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ÁGUA

Compesa assina convênio com Reino Unido para reduzir perdas

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) assinou convênio com o Governo Britânico que prevê investimentos de cinco milhões de libras (o equivalente a R$ 25 milhões). Os recursos serão investidos em projetos de inovações tecnológicas que permitam encontrar soluções eficientes, com padrão mundial, para a redução e controle das perdas comerciais (água distribuída e não faturada) e físicas (vazamentos). Nesta primeira fase foram aplicadas 300 mil libras para realizar o diagnóstico da gestão de perdas de água na Região Metropolitana do Recife (RMR), além de propor soluções técnicas e financeiras para melhorar a eficiência na operação dos sistemas de abastecimento de água, assim como o suporte para licitação de um contrato de performance no combate às perdas. Um estudo sobre o comportamento dos clientes da Compesa também será entregue, o que irá ajudar a companhia a definir estratégias para melhorar o relacionamento. O convênio tem duração de quatro anos e os recursos são administrados pelo Banco Mundial e podem ser direcionados não só para consultoria, como também para a aquisição de equipamentos.

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) assinou convênio com o Governo Britânico que prevê investimentos de cinco milhões de libras (o equivalente a R$ 25 milhões). Os recursos serão investidos em projetos de inovações tecnológicas que permitam encontrar soluções eficientes, com padrão mundial, para a redução e controle das perdas comerciais (água distribuída e não faturada) e físicas (vazamentos). 
 
Nesta primeira fase foram aplicadas 300 mil libras para realizar o diagnóstico da gestão de perdas de água na Região Metropolitana do Recife (RMR), além de propor soluções técnicas e financeiras para melhorar a eficiência na operação dos sistemas de abastecimento de água, assim como o suporte para licitação de um contrato de performance no combate às perdas. Um estudo sobre o comportamento dos clientes da Compesa também será entregue, o que irá ajudar a companhia a definir estratégias para melhorar o relacionamento. 
 
O convênio tem duração de quatro anos e os recursos são administrados pelo Banco Mundial e podem ser direcionados não só para consultoria, como também para a aquisição de equipamentos. 
 

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SÃO PAULO
Contrato para combater perdas de água

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a SUEZ assinaram contrato (na modalidade de performance) para combater as perdas de água na rede da capital paulista. Os contratos de performance são um modelo inovador onde a remuneração está vinculada ao desempenho e aos resultados obtidos pela contratada quanto à recuperação do volume de água perdido no sistema de distribuição. Serão investidos aproximadamente R$ 70 milhões no projeto e o primeiro bairro beneficiado da capital será o do Sumaré, na zona Oeste, onde vivem cerca de 223 mil pessoas. Com duração de 60 meses, a SUEZ, por meio de sua subsidiária Restor, participa com 65% do consórcio contratado. Junto aos contratos nos setores de Ermelino Matarazzo e Itaim Paulista, já assinados, o montante investido passa dos R$ 110 milhões. O escopo do projeto prevê serviços de engenharia com o objetivo de ampliar a eficiência operacional com redução do volume perdido no sistema de distribuição, implantação de microáreas de controle com válvulas redutoras de pressão com operação por telemetria, renovação da infraestrutura (redes, ramais, adutoras), controle ativo de vazamentos, que compreende o levantamento de dados e diagnóstico operacional e de perdas do setor de abastecimento utilizando indicadores de desempenho da IWA e simulação hidráulica para estudo e otimização da operação de sistemas de abastecimento de água, elaboração dos projetos executivos; fornecimento e implantação das intervenções. Assim que concluído, o projeto garantirá a eficiência e a segurança operacional do setor de abastecimento Sumaré, que além de abastecer mais de 223 mil habitantes, atende o Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que conta com oito Institutos de Especialidades e dois Hospitais Auxiliares. "Este ano tem sido importante para a SUEZ em relação à parceria com a Sabesp. Após conquistarmos o contrato de Ermelino Maratazzo, da ordem de R$ 67 milhões, agora iniciamos mais este desafio na zona central da Capital. A SUEZ tem expertise global em tecnologia na gestão de redes de água de grandes metrópoles e os contratos na modalidade performance são especialmente atrativos às operadoras, já que o investimento retorna com a garantia de entrega dos resultados", detalha Federico Lagreca, CEO da SUEZ. "Temos conseguido, em parceria com a Sabesp, contribuir enormemente no combate a perdas e na modernização das redes. Os contratos atualmente em andamento comprovam isso por meio dos resultados que superam e muito as metas", complementa.

23 de novembro, 2020
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GRANDE RECIFE
BRK e BID investem em 15 municípios

A BRK Ambiental e o BID Invest, membro do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assinaram acordo de R$ 442 milhões para projetos de ampliação da infraestrutura de serviços de saneamento em 15 municípios da Região Metropolitana do Recife. O valor teve um acréscimo de $ 92 milhões no final na negociação, destinados a obras de esgotamento sanitário na Região Metropolitana do Recife. Este é o primeiro financiamento do BID Invest para um projeto do setor de saneamento no Brasil, nesta que é a maior PPP (Parceria Público Privada) sendo operada no País, entre a BRK Ambiental e a Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento). “Este é nosso primeiro projeto financiado pelo BID Invest. Esperamos estender esta parceria para outras regiões que atendemos no Brasil, ampliando o acesso da população ao saneamento básico e, consequentemente, transformando a vida das pessoas. O trabalho desenvolvido pelo BID Invest no que diz respeito ao impacto social, sustentabilidade, inovação e equidade de gênero tem total sinergia com o propósito da BRK Ambiental” afirmou Sérgio Barros, CFO da BRK Ambiental. Yvon Mellinger, Head para Água e Saneamento no BID Invest, confirmou que a parceria formalizada é o começo de um relacionamento que sem dúvida vai permitir o financiamento de novos projetos da BRK Ambiental no futuro próximo. Os investimentos em Pernambuco irão ajudar a aumentar a cobertura de esgoto da região de 40% para 90% nos próximos anos, garantindo ainda 100% de tratamento para todo efluente coletado na área atendida, beneficiando diretamente 4 milhões de pessoas. Entre as benfeitorias que serão realizadas estão a implantação das estações de tratamento e bombeamento de esgoto, incremento das ligações prediais de esgoto, além de cerca de 440 km de novas redes coletoras e aperfeiçoamento nas estações de tratamento já existentes.

2 de maio, 2019
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SANEAMENTO
Brasil e Reino Unido discutem inovação

Nos dias 22 e 23 de março, São Paulo recebeu o “Fórum UK-Brazil Investimento e Inovação em Saneamento”, uma iniciativa do Ministério do Comércio Internacional do Reino Unido e patrocínio das empresas Aquamec, Demaresty Advogados e Turner & Townsend. Entre outros tópicos, o evento abordou temas como: PPPs, modelagem, financiamento, gestão e inovação em projetos de infraestrutura de água e esgoto. Abrindo a programação, a Cônsul Geral Britânica em São Paulo e Diretora do DIT para América Latina, Joanna Crellin, salientou que o Governo britânico elegeu o setor de água e saneamento como prioritário para suas operações no Brasil e em outros países da América Latina: “existem projetos de grande porte no Brasil, o que caracteriza uma grande oportunidade para o uso de tecnologias avançadas, especialmente nas PPPs. Nosso objetivo é justamente compartilhar a experiência britânica, tecnologias, inovação e engenharia em relação à infraestrutura para abastecimento de água, tratamento de água, reuso, tratamento de esgoto, gestão inteligente de operações, serviços de engenharia, consultoria e gestão de projetos, além de soluções de armazenamento, controle de pressão de redes e perdas, soluções para bombeamento e instrumentação”. No Reino Unido, o setor tem grande força há anos. As 20 companhias de saneamento da Inglaterra investem quase 6 bilhões de libras em equipamentos todos os anos e quase 5 bilhões de libras em serviços, o que significa que o desenvolvimento de tecnologias e de serviços é contínuo. “Nós dispomos de canais para identificar em quais setores o Reino Unido pode atender às demandas específicas do Brasil e para compartilhar a experiência de modelagem dos projetos de infraestrutura, assim como os investimentos e financiamentos com os quais o Governo Britânico pode contribuir”, reforçou a Cônsul. Recuperação do Rio Tâmisa Greg Hands MP, Ministro de Estado para Comércio e Investimento, responsável pela pasta de Infraestrutura, enfatizou na sequência que o investimento em águas é muito importante no Reino Unido e que a recuperação do rio Tâmisa mostra a importância da inovação no setor de águas e a capacidade de vencer esse desafio em áreas urbanas. “Quando foi projetada, a rede de esgotamento sanitário de Londres já considerava no diâmetro de seus tubos uma demanda futura de tratamento em razão do crescimento populacional, assim como o emprego de alta tecnologia para o tratamento desses efluentes”, contou o Ministro, acrescentando ainda que até 2020 o investimento do Governo britânico em água será de 100 milhões de libras esterlinas. Setor fragmentado Alceu Segamarchi Jr, Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, lembrou que o saneamento no Brasil é uma área bastante fragmentada do ponto de vista da regulação e da participação dos entes federados (estados, municípios e empresas) da União. “A responsabilidade pelos serviços locais é municipal, conforme determina a Constituição, e nas regiões metropolitanas existe a divisão dessa responsabilidade com os governos estaduais, ficando o Governo Federal como órgão de fomento e financiamento dessas atividades, que hoje passam por uma revisão do arcabouço legal e até mesmo de regulação”, explicou Segamarchi Jr. Reformulação urgente Segundo o Secretário, a reformulação do setor de saneamento no Brasil é urgente e o maior problema não está na quantidade de recursos financeiros disponíveis: “é claro que se tivéssemos mais recursos os avanços seriam mais rápidos. Mas hoje o maior problema é a capacitação técnica e institucional dos agentes – entenda-se a maioria das empresas e das prefeituras que são titulares dos serviços.” Nos últimos 10 anos o Governo Federal disponibilizou R$ 82 bilhões para o setor de saneamento para serem aplicados em cerca de 2.800 intervenções. Desse total, ainda faltam ser desembolsados mais de 50% - “esse é o retrato da total ineficiência dos agentes em conseguir transformar recursos em obras e também em conseguir iniciar e terminar essas mesmas obras. O que falta para a maioria dos agentes que operam saneamento no Brasil é a capacitação em todos os setores”, pontuou o representante do governo brasileiro. O orçamento da SNSA para 2016 era de R$ 500 milhões, passou para R$ 1,250 bilhão em 2017 e deve se manter nesse patamar em 2018. Já os financiamentos da SNSA, a maioria com recursos do FGTS, tendo a Caixa Econômica Federal como agente técnico, e através do FAT pelo BNDES, atingiram em 2016 o montante de R$ 7,5 bilhões, e chegarão a R$ 9 bilhões em 2017. Entretanto, o Secretário informa que não foi possível emprestar nem R$ 1 bilhão do volume disponível no ano passado e a maior parte do empréstimo teve como destino a iniciativa privada. “Isso porque boa parte das prefeituras e dos estados não têm capacidade de endividamento e nem de pagamento, consequentemente. Apesar dos recursos do FGTS serem extremamente vantajosos na forma de empréstimos – são disponibilizados a 6% + TR, ainda assim são empréstimos e para ter acesso a esse recurso o proponente precisa ter certidão negativa de débito e condição de assumir o crédito. Por esta razão é que digo que o problema de saneamento no Brasil é muito mais de gestão, de capacitação, do que propriamente de disponibilização de recursos”, finalizou Segamarchi Jr.

28 de março, 2017
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SANEAMENTO
Reino Unido quer ampliar parcerias no Brasil

Com o objetivo de discutir possibilidades de parcerias e intercâmbio tecnológico na área de saneamento entre o Brasil e o Reino Unido, a Cônsul Geral Britânica em São Paulo, Jo Crellin, realizou um evento em sua residência com representantes de empresas brasileiras e britânicas que operam no Brasil nessa área. Durante a recepção, que contou com a parceria da ABCON/SINDICON, Aquamec, Demarest Advogados e KPMG, Jo Crellin disse que é interesse do governo britânico ampliar para o mercado brasileiro o conhecimento e expertise das instituições e empresas do seu país, principalmente porque os temas água e saneamento foram eleitos pelo Reino Unido como áreas prioritárias de cooperação com o Brasil e América Latina. A Cônsul acredita que há reais possibilidades de atuação conjunta nas Parcerias Público-Privadas (PPP), que devem se intensificar, tendo em vista a necessidade de aumento dos investimentos para aumentar a oferta do serviço. A representante do governo britânico convidou os presentes para um evento em Londres, nos dias 20 a 22 de fevereiro de 2017, sobre saneamento e outro em março (com data ainda em definição), no Brasil, para discutir PPPs e Saneamento. Crellin ainda anunciou que a partir de novembro deste ano se iniciaram as chamadas para financiamento de projetos de pesquisa na área de água e resíduos, por parte de um fundo que conta com recursos de R$ 18 milhões. No final do evento, o consulado distribuiu uma brochura mostrando a experiência britânica em tecnologias e serviços para gestão de água, elaborada pelo Department for International Trade.

23 de novembro, 2016
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SANEAMENTO
Finep e Sabesp assinam parceria no setor

A Finep assinou contrato com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para o desenvolvimento de tecnologias na área de saneamento. O Plano Estratégico de Inovação (PEI) da empresa é voltado para soluções para a escassez hídrica, valorização dos resíduos e mitigação dos impactos ambientais das atividades operacionais de saneamento. Serão R$ 60 milhões ao todo, dos quais R$ 48 milhões serão repassados pela financiadora. Os R$ 12 milhões restantes serão destinados pela Companhia, em forma de contrapartida. De acordo com Luis Fernandes, Presidente da Finep, o financiamento ao PEI da Sabesp “coroa” um programa de longo prazo que a Finep mantém há quase duas décadas investindo na área de recursos hídricos. “Formamos recursos humanos e iniciamos um conjunto de ações de Subvenção com pequenas e médias empresas até chegarmos a esse grande contrato”, ressaltou Fernandes. Os projetos serão desenvolvidos tanto com fim industrial como para abastecimento. Além das iniciativas de reuso, haverá ganho tecnológico com processos, como a filtração de odores de esgoto, por meio de biofiltração com casca de coco, e redução de água no lodo das estações de tratamento de esgoto. “Esse contrato representará um aumento significativo no número de estudos para podermos avançar em uma área central como a de saneamento básico e, especialmente, de água”, apontou o governador Geraldo Alckmin. A tecnologia que será desenvolvida pela Sabesp poderá ser compartilhada por outras empresas como, por exemplo, a Cedae. “Já estamos com conversas avançadas com a empresa responsável pelas águas do Rio de Janeiro”, disse o Presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Segundo o ministro de MCTI, Aldo Rebelo, as nações vizinhas do Brasil na América do Sul, além de países africanos de língua portuguesa, também podem se beneficiar com o trabalho da Sabesp. “Fui procurado por representantes das Organizações das Nações Unidas (ONU) que me falaram sobre a possibilidade de o Brasil participar do esforço desses países no melhor aproveitamento e reuso da água”.

8 de julho, 2015