidade de atendimento a todo o mercado, até então atendido somente por uma instituição de ensino superior. “A operação local de um Centro de inspeção de membranas nos permite chegar a diagnósticos precisos, podendo direcionar nossos clientes a tomadas de decisão mais assertivas e alinhadas aos seus desafios operacionais”, acrescenta Marcus Simionato, Gerente de vendas da GE Water & Process Technologies para a América Latina. O Centro não realizará o transporte de membranas para outras regiões do mundo, o que demandaria maiores custos relacionados a transporte e logística, além de necessitar de tempo para retirada, inspeção e envio de relatório aos clientes. A GE prevê que a oferta do serviço loval reduza em até 3 vezes os valores gastos para envio dos produtos para inspeção e, na mesma proporção, o tempo necessário para inspeção. Operação mais confiável Segundo Simionato, o novo serviço também auxiliará as empresas brasileiras a atingirem uma operação com grau de confiabilidade acima da média, além de possibilitar intervenções planejadas e direcionadas à resolução de problemas específicos. “Com o cenário de escassez, a legislação brasileira está mudando a fim de priorizar o abastecimento de água para consumo humano. Isso tem limitado o acesso das indústrias à água disponível em fontes naturais e criado uma pressão por produtos e serviços que garantam maior produtividade, eficiência e previsibilidade”, explica Simionato. “Em outras palavras, ser preciso ao diagnosticar problemas na operação do cliente é fundamental para evitar paradas inesperadas e reduzir custos associados à manutenção de equipamentos, aumentar a vida útil das membranas instaladas e garantir o máximo de eficiência à operação do cliente”, complementa. O Centro de inspeção de membranas da GE atenderá a empresas de todo o Brasil e de todos os segmentos industriais e municipais. A estrutura ficará alocada no laboratório do Centro de Tecnologia da América Latina da empresa em Cotia, onde desde 2012 são realizadas análises e simulações de tecnologias aplicadas ao setor de petróleo e gás e sucroalcooleiro e onde são desenvolvidas pesquisas e monitoramentos físico-químicos e microbiológicos para o tratamento de águas. O primeiro Centro da GE deste tipo opera em Cingapura, para onde as membranas inspecionadas pela empresa eram direcionadas antes da criação do centro brasileiro.

10 de novembro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
CERTIFICAÇÃO
Cipatex® renova Selo Ouro por mais dois anos

A Cipatex®, empresa do setor de revestimentos sintéticos, renovou o selo Ouro do Programa Origem Sustentável, que atesta empresas que incorporam a sustentabilidade em seus processos. A certificação é conferida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couros, Calçados e Artefatos (Assintecal), em parceria com o Laboratório de Sustentabilidade (Lassu) da Universidade de São Paulo (USP) e do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para a renovação, foi realizada nova auditoria que garante a certificação por mais dois anos. A Cipatex® realiza triagem, trata e encaminha seus resíduos – sólidos ou líquidos - para a reciclagem ou para destinação adequada. Toda a renda obtida a partir da destinação dos resíduos é aplicada na melhoria contínua de processos relacionados à responsabilidade socioambiental e segurança, como novas tecnologias, projetos sociais, entre outras. A Cipatex® conta com uma gama variada de produtos desenvolvidos com materiais de origem sustentável. O Corano®, revestimento sintético para móveis, e a linha Decorelli, toalha de mesa, têm em sua composição uma manta produzida com garrafas PET recicladas. A medida reduz impacto ao meio ambiente, já que cada metro linear da manta é produzido com 15 garrafas, evitando assim seu despejo na natureza. Outros produtos, como o Cipavinil®, revestimento vinílico para piscinas, e o Cipageo®, geomembranas para impermeabilização, são 100% recicláveis. A Cipatex® desenvolveu também uma linha atóxica para confecção de bolsas para bebês. O produto desenvolvido, segundo a empresa, não oferece risco, caso a criança leve o material à boca, por não conter ftalato em sua composição. A empresa desenvolve ainda ações de conscientização para preservação do meio ambiente nas comunidades onde suas plantas estão inseridas. São realizadas palestras, atividades e programas de orientação que visam à destinação correta de resíduos e a qualidade de vida. A Cipatex®também desenvolve ações de responsabilidade social em escolas da cidade de Cerquilho, que utiliza materiais e resíduos fornecidos pela empresa para produzir trabalhos artísticos, como árvores de natal, artesanato, exposições etc.

30 de setembro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
BIOGÁS
Cowpig instala biodigestor com Cipageo®

Instalado em uma área de 250 hectares na cidade paulista de Boituva, o frigorífico Cowpig está investindo em nova tecnologia com a adoção de um biodigestor revestido com Cipageo®, geomembranas de PVC produzidas pela fabricante de revestimentos sintéticos de Cerquilho/SP, a Cipatex®. Idealizado pelos irmãos Sebatiani, fundadores do Cowpig, o projeto é inovador ao reduzir impactos ambientais, possibilitar 20% a mais em geração de biogás e reduzir gastos com a manutenção do equipamento em cerca de 50%. Além dos resíduos de alimentos e dejetos dos animais – algo que já acontece com o biodigestor tradicional, o equipamento instalado no Cowpig realiza também o tratamento das águas das linhas verde e vermelha do frigorífico, que estão relacionadas à lavagem das vísceras, rúmen e sangue de bovinos, suínos, ovinos e búfalos. O novo biodigestor conta ainda com bombas e encanamentos para evitar o acúmulo de sólidos no fundo do equipamento, o que reduz o período de manutenção. O biodigestor instalado no Cowpig tem 50 metros de comprimento, 17 metros de largura e 5 metros de profundidade. O biodigestor é uma câmara totalmente fechada, onde os resíduos dos animais entram em um processo de fermentação anaeróbia. Dessa forma, é possível reaproveitar detritos para gerar adubo e gás, também chamados de biofertilizantes e biogás. O gás pode ser utilizado como fonte de energia. Com a estrutura interna utilizada no equipamento do Cowpig, a geração de biogás consegue ser ainda mais eficiente. Devido à função de agitação, o sistema produz cerca de 20% a mais de biogás em comparação ao biodigestor tradicional. O biogás proveniente do equipamento com Cipageo® é utilizado para alimentar as caldeiras e produzir vapor para o abatedouro do Cowpig. A instalação do biodigestor garante à propriedade uma economia entre R$ 20 e 30 mil por mês com energia. A instalação do biodigestor é dividida em três etapas, que envolvem construção civil, revestimento e cobertura. O tempo de instalação depende do tamanho e da capacidade do frigorífico. Segundo o empresário Fábio Marques Barretta, da Plaslonas, fabricante de biodigestores, o processo no Cowpig com Cipageo® levou cerca de 60 dias. As geomembranas de PVC são instaladas de forma prática, o que resulta na queda do custo de mão-de-obra e equipamentos. Basta escavar o terreno na dimensão desejada e fazer uma viga de ancoragem ao redor do local. Como o Cipageo® vem pré-confeccionado, é necessário somente estendê-lo e fixar suas bordas na viga externa. Após o revestimento, é preciso aguardar que os dejetos lançados no equipamento atinjam um determinado nível para dar início à instalação da cobertura, também realizada com geomembranas.

10 de setembro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
TRATAMENTO E REUSO DA ÁGUA
Um investimento recompensador

Por Renato Rossato* Desde o começo da crise hídrica a sociedade vem cobrando respostas para a escassez de água. Dentre os principais questionamentos, a água de reuso é um dos temas recorrentes quando se fala em soluções. Esse recurso tem sido de grande importância para os negócios nos períodos de estiagem e vem ganhando ainda mais força com o atual cenário. Se considerarmos que, segundo a Uniagua, o setor industrial e a agricultura são os principais consumidores de água potável e que seria possível reutilizar, pelo menos, 60% desse consumo com sistemas de reuso. Temos como exemplo nacional o projeto Aquapolo, uma parceria da Sabesp com a iniciativa privada, que distribui água de reuso para 10 fábricas da região do ABC. A economia de água potável equivale ao consumo diário de uma cidade com 500 mil habitantes. A economia é de 2,58 bilhões de litros de água potável por mês. Mas também é possível planejar e instalar estações de tratamento mesmo em locais pequenos, de acordo com o perfil do negócio. Com a reciclagem da água empresas economizam no gasto da água potável, pagando o custo de implantação do sistema para tratamento e reuso da água ao longo do tempo, e com ganhos ainda maiores em um longo prazo. Vamos fazer um cálculo hipotético considerando um negócio médio, que tem um gasto mensal entre água e esgoto de R$ 1.300,00. É possível instalar uma estação de tratamento para reuso em um “cômodo” ou menos e os custos de implantação seriam de aproximadamente R$35.000,00. Se considerarmos um número modesto de economia de água, com o tratamento de 100% da água, a economia chegaria em aproximadamente R$ 972,00 por mês. Assim, em 36 meses é possível recuperar o investimento feito e, daí em diante, essa economia passa a fazer parte dos rendimentos da empresa. Em alguns projetos é possível tratar volumes maiores da água utilizada, para retornos de volumes ainda mais expressivos, como é o caso da Estação de Reabastecimento de Àguas Subterraneas - GWRS na Califórnia, que produz diariamente cerca de 265 mil m³ de água de alta qualidade, conseguindo abastecer cerca de 600 mil residentes do condado de Orange. O importante ao considerar estas soluções é operar com sistemas eficientes de tratamento, além de uma atenção maior às legislações vigentes para o tratamento do esgoto e aquelas que deverão surgir voltadas a potabilidade das águas de reuso, algo que ainda não existe no Brasil. Como em qualquer investimento também é importante considerar as soluções que serão compradas, considerando custos de manutenção, durabilidade, adequação do projeto ao negócio, vida útil dos sistemas, eficiência energética dos equipamentos, entre outros. E ter em mente que qualquer investimento naquilo que diz respeito ao reuso, deve visar, sempre, ganhos futuros, sejam eles econômicos ou ambientais. *Renato Rossato é Engenheiro de Desenvolvimento da REHAU

2 de julho, 2015
Saneamento Ambiental Logo
REUSO
Águas do Mirante implanta sistema em seis ETEs

A Águas do Mirante implantou processo de utilização de água de reuso nas seis maiores Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo. A iniciativa é adotada desde outubro de 2012 e tem como objetivo reduzir o consumo de água potável e contribuir para a preservação do meio ambiente. A medida foi adotada após diagnóstico feito pela equipe técnica, no qual constatou-se que grande parte da água utilizada para a realização das atividades operacionais da empresa, era descartada na rede. Além disso, a Aegea Saneamento (holding que administra a Águas do Mirante), atua com o propósito de assegurar que os serviços realizados pelas concessionárias, gerem o mínimo de impacto ao meio ambiente. “As ETEs Ponte do Caixão, Bela Vista e Ártemis contam com o sistema de reuso desde a concepção. Para obtermos uma abrangência maior do benefício implantamos o sistema na ETE Piracicamirim, Capim Fino e Tupi”, esclarece Clayton Bezerra, Gerente de Operações. Atualmente, a Águas do Mirante utiliza a água de reuso após o tratamento realizado em cada estação. Parte da água é armazenada em reservatórios específicos para lavagem de pátios, ruas, irrigação de áreas verdes, entre outras ações, enquanto outra parte do efluente tratado é lançada nos córregos, conforme determina a legislação ambiental vigente. Bezerra diz que ao implantar esse sistema, a empresa contribui efetivamente para a preservação do meio ambiente e reduz o consumo de água potável. “Antes de incluirmos a água de reuso nas atividades do cotidiano, consumíamos cerca de 2.500m3 ao mês na ETE Piracicamirim, que equivalem ao consumo de 150 residências. Com o sistema, o consumo passou a ser de 600 m3 por mês, que corresponde ao consumo de 35 residências”, ressalta Bezerra.

8 de junho, 2015