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RESÍDUOS

Coleta domiciliar com avisos sonoros

Com avisos sonoros e orientações para o descarte seguro do lixo pelas ruas da cidade de São Paulo, os caminhões da Amlurb iniciaram coleta domiciliar de resíduos. A ação visa reforçar os cuidados com os sacos de lixo para evitar que os coletores tenham contato com possíveis resíduos contaminados, além de conscientizar a população sobre a importância de higienizar as mãos em meio à pandemia do novo coronavírus. O recurso sonoro será instalado em 33 caminhões. Outra medida é a adoção de galões de água e sabão em 230 caminhões para que os coletores possam lavar as mãos. Os galões serão instalados de maneira gradativa em toda a frota de coleta de resíduos da cidade de São Paulo, que possui 454 caminhões. Os avisos sonoros serão divulgados até as 21h30, para não haver desobediência às regras do PSIU. O aviso sonoro informa aos moradores para reforçar os sacos de lixo antes de realizar o descarte para coleta. Os materiais deverão ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Outra recomendação que será transmitida é sobre a importância de respeitar o horário de coleta, que deve ser feita até duas horas antes do horário da coleta domiciliar diurna e após as 18h para o período noturno. Foram ampliados também protocolos de higiene nas garagens, alojamentos e veículos. Os serviços de coleta domiciliar comum e seletiva continuam a operar normalmente na capital paulista. A mudança no serviço está no manuseio dos materiais, que deverá ser realizada sem qualquer triagem manual, segundo o Plano de Contingência de Resíduos Sólidos.

Com avisos sonoros e orientações para o descarte seguro do lixo pelas ruas da cidade de São Paulo, os caminhões da Amlurb iniciaram coleta domiciliar de resíduos. A ação visa reforçar os cuidados com os sacos de lixo para evitar que os coletores tenham contato com possíveis resíduos contaminados, além de conscientizar a população sobre a importância de higienizar as mãos em meio à pandemia do novo coronavírus. O recurso sonoro será instalado em 33 caminhões.

Outra medida é a adoção de galões de água e sabão em 230 caminhões para que os coletores possam lavar as mãos. Os galões serão instalados de maneira gradativa em toda a frota de coleta de resíduos da cidade de São Paulo, que possui 454 caminhões. Os avisos sonoros serão divulgados até as 21h30, para não haver desobediência às regras do PSIU. 

O aviso sonoro informa aos moradores para reforçar os sacos de lixo antes de realizar o descarte para coleta. Os materiais deverão ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Outra recomendação que será transmitida é sobre a importância de respeitar o horário de coleta, que deve ser feita até duas horas antes do horário da coleta domiciliar diurna e após as 18h para o período noturno. Foram ampliados também protocolos de higiene nas garagens, alojamentos e veículos. 

Os serviços de coleta domiciliar comum e seletiva continuam a operar normalmente na capital paulista. A mudança no serviço está no manuseio dos materiais, que deverá ser realizada sem qualquer triagem manual, segundo o Plano de Contingência de Resíduos Sólidos.

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COLETA SELETIVA
Amlurb registra aumento de 35%

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) divulgou que o mês de junho registrou aumento de 35% na coleta seletiva em relação ao mesmo mês de 2019. O volume de resíduos que foram para a reciclagem passou de 5,8 mil toneladas para 7,8 mil toneladas na comparação entre junho de 2019 e 2020. A Amlurb comenta que houve também queda de 22% nos dados de varrição, por causa das pessoas estarem mais tempo em suas casas. O aumento da coleta seletiva vai ao encontro do crescimento de quase 40 mil visitas. Isso se explica pelo maior interesse da população em consumir informações sobre reciclagem, além de terem no site um local para esclarecimento de dúvidas. Os conteúdos mais procurados foram: onde encontrar “pontos de coleta”, “reciclagem de latas: entenda sua importância e saiba como fazer” e “você sabe as diferenças entre lixo orgânico e reciclável”. O Recicla Sampa foi lançado em 2019 e já teve mais de 265 mil acessos. Comparando o primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano corrente, foi verificado um crescimento de 295% no número de visitas, sendo que o público da plataforma é majoritariamente feminino (70%). Mesmo no período da pandemia, o destino de resíduos recicláveis continua sendo as Centrais Mecanizadas de Triagem, que possuem capacidade operacional de 500 toneladas diárias de resíduos, 250 t cada uma. Segundo órgãos municipais, o descarte correto deve ser feito em sacos de lixo reforçados. Os resíduos devem ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Essa medida visa evitar o contato dos coletores com possíveis resíduos contaminados.

3 de agosto, 2020
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ARTIGO
Limpeza pública em tempo de COVID-19

Por Francisco J.P. de Oliveira * A pandemia pelo novo coronavírus deixou ameaçado o campo das probabilidades e se instalou em todos os conglomerados urbanos das médias e grandes cidades ao redor do mundo, não distinguindo raça, gênero, crença ou nível socioeconômico. Trata-se de uma tragédia de dimensões inimagináveis e consequências ainda a serem contabilizados pelos vários segmentos da sociedade, não somente da área de saúde, mais diretamente envolvido nos combates diários, mas nos mais diversos setores: artes, produção industrial, desenvolvimento tecnológico ou acadêmico. Assim, em uma sociedade que atua sobre as consequências e não as causas, acrescido de um nível baixo de instrução, a solução aplicada de distanciamento social seria a fórmula mais fácil, não estivesse ela em conflito com um outro problema que sempre nos afligiu: a renda mínima para manutenção da vida familiar. Assim sendo, como em vários setores da economia, da produção e de serviços, medidas adicionais que não a inclusão, precisam ser adotadas de modo a reduzir a contaminação. O sistema de limpeza pública é um deles. Assim, hábitos de higiene como lavar e desinfetar mãos e braços, higienizar os equipamentos de trabalho (caminhão, uniformes, EPIs, ferramentas, entre outros) deixam de ser somente necessários e passam a ser obrigatórios, assim como o monitoramento da saúde das equipes de limpeza e coleta, por meio da medição da temperatura corporal e outros indicadores, de modo a permitir isolar, ainda que tardiamente, estes grupos, atenuando a velocidade de contaminações. Lembrando que o tempo de incubação do coronavírus é de 10 a 14 dias, e que a contaminação se dá por contato corporal por superfície ou pessoas infectadas, e que o vírus permanece ativo em superfícies inertes por até três dias. Dentro deste contexto não se enquadram somente as empresas de limpeza e coleta, que não devem medir esforços para minimizar os riscos de seus funcionários, disponibilizando instalações e EPIs para garantir a higienização, além de esclarecimentos e treinamentos para a adequação das operações de limpeza e coleta durante esta pandemia, mas sobretudo uma ação conjunta do poder público junto à população, de modo a orientá-los de como pode e deve colaborar nos casos de isolamento doméstico de suspeita de contaminação pelo coronavírus. Este tem sido um total fracasso, uma vez que os "doentes" domésticos precisam ter seus resíduos (lenços de papel, toalhas, talheres e utensílios descartáveis) descartados como resíduos infectantes em saco branco leitoso (duplo, de preferência) e levados a uma unidade de saúde pública (PS, UBS, AMA entre outros), onde a coleta de RSS (Resíduos de Serviços de Saúde) é regularmente executada. Fica claro que se estamos atualmente coletando RSS apenas das unidades de saúde onde estão internados os doentes que exigem um tratamento ambulatorial mais intenso, que correspondem a uma cifra entre 2% e 6% da população, e que a agressividade do vírus deverá nas próximas semanas atingir até 60% da população, e não estando atuando sobre os casos isolados domesticamente, dois aspectos são conclusivos: a população será atingida pela contaminação de forma muito rápida, com maior comprometimento dos serviços de saúde pública; a extensão da contaminação e da letalidade poderá atingir níveis alarmantes. * Francisco J.P. de Oliveira é Engenheiro Civil da M.C Geotecnia, especializado em tratamentos e disposição final de Resíduos Sólidos Urbanos.

27 de abril, 2020
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COLETA SELETIVA
PMSP investe em ajuda a catadores

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), anunciou investimentos de R$ 5,7 milhões para auxiliar os catadores de materiais recicláveis na cidade de São Paulo. A medida beneficiará 900 famílias associadas às 25 cooperativas habilitadas no Programa Socioambiental de coleta seletiva. Cada família irá receber da Prefeitura R$ 1,2 mil reais mensais, por até três meses. Além dos cooperados habilitados nas cooperativas, outros 1.400 catadores autônomos receberão o recurso de R$ 1,2 mil mensais pelo mesmo período. No caso dos catadores autônomos, o auxílio será dividido entre Prefeitura e Governo Federal, cada um pagando R$ 600 aos catadores autônomos. “A cidade de São Paulo e o Brasil passam por um momento de grande crise. Por isso, é preciso elencar prioridades. A minha prioridade, a da Prefeitura, e tenho certeza que a do Governo do Estado, é com os mais vulneráveis. E nosso objetivo é preservar vidas”, afirmou o prefeito Bruno Covas, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, junto com o governador João Doria. As cooperativas que realizam coleta seletiva na capital paulista tiveram as atividades suspensas temporariamente em razão da pandemia de coronavírus. É uma medida necessária para preservar a saúde dos catadores. Os trabalhadores autônomos beneficiados participaram do Reciclar para Capacitar, um programa de formação básica em materiais recicláveis que ofereceu três cursos presenciais simultaneamente em 11 subprefeituras, kit-alimentação e auxílio-curso. O programa faz parte do convênio com a antiga Subsecretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). A distribuição de recursos será feita por meio da Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIPS), exames admissionais e/ou ficha de adesão nas respectivas das cooperativas habilitadas na Prefeitura. O serviço de coleta seletiva porta a porta continua funcionando normalmente, assim como a destinação dos recicláveis para as Centrais Mecanizadas de Triagem da cidade. “Preservar a saúde dos cooperados é nossa prioridade na gestão dos resíduos recicláveis. Inicialmente os grupos de risco foram afastados das atividades, mas com o avanço do cenário foi necessário fechar temporariamente as cooperativas. Com essa iniciativa, nós entendemos que essas famílias precisam de uma assistência financeira para se manterem em casa e seguras”, comenta Edson Tomaz de Lima Filho, Presidente da Amlurb.

13 de abril, 2020
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CORONAVÍRUS
Abes orienta sobre gestão dos resíduos

A limpeza urbana e o manejo dos resíduos sólidos, com coleta regular e disposição em aterros sanitários, são serviços essenciais para garantir a saúde da população. Entretanto, na atual situação de pandemia do Covid-19, é essencial proteger a saúde dos trabalhadores do setor. Para esclarecer sobre o assunto, a ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) elaborou um Informe Técnico com orientações para os gestores municipais, empresas prestadoras de serviços, garis e cooperativas de catadores. Estudos internacionais mostram que o Coronavírus é bastante persistente em materiais como plástico (5 dias), papel (4-5 dias), vidro (4 dias), madeira (4 dias), aço (2 dias), luvas cirúrgicas (8 horas), alumínio (2-8 horas), entre outros. Portanto, é fundamental neste momento manter um serviço de coleta regular dos resíduos, assim como a limpeza das ruas. Já a coleta seletiva, transporte e de manejo nas Instalações de Recuperação dos Resíduos tornam-se inviáveis neste período, devido aos riscos que apresentam e devem ser paralisados. Para garantir o sustento dos catadores, a ABES recomenda que os governos locais instituam um Auxílio Social Temporário para essas pessoas. Como responsabilidade das empresas contratadas, a ABES recomenda a identificação, avaliação e proteção dos riscos dos seus profissionais; a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva); a implantação de um programa de educação e treinamento; a higienização constante do ambiente de trabalho, equipamentos e veículos; a limpeza de ruas com sistemas de umedecimento ou mecanizada; a disponibilização de álcool gel e sabão para lavagem das mãos em todos os ambientes de trabalho; e a liberação do trabalho do pessoal do grupo de risco; entre outras ações. Para os cidadãos, a ABES orienta que os resíduos produzidos pelo paciente em isolamento no domicílio e por quem lhe prestar assistência, em caso suspeito ou confirmado de infecção por Covid-19, devem ser: separados e colocados em sacos de lixo resistentes e descartáveis; fechados com lacre ou nó e utilizados em até 2/3 de sua capacidade e acondicionado em outro saco limpo, resistente e descartável, de modo a não causar problemas para o trabalhador da coleta e nem para o meio ambiente. De acordo com a ABES, tomados os cuidados descritos, esses resíduos podem ser encaminhados normalmente para a coleta de resíduos urbanos. A ABES alerta ainda que se o paciente estiver em condomínio, é necessário informar ao síndico ou responsável as medidas de segurança e higiene do coletor ou funcionário destinado à função. O ideal é que esses resíduos sejam descartados em sacos plásticos vermelhos. A ABES espera, com a publicação do Informe Técnico, ampliar a colaboração na redução do impacto da pandemia do Coronavírus: protegendo a população; melhorando as condições de trabalho e higiene dos profissionais; e garantindo renda para os trabalhadores da limpeza que tiverem suas atividades interrompidas. O documento foi elaborado por integrantes da Comissão de Estudos Especiais de Resíduos de Serviços de Saúde da Associação Brasileira de Normas Técnicas (CEE 129 ABNT) e pelas Câmaras Temáticas Nacionais da ABES de Resíduos Sólidos, Saúde Ambiental e Comunicação.

6 de abril, 2020
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CORONAVÍRUS
Geração de lixo pode aumentar até 25%

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) elaborou documento inédito de boas práticas para assegurar uma correta gestão dos resíduos sólidos durante a pandemia do COVID-19. A entidade acredita que medidas de quarentena, isolamento e distanciamento social devem aumentar a quantidade gerada de resíduos sólidos domiciliares (15-25%), além de uma alta considerável na geração de resíduos hospitalares em unidades de atendimento à saúde (10 a 20 vezes). “A prestação dos serviços de limpeza urbana é essencial para a proteção do meio ambiente e da saúde humana, e não pode ser interrompida, mesmo durante processos epidêmicos. Por conta desse caráter de essencialidade, é indispensável assegurar que tais serviços sejam diariamente executados, pois contribuem para auxiliar na prevenção da transmissão do coronavírus, bem como de outras doenças e endemias decorrentes de acúmulo e má gestão de resíduos, que por sua vez têm o condão de afetar a imunidade das pessoas, o que seria uma agravante no quadro atual”, observa Carlos Silva Filho, diretor presidente da entidade. O documento é voltado a empresas do setor e outros públicos de interesse, como municípios, departamentos de limpeza urbana e órgãos de regulação. O conteúdo segue orientações internacionais de boas práticas, aliado à combinação de ações conforme os padrões e protocolos já existentes e em uso. Para situações correspondentes à geração de resíduos hospitalares em unidades de atendimento à saúde, os resíduos devem ser acondicionados em saco vermelho, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas, identificados pelo símbolo de substância infectante; os sacos contendo tais resíduos devem ser objeto de coleta e transporte especializados para Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) e submetidos a processos licenciados de tratamento, antes de sua disposição final.

31 de março, 2020
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LIXO
São Paulo recolhe 663 t no carnaval

Nos oito dias de folia de Carnaval da cidade de São Paulo, a Prefeitura, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), coletou 663,7 toneladas de resíduos, somando os blocos de rua e Sambódromo do Anhembi. Ao todo, 3.363 funcionários, entre varredores, motoristas, cooperados, coletores e fiscais, intercalados por turnos, trabalharam no Carnaval paulista. Os resíduos secos foram enviados para as duas Centrais Mecanizadas de Triagem da capital (Ponte Pequena e Carolina Maria de Jesus), a fim de reciclar o máximo possível. Para o descarte correto dos resíduos nas ruas e no Anhembi, a Prefeitura disponibilizou aos foliões 2.705 equipamentos como Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s), cestos aramados, papeleiras e contêineres, além de 355 caminhões (frota) para coleta. Já na lavagem das vias, foi utilizado cerca de 4.625 m³ de água de reúso e 12.130 litros de desinfetante. Do volume coletado, 63,2 toneladas correspondem aos cinco dias de desfile no Sambódromo do Anhembi. A coleta fez parte de uma operação especial de limpeza com 229 agentes, dos quais 169 varredores e 60 cooperados, 45 equipamentos e 35 veículos (frota). A equipe realizou a limpeza da avenida entre os intervalos das escolas de samba, além da limpeza ao entorno do sambódromo. Duas cooperativas habilitadas na Amlurb, Central Tietê e Rainha da Reciclagem, coletaram os materiais recicláveis nas arquibancadas, quiosques e camarotes no sambódromo do Anhembi, durante os quatro dias de desfile. Todo material recolhido será comercializado pelas cooperativas, que ficaram com 100% do lucro. Além das Centrais Mecanizadas, a Prefeitura fechou parceria com a iniciativa privada para incentivar catadores formais e informais a coletarem recicláveis durantes os bloquinhos. Participaram da ação mais de 1.200 catadores e foram coletadas 56,8 toneladas de recicláveis durante o carnaval de São Paulo. Todos os catadores receberam remuneração diária por dia trabalhado e também receberam pelos recicláveis coletados na hora (preço/kg).

9 de março, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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LIXO
São Paulo tem mais de 3 mil pontos de descarte irregular

Segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), a cidade de São Paulo possui 3.345 pontos ilegais de despejo de lixo e entulho, dos quais 66% são de responsabilidade de empresas irregulares de transporte de restos de obras. O relatório aponta 119 transportadoras clandestinas atuando na cidade e outras 358 com autorização, mas despejando lixo em local impróprio. Pela infração, essas empresas estão sujeitas à multa de até R$ 16 mil. A Amlurb aplicou 707 multas no ano passado. Para atuar na cidade, as transportadoras necessitam ser cadastradas na Amlurb e comprovar o despejo de lixo e entulho em lugares autorizados. O município de São Paulo tem 83 ecopontos com capacidade para receber até uma tonelada de entulho por obra. Quando as cargas tiverem volume acima de uma tonelada devem ser direcionadas a aterros privados. “Hoje o nosso serviço é muito falho, não dá para fiscalizar” afirma Simão Pedro, Secretário de Serviços. “Ninguém consegue saber se o lixo chegou ao lugar correto”. Para combater o número de pontos irregulares de descarte, a Prefeitura prepara o lançamento do Controle de Transporte de Resíduos (CTR) eletrônico, que substituirá a guia de papel cedido pela Amlurb. Atualmente, o caminhão que transporta entulho precisa estar com a guia de papel, que atesta que o lixo será descartado no aterro. Com o modelo eletrônico, a empresa ou carroceiro só conseguirá uma nova guia, caso dê baixa na anterior, via Internet. Para receber subsídios da Prefeitura (atualmente é dado R$ 10), os aterros terão que comprovar o recebimento do lixo. A Prefeitura também vai abrir concurso para ampliar o número de agentes (20, atualmente) para fiscalizar o lixo ilegal.

23 de junho, 2015